Geral

Em iniciativa inédita, pacientes da Saúde Mental fazem passeio na praia

Publicado em 16/04/2019 às 16h53

Atividades externas contribuem para avanço no tratamento e reinserção social

Em mais uma iniciativa inédita, pacientes da Unidade de Acolhimento que fazem tratamento no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) participaram de um passeio ao litoral. Eles visitaram a Praia de Castelhanos, em Anchieta, Espírito Santo, nos dias 13 e 14 deste mês.

Atividades extra CAPS fazem parte da terapia de tratamento e proporcionam momento de lazer e interação social aos pacientes que geralmente não possuem oportunidade de participar de ações como essas no dia a dia. Alguns deles conheceram a praia e puderam entrar na água do mar pela primeira vez.

A referência em Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, a psicóloga Cintia Muglia, frisa que iniciativas como esta auxiliam no tratamento dos pacientes. “Estas ações proporcionam a valorização desses pacientes enquanto seres humanos e contribuem para a ressocialização de forma integral. Prezamos pelo tratamento médico e psicológico, mas também o contato com a família e com a sociedade e a retomada de uma vida ativa”, conta. A Unidade de Acolhimento, que funciona 24 horas em Muriaé, trata a reinserção dos pacientes na sociedade.

Os pacientes foram acompanhados por equipe formada por psiquiatra, psicóloga, enfermeiro, cuidadores e artesãs do CAPS AD. A viagem foi custeada pelo Programa CAPS.

“Quero agradecer ao prefeito Grego, ao doutor Paulo César [secretário Municipal de Saúde], ao Wescley [Wescley Souza, secretário Adjunto de Saúde], ao doutor Armando [Armando Ambrósio Neto, médico do CAPS], à Cintia e a todos que fizeram isso por nós. Foi algo muito bom e está ajudando no tratamento”, diz João Paulo Alves. “Gostei do passeio, foi legal demais. Obrigado por esta oportunidade”, completa Rogério Augusto Monteiro.

Categoria: Geral, Muriaé
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Vacinação contra gripe começa nesta quarta-feira (10)

Publicado em 09/04/2019 às 16h30

Prefeitura pretende imunizar 30 mil pessoas contra a doença em Muriaé

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa nesta quarta-feira (10) e vai até o dia 31 de maio. Em Muriaé, mais de 30 mil pessoas que fazem parte dos grupos prioritários devem ser imunizadas contra a doença.

As doses serão aplicadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30min, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) da cidade e distritos. É necessário apresentar cartão de vacina e receita médica (para pessoas com doenças crônicas).

A meta é vacinar 90% do público-alvo, que compreende crianças de 6 meses a 6 anos incompletos, grávidas, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com 60 anos ou mais, pessoas com doenças crônicas e outras categorias de risco clínico, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, jovens que cumprem medidas socioeducativas, professores e trabalhadores da saúde.

O Dia D, em que a vacinação se intensifica e há mobilização nacional, está marcado para dia 4 de maio, um sábado.

 

Serviço

Vacinação contra a gripe:

Período: 10 de abril a 31 de maio

Dias: segunda a sexta-feira

Horário: das 8h às 16h30min

Local: Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) da cidade e distritos

Dia D: 4 de maio

Público-alvo:

– Idosos;

– Crianças com mais de 6 meses e menores que 6 anos;

– Pessoas que apresentam doenças crônicas e outras categorias de risco clínico;

– Grávidas;

– Puérperas (até 45 dias após o parto);

– População privada de liberdade;

– Funcionários do sistema prisional;

– Jovens que cumprem medidas socioeducativas;

– Professores;

– Trabalhadores da saúde.

É necessário apresentar cartão de vacina e receita médica (para pessoas com doenças crônicas)

 

 

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Conta de energia vira boleto bancário

Publicado em 29/03/2019 às 15h23

Novidade facilita o pagamento para os clientes, amplia a rede de recebimento e torna o processo mais seguro

 

A conta de luz mudou para melhor: ela acaba de virar boleto bancário para tornar o processo de pagamento ainda mais fácil, rápido e seguro para os clientes. A novidade, que amplia a rede de recebimento da fatura, começa a ser implementada nesta segunda-feira, 1º de abril, em 61 cidades da área de concessão da Energisa Minas Gerais. A primeira cidade a receber a novidade foi Astolfo Dutra em novembro do ano passado.

 

A etapa de mudança encerra em julho deste ano quando os clientes de Cataguases, Leopoldina, Muriaé e Manhuaçu também passam a receber o boleto bancário.

 

A conta em boleto bancário permite que o pagamento seja realizado em qualquer agência bancária, independente de convênio, casa lotérica, correspondente bancário e meios eletrônicos.

 

Cristiana Rios, gerente corporativa de Recursos Financeiros, destaca que a iniciativa é uma forma de deixar o pagamento da conta mais prático e seguro, garantindo mais conforto para os clientes. “Por isso estamos investindo em facilidades que tragam mais conforto e praticidade no dia a dia”. Ela destaca que o cliente também poderá escolher onde pagar, garantindo, assim, maior comodidade. Mas é preciso ficar atento na hora de pagar pela internet banking, aplicativo de celular ou no caixa eletrônico: ao invés de escolher conta de água, energia e telefone, ele deve optar por boleto bancário.

 

Com a novidade que está sendo implementada em todo o Grupo Energisa, o formato da conta fica um pouco maior e não muda nada sobre o pagamento. Caso o cliente, pague o boleto bancário após o vencimento, a cobrança de encargos por atraso no pagamento será feita apenas na próxima fatura como já acontece hoje.

 

Para tirar dúvidas sobre a mudança, o cliente receberá um informativo e terá à disposição um guia explicativo no site da Energisa em www.energisa.com.br, além dos outros Canais de Atendimento, como o 0800 032 0196, o aplicativo Energisa On e agências de atendimento presencial.

Cadastro atualizado amplia acesso do cliente às informações e serviços 

Com os dados atualizados, o cliente da Energisa passa a ter acesso aos serviços disponíveis nos canais de comunicação da Energisa e ainda evita constrangimentos. Por meio do site da Energisa, do aplicativo Energisa On e das redes sociais (Facebook e Twitter), os clientes têm acesso aos principais serviços que hoje estão disponíveis na agência presenciais com mais conforto da sua casa e de qualquer lugar.


Outra vantagem em manter o cadastro atualizado, é que o cliente pode utilizar a conta de energia elétrica como comprovante de residência. Além disso, todos os outros serviços oferecidos pela Energisa só podem ser realizados quando solicitados pelo titular da conta de energia elétrica ou representante legal. Com dados atualizados, o cliente receberá diversas informações sobre o seu contrato com a empresa, como algum impedimento de leitura, agendamento de algum serviço solicitado por ele, ou até mesmo sobre alguma manutenção na rede na região onde o cliente está.

Como atualizar os dados cadastrais
Para atualizar os dados, o cliente que já é titular da conta pode entrar no site (www.energisa.com.br) com login e senha, atualizar o seu cadastro e clicar em salvar. A atualização também pode ser feita por meio das redes sociais Facebook e Twitter da Energisa. Basta o cliente entrar pelo chat com um dos nossos atendentes, disponíveis de 6h às 00h (meia noite), de segunda a domingo, passar os dados e o atendente faz a atualização. No aplicativo Energisa On, o cliente pode tirar uma foto dos documentos e enviar pelo aplicativo que feita a atualização. Outra opção, é ligar no 0800 032 0196, e atualizar os dados pelo Call Center com um de nossos atendentes.

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Governo brasileiro envia insumos e medicamentos a Moçambique

Publicado em 29/03/2019 às 09h30

País africano afetado por ciclone vai receber medicamentos e insumos para atender até 3 mil pessoas por um período de três meses. Avião parte nesta sexta-feira (28), do Rio de Janeiro

Nesta sexta-feira (29), dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) partem do aeroporto do Galeão (RJ) para o país Moçambique, levando medicamentos e insumos estratégicos fornecidos pelo Ministério da Saúde do Brasil, além de equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e da Força Nacional do Ministério da Justiça. Ao todo, serão enviados seis kits de medicamentos e insumos, totalizando 870 kg, quantitativo suficiente para atender até 3 mil pessoas por um período de três meses.

"O Brasil contribui para apoiar outros países em situação de necessidade emergencial. Essas doações, que acontecem por meio de cooperação humanitária, não privam os brasileiros do direito ao acesso a medicamentos, que são enviados apenas quando não comprometem o abastecimento nacional", disse o ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta.

A cooperação humanitária visa ajudar o país africano, que sofre com as consequências da passagem do ciclone Idai, no início deste mês de março. Os materiais que serão enviados pelo Ministério da Saúde foram definidos a partir de consulta realizada à Secretaria de Vigilância em Saúde e (SVS) e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) da pasta. O anúncio do envio foi feito ao Grupo de Trabalho Interministerial de Assistência Humanitária (GTI-AHI), durante reunião realizada nesta quarta-feira (27),  em Brasília. O GTI-AHI é formado por 15 órgãos da Administração Pública Federal, entre eles, o Ministério da Saúde.  

Cada kit é capaz de atender até 500 pessoas por um período de três meses. Integram os kits, medicamentos diversos, dentre eles antibióticos, anti-hipertensivos e antitérmicos, como penicilina, amoxicilina, paracetamol e soro para hidratação; além de materiais de primeiros socorros, como ataduras, gazes, luvas, máscaras, seringas, esparadrapos, entre outros.

COOPERAÇÃO HUMANITÁRIA

O Brasil está inserido, tanto em cooperações internacionais técnicas quanto humanitárias, para apoiar países vulneráveis ou em situação de emergência. O Ministério da Saúde estabelece essas relações por meio de doação de medicamentos e demais insumos de saúde.

Além do dever moral de auxiliar países e pessoas em situação de necessidades básicas de saúde, as ações de cooperação humanitária também reforçam o compromisso institucional que o Brasil tem com a cooperação internacional, princípio consagrado na Constituição brasileira. No âmbito da cooperação humanitária internacional, em 2018, o Brasil realizou 24 doações, e em contrapartida recebeu dez cargas de medicamentos para o tratamento de hanseníase e tuberculose.

Por Camila Bogaz, da Agência Saúde

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Cresce em 264% o número de casos de dengue no país

Publicado em 26/03/2019 às 09h17

Os óbitos pela doença também aumentaram 67%, entre 30 de dezembro e 16 de março de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018, sendo a maior concentração no estado de São Paulo

O sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O alerta do Ministério da Saúde é devido ao aumento de 264,1% dos casos de dengue no país, que passaram de 62,9 mil nas primeiras 11 semanas de 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano (até 16 de março). A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 109,9 casos/100 mil habitantes até 16 de março deste ano. O número de óbitos pela doença também teve aumento, de 67%, sendo grande parte no estado de São Paulo.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, reforça que a melhor forma de evitar o agravamento e as mortes por dengue é com diagnóstico e tratamento oportunos. “O Brasil vem de dois anos seguidos com baixa ocorrência de dengue, portanto é necessário que os profissionais de saúde estejam atentos a esse aumento de casos. É preciso que eles estejam mais sensíveis e atentos para a dengue na hora de fazer o diagnóstico. Quanto mais cedo o paciente for diagnosticado e der início ao tratamento, menor o risco de agravamento da doença e de evoluir para óbito”, explica Wanderson.

Ainda de acordo com o secretário, apesar do aumento expressivo no número de casos, a situação ainda não é considerada uma epidemia. No último ano de epidemia no país, em 2016, foram registrados 857.344 casos da doença no mesmo período. Contudo, ele reforça que é preciso intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti para que o número de casos de dengue não continue avançando no país.

Alguns estados têm situação mais preocupante, por apresentarem alta incidência da doença, ou seja, estão com a incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes: Tocantins (602,9 casos/100 mil hab.), Acre (422,8 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (368,1 casos/100 mil hab.), Goiás (355,4 casos/100 mil hab.), Minas Gerais (261,2 casos/100 mil hab.), Espírito Santo (222,5 casos/100 mil hab.) e Distrito Federal (116,5 casos/100 mil hab.).

A região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis (149.804 casos; 65,4 %) em relação ao total do país, seguida das regiões Centro-Oeste (40.336 casos; 17,6 %); Norte (15.183 casos; 6,6 %); Nordeste (17.137 casos; 7,5 %); e Sul (6.604 casos; 2,9 %). As regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência, com 250,8 casos/100 mil hab. e 170,8 casos/100 mil hab., respectivamente.

Em relação aos óbitos, os profissionais devem ficar atentos. O aumento neste ano é de 67% em relação ao mesmo período de 2018, passando de 37 para 62 mortes. Destaque para o estado de São Paulo, que registrou 31 óbitos, o que representa 50% do total registrado em todo o país.

COMBATE AO AEDES - DENGUE

As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Todas as ações são gerenciadas e monitoradas pela Sala Nacional de coordenação e Controle para enfrentamento do Aedes, que atua em conjunto com outros órgãos, como o Ministério da Educação; da Integração, do Desenvolvimento Social; do Meio Ambiente; Defesa; Casa Civil e Presidência da República. A Sala Nacional articula com as Salas Estaduais e Municipais (2.166) as ações de mobilização e também monitora os ciclos de visita a imóveis urbanos no Brasil, que são vistoriados pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

O Ministério da Saúde também oferece continuamente aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, além de veículos para realizar os fumacês, e testes diagnósticos, sempre que solicitado pelos gestores locais. Entre janeiro e março deste ano, a pasta já enviou mais de 90 mil reações do teste Elisa para diagnóstico de dengue aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) estaduais. Para o diagnóstico das doenças zika e chikungunya, e também dengue, todos os laboratórios do país estão abastecidos com o teste em Biologia Molecular. Também são investidos recursos em ações de comunicação, como campanhas publicitárias e divulgação nas redes sociais, junto à população.

Para estas ações, a pasta tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,73 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya e é repassado mensalmente a estados e municípios.

ZIKA

Em 2019, até 02 de março, foram registrados 2.062 casos de Zika, com incidência de 1,0 caso/100 mil hab. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis.

Entre as Unidades da Federação, destacam-se Tocantins (47,0 casos/100 mil hab.) e Acre (9,5 casos/100 mil hab.). Em 2019, não foram registrados óbitos por Zika.

CHIKUNGUNYA

Em 2019, até 16 de março, foram registrados 12.942 casos de chikungunya no país, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. Em 2018, foram 23.484 casos – uma redução de 44%.

Na análise dos estados, destacam-se entre as maiores incidências o Rio de Janeiro (39,4 casos/100 mil hab.), Tocantins (22,5 casos/100 mil hab.), Pará (18,9 casos/100 mil hab.) e Acre (8,6 casos/100 mil hab.). Em 2019, não foram confirmados óbitos por chikungunya. No mesmo período de 2018, foram confirmadas nove mortes.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o número de casos de dengue no estado de Minas Gerais teve aumento de 734% em comparação com o mesmo período do ano passado. Até o dia 16 de março deste ano, o estado notificou 54.961 casos da doença. No mesmo período de 2018, foram 6.586 casos. A incidência no estado é de 261,2 casos/100 mil habitantes. Minas Gerais registrou sete óbitos em decorrência da doença neste ano.

Situação epidemiológica do estado em relação a dengue, chikungunya e zika:

Minas Gerais

Dengue

Chikungunya

Zika

2018

2019

2018

2019

2018

2019

Número de casos

6.586

54.961

2.854

716

40

146

Incidência

31,3

261,2

13,6

3,4

0,2

0,7

 

Por Camila Bogaz, da Agência Saúde

Categoria: Brasil, Geral
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Ministério da Saúde faz campanha publicitária de alerta sobre tuberculose

Publicado em 23/03/2019 às 10h05

O público-alvo são homens de 25 a 40 anos, população mais afetada pela doença. O tratamento precoce e sem interrupção é essencial para a cura da tuberculose

 

Para marcar o Dia Mundial de Combate à Tuberculose e ampliar o acesso à informação, o Ministério da Saúde lança, no domingo (24/3), uma campanha publicitária chamando a atenção para a importância de observar os sintomas da doença. A campanha será voltada para homens entre 25 e 40 anos, os mais afetados pela tuberculose. Com um slogan “com o apoio de todos, vamos acabar com a tuberculose”, a campanha alerta para o diagnóstico precoce e o tratamento sem interrupção, essenciais para a cura da doença.

As peças publicitárias serão veiculadas em rádio, redes sociais, cartazes, outdoors, painéis em rodoviárias, barcos, entre outros meios. Também foram firmadas parcerias com bancos, empresas de telefonia e outras empresas para ampliar a divulgação.

A tuberculose é um desafio para os países. Em 2017, estima-se que 10 milhões de pessoas adoeceram por tuberculose e que a doença tenha causado 1,3 milhão de óbitos, o que a mantém entre as 10 principais causas de morte no planeta. A incidência da doença foi 34,8 casos por 100 mil habitantes. Em 2017, dados apontam 4.534 óbitos por tuberculose, resultando em um coeficiente de mortalidade de 2,2 óbitos/100 mil habitantes.

O Brasil atingiu as Metas dos Objetivos do Milênio (ODM) de combate à tuberculose, que previa reduzir, até 2015, o coeficiente de incidência e de mortalidade da doença em 50% quando comparado com os resultados de 1990. Em 2018, foram registrados 72,8 mil casos novos no país.

Apesar de ter avançado, o brasileiro deve ficar sempre alerta, como afirma Denise Arakaki, coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde. “Começar o quanto antes o tratamento, que é garantido gratuitamente nas unidades públicas de saúde, e mantê-lo até o final é essencial para atingir a cura da doença”, afirma Arakaki.  

Para intensificar os esforços no combate à doença, o Ministério da Saúde lançou, em 2017, o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, que ratifica o compromisso com a OMS de acabar com a tuberculose como um problema de saúde pública. O plano apoia as três esferas de governo na identificação de estratégias para reduzir a incidência para menos de 10 casos por 100 mil habitantes e as mortes para menos de 1 óbito por 100 mil habitantes até 2035. 

Prevenção à tuberculose

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para a tuberculose sensível e resistente, além do tratamento da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis, com uma variedade de medicamentos. Para as crianças, a principal maneira de prevenir as formas graves da tuberculose é com a vacina BCG  também ofertada no SUS.

Outra forma é identificar a “infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis ” em pessoas que tiveram contato com alguém com tuberculose. Neste caso, é necessário procurar uma unidade de saúde, já que, pessoas que possuem o bacilo recebem medicamentos para prevenir o adoecimento.

Por Camila Bogaz, da Agência Saúde

 

Categoria: Brasil, Geral
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Concurso Ibama 2019: Pedido com 1.888 vagas registra movimentações

Publicado em 21/03/2019 às 09h49

Edital é um dos mais aguardados por concurseiros. Se autorizado, certame contará com vagas nos níveis médio e superior. Ganhos iniciais de até R$ 9 mil!

Categoria: Brasil, Geral
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Pacientes receberão medicação para doença rara fenilcetonúria

Publicado em 03/01/2019 às 15h51

Ministério da Saúde incorpora no SUS o medicamento dicloridato de sapropterina para tratar doença que exerce ação tóxica nos órgãos 

O Sistema Único de Saúde (SUS) passa a ofertar o medicamento dicloridrato de sapropterina, destinado ao tratamento da doença rara fenilcetonúria (FNC). O insumo será disponibilizado em até 180 dias às mulheres portadoras da doença que estejam no período pré-concepcional ou em período gestacional. A doença tem herança genética e faz com que o indivíduo nasça sem uma importante enzima (fenilalanina-hidroxilase), dificultando o trabalho do organismo na quebra adequada de moléculas de aminoácido presente em proteínas animais e vegetais (fenilalanina-FAL). Os altos níveis desse aminoácido e de substâncias associadas a ele, no corpo, exerce ação tóxica em vários órgãos, especialmente no cérebro.

O uso do Dicloridato de sapropterina para tratamento da fenilcetonúria é usado de forma complementar à realização de dieta alimentícia, com restrição de alimentos, como carne, ovo, trigo e feijão; além de uso de fórmula metabólica rica em aminoácidos, vitaminas e minerais. O fármaco será disponibilizado na saúde pública às pacientes que estejam no período pré-concepcional ou em período gestacional, e que tenham feito teste de responsividade positivo ao medicamento.

Para incorporar o medicamento ao SUS, foram realizadas discussões com profissionais da saúde e especialistas que compõem a Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias ao SUS (Conitec). O objetivo foi verificar a possibilidade de benefícios clínicos do medicamento, que apontou maior eficácia entre as mulheres. Também foram avaliados estudos para comparar se o uso do medicamento isolado ou associado à dieta e a fórmula metabólica era eficaz e seguro, quando comparado ao uso de dieta e fórmula metabólica em pacientes com FNC. A conclusão foi positiva nos dois aspectos. Além disso, também foi levado em conta as observações e sugestões da população, sendo a maioria de pacientes e familiares dos portadores da doença. 

A incorporação de novas tecnologias e medicamentos no SUS, é feita a partir da análise realizada pela Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias ao SUS. Para isso, é levado em consideração a eficácia, efetividade e custo-benefício e acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso.

TESTE DO PEZINHO

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), um em cada doze mil nascidos vivos é diagnosticado com fenilcetonúria (FNC). A doença é identificada durante logo quando a criança nasce por meio do teste do pezinho, a triagem é ofertada no Sistema Único de Saúde. Além da fenilcetonúria, o teste identifica mais cinco doenças: Hipotireoidismo Congênito, Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias, Fibrose Cística, Hiperplasia Adrenal Congênita e Deficiência de Biotinidase.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal, popularmente conhecido como teste do pezinho, é um programa de rastreamento populacional que tem como objetivo geral identificar distúrbios e doenças no recém-nascido, em tempo oportuno, para intervenção adequada, garantindo tratamento e acompanhamento contínuo às pessoas com diagnóstico positivo. O teste é oferecido integralmente pelo SUS. Quanto mais cedo as doenças forem identificadas e tratadas, maior a possibilidade de evitar sequelas nas crianças.

O SUS também garante tratamento adequado gratuitamente e o acompanhamento da criança com a doença por toda a vida nos serviços de referência em triagem neonatal (SRTN) existentes em todos os estados. A orientação e acompanhamento das crianças é sempre feito por equipe multidisciplinar composta por pediatra, endocrinologista, nutricionista, psicólogo e serviço social. Caso seja necessário, o paciente será encaminhado para acompanhamento por outros especialistas.

Atualmente, a coleta do Teste do Pezinho está disponível em todo o país e conta com 21.446 pontos de coleta distribuídos na rede de Atenção Básica, Hospitais e Maternidades. As mães podem garantir a realização do teste do pezinho comparecendo à Unidade Básica de Saúde mais próxima de casa.

DOENÇAS RARAS

O SUS oferece atendimento integral e gratuito a todas as doenças raras, conforme a necessidade clínica de cada caso. O atendimento é feito com base na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras do Ministério da Saúde. O principal objetivo é ampliar o acesso desses pacientes aos serviços de saúde e à informação, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida. Desde a criação da política, em 2014, o SUS incorporou 19 exames de diagnóstico, além de organizar a rede de assistência. O Brasil possui sete serviços de referência no atendimento a doenças raras.

Também nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde incorporou 11 medicamentos no Sistema Único de Saúde para o tratamento de diversas doenças raras, como a Mucopolissacaridose, fibrose cística, hemoglobinúria paroxística noturna e polineuropatia amiloidótica familiar. A expectativa da pasta federal é de que essas tecnologias possam beneficiar cerca de 50 mil brasileiros que possuem ao menos uma doença rara.

Clique aqui e acesse o relatório de recomendação.

 

Da Agência Saúde

Categoria: Brasil, Geral
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SISTEMA FAEMG participa do desafio internacional para reduzir a perda de alimentos

Publicado em 04/12/2018 às 15h38

Entre 10 e 14 de dezembro, BH vai sediar o Biobased Battle 2018, desafio internacional para transformar conhecimento em inovação, e encontrar soluções para o desenvolvimento sustentável.  O Sistema FAEMG é apoiador e participa ativamente da edição, que este ano tem foco na redução da perda de alimentos.
Para o superintendente do INAES (Instituto Antonio Ernesto de Salvo), braço de pesquisa do SISTEMA FAEMG, Pierre Vilela, o problema é crônico e precisa de uma solução urgente: "Toda a sociedade sofre com o impacto desse processo de perda, que começa na colheita e termina nos pontos de venda". Vilela acrescenta que, além de propor soluções para o problema, a ação promove o intercâmbio entre participantes do Brasil e da Holanda, e aproximação entre universidade e empresas.
Saiba mais
No Brasil, as perdas na comercialização de frutas e hortaliças podem ultrapassar 50% do total produzido, enquanto em outros países o descarte não supera 10%. As perdas na cadeia de hortifrúti alcançam 200 mil hectares desperdiçados durante as etapas de pré-colheita, colheita, beneficiamento e comercialização do produto.

Principais causas de perdas:
• Colheita
• Demora excessiva na comercialização
• Distribuição
• Produtos de baixa qualidade
• Embalagem inadequada
• Condições climáticas
• Transporte inadequado
• Armazenamento impróprio

Mesmo com a variedade de causas, cerca de 50% das perdas na cadeia estão concentradas no  manuseio e no transporte, e não no momento final da venda. Assim, se a prevenção de perdas atuasse com eficiência neste setor, seria grande a redução nos custos e o crescimento do volume de vendas do produtor e distribuidor.
BIOECONOMIA

De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), bioeconomia é “o conjunto de atividades econômicas relacionadas com a invenção, desenvolvimento, produção e utilização de produtos e processos biológicos”.  Tais atividades podem melhorar a saúde, aumentar a produtividade da agricultura e dos processos industriais e contribuir para a sustentabilidade ambiental.

Biobased Battle

Sustentabilidade e inovação juntas em um evento internacional de impacto ambiental! Equipes multidisciplinares compostas por brasileiros e holandeses trabalham simultaneamente, desenvolvendo soluções inovadoras para os problemas da indústria.

O objetivo é aproximar universitários da realidade das empresas colocando-o frente a frente aos grandes desafios mundiais. Não precisa ser um expert no assunto para participar - durante a semana as equipes farão uma imersão no desafio proposto e conhecerão diversas ferramentas que podem ajudar a transformar conhecimento em ideias e ideias em negócio!

Categoria: Geral, Minas Gerais
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Drone reduz em 50% tempo de transporte de órgãos para transplante

Publicado em 25/11/2018 às 08h55

Drone para salvar vidas. Pesquisadores norte-americanos conseguiram demonstrar, pela primeira vez, que o equipamento é uma boa opção no transporte de órgãos para transplante, principalmente em grandes cidades afetadas pelos congestionamentos. Com o equipamento, os especialistas da Escola de Medicina da Universidade de Maryland gastaram a metade do tempo que levaria o transporte em vôos comerciais, por exemplo, que têm uma logística complicada. “Você pode mover um órgão do ponto A para o ponto B, reduzindo entre 50% e 70% o tempo do explante até o implante, dependendo da distância e da velocidade”, disse Joseph R. Scalea, professor-assistente e cirurgião de transplantes na Universidade de Maryland, em Baltimore.

 

O especialista acredita que, ao reduzir o tempo dos órgãos na viagem, o transporte por drones vai aumentar a qualidade dos transplantes. “Nós acreditamos que isso pode acrescentar milhares de anos de vida ao sistema. Esse é o objetivo”, afirma.

O coordenador de transplante de intestino e multivisceral do Hospital Israelita Albert Einstein, Sérgio Meira, em São Paulo, acredita que os drones têm potencial para ajudar na logística dentro de grandes centros urbanos, como São Paulo. “Nós estamos no Einstein. Se aparece um doador no Santa Marcelina, na Zona Leste, são duas horas e meia de trânsito na hora do rush”, disse.

O especialista conta que a logística é ponto fundamental nas redes de transplantes porque os órgãos têm um tempo máximo de sobrevida sem circulação de sangue. Em muitos casos, órgãos são perdidos pela impossibilidade de transporte. “Existe um acordo com a aviação comercial para o transporte de órgãos, mas é preciso casar o horário da retirada do doador com os voos, o que nem sempre é possível, explicou Meira.

O teste

No experimento feito nos EUA, a equipe de Scalea fez pequenas modificações no drone comercial DJI Matrice 600, com seis motores e capacidade para carregar até 6 kg. Originalmente, o drone carrega uma câmera, mas ela foi substituída por uma caixa especialmente projetada para este fim, batizada como Human Organ Monitoring and Quality Assurance Apparatus for Long-Distance Travel- aparato de monitoramento de órgãos humanos e garantia de qualidade para viagens de longa distância.

Ela monitora a temperatura, a pressão, a altitude, a vibração e a localização por GPS durante o transporte. Em março, eles receberam um rim, que não estava saudável para um transplante, mas serviria para a pesquisa. Antes, ele passou por uma biópsia para que a condição pudesse ser comparada com exames posteriores. Foram 14 voos, que demoraram 1 hora e 2 minutos, sendo o mais longo de cinco quilômetros, para simular a transporte entre dois hospitais numa mesma cidade.

Vantagens

Durante todos os voos a temperatura dentro da caixa se manteve estável, e a variação média da pressão foi de 0,69 quilopascal.

O que chamou atenção foi a vibração, menor que nos métodos atuais de transporte. Na biópsia posterior ao experimento, o órgão não apresentou alterações. “A distância é limitada pela legislação, que exige que o drone esteja no campo de visão do piloto, entretanto, eu prevejo um futuro de drones para o transporte de órgãos de longo alcance, com mais de mil milhas de autonomia. Esses drones ainda estão na infância, mas vamos começar a ouvir falar deles em breve”, explicou Scalea.

Desperdício

A estimativa é que nos EUA 20% dos rins para transplante sejam descartados, mas uma boa parcela deles poderia ser aproveitada se a logística fosse aprimorada. Com essa base, os pesquisadores estimam que cerca de 2,7 mil rins a mais poderiam ser transplantados por anos.

Sobre o tempo, os cientistas calculam que, com novas tecnologias, será possível transportar um órgão de Los Angeles a Baltimore, distantes 4,2 mil quilômetros, em 7,5 horas. De Nova York a Baltimore, 310 quilômetros, a viagem levará apenas 33 minutos. Hoje, a média dos transportes de órgãos é de 16h a 18h, incluindo trajetos dentro da mesma cidade.

Scalea e sua equipe agora querem ampliar os estudos para outros órgãos e, talvez, aplicar a tecnologia para situações reais. “Nós sabemos que essa tecnologia pode ajudar pacientes, por isso continuamos indo em frente mesmo sabendo que questões regulatórias ainda precisam ser resolvidas. Nós estamos avançando rápido nos esforços de oferecer aos pacientes órgãos melhores, de forma mais eficiente. Fique ligado, que mostraremos novos dados em 2019, prometeu.

Com informações de OGlobo

Fonte: Só Boa Notícia

Categoria: Geral
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