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O que é a lepra, sintomas e tratamento

Publicado em 16/01/2019 às 10h26

A lepra, também chamada de doença de Hansen ou Hanseníase, é uma doença de pele causada pela bactéria Mycobacterium leprae caracterizada pelo aparecimento de manchas esbranquiçadas na pele e acometimento dos nervos periféricos, o que diminui a sensibilidade da pessoa a dor, toque e calor, por exemplo.

As partes do corpo mais afetadas são os olhos, as mãos e os pés, mas as feridas também podem afetar a face, orelhas, nádegas, braços, pernas e costas e a transmissão acontece por meio do contato com as secreções da pessoa contaminada.

A hanseníase tem cura quando o tratamento é seguido de acordo com a orientação do médico, respeitando a dosagem e o tempo de tratamento, e é feito com o uso de antibióticos.

Sintomas da lepra

O primeiro e principal sintomas da lepra é o aparecimento de manchas arredondadas, mais clara que a pele, que podem se espalhar pelo corpo. Estas manchas podem afetar as sobrancelhas e os cílios e algumas vezes podem tornar-se avermelhadas. Em toda mancha há perda da sensibilidade, sendo este o maior diferencial para as outras doenças de pele, pois a pessoa deixa de sentir as diferenças de temperatura e de pressão no local da ferida, podendo se ferir gravemente sem perceber, por exemplo.

As manchas na pele e perda da sensibilidade ocorrem devido à inflamação dos nervos daquela região, podendo haver o surgimento de outros sintomas como:

  • Inchaço da região;
  • Perda da força nos músculos inervados por estes nervos afetados, principalmente nos olhos, braços e pernas.
  • Perda da capacidade de suar;
  • Pele ressecada;
  • Perda da sensibilidade e dormência;
  • Lesões e feridas na planta dos pés;
  • Lesões no nariz;
  • Lesão dos olhos pode causar cegueira;
  • Paralisia dos braços ou pernas;
  • Impotência e esterilidade, pois a infecção pode reduzir tanto a quantidade de testosterona quanto a quantidade de espermatozoides produzidos pelos testículos.

Os sintomas da lepra podem demorar anos para a aparecer dependendo da resposta imune da pessoa, no entanto os sintomas iniciais da doença podem aparecer entre o 1º e 7º ano após a infecção pela bactéria.

Como saber se é lepra

O diagnóstico da lepra é feito através da observação das manchas na pele e dos sintomas apresentados pela pessoa. Normalmente o médico realiza alguns testes de sensibilidade na região, além de verificar se existe algum tipo de deformidade nos olhos, mãos, pés e rosto, por exemplo, uma vez que pode acontecer devido ao espessamento da pele em alguns tipo de lepra, principalmente no caso do tratamento não ter sido realizado corretamente.

Além disso, o médico poderá fazer uma pequena raspagem nas feridas e enviar para o laboratório para que seja feita análise para identificação da bactéria causadora da hanseníase.

A Lepra é contagiosa?

A lepra é uma doença altamente contagiosa, podendo ser transmitida de pessoa para pessoa através da saliva. Por isso, é recomendado que o paciente leproso evite falar, beijar, tossir ou espirrar muito perto de outras pessoas, enquanto não iniciar tratamento.

O indivíduo pode contaminar-se com o bacilo da lepra e só manifestar sintomas muitos anos depois.

Como é feito o tratamento para lepra

O tratamento da lepra é feito com o uso de 3 antibióticos, a Dapsona, Rifampicina e Clofazimina, durante alguns meses. Os antibióticos podem interromper a evolução da hanseníase e curar a doença, mas para que a cura seja alcançada o tratamento pode ter que ser mantido por longos períodos, que variam entre 6 meses a 2 anos, porque a eliminação completa do bacilo causador da lepra pode ser difícil de alcançar. 

Em alguns casos, podem ocorrer complicações e deformidades que podem levar a dificuldade para trabalhar, prejudicando a vida social, afetando por isso o lado psicológico da pessoa.

Algumas pessoas podem ficar curadas sozinhas, sem nenhum tipo de tratamento e após o início do uso dos antibióticos, em cerca de 4 dias a doença deixa de ser transmissível e é possível que a pessoa tenha um contato normal com outras pessoas.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Ciência, Saúde
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Pilates pelo bem do corpo e da mente dos mais velhos

Publicado em 16/01/2019 às 10h20

Pesquisa brasileira revela que a modalidade traz ganhos físicos e psicológicos para quem já passou dos 60

Engana-se quem pensa que pilates é apenas um treino leve e tranquilo para se alongar. “As sessões trabalham as mais diversas aptidões, como a resistência muscular, a postura e a respiração”, esclarece a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, de São Paulo.

E olha que bacana: um estudo realizado na Universidade do Sul de Santa Catarina mostra que até sujeitos mais maduros podem se beneficiar da prática. Para chegar a essa conclusão, foram recrutadas 61 mulheres com idade média de 64 anos. Metade realizou aulas durante quatro meses, enquanto a outra parcela não mexeu o corpo ao longo do mesmo período.

Os resultados apontam que as adeptas do pilates apresentavam mais flexibilidade, força, condicionamento e equilíbrio. “Além disso, observamos uma melhora em questionários que medem a satisfação com a vida e a autonomia”, observa a professora de educação física Vanessa Sanders, chefe da investigação.

Porém, antes de se matricular em qualquer academia ou estúdio por aí, fique atento às dicas listadas abaixo.

Alguns pontos para tirar o máximo proveito das sessões

  • Converse com seu médico e veja se você está liberado para fazer os exercícios sem se prejudicar.
  • Priorize locais que oferecem aulas individuais ou com poucas pessoas. Assim, o professor orienta melhor os alunos.
  • Analise o currículo dos profissionais e veja se são formados em educação física ou fisioterapia.
  • Vista sempre roupas leves e que facilitem a movimentação do tronco, dos braços e das pernas.
  • Não há necessidade de pegar pesado logo de cara: a dificuldade das sessões progride aos poucos.
  • Se você sentir dor em algum momento, há algo de errado. Avise o professor e veja se sua postura está ok.

A origem do método

Ele foi criado pelo enfermeiro alemão Joseph Pilates (1883-1967) e une princípios do ioga, das artes marciais e da meditação. Os movimentos e posições podem ser feitos no chão ou com o auxílio de aparelhos específicos.

Fonte: Saúde Abril

Categoria: Opinião, Saúde
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Hemácias na urina: o que tem de errado comigo?

Publicado em 16/01/2019 às 10h05

Ter hemácias na urina é conhecido pelo termo técnico de hematúria. Mas, não é absolutamente normal.  Na maioria das vezes sua presença é geralmente um sinal de um problema de saúde subjacente. Daí, podemos então citar diversos tipos de infecções ou irritação dos tecidos do trato urinário. A hematúria, indica que há sangue ou pelo menos traços de sangue na urina.

Quando é possível perceber a olho nu que a urina está com sangue (cor avermelhada ou rosada), chamamos de hematúriamacroscópica. Ao mesmo tempo, quando a urina parece ter cor normal, mas as hemácias na urina podem ser vistas pelo microscópio, dizemos hematúria microscópica. Normalmente, um problema no trato urinário é confirmado apenas pelo exame laboratorial, ondem além das hemácias na urina, é possível detectar leucócitos na urina, bacteriúria e outros.

HEMÁCIAS NA URINA PODE SER NORMAL?

As hemácias geralmente não devem aparecer na urina, portanto, não há valores normais. Ao mesmo tempo, no caso das mulheres, colher urina para exame durante a menstruação pode resultar na presença de hemácias na urina. Nestes casos, então, a presença de hematúria não indica problema.

Durante a menstruação, a orientação é que, no momento da entrega da urina no laboratório, a mulher deve alertar para a situação. Alguns laboratórios, porém, já fazem um questionário perguntando para todas as mulheres em idade fértil, a data da última menstruação.

Segundo a Dra. Deborah Weatherspoon [1], enfermeira chefe no Hospital Universitário do Tenesse, outra situação que pode causar hematúria e não indica problema algum, é quando a pessoa tem relações sexuais na véspera da coleta de urina. Então, sabe-se que uma atividade sexual recente pode causar irritação dos tecidos ao redor do trato urinário.

HEMÁCIAS NA URINA: O QUE PODE SER?

Como já dito, hemácias na urina indica que há sangue no trato urinário. Portanto, há problemas com você, sejam eles infecções, doenças renais, câncer ou doenças raras do sangue. Vejamos abaixo, as doenças mais comuns que levam a hematúria.

INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO

A infecção urinária pode estar em algum ponto do sistema urinário, na bexiga ou nos rins. Acontece, normalmente, quando bactérias sobem a uretra, até alcançar a bexiga e os rins. Muitas vezes, os sintomas de infecção urinária incluem dor e necessidade de urinar com frequência. Isso, principalmente quando se trata de uma cistite, uma infecção na bexiga.

PEDRA NOS RINS

Outra razão comum para receber um resultado de exame com hemácias na urina é a pedras nos rins ou na bexiga. O sintoma de cálculo renal surge quando minerais cristalizados causam um bloqueio que muitas vezes resulta em hematúria e dor renalsignificativa. Dor nas costas, dor na barriga ou lateralmente são sintomas comuns. Ao mesmo tempo, ardor ao fazer xixi, pode ocorrer.

ALTERAÇÃO NA PRÓSTATA

Em homens de meia-idade e mais velhos, um resultado de exame com hemácias na urina pode indicar próstata aumentada. Dessa forma, quando a próstata fica maior comprime a uretra. Algumas vezes, a condição causa problemas para urinar e pode, inclusive, impedir que a bexiga se esvazie completamente. Como consequência, então, muitos homens acabam tendo uma infecção urinária com a presença de sangue na urina que é detectado no exame.

PROBLEMAS NOS RINS

Quando há um rim – ou os dois – doente ou inflamado, a urina pode vir com traços de sangue. No exame aparecerá hemácias na urina. Este tipo de problema, decerto, pode ocorrer sozinho ou como consequência de outra doença, como diabetes, por exemplo. Em crianças com idade entre 6 a 10 anos, o distúrbio renal chamado glomerulonefrite pós-estreptocócica pode, ao mesmo tempo, resultar em hemácias na urina.

MEDICAMENTOS

Alguns medicamentos também podem causar a presença de hemácias na urina. Exemplos incluem: diluentes de sangue, aspirina, alguns antibióticos. Assim, antes de entregar a urina no laboratório, avise a medicação em uso.

CAUSAS MENOS COMUNS

Existem algumas outras causas deste problema que não são muito comuns. Podemos citar, por exemplo:

  • anemia falciforme
  • síndrome de Alport
  • hemofilia
  • exercícios extenuantes
  • golpe nos rins
OPINIÃO MÉDICA: DRA. DEBORAH WEATHERSPOON [1]

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte:Diário de Biologia 

Categoria: Ciência, Saúde
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Menino faz carrinho para gato andar novamente e comove internautas

Publicado em 14/01/2019 às 10h19

O pequeno João, paranaense de 9 anos, decidiu ajudar seu filhote de gato a voltar a andar e o vídeo dessa empreitada, que mostra o bichano dando seus primeiros passos comoveu centenas de milhares de usuários num post do Facebook.

Para se ter uma ideia, o vídeo, que você pode assistir logo abaixo já acumula mais de 75 mil curtidas e 32 mil compartilhamentos em menos de três dias.

João estuda numa escola pública em Andirá, no interior do Paraná, e atualmente cursa o 5º ano do ensino fundamental. Sua mãe, Rogéria Bello Corazza, disse em entrevista que o garoto usou apenas “carrinhos e tecidos” para criar a engenhoca.

“O João foi na casa do vizinho e viu uma gatinha que não anda, ficou muito triste de ver os outros gatinhos brincando e ela sem poder brincar. Voltou para casa e começou a ter ideias de como ajudar”, escreveu Rogéria no Facebook.

A gatinha, apelidada de “Cacau”, era muito pequena e os carrinhos de João demasiadamente grandes; então, ele pediu a um amigo um carrinho menor para ajudá-la a se locomover.

Após adaptar o carrinho a um tamanho confortável, o menino amarrou um tecido nele e colocou em Cacau. “Ela saiu andando em poucos minutos… A alegria dele de poder ajudar foi a melhor parte”, disse sua mãe.

Cacau

A gatinha perdeu o movimento das pernas após ser mordida por um lagarto há cerca de duas semanas. A partir daí, conta Rogéria, não conseguia andar mais.

Com sorte, encontrou João e graças ao esforço do menino, agora consegue ir e vir uma vez mais.

“Ele é apaixonado por gatos e cavalos e gosta de inventar as coisas com madeira, prego, martelo. E ficou triste quando viu a gatinha. Ele tentou até que conseguiu fazer ela se movimentar de novo,” diz a mãe de João.

Repercussão

Orgulhosa da atitude do filho, Rogéria afirmou que não esperava que a história repercutisse tanto internet afora.

“Isso sim são atitudes que emocionam e que nos fazem acreditar que existem pessoas boas e humanas. Parabéns a essas crianças e que Deus abençoe sempre”, disse uma internauta.

“Parabéns para esse anjo lindo. Pessoas abençoadas como ele são raras”, afirmou outra.

“Todas as crianças deviam ter esse coração lindo”.

Veja o vídeo abaixo:

 

Categoria: Animais, Opinião
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Benefícios do Ginkgo biloba: Porque você deve tomar o suplemento, baseado em estudos

Publicado em 14/01/2019 às 10h06

Os benefícios do Ginkgo biloba já são mais do que comprovados. O Ginkgo é uma árvore nativa da China que foi cultivada por milhares de anos para uma variedade de usos. Alguns botânicos preferem trata-la como um fóssil vivo. Afinal, é o único membro sobrevivente de uma antiga ordem de plantas.

As folhas e sementes são usadas com frequência na medicina tradicional chinesa, a pesquisa moderna concentra-se principalmente no extrato de ginkgo, que é feito das folhas. Assim, os suplementos à base do extrato dessa planta, estão associados a vários tratamentos. Contudo, a maioria das pessoas usam para melhora das funções cerebrais e para circulação sanguínea.

10 IMPORTANTES BENEFÍCIOS DO GINKGO BILOBA

1. AÇÃO ANTIOXIDANTE

O Ginkgo contém potentes substâncias antioxidantes. Por isso, essa planta pode combater os efeitos nocivos dos radicais livres e evitar o envelhecimento celular precoce. O ginkgo, a saber, contém altos níveis de flavonoides e terpenoides, compostos famosos pelo alto efeito antioxidantes [1 , 2 ].

Durante nossas funções metabólicas normais, nós produzimos radicais livres têm o potencial de danificar tecidos saudáveis, contribuindo para o envelhecimento acelerado e o desenvolvimento de doenças. Contudo, os Antioxidantes combatem ou neutralizam os efeitos nocivos dos radicais livres. Assim, inserir alimentos e suplementos antioxidantes no organismo é indispensável.

2. ALTO PODER ANTI-INFLAMATÓRIO

A capacidade de combater inflamações é um dos benefícios do Ginkgo biloba mais conhecidos. A inflamação, a saber, faz parte da resposta natural do corpo a lesões ou invasões de corpos estranhos. Assim, sabemos que algumas doenças crônicas desencadeiam uma resposta inflamatória mesmo quando não há doença ou lesão presente. Com o tempo, essa inflamação excessiva pode causar danos permanentes aos tecidos e ao DNA do corpo.

Anos de pesquisas mostram que o extrato de ginkgo pode reduzir os marcadores de inflamação em células humanas e animais em diversas doenças  [3 , 4]. Dentre as doenças, podemos citar artrite, Síndrome do Intestino Irritável, diversos tipos de canceres e cardiopatias. Além disso, um estudo publicado na revista Phytomedicine [5] comprovou que o Ginkgo biloba pode ser tão eficaz quanto os medicamentos inibidores de colinesterase, normalmente usados no tratamento para o Alzheimer.

3. MELHORA A CIRCULAÇÃO E EVITA DOENÇAS CARDÍACAS

Ginkgo pode aumentar o fluxo sanguíneo, funcionando como vasodilatador. Dessa forma, o seu extrato pode ter aplicações para o tratamento de doenças relacionadas à má circulação. Um importante estudo [6] em pacientes cardíacos que  usaram suplementos de ginkgo revelou um aumento imediato no fluxo sanguíneo para várias partes do corpo. Ao mesmo tempo, houve um aumento de 12% nos níveis de óxido nítrico circulante, o responsável pela dilatação dos vasos sanguíneos.  Este resultado foi corroborado em outro estudo com idosos tratados com o extrato de ginkgo [7].

Da mesma forma, pesquisas adicionais também apontam para os efeitos protetores do ginkgo na saúde do coração, do cérebro e na prevenção do derrame. Existem múltiplas explicações potenciais para isso, uma das quais pode ser os compostos anti-inflamatórios presentes na planta [8 , 9].

4. REDUZ DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS E SINTOMAS DO ALZHEIMER

Os benefícios do Ginkgo biloba relacionados a distúrbios psiquiátricos tem sido repetidamente estudados. Sabe-se então, que o extrato da planta possui capacidade de reduzir a ansiedade, o estresse e outros sintomas associados à doença de Alzheimer e ao declínio cognitivo associado ao envelhecimento.

Uma revisão de 21 estudos revelou que, quando usado em conjunto com a medicina convencional, o extrato de ginkgo pode aumentar as capacidades funcionais em pessoas com sintomas de Alzheimer leve [10]. Outra revisão, contudo, avaliou quatro estudos e encontrou uma redução significativa em um espectro de sintomas associados à demência quando o ginkgo foi usado por 22 a 24 semanas [11].

5. MELHORA O DESEMPENHO DAS FUNÇÕES CEREBRAIS

Algumas pesquisas mostram que o ginkgo pode melhorar o desempenho mental em pessoas saudáveis. Com isso, um dos  benefícios do Ginkgo biloba está relacionado ao aumento do desempenho mental e do bem-estar, segundo estudo [12]. Embora alguns estudos ainda não apontem a eficácia do ginkgo em relação a memória, resultados de diversos outros estudos deram origem a alegações ligando o ginkgo a melhor memória, foco e atenção.

6. REDUZ A ANSIEDADE

Algumas pesquisas indicam que a suplementação com ginkgo pode reduzir os sintomas de ansiedade. Pesquisas em animais observaram reduções nos sintomas de ansiedade que podem ser atribuídas ao teor de antioxidantes do ginkgo [13].

Em um estudo, 170 pessoas com ansiedade generalizada foram tratadas com 240 mg ou 480 mg de ginkgo ou um placebo. O grupo tratado com a dose mais alta de ginkgo relatou uma redução de 45% nos sintomas de ansiedade, comparado ao grupo placebo [14].

7. AJUDA A TRATAR DEPRESSÃO

Uma revisão de estudos em animais sugere que a ginkgo pode funcionar como remédio para depressão e ajudar a tratar sinais de depressão [15]. Dessa forma, para a pesquisa, os ratos que receberam ginkgo antes de uma situação estressante inevitável foram menos afetados emocionalmente pelo estresse do que o grupo que não recebeu o suplemento.

Dessa forma, o estudo indicou que esse efeito estava relacionado às propriedades anti-inflamatórias do ginkgo. Este poder do extrato, decerto, melhora a capacidade do organismo de lidar com altos níveis de hormônio do estresse. Portanto, acredita-se que a os sintomas da depressão desencadeados por estresse podem ser aliviados com suplemento de ginkgo, sobretudo, a depressão em adolescentes.

8. AJUDA NA SAÚDE DOS OLHOS

Algumas pesquisas iniciais mostram que a suplementação com ginkgo pode aumentar o fluxo sanguíneo para os olhos, mas não necessariamente melhorar a visão. Assim, acredita-se que um dos benefícios do Ginkgo biloba é, justamente, ajudar na saúde dos olhos.

Pessoas com glaucoma que usaram suplemento de ginkgo tiveram melhora na circulação sanguínea ocular e, consequentemente, alívio dos sintomas. Ao mesmo tempo, o extrato diminuiu o efeito a progressão da degeneração macular relacionada à idade [16,  17]

9. TRATA CEFALEIA E ENXAQUECA

Muitos médicos já recomendam o uso dos suplementos de ginkgo no tratamento de doenças relacionadas problemas neurológicos. Aliás, na medicina tradicional chinesa, o ginkgo é um tratamento muito popular para vários tipos de dor de cabeça e enxaquecas [18].

É bem conhecido que o ginkgo tem efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes. Dessa forma, se uma dor de cabeça ou enxaqueca é causada por estresse excessivo, o ginkgo pode ser útil. Podendo ajudar em sintomas como dor de cabeça constante. Além disso, se uma dor de cabeça está relacionada à redução do fluxo sanguíneo ou vasos sanguíneos contraídos, a capacidade do ginkgo de dilatar os vasos sanguíneos pode melhorar os sintomas.

Mas, atenção! Algumas enxaquecas são causadas pela dilatação excessiva dos vasos sanguíneos. Nesta situação, o ginkgo pode ter pouco ou nenhum efeito.

10. REDUZ SINTOMAS DA TPM

Pesquisas preliminares indicam que o ginkgo pode ajudar a tratar os sintomas físicos e psicológicos da síndrome pré-menstrual (TPM). Um estudo em 85 estudantes universitários revelou uma redução de 23% nos sintomas [19]. Curiosamente, o grupo placebo neste estudo também experimentou uma ligeira redução nos sintomas da TPM, embora tenha sido muito menor em 8,8%.

NAT. PROD. [1] VITAMINS AND HORMONES [2] AGING AND DISEASE [3] CARCINOGENESIS [4] PHYTOMEDICINE [57] PHYTOTHERAPY RESEARCH [6] CHEMICAL BIOLOGICAL [8]TOPICS IN MEDICINE BIOLOGICAL [910] INT PSYCHOGERIATRY [11] HUM PSYCHOPHARMACOL [12] PHYTOTHERAPHY RES [13] J PSYCHIATRY [14] CNS NEUROL DISORD DRUG [15J ETHNOPHARMACOL [18].

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Ciência, Saúde
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10 doenças que causam dor no umbigo

Publicado em 09/01/2019 às 18h48

Existem diversas causas para a dor que se localiza na região do umbigo, principalmente por alterações intestinais, que vão desde distensão por gases, contaminação por vermes, até doenças que causam infecção ou inflamação abdominal, como gastroenterite, apendicite, intestino irritável ou obstrução intestinal, por exemplo. 

A dor no umbigo também pode acontecer pela irradiação da dor de outros órgãos do abdômen, devido à situações como pancreatite e colecistite, ou até por mudanças provocadas na gravidez, e, além disso, pode se manifestar de diferentes formas, como uma cólica, uma pontada, ser persistente ou estar acompanhada de outros sintomas, como vômitos, suor e palidez. 

Assim, para diferenciar melhor as possíveis causas de dor nesta região, é importante passar por uma avaliação do médico clínico geral ou gastroenterologista, que poderá diferenciar entre as principais causas:

1.  Hernia umbilical

A hérnia é uma causa de dor que surge e se localiza diretamente no umbigo, e acontece quando uma parte do intestino ou outro órgão abdominal ultrapassa o revestimento do abdômen e se acumula entre os músculos e pele da região.

Geralmente, a dor surge ou piora ao realizar esforços, como tossir ou carregar peso, mas pode ser persistente ou se tornar intensa quando há um estrangulamento dos tecidos localizados na hérnia, com intensa inflamação local.

O que fazer: o tratamento da hérnia é orientado pelo cirurgião geral, que pode ser desde observação, já que em alguns casos ela pode regredir sozinha, ou cirurgia para correção. 

2. Prisão de ventre

A prisão de ventre é uma importante causa de dor abdominal na região do umbigo, pois é comum que a distensão do intestino causada pelos gases ou fezes acumuladas estimule os nervos que passam pela região. 

O que fazer: evitar a prisão de ventre, com uma alimentação rica em fibras, presentes em vegetais e grãos, além de hidratar-se com, pelo menos, 2 litros de água por dia, são importantes para manter um ritmo intestinal equilibrado e sem causar inchaços abdominais. Medicamentos laxantes, como Lactulose, podem ser orientados pelo clínico geral, caso seja de difícil melhora. 

3. Gravidez

A mulher grávida pode apresentar dor ou desconforto no umbigo em qualquer período da gestação, o que costuma ser normal e acontece porque o crescimento da barriga distende o ligamento fibroso do abdômen que se insere no umbigo, situação que enfraquece a parede do umbigo e pode provocar uma hérnia umbilical.

Além disso, a compressão e distensão do útero e de outros órgãos abdominais pode estimular nervos da região e causar a sensação de dor no umbigo, sendo mais intensa no final da gravidez.

O que fazer: caso a dor seja leve ou suportável, é possível apenas observar, pois ela tende a desaparecer sozinha, mas caso seja difícil suportar, o obstetra pode indicar o uso de analgésicos, como Paracetamol. Além disso, deve-se observar sinais de vermelhidão, inchaço ou secreção no umbigo, o que pode indicar uma infecção ou caso a dor se torne intensa. 

4. Gastroenterite

A diarreia que acontece por uma gastroenterite ou intoxicação alimentar, por exemplo, pode vir acompanhada de dor ao redor do umbigo, apesar de poder surgir em qualquer região do abdômen, devido à inflamação que surge nesta situação.

A dor pode ser acompanhada de náuseas, vômitos e febre, com duração, em média, de 3 a 7 dias.

O que fazer: deve-se preferir uma alimentação leve, de fácil digestão, com pouca gordura e grãos, além de manter-se hidratado com água, chás e suco. Medicamentos analgésicos e anti-espasmódicos, como Dipirona e Hioscina, podem ser usados para aliviar a dor, mas caso os sintomas se tornem intensos, durem mais de 1 semana ou acompanhados de sangramento ou febre acima 39ºC, é importante ir ao pronto-socorro para uma avaliação médica.

5. Apendicite

A apendicite é a inflamação do apêndice, um pequeno anexo que está ligado ao intestino grosso, que, inicialmente, provoca dor ao redor do umbigo e que migra para a região inferior direita do abdômen, se tornando mais intensa, após algumas horas. Esta inflamação também é acompanhada de náuseas, vômitos, perda de apetite e febre, além da característica piora da dor com a descompressão abdominal, após apertar e soltar pontos específicos do abdômen.

O que fazer: na presença de sintomas de indiquem esta doença, é necessário ir ao pronto-socorro para que o médico faça uma avaliação e faça o diagnóstico correto. Se for confirmada, o tratamento desta doença é feito através de cirurgia e uso de antibióticos. 

6. Colecistite

É a inflamação da vesícula biliar, que geralmente acontece pelo acúmulo de cálculos que impedem a saída da bile, e causa dor abdominal e vômitos, que pioram após a alimentação. Na maioria das vezes, acontece uma dor na região superior direita do abdômen, mas que também pode ser sentida no umbigo e irradiar para as costas. 

O que fazer: no caso de sintomas que indique esta inflamação, é importante ir ao pronto-socorro, para avaliação médica e realização de exames. O tratamento é indicado pelo médico, e pode ser feito com antibióticos, mudanças na alimentação, hidratação pela veia e a realização de cirurgia para retirada da vesícula.

7. Síndrome do Intestino Irritável

Esta doença se caracteriza pela dor abdominal que melhora após evacuação, e é mais comum na parte inferior da barriga, mas que pode variar e surgir em qualquer região. Ela costuma ser associada a inchaço, gases intestinais e alternância do hábito intestinal entre diarreia e prisão de ventre.

O que fazer: a confirmação desta síndrome é feita pelo gastroenterologista, que poderá orientar o tratamento com uso de medicamentos analgésicos e antiespasmódicos para aliviar a dor, simeticona para redução dos gases, laxantes para períodos de prisão de ventre e fibras e antidiarreicos para períodos de diarreia. É comum que está doença surjam em pessoas ansiosas, sendo recomendado procurar apoio psicológico e diminuição do estresse.

8. Pancreatite

A pancreatite é uma grave inflamação do pâncreas, o principal órgão responsável pela digestão dos nutrientes no intestino, que causa forte dor na região central do abdômen, que pode irradiar para as costas e ser acompanhada de náuseas, vômitos e febre.

Ela pode ser aguda, na qual estes sintomas são mais evidentes, ou crônica, quando a dor é mais leve, persistente, e há alterações na absorção dos alimentos. Como a pancreatite pode se tornar grave, na presença desses sintomas, deve-se procurar o atendimento médico imediatamente.

O que fazer: em caso de sintomas que indiquem a pancreatite, é necessária uma avaliação médica, que poderá confirmar a presença desta doença, e indicar o tratamento correto, feito com restrições na dieta, hidratação na veia e medicamentos antibióticos e analgésicos. Apenas em casos graves e com complicações, como perfuração, pode ser indicado procedimento cirúrgico.

9. Doença inflamatória intestinal

A doença inflamatória intestinal, caracterizada pela doença de Crohn ou pela retocolite ulcerativa, é a inflamação crônica do revestimento dos intestinos, de causa auto-imune. Alguns dos sintomas que estas doenças podem provocar incluem dor abdominal, que pode surgir em qualquer local, apesar de ser mais comum na região inferior do abdômen, diarreia e sangramento intestinal.

O que fazer: o tratamento desta doença é orientado pelo gastroenterologista, com medicamentos para aliviar as dores e para acalmar inflamação e a diarreia. Nos casos mais graves, pode ser indicada a realização de uma intervenção cirúrgica, de forma a remover porções do intestino que possam ter sido afetadas e danificadas pela doença. 

10. Isquemia intestinal

Alterações no fluxo de sangue para o intestino, causadas por doenças como doença isquêmica aguda, crônica ou trombose venosa, por exemplo, provocam dor abdominal, que pode ser localizada no umbigo, devido à inflamação e morte do tecido pela ausência de sangue, e que pode ser súbita ou persistente, dependendo da causa e do vaso sanguíneo afetado.

Esta situação pode surgir devido à aterosclerose dos vasos sanguíneos intestinais, ou por outras situações como espasmo dos vasos, queda súbita da pressão, insuficiência do coração, câncer intestinal ou por efeito colateral devido ao uso de drogas, por exemplo. 

O que fazer: o tratamento da isquemia intestinal depende da sua causa, orientado pelo gastroenterologista, geralmente com controle da alimentação e uso de remédios analgésicos, podendo ser indicado o uso de remédios para dissolver o coágulo, para melhorar o fluxo de sangue ou uma cirurgia para remoção de coágulos ou a parte do intestino inflamada. 

Outras possíveis causas de dor no umbigo

Além das principais causas, a dor no umbigo também pode ser causada por situações menos comuns, como:

  • Infecção por vermes, que podem causar a inflamação e distensão abdominal, e provocar quadros de dor umbilical ou em qualquer outro local do abdômen;
  • Tumor abdominal,que pode distender ou comprimir órgãos da região;
  • Úlcera gástrica, que causa intensa inflamação;
  • Infecção urinária, que apesar de, normalmente, causar dor na região inferior do abdômen, pode causar a irritação de nervos próximos ao umbigo, principalmente durante o ato de urinar;
  • Inflamação por pancada ou infecção dos músculos abdominais;
  • Obstrução intestinal, por fezes impactadas, doenças neurológicas ou um tumor;
  • Diverticulite, que é a inflamação dos divertículos, que são sacos causados pelo enfraquecimento da parede do intestino, e pode provocar dor umbilical, apesar de ser mais comum na região inferior esquerda do abdômen.
  • Doenças da coluna, como hérnia, que pode causar dor que irradiam para o abdômen e umbigo.

Assim, devido ao grande número de possibilidades como causa de dor na região umbilical, a melhor solução é procurar o médico, que irá identificar o tipo da dor, os sintomas que a acompanha, a história clínica da pessoa e o exame físico.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Ciência, Saúde
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Curiosidade: como será o banheiro de astronauta?

Publicado em 09/01/2019 às 18h18

 

No banheiro de astronauta, os dejetos sólidos são descartados por um jato de ar para um compartimento, já os líquidos são lançados no espaço.

Provavelmente você ainda não teve a oportunidade de conhecer de perto o banheiro de uma nave espacial. E talvez nunca terá, então mate sua curiosidade agora mesmo. Afinal, se os astronautas ficam o tempo todo flutuando, como fazem suas necessidades?

Com certeza esse banheiro não se parece em nada com os convencionais, a não ser pelo assento. A começar pelo seu modo de funcionamento, não existe descarga com água nos WC de estações espaciais, os dejetos sólidos são descartados por jatos de ar para dentro de um compartimento.

E ele não fica cheio? Os dejetos são desidratados, desinfetados, compactados e armazenados para posterior remoção (após a nave aterrissar). Já os dejetos líquidos são lançados no espaço, isso mesmo, mas não se preocupe, as gotas se evaporam rapidamente, e por isso não tem perigo algum de chegarem até nós.

O mais estranho é o fato de que, ao usarem o banheiro, os astronautas precisam manter-se fixos a correias, imobilizadores dos pés e cinto que os prende ao assento. Parece até uma seção de tormento, tudo para que não fiquem flutuando enquanto fazem suas necessidades.

Nada, nem mesmo uma necessidade física, pode atrapalhar esses incríveis heróis do espaço.

Fonte: Mundo Educação

 

Categoria: Ciência
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Olho inchado ao acordar: Veja porque acontece e o que fazer para resolver o problema!

Publicado em 04/01/2019 às 15h29

Ter o olho inchado ao acordar costuma ser algo comum, mas será que é grave? É importante saber as causas disso, mas, normalmente, não é nada grave. Decerto, tem a ver com retenção de líquidos no corpo. Mas, ter olho inchado ao acordar deixa todo mundo grilado. Então, por que acontece? O que fazer para reverter o problema?

POR QUE O OLHO INCHADO ACONTECE DURANTE O SONO?

Sabemos que nosso corpo cerca de 70% composto de líquidos. Embora a maior parte desse líquido esteja no interior das células (intracelular), cerca de 1/3 circula por fora das células do nosso organismo, por isso é chamado de “Líquido Extracelular”. Esse líquido está em movimentação constante por todo o corpo, misturando-se aos líquidos teciduais através das paredes dos capilares sanguíneos. Dessa forma, ele carrega íons e nutrientes dos quais as células necessitam para a manutenção da vida celular.

Durante o dia devido à força da gravidade, por ficarmos de pé a maioria do tempo, o tal líquido vai descendo e se alojando nas partes inferiores do corpo. Isso explica, aliás, as pernas inchadas que algumas pessoas desenvolvem quando ficam o dia inteiro em pé. É comum, nestes casos, que os líquidos se acumulem nas pernas.

Da mesma forma, quando nos deitamos para dormir, os líquidos extracelulares se distribuem mais uniformemente, por todo o corpo (inclusive a cabeça) provocando o inchaço nas pálpebras. O que acontece, é que, normalmente a circulação linfática diminui durante o sono. Isso,  facilita o acúmulo de líquidos nos tecidos esponjosos das pálpebras inferiores, onde a pele é bem mais fina do que em outras partes do corpo. Enfim, este acúmulo e uma leve retenção de secreção lacrimal produzem o inchaço das pálpebras.

EM GERAL, A MELHORA É RÁPIDA

Geralmente o inchaço desaparece quando levantamos, pois a circulação da linfa é restaurada. É importante notar que não só as pálpebras e a região abaixo dos olhos incham, mas todo o nosso rosto amanhece meio inchado. E se você dorme de lado, a parte do rosto que ficou para baixo ficará ainda mais inchada. Consegue perceber isso?

Assim, acordar eventualmente com olho inchado, não é nada grave. Acontece com crianças, jovens, adultos e idosos. Quando dormimos muito, é normal que mais líquido se acumule nas pálpebras, por isso, o inchaço é maior. Há, no entanto, problemas de saúde que levam a uma tendência maior de retenção de líquidos ao acordar.

PROBLEMAS RENAIS E CARDÍACOS

Aquelas pessoas com problemas cardíacos, circulatórios ou renais possuem dificuldade para eliminar líquidos pela urina, e por isso têm tendência a inchaços maiores. Por isso, se o inchaço nos olhos for recorrente e vier acompanhado de outros problemas de saúde, como dor nas costas, falta de ar, inchaço nas pernas é importante buscar ajuda médica.

Dr. Marcelo Bellini, cirurgião vascular, diz que as doenças do coração causam inchaços frequentes nos olhos. A insuficiência cardíaca acontece quando o coração não consegue bombear o sangue. Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter o olho inchado,  pernas, barriga e nos pulmões. Geralmente terminam o dia com os pés muito inchados e amanhecem com o rosto parecendo uma “lua cheia”.

 

Ter o olho inchado ao acordar costuma ser algo comum, mas será que é grave? É importante saber as causas disso, mas, normalmente, não é nada grave. Decerto, tem a ver com retenção de líquidos no corpo. Mas, ter olho inchado ao acordar deixa todo mundo grilado. Então, por que acontece? O que fazer para reverter o problema?

POR QUE O OLHO INCHADO ACONTECE DURANTE O SONO?

 

Sabemos que nosso corpo cerca de 70% composto de líquidos. Embora a maior parte desse líquido esteja no interior das células (intracelular), cerca de 1/3 circula por fora das células do nosso organismo, por isso é chamado de “Líquido Extracelular”. Esse líquido está em movimentação constante por todo o corpo, misturando-se aos líquidos teciduais através das paredes dos capilares sanguíneos. Dessa forma, ele carrega íons e nutrientes dos quais as células necessitam para a manutenção da vida celular.

Durante o dia devido à força da gravidade, por ficarmos de pé a maioria do tempo, o tal líquido vai descendo e se alojando nas partes inferiores do corpo. Isso explica, aliás, as pernas inchadas que algumas pessoas desenvolvem quando ficam o dia inteiro em pé. É comum, nestes casos, que os líquidos se acumulem nas pernas.

Da mesma forma, quando nos deitamos para dormir, os líquidos extracelulares se distribuem mais uniformemente, por todo o corpo (inclusive a cabeça) provocando o inchaço nas pálpebras. O que acontece, é que, normalmente a circulação linfática diminui durante o sono. Isso,  facilita o acúmulo de líquidos nos tecidos esponjosos das pálpebras inferiores, onde a pele é bem mais fina do que em outras partes do corpo. Enfim, este acúmulo e uma leve retenção de secreção lacrimal produzem o inchaço das pálpebras.

EM GERAL, A MELHORA É RÁPIDA

Geralmente o inchaço desaparece quando levantamos, pois a circulação da linfa é restaurada. É importante notar que não só as pálpebras e a região abaixo dos olhos incham, mas todo o nosso rosto amanhece meio inchado. E se você dorme de lado, a parte do rosto que ficou para baixo ficará ainda mais inchada. Consegue perceber isso?

Assim, acordar eventualmente com olho inchado, não é nada grave. Acontece com crianças, jovens, adultos e idosos. Quando dormimos muito, é normal que mais líquido se acumule nas pálpebras, por isso, o inchaço é maior. Há, no entanto, problemas de saúde que levam a uma tendência maior de retenção de líquidos ao acordar.

A erva de camomila é fantástica, tem propriedades relaxantes e os seus antioxidantes aliviam o inchaço. Pode aplicar saquinhos de chá molhando-os em água e colocar um pouco no congelador para refrescarem, depois é só aplicar nos olhos.

PROBLEMAS RENAIS E CARDÍACOS

Aquelas pessoas com problemas cardíacos, circulatórios ou renais possuem dificuldade para eliminar líquidos pela urina, e por isso têm tendência a inchaços maiores. Por isso, se o inchaço nos olhos for recorrente e vier acompanhado de outros problemas de saúde, como dor nas costas, falta de ar, inchaço nas pernas é importante buscar ajuda médica.

Dr. Marcelo Bellini, cirurgião vascular, diz que as doenças do coração causam inchaços frequentes nos olhos. A insuficiência cardíaca acontece quando o coração não consegue bombear o sangue. Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter o olho inchado,  pernas, barriga e nos pulmões. Geralmente terminam o dia com os pés muito inchados e amanhecem com o rosto parecendo uma “lua cheia”.

O pepino é uma ótima opção caseira para olho inchado porque ele ajuda a contrair os vasos sanguíneos, reduzindo o inchaço.

OLHO INCHADO AO ACORDAR: O QUE FAZER?

Aplique algo frio no olho inchado. Assim como outros tipos de inchaços, é possível reduzir o problema através da aplicação de compressas geladas de algo tipo. Fatias resfriadas de pepino possuem um tamanho e um formato perfeito para seus olhos, e funcionam bem para reduzir temporariamente o problema. Deite-se e coloque-as sobre suas pálpebras fechadas por 15 minutos, ou até elas ficarem quentes. O mesmo pode ser feito com saquinhos de chá de camomila umedecidos com água fria.

QUANDO IR AO MÉDICO?

Olhos inchados geralmente não são um sinal de uma condição médica séria. No entanto, marque uma consulta médica, se tiver:

  • olhos inchados por muito tempo
  • dor no olho
  • irritação no olho ou ao redor do olho
  • mancha de sangue no olho
  • sintomas em outras áreas do seu corpo

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Ciência, Saúde
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Os sintomas de pedra na vesícula: Aqui estão 5 sinais do problema que você não pode ignorar

Publicado em 03/01/2019 às 08h29

Os sintomas de pedra na vesícula são bem peculiares. A vesícula é uma espécie de saco membranoso, que funciona como reservatório para a bile no intervalo entre nossas refeições. O cálculo biliar ou pedra na vesícula, são resultado de um desequilíbrio na precipitação de cálcio e colesterol e são realmente como pedrinhas que podem causar inflamação na vesícula, resultando dores muito fortes, exatamente nesta região.

Na verdade, a maioria das pessoas com pedras na vesícula não apresenta sintomas. As pedrinhas ficam lá dentro da vesícula, quietinhas, sem causar nenhum problema. Às vezes, são tão pequenas que saem junto da bile e acabam sendo eliminadas nas fezes, sem que o paciente tome ciência do fato. Selecionamos aqui 5 sintomas que não devem ser ignorados.

5 PRINCIPAIS SINTOMAS DE PEDRA NA VESÍCULA

1- DOR ABDOMINAL

A dor no abdome é, com toda certeza um dos principais sintomas de pedra na vesícula. A cólica biliar, como é conhecida, é tradicionalmente descrita como uma dor intensa e incômoda que é constante (não é realmente cólica, apesar de seu nome). A dor, decerto é imprevista e intensa no lado direito do abdômen, abaixo das costelas, que ocorre habitualmente 1 hora após uma refeição. Quanto mais gordurosa for a alimentação, maior é o estímulo para contração da vesícula e, consequentemente, mais intensa é a cólica biliar. A cólica biliar é, portanto, uma dor tipicamente associada à alimentação.

Assim, enquanto a maioria dos cálculos biliares permanece na vesícula biliar e não causa sintomas, alguns ficam alojados no ducto cístico (um tubo localizado no colo da vesícula biliar) ou no ducto biliar comum (um tubo que transporta a bile da vesícula biliar para os intestinos). Esta obstrução causa dor na barriga, que os médicos chamam de cólica biliar.

Um documento escrito por médicos da World Gastroenterology Organisation Practice Guidelines [1] diz que essa dor abdominal do lado direito ocorre mais superiormente podem irradiar para o ombro direito. A dor também não é aliviada com a evacuação e, ao mesmo tempo, é contínua.

2- DIARREIA APÓS COMER ALIMENTOS GORDUROSOS

Diarreia também pode ser um dos sintomas de pedra na vesícula. Como a bile é um “detergente” natural do organismo, ela ajuda a se desfazer da gordura que comemos. No entanto, com o acúmulo de pedras na vesícula, a produção e liberação da bile fica comprometida. Sem a ajuda da bile na digestão, ao comermos algo gorduroso (queijo amarelo, molhos, carne gordurosa, por exemplo) não há como emulsionar toda a gordura do alimento. Então um dos sintomas de pedra na vesícula é, sem dúvida, a diarreia acompanhada de dor na barriga.

3- FEZES BRANCAS E URINA MUITO CLARA

Observe se sua urina está muito branca (como uma água). Ao mesmo tempo, veja se as fezes esbranquiçadas, sem muita cor e um pouco soltas. Outro sinal pode ser fezes com muco, então, observe. Isso, decerto, é um sinal clássico de falta de bílis no organismo. Este sintoma está fortemente associado a um problema da vesícula biliar, devido exatamente a um baixo nível da bílis.

4- GASES E INCHAÇO

Ter excesso de gases é algo muito habitual. Assim, para afirmar que a consequência disso da dor é pedra na vesícula, este sintoma tem que durar pelo menos uma semana direto. Muitos gases e eructações contínuas (arrotar toda hora). Se notar que o abdome anda aparentemente inchado, vá ao médico, pode realmente ser problema na vesícula biliar.

5- ICTERÍCIA

Quando a vesícula não está mais suportando a bile acumulada, há uma manifestação chamada icterícia.  Na icterícia há um amarelamento da parte branca dos olhos e da pele e acontece quando as pedra obstruem os ductos biliares. Se você tem notado que talvez o tom da sua pele ou os olhos tem estado um pouco amarelado ou que os seus olhos adquiriram de repente essa tonalidade? Então, não hesite e procure o médico. Isso é icterícia, e se deve basicamente a que alguns cálculos biliares bloqueiam o conduto biliar. Isso, a saber, evita que a bile volte ao fígado, e assim à corrente sanguínea.

SINTOMAS RAROS

Além da dor abdominal superior do lado direito, as pessoas relataram outros sintomas de pedra na vesícula. Devido à sua natureza atípica, porém, os especialistas questionam se esses sintomas são realmente parte de uma doença coexistente. Em outras palavras, uma pessoa pode estar sofrendo de cálculos biliares e outra condição médica, como a doença do refluxo gastroesofágico ou úlcera péptica. Assim, destes sintomas menos comuns incluem:

  • Dor no peito
  • Arrotos frequentes o dia todo, sobretudo após comer
  • Sentimento de estar cheio sem comer muito
  • Sentimento de estômago inchado
  • Fluidos de regurgitação (refluxo)
  • Inchaço abdominal
  • Sensação de queimação atrás do esterno
  • Náusea e vômito mesmo sem a dor abdominal

QUANDO IR AO MÉDICO

Se você estiver sentindo alguma dor abdominal, é importante consultar seu médico para um diagnóstico adequado. Assim, diante de uma dor abdominal severa, persistente, associada ou não a febre, náuseas, vômitos e  icterícia, procure  imediatamente um médico.

CONSULTA: WORLD GASTROENTEROLOGY ORGANISATION PRACTICE GUIDELINES [1]

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Saúde
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7 dicas de saúde para o verão

Publicado em 29/12/2018 às 09h55

Quando os dias ficam muito quentes devido ao verão, o número de casos de urgência nos hospitais pode aumentar, especialmente devido a problemas como picadas de insetos, desidratação, queimaduras ou até intoxicação alimentar.

Assim, para ter um Verão mais seguro e evitar correr o risco de ter algum destes problemas, existem dicas simples, como usar roupa leve ou trocar o horário do exercício físico, que podem ser feitas todos os dias.

No entanto, é importante lembrar que outros problemas mais comuns do inverno, como problemas respiratórios e gripes também podem acontecer, em pessoas de qualquer idade.

1. Evite o sol entre as 12h e 16h

Embora não seja possível evitar completamente o sol, o mais importante é evitar a exposição durante as horas de maior calor, isto é, entre o meio dia e às 16 horas. Neste horário, os raios solares são mais fortes e, por isso, além de existir um risco maior de queimaduras solares, também acontece uma perda superior de água pela pele, podendo causar desidratação grave.

Durante este horário, mesmo que não se esteja deitado no sol, é essencial passar protetor solar a cada 3 horas, usar chapéu e colocar óculos de sol. 

2. Faça exercícios de manhã

O exercício físico é fundamental para manter seu organismo funcionando corretamente, assim como para eliminar toxinas. Por isso, não precisa, nem deve ser evitado no verão. O melhor é fazer o exercício ao início da manhã, que é quando o dia está mais fresco. E sempre que possível, deve-se fazer a atividade física em locais com sombra.

3. Use roupas de algodão e cor clara

O uso de roupas leves de cor clara ajudam a pele a eliminar o excesso de calor do organismo. Dessa forma, é preferível optar por camisetas leves, shorts e vestidos de verão, por exemplo. Nunca se deve utilizar roupa escura, como preto, marrom ou azul marinho, pois absorvem mais calor.

Além disso, é aconselhável preferir roupas de material natural, como algodão ou linho, ao invés dos tecidos sintéticos, como poliéster ou lycra, já que deixam a pele respirar mais facilmente, evitando o aumento exagerado da temperatura corporal.

4. Beba 2 litros de água todos os dias

Essa dica parece óbvia, mas na verdade a maioria das pessoas se esquece de beber água durante o dia, especialmente quando está trabalhando. Assim, mesmo que não se esteja na praia ou na piscina, é importante manter uma garrafa de água por perto, de forma a que se tente beber 2 litros de líquidos por dia, para manter a hidratação.

Alguns exemplos de bebidas perfeitas para hidratar além da água são os sucos de frutas natural, a água de coco ou até o chá gelado, por exemplo. O ideal é evitar refrigerantes e as bebidas muito açucaradas, pois não hidratam o suficiente e podem até causar falta de água no organismo.

Confira neste vídeo alguns truques legais para beber mais água durante o dia:

5. Evite refeições picantes e indigestas

Refeições muito grandes, com alimentos picantes ou com outros ingredientes indigestos, como os embutidos, por exemplo, tornam o organismo mais lento e provocam um excesso de trabalho pelo estômago, dificultando a eliminação do calor.

Dessa forma, deve-se optar por comer refeições mais leves e com alimentos de melhor digestão, como vegetais, frutas e massas, por exemplo. 

6. Tenha o ar condicionado ligado ou um ventilador

Esta dica quase não precisa de explicação. De fato, ter ar o condicionado de casa ou do local de trabalho ligado é a melhor forma de se manter refrescado. Mas não esqueça que esse tipo de equipamentos precisam ser revistos todos os anos para evitar o acúmulo de bactérias que podem causar doenças graves, como legionella.

Se você não possui ar condicionado, uma alternativa é utilizar um ventilador. Apesar do ventilador não refrescar o ar, permite criar pequenas correntes de ar que em contato com a sua pele ajudam a eliminar o excesso de calor, refrescando o organismo.

7. Deixe as portas e as janelas abertas

Deixar as portas e as janelas de casa abertas é uma ótima forma para complementar o uso do ventilador. Isto porque, assim é mais fácil renovar o ar, evitando que o ambiente fique muito abafado.

Mas atenção! É importante que, caso esteja em uma região com mosquitos da dengue, coloque redes mosqueteiras em todas as janelas e portas, antes de as deixar abertas.

Sinais que podem indicar problemas com o calor

A insolação é uma das principais complicações da exposição excessiva ao calor. Para saber se se está com uma insolação é importante estar atento aos sintomas:

  • Febre e pele vermelha, sem suor;
  • Pulso rápido e dor de cabeça;
  • Respiração ofegante;
  • Tonturas e confusão mental.

Nesse caso é recomendado tentar refrescar o corpo o quanto antes, tomando uma água ou suco fresco, lavando as mãos, os pulsos e a nuca com água fresquinha e ficando na frente de um ventilador, por exemplo. Mas se os sintomas não aliviarem é melhor ir ao médico.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Opinião, Saúde
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