Minas Gerais

Defensoria Pública de MG abre concurso para defensores

Publicado em 07/02/2019 às 17h45

Inscrições podem ser feitas a partir de 25 de março; estão sedo oferecidas 30 vagas mais formação de cadastro de reserva

A Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais (DPE-MG) lançou edital de concurso público para defensor. Estão sendo oferecidas 30 vagas mais cadastro de reserva. O salário inicial da carreira é de R$22.158,82.

Para concorrer é necessário ser bacharel em Direito há, no mínimo, três anos, além de experiência por igual período de atividade jurídica até o término do prazo da inscrição definitiva.

A inscrição preliminar pode ser feita das 9h de 25 de março às 20h do dia 25 de abril, no site da Fundep (www.gestaodeconcursos.com.br), onde também o edital pode ser consultado. Para confirmar a participação é necessário quitar a taxa de R$260,00 por meio de boleto bancário. Candidatos desempregados ou inscritos no CadÚnico do Governo Federal podem solicitar isenção do valor da taxa – o pedido deve ser feito de 25 a 31 de março pelo site da organizadora.

O prazo de validade deste concurso será de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período.

Provas e etapas de seleção – Os candidatos serão analisados por meio de cinco etapas; prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; quatro provas discursivas especializadas, de caráter eliminatório e classificatório; inscrição definitiva, de caráter eliminatório, além de avaliação médica e sindicância da vida pregressa e investigação social; prova oral, de caráter eliminatório e classificatório; e avaliação de títulos, de caráter classificatório.

A prova objetiva tem previsão de ser aplicada no dia 26 de maio, em Belo Horizonte, em local e horário ainda não confirmados. A avaliação valerá cem pontos, sendo um para cada questão.

 

Serviço

Concurso público da Defensoria Pública de Minas Gerais:

Período das inscrições: das 9h de 25 de março às 20h de 25 de abril

Site: www.gestaodeconcursos.com.br

Cargo: defensor

Vagas: 30

Valor: R$260,00

 

Data das provas:

1ª etapa - 26 de maio de 2019

2ª etapa - 31 de agosto e 1º de setembro de 2019

3ª etapa - 4 de novembro a 25 de novembro de 2019

4ª etapa - 27 de janeiro de 2020 a 2 de fevereiro de 2020

5ª etapa - 22 de fevereiro de 2020

 

Fases do concurso:

1ª etapa - prova objetiva de múltipla escolha;

2ª etapa - provas discursivas especializadas;

3ª etapa - inscrição definitiva;

4ª etapa - uma prova oral;

5ª etapa - avaliação de títulos.

Categoria: Minas Gerais
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Governo de MG divulga escalas de pagamento de fevereiro e março

Publicado em 06/02/2019 às 14h42

Os servidores receberão em duas datas, mas com valores diferentes. Para os da segurança e saúde a 1ª parcela é de R$ 3 mil e, para os demais, de R$ 2 mil

O governo de Minas Gerais divulgou nesta quarta-feira (6), por meio de vídeo nas redes sociais do governador Romeu Zema (Novo), a escala de pagamento dos servidores públicos para os meses de fevereiro e março. 
Nos dois meses, os pagamentos serão feitos em duas datas, sendo que as categorias da saúde e da segurança pública terão um valor maior na primeira parcela do que os da educação e demais funcionários.
O salário relativo ao mês trabalhado em janeiro será pago nos dias 13 e 25 de fevereiro. Na primeira data os servidores da segurança e saúde recebem uma parcela de até R$ 3 mil. Os demais terão depositados R$ 2 mil. No dia 25, todos recebem o complemento do salário. 

Em março (salários de fevereiro), os vencimentos serão pagos nos dias 13 e 26.

13º salário

Em todos os meses vai haver uma data adicional para o pagamento da parcela relativa ao 13º salário de 2018 que não foi pago pelo ex-governador Fernando Pimentel (PT). Conforme já anunciado por Zema, cada uma das 11 partes será paga no primeiro dia útil após o dia 20 do mês. 

Os demonstrativos com os valores do benefício natalino foram disponibilizados pelo estado somente nessa terça-feira (5), conforme mostrou o Estado de Minas.

As escalas de fevereiro e março foram anunciadas pelo governador Romeu Zema, que divulgou vídeo nas redes sociais do secretário da Fazenda Gustavo Barbosa explicando as datas.  “Seguimos trabalhando incessantemente para encontrar alternativas para os sérios problemas deixados no estado. Com muito esforço já temos a definição da escala de pagamento dos salários do funcionalismo de fevereiro e março”, anunciou Zema.

Segundo o secretário da Fazenda, houve uma determinação do governador para que a Secretaria tente passar as escalas com mais antecedência, dando previsibilidade ao funcionalismo.

Confira as escalas 

FEVEREIRO

13 de fevereiro: 
Serão pagos até R$ 2 mil para todas as categorias de servidores e até R$ 3 mil para os servidores da Saúde e da Segurança Pública. 

25 de fevereiro:
Será paga a segunda parcela, quitando os salários de todos os servidores 

MARÇO

13 de março: 
Serão pagos até R$ 2 mil para todas as categorias de servidores e até R$ 3 mil para os servidores da Saúde e da Segurança Pública 

26 de fevereiro:
Será paga a segunda parcela, quitando os salários de todos os servidores 

13º salário de 2018

Será pago em 11 parcelas a partir de fevereiro, sempre no primeiro dia útil depois do dia 20.

Fonte: www.em.com.br

Categoria: Minas Gerais
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SISTEMA FAEMG participa do desafio internacional para reduzir a perda de alimentos

Publicado em 04/12/2018 às 15h38

Entre 10 e 14 de dezembro, BH vai sediar o Biobased Battle 2018, desafio internacional para transformar conhecimento em inovação, e encontrar soluções para o desenvolvimento sustentável.  O Sistema FAEMG é apoiador e participa ativamente da edição, que este ano tem foco na redução da perda de alimentos.
Para o superintendente do INAES (Instituto Antonio Ernesto de Salvo), braço de pesquisa do SISTEMA FAEMG, Pierre Vilela, o problema é crônico e precisa de uma solução urgente: "Toda a sociedade sofre com o impacto desse processo de perda, que começa na colheita e termina nos pontos de venda". Vilela acrescenta que, além de propor soluções para o problema, a ação promove o intercâmbio entre participantes do Brasil e da Holanda, e aproximação entre universidade e empresas.
Saiba mais
No Brasil, as perdas na comercialização de frutas e hortaliças podem ultrapassar 50% do total produzido, enquanto em outros países o descarte não supera 10%. As perdas na cadeia de hortifrúti alcançam 200 mil hectares desperdiçados durante as etapas de pré-colheita, colheita, beneficiamento e comercialização do produto.

Principais causas de perdas:
• Colheita
• Demora excessiva na comercialização
• Distribuição
• Produtos de baixa qualidade
• Embalagem inadequada
• Condições climáticas
• Transporte inadequado
• Armazenamento impróprio

Mesmo com a variedade de causas, cerca de 50% das perdas na cadeia estão concentradas no  manuseio e no transporte, e não no momento final da venda. Assim, se a prevenção de perdas atuasse com eficiência neste setor, seria grande a redução nos custos e o crescimento do volume de vendas do produtor e distribuidor.
BIOECONOMIA

De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), bioeconomia é “o conjunto de atividades econômicas relacionadas com a invenção, desenvolvimento, produção e utilização de produtos e processos biológicos”.  Tais atividades podem melhorar a saúde, aumentar a produtividade da agricultura e dos processos industriais e contribuir para a sustentabilidade ambiental.

Biobased Battle

Sustentabilidade e inovação juntas em um evento internacional de impacto ambiental! Equipes multidisciplinares compostas por brasileiros e holandeses trabalham simultaneamente, desenvolvendo soluções inovadoras para os problemas da indústria.

O objetivo é aproximar universitários da realidade das empresas colocando-o frente a frente aos grandes desafios mundiais. Não precisa ser um expert no assunto para participar - durante a semana as equipes farão uma imersão no desafio proposto e conhecerão diversas ferramentas que podem ajudar a transformar conhecimento em ideias e ideias em negócio!

Categoria: Geral, Minas Gerais
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Prefeituras de Minas se reúnem em busca de soluções para dívidas do governo estadual

Publicado em 16/11/2018 às 08h10
Encontros promovidos pela AMM tiveram participação de governador eleito Romeu Zema e de presidente do TJMG; Muriaé foi representada pelo prefeito Grego
 
As prefeituras mineiras seguem buscando formas de receber as verbas que estão em atraso por parte do governo estadual, em uma dívida total que já ultrapassa a casa dos R$10 bilhões, segundo dados da Associação Mineira de Municípios (AMM). Na última semana, a instituição promoveu uma série de reuniões a fim de encontrar saídas para o problema, que tem levado diversas cidades a entrarem em estado de emergência ou até de calamidade financeira.
Muriaé foi representada em todos os encontros pelo prefeito Grego, que também é diretor regional da AMM na Zona da Mata. Na terça-feira (6), a reunião foi no Tribunal de Justiça de Minas Gerais em Belo Horizonte, com o desembargador e presidente da instituição, Nelson de Morais. No dia seguinte, gestores das cidades da região se reuniram na sede do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Mata Leste, em Muriaé, para debater sobre como o problema vem afetando as prefeituras.
Já na sexta (9), um novo encontro aconteceu em Belo Horizonte, dessa vez na sede da AMM e com a presença do governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema. De acordo com o prefeito de Muriaé, o futuro administrador do estado se mostrou sensibilizado com a causa dos municípios, prometendo empenho para resolver a situação.
"Estamos muito esperançosos de que, a partir de janeiro, os repasses obrigatórios voltem a ser feitos em dia pelo Governo de Minas. Se isso de fato acontecer, os municípios já conseguirão respirar. Fazendo uma analogia, ainda não será o suficiente para ter alta do hospital, mas já vai ser possível sair do CTI e ir para o quarto", disse Grego. "Já em relação às verbas em atraso, a sinalização é que seja feita uma proposta de parcelamento da dívida a partir de cerca de 90 dias da futura gestão", completou.
De acordo com a AMM, a dívida do Governo de Minas com Muriaé é de aproximadamente R$61 milhões. A exemplo do que vem ocorrendo em outras cidades, a Prefeitura precisou declarar situação de emergência, passando a adotar medidas de contenção de despesas que entraram em vigor no dia 5 de novembro. A medida tem o objetivo principal de permitir que os salários dos servidores municipais possam ser pagos em dia pela administração.
 

 

Categoria: Minas Gerais, Muriaé
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Unifaminas divulga oportunidade de emprego

Publicado em 11/11/2018 às 15h33

O Unifaminas, Campus Muriaé, abre oportunidade de emprego para auxiliar administrativo. 

 

Categoria: Minas Gerais, Muriaé
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Ação coletiva de atingidos por tragédia pode não contemplar direitos específicos

Publicado em 17/09/2018 às 09h42

Próximo à prescrição legal, em 5 de novembro, promotor de Justiça de Mariana aconselha que os atingidos que possuem direitos específicos contratem advogados ou defensores

Mariana – O ingresso na ação coletiva ajuizada pelo Ministério Público em favor dos atingidos pela tragédia da Samarco, em Mariana, em 10 de dezembro de 2015, não é garantia de que todos os direitos que uma das vítimas julga ter possam ser atendidos após o julgamento do processo. A afirmação é do promotor de Justiça da comarca, Guilherme de Sá Meneghin, e já preocupa muitas pessoas às voltas com prejuízos não remediados, às vésperas dos três anos do rompimento da Barragem do Fundão. A prescrição legal ocorre justamente três anos após o desastre, que se completam em 5 de novembro.

“A ação coletiva é bastante ampla. Por isso, pode não cobrir as necessidades específicas que alguns atingidos demandam, e eles podem discordar do resultado ao fim do processo”, afirma. Por esse motivo, o promotor aconselha às pessoas que se enquadram nesses casos que procurem um advogado ou mesmo a Defensoria Pública, caso não disponham de recursos. “É importante lembrar que essa ação coletiva não cobre apenas quem é morador das localidades atingidas em Mariana. Uma pessoa que esteve lá e teve seu carro levado pela lama, por exemplo, também tem direito de requerer uma indenização”, explica Meneghin.
 
Um drama que muitos já preveem adiante, conforme o processo coletivo caminha e surgem questionamentos sobre o não recebimento dos direitos tidos como merecidos. “Eu me considero um ‘meio atingido’. Por ter uma casa, em Mariana, apesar de morar em Bento Rodrigues (o subdistrito mais atingido pelo desastre e que foi praticamente arrasado), não recebo aluguel, como acontece com muitas pessoas. Por isso, me sinto discriminado e fico sem saber se devo procurar um advogado para que meus direitos não prescrevam”, conta o aposentado Manuel Marcos Muniz, de 54 anos. As propriedades dele, que eram seu projeto de aposentadoria em Bento Rodrigues, foram soterradas pelo tsunami de lama e rejeitos de minério de ferro despejados após o rompimento da Barragem do Fundão.

Sem o aluguel, ele automaticamente perdeu, também, outros direitos que atingidos receberam. “Há pessoas que recebem indevidamente, e outras, como eu, não estão recebendo. Não tive direito, por exemplo, ao complemento da energia elétrica. Nem a um bônus que os atingidos receberam. Também tive muita dificuldade e foi só depois de muita luta que recebi o adiantamento da indenização no valor de R$ 10 mil, algo que será, ainda, abatido da indenização final”, reclama o aposentado.

Mas o mais grave, o que tira o sono e o sossego de Manuel Marcos, é não saber se, como não recebe o aluguel, já que tem casa em Mariana, também não terá direito a uma casa no novo assentamento que vem sendo construído, o Novo Bento Rodrigues. “Essas coisas a gente dorme com elas, tem pesadelos, não para de pensar nunca”, afirma o homem, que por ironia já foi funcionário da Samarco.

Planejamento foi pela lama abaixo

A programação que fez de uma aposentadoria tranquila se tornou um tormento para Manuel Marcos. De acordo com ele, até a sua renda sofreu impacto. “Gostava muito de mexer com a terra. Vendia as frutas que plantei no meu terreno: jabuticaba, manga, goiaba... Vendia verduras, ovos, leite... Uma galinha viva e uma abatida por mês... Tudo isso era um complemento muito importante que não tenho mais. Mesmo quando voltar a ter um terreno, ainda levará algum tempo para que consiga plantar tudo de novo”, reclama. “Hoje, passados quase três anos desde o desastre, vejo que meus sonhos de aposentadoria foram interrompidos. Acho isso um desrespeito. Trabalhei 29 anos na Samarco e vestia a camisa da empresa, me empenhava. E se a empresa cresceu nesse tempo, um pouco do meu suor ajudou a chegar aonde chegou”, desabafa.

DISCUSSÃO ABERTA Em nota, a Fundação Renova informou que destinou R$ 1,1 bilhão em 7 mil indenizações e auxílios financeiros, que alcançaram 24 mil pessoas. Com relação a casos como o de Manuel Marcos Muniz, a entidade ressaltou que situações de dupla moradia são resolvidas na Justiça e que “não é possível desconsiderar essas ações judiciais”. Destacou, ainda, que está aberta a discutir qualquer assunto relacionado ao processo de reparação.

Quanto às indenizações, a Renova informou que os direitos dos atingidos serão contemplados de acordo com as negociações conduzidas com a Promotoria de Direitos Humanos de Mariana. Conforme o Estado de Minas mostrou na última quinta-feira, a fundação tem até o próximo dia 23 para acatar ou recusar a última proposta articulada pela promotoria. Se aceita, a oferta garantiria as indenizações de todos os afetados, sem risco de prescrição. Ela também seria baseada no cadastro informado individualmente pelos atingidos, sem considerar uma matriz de danos que especifique valores fixos para cada perda. Eventual acordo deve ser homologado em 2 de outubro, em audiência pública. (Colaborou Gabriel Ronan)
 
Fonte: www.em.com.br
Categoria: Minas Gerais
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Reta final: em Minas Gerais, 442,8 mil crianças precisam ser vacinadas contra a pólio e o sarampo

Publicado em 23/08/2018 às 08h55

Campanha Nacional termina em 31 de agosto. No país, pelo menos 11,2 milhões de crianças de um a menores de cinco devem buscar os postos de saúde para receber a vacina

No estado de Minas Gerais, 442,8 mil crianças de um ano a menores de cinco precisam buscar os postos de saúde para receber a vacina contra a pólio e sarampo. Até esta quarta-feira (22), cerca de 56,9% do público-alvo do estado recebeu a vacina contra essas doenças.  A Campanha Nacional Contra a Poliomielite e Sarampo está na reta final. Em todo o país, cinco milhões de crianças ainda precisam ser vacinadas. A última atualização dos estados aponta que 56% das crianças do país já receberam proteção contra as doenças. No total, 12,5 milhões de doses das vacinas foram aplicadas contra a pólio e sarampo (cerca de 6,2 milhões de cada). A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças independente da situação vacinal delas e criar uma barreira sanitária de proteção da população brasileira.

"O prazo para término da campanha está se aproximando, é 31 de agosto. Convocamos pais e responsáveis a levarem as crianças que ainda não foram vacinadas, independente da situação vacinal anterior, já que neste ano a campanha é indiscriminada. O esforço do país é impedir que doenças já eliminadas não retornem o Brasil. Esse é um trabalho de toda a sociedade", ressalta o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

Para a poliomielite, as crianças que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina na vida serão vacinadas com a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). As crianças que já tiverem tomado uma ou mais doses receberão a gotinha (Vacina Oral Poliomielite - VOP). Em relação ao sarampo, todas as crianças devem receber uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal. A exceção é para as que tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias, que não necessitam de uma nova dose.

Entre os estados com menor cobertura, estão o Rio de Janeiro, com 36,27% do público-alvo vacinado para pólio e 37,62% para sarampo, e Pará, que tem 41,04% pólio e 41,04% sarampo. Os estados que estão com as melhores coberturas vacinais são: Rondônia, com 88,89% para a pólio e 87,42% para o sarampo, seguido por Amapá com 82,74% pólio e 82,58% sarampo.

O Ministério da Saúde oferta todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ao todo, são 19 para combater mais de 20 doenças, em todas as faixas etárias. Por ano, são cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos distribuídos em todo o país.

CASOS DE SARAMPO

Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo, em Roraima e Amazonas. Até o dia 21 de agosto, foram confirmados 1.087 casos de sarampo no Amazonas, e 6.693 permanecem em investigação. Já o estado de Roraima confirmou 300 casos da doença e 67 continuam em investigação. Entre os confirmados, 9 casos foram atendidos no Brasil e estão recebendo tratamento, mas residem na Venezuela.

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017.  Alguns casos isolados e relacionados à importação foram identificados nos estados de São Paulo (2), Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (16); Rondônia (1), Pernambuco (2) e Pará (2). O Ministério da Saúde permanece acompanhando a situação e prestando o apoio necessário aos Estados. Cabe esclarecer que as medidas de bloqueio de vacinação, mesmo em casos suspeitos, estão sendo realizadas em todos os estados.

SARAMPO NO MUNDO

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de sarampo chegaram a um número recorde na Europa. Os dados, divulgados pela organização nesta segunda-feira (20/08), apontam que mais de 41 mil crianças e adultos na Região Europeia foram infectados com sarampo nos primeiros seis meses de 2018. O número total de casos para esse período excede os 12 meses reportados em todos os outros anos desta década.

Desde 2010, o ano de 2017 foi o que teve o maior número de casos: 23.927. Em 2016, registrou-se a menor quantidade: 5.273. Além disso, pelo menos 37 pessoas morreram devido à doença neste ano. Sete países da região tiveram mais de uns mil casos neste ano (França, Geórgia, Grécia, Itália, Rússia, Sérvia e Ucrânia). A Ucrânia foi a mais atingida com mais de 23 mil pessoas afetas, o que representa mais da metade da população do país.

Para mais informações, acesse as páginas especializadas sobre sarampopoliomielite e vacinação em geral no portal do Ministério da Saúde.

BALANÇO DA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO

 

Público-alvo

Quantitativo de vacinas (VIP, VOP e Tríplice Viral)

POLIOMIELITE

SARAMPO

UF

TOTAL

TOTAL

DOSES APLICADAS

COBERTURA

DOSES APLICADAS

COBERTURA

MG

1.027.305

2.594.900

584.466

56,89

581.146

56,57

BRASIL

11.213.278

28.347.420

6.264.615

55,87

6.281.087

56,01

 

Por Amanda Mendes, da Agência Saúde

Categoria: Brasil, Minas Gerais
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Prefeitura paralisa atividades nesta terça para protestar contra Estado

Publicado em 20/08/2018 às 11h45
 
Paralisações vão acontecer por toda Minas Gerais; em Muriaé, verbas atrasadas já somam mais de R$58 milhões
 
As atividades no Centro Administrativo de Muriaé serão paralisadas nesta terça-feira, dia 21 de agosto, a partir das 11h, em apoio à mobilização geral das prefeituras que ocorrerá por toda Minas Gerais. O objetivo é alertar a população sobre o atraso no repasse de verbas do Estado para os municípios mineiros, mostrando o impacto nas contas das prefeituras e as consequências graves que esse confisco pode causar.
 
Em relação a Muriaé, a dívida do Estado já soma R$58.182.885,23 (dados atualizados em 16 de agosto). Esse valor total se refere a atrasos nas áreas de Educação, Saúde, Assistência Social e também de verbas de ICMS, que vêm deixando o município com cada vez mais dificuldades para honrar seus compromissos.
 
Para se ter ideia do que este valor representa, vale destacar que ele seria suficiente para ações como: manter a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em funcionamento durante sete anos sem interrupção; construir 116 novas unidades básicas de saúde; pagar 60.988 salários mínimos; comprar 16 milhões de litros de leite ou 5 milhões de sacos de arroz; adquirir 1.800 carros populares.
 
Confira os valores da dívida que o Estado tem com Muriaé em cada área:
SAÚDE: R$ 49.271.577,48
EDUCAÇÃO (FUNDEB): R$ 7.434.306,77
ICMS: R$ 914.720,57
ASSISTÊNCIA SOCIAL: R$ 368.240,40
TRANSPORTE ESCOLAR: R$ 194.040,00
TOTAL: R$ 58.182.885,23

 

 
 
 
Categoria: Minas Gerais
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Gasômetro da Usiminas explode em Ipatinga e deixa ao menos 25 feridos

Publicado em 10/08/2018 às 15h51

Segundo Corpo de Bombeiros, 25 feridos foram encaminhados a hospitais da cidade

A Usiminas confirmou no início da tarde desta sexta-feira, 10, por meio de nota de sua assessoria de comunicação, que registrou uma explosão em um gasômetro da Usina de Ipatinga, na região leste do Estado de Minas Gerais. Segundo o Corpo de Bombeiros, 25 feridos, em princípio sem gravidade, foram encaminhados a hospitais.

De acordo com a empresa, até as 14 horas não havia registro de mortos, mas toda a área de risco da usina foi evacuada. A equipe de brigadistas da empresa está atuando no local e, segundo a assessoria, a canalização de gás já foi bloqueada e não há vazamento. 

O comandante do 11.º Batalhão do Corpo de Bombeiros em Ipatinga, major Nunes, afirmou que não houve mortos por causa da explosão e que os feridos foram encaminhados ao hospital da cidade pelos próprios brigadistas da Usiminas. No momento, segundo o major, os bombeiros estão no interior da unidade.

Parte do centro da cidade também foi evacuada, de acordo com informações dos bombeiros. Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Ipatinga estavam no início da tarde desta sexta na portaria da planta em busca de informações sobre a explosão.   

Danos. A Câmara Municipal de Ipatinga emitiu uma nota em que informa que a explosão foi "sentida fortemente por todos que estavam no prédio". A Câmara informou, ainda, que a estrutura sofreu danos: vidros foram quebrados e parte do forro se desprendeu em algumas salas. Os servidores foram liberados na tarde desta sexta. 

Rafael Machado, de 29 anos, funcionário de uma sorveteria que fica próxima do gasômetro da Usiminas que explodiu diz que ouviu um barulho forte no momento da explosão. "Escutei o barulho e já liguei os fatos de que poderia ser um acidente. Foi um barulho muito alto, a loja aqui tremeu."

Segundo ele, a sorveteria recebia, na hora da explosão, funcionários da Usiminas que estavam em horário de almoço. "Eles vieram tomar sorvete e ficaram todos assustados", disse. Do estabelecimento, era possível ver a fumaça na região do gasômetro. 

Funcionário da Usiminas, Maurício Ribeiro, de 36 anos, conta que estava em horário de almoço, por volta de 11h40, quando ouviu a explosão do gasômetro. "Rapidamente já passou o pessoal (outros funcionários da empresa) pedindo para todo mundo sair pela portaria do Bom Retiro (bairro da cidade). Não deu tempo de pegar nada, nem documento." Segundo ele, não houve correria. As equipes que começariam o trabalho às 15 horas foram dispensadas.  

Fonte: Brasil Estadão

 
 
Categoria: Geral, Minas Gerais
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Total de mortes por gripe sobe 28% em Minas Gerais

Publicado em 02/08/2018 às 15h09

Dados da gripe apontam uma desmobilização em relação à doença. A maior parte das 64 vítimas demorou a buscar socorro ou nem foi tratada

A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) provocada pelo vírus influenza já tirou a vida de 64 pessoas em Minas Gerais neste ano. O número é 28% maior do que o registrado durante toda a temporada de 2017, quando 50 pessoas morreram em decorrência da gripe. Entre as vítimas deste ano, 14, ou 21%, não estavam inseridas no grupo de risco – composto por crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais e portadores de doenças crônicas – e que tem acesso gratuitamente à vacina no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre esses pacientes, 28,6% morreram apesar de terem recebido antivirais nas primeiras 48 horas da doença, período em que as chances de sucesso de tratamento são maiores. Para especialistas, entretanto, o que mais preocupa é que a maioria (71,4%) demorou a buscar atendimento médico ou nem chegou a ser tratada – nesse último caso o índice é em torno de 28% –, o que aponta para uma desmobilização da população e da área médica em relação à gripe. No caso dos que tinham fator de risco (50), 8% morreram apesar de receber o tratamento nas primeiras 48 horas e em torno de 22% não foram tratados. Como a patologia é viral, frisam especialistas, todos os grupos estão sujeitos a complicações. 
 
O balanço epidemiológico da gripe mostra que já são 252 casos de SRAG provocados pelo vírus Influenza em 2018, nos quais estão inseridos os 64 óbitos. Especialistas procurados pela reportagem para falar sobre as mortes de pacientes fora do grupo de risco informaram que cada caso tem que ser avaliado individualmente para determinar os motivos dos óbitos. Mesmo assim, esclareceram que o vírus pode matar pessoas de todos os grupos. “A patologia infecciosa acaba atingido mais as pessoas com sistema imunológico ruim, como idosos ou as que têm outras doenças. Mas podem atingir a todos”, disse Dirceu Grego, infectologista do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

Uma das preocupações é com a demora pela busca de atendimento médico, o que pode complicar ainda mais os sintomas e levar à morte. Entre os 64 pacientes que morreram, apenas oito fizeram uso de antivirais dentro das 48 horas recomendáveis entre os primeiros sintomas e o início do tratamento. Destas, quatro eram do grupo sem fator de risco. “As pessoas que são mais suscetíveis e estão no grupo de risco têm mais cuidado. A gripe comum é autolimitada. As pessoas costumam esperar passar. Quando tem maior risco, ficam mais atentas”, comenta Dirceu Grego. 
 
Já o infectologista Estevão Urbano, presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, acredita que a desmobilização da população intensifica as complicações. “Quando chegou o H1N1 anos atrás, a pessoa tossia e já procurava tratamento. Houve uma desmobilização. Com o tempo vamos nos acostumando e até a classe médica vai se desmobilizando”, afirma. 

EM ALTA Os casos de SRAG provocados pelo vírus Influenza vêm avançando em Minas Gerais e já causaram 28% mais mortes em 2018 do que as registradas em todo o ano passado. A maioria dos óbitos neste ano foi provocada pelo vírus Influenza A, em casos nos quais não foi possível definir o subtipo (26). Em seguida vêm o A/H1N1, com 22 óbitos, o A/H3N2, com 13, e o Influenza B, com três. Belo Horizonte (três) e Uberlândia (quatro), no Triângulo, são as cidades com o maior número de mortes. 

Chama a atenção o avanço do H1N1. No ano passado, apenas uma pessoa perdeu a vida depois de ser infectada pelo vírus. Neste ano, já são 22 óbitos. Já o H3N2, que infectou milhares de pessoas nos Estados Unidos no último inverno, provocou menos mortes. O Número caiu de 33 em 2017 para 13 este ano. 

A Campanha de Vacinação contra a gripe atingiu a meta de 95% de imunização para o público-alvo. Entretanto, os índices para crianças e gestantes, que fazem parte do contingente prioritário, ainda estão abaixo do necessário. Apenas 84,15% das grávidas estão protegidas, enquanto 85,08% das crianças receberam o imunizante. Segundo o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da SES/MG, Rodrigo Said, os centros de saúde permanecem aplicando a vacina, apesar do término da campanha. “Nossa recomendação é que as unidades de saúde, preferencialmente, apliquem as vacinas em estoque nas crianças e gestantes. No caso de sobra de vacina, ela pode ser utilizada conforme a orientação de cada secretaria municipal de saúde”, ressalta. (Com Gabriel Ronan)
 
Fonte: www.em.com.br
Categoria: Minas Gerais
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