Animais

Costureira produz roupinhas quentinhas para cães de homem em situação de rua

Publicado em 25/07/2019 às 09h06

O frio atinge a todos, não é mesmo? O que faz a gente pensar nos animais que vivem nas ruas. Como fazem pra se manter quentinhos no inverno? A mesma pergunta fez uma costureira de São Roque, no interior de São Pulo. Mais do que isso: costurou roupinhas para os cachorros de um morador em situação de rua.

A Mariana Oliveira conta que o homem, que normalmente fica no centro da cidade, é conhecido por todos, assim como os quatro cãezinhos que o acompanham. “Eu estava passando e vi os cachorros encolhidos de frio. Perguntei para ele se aceitaria as roupinhas e ele ficou muito feliz”, diz.

Costureira de mão cheia, Mariana começou então a produzir as roupas para os animais em seu ateliê. Além disso, junto com os vizinhos, entrega comida e ração para o homem e seus animais.

E olha que essa não é a primeira vez que ela faz as roupinhas. É que Mariana não gosta muito de divulgar. Desta vez, um amigo que estava com ela no momento da entrega das roupinhas resolveu registrar e publicar nas redes sociais.

Mariana garante que o homem cuida muito bem dos seus fieis companheiros, que estão sempre limpos e bem alimentados. Ela entregou as roupinhas no início da semana passada e, na quinta-feira (18), o homem foi até o ateliê dela para mostrar como as roupinhas caíram bem nos bichinhos. E não é que caíram? Fofos!

“Foi uma coisa que me tocou e eu fiz. Eu ajudo quando posso, mas não divulgo. Os cachorros ficaram muito felizes e foi gratificante. Tomara que essa corrente sirva de exemplo para outras pessoas ajudarem também.”

Família grande

A costureira é formada em um curso técnico de veterinária, tem 19 animais de estimação na chácara onde mora: oito cachorros e cinco gatos, além de coelhos e jabutis. Todos adotados!

Mariana tem plena consciência que os animais demandam bastante cuidado e atenção. Por isso, já deixou até de sair para alguns lugares para ficar com eles.

Para dar conta de todos os animais, ela conta com o marido, Dineu Moraes, que também esteve presente na hora de fazer as roupinhas. Além do mais, tem um custo (alto!), mas Mariana garante que vale muito a pena.

“Tem que gostar, é uma alegria ter todos esses animais em casa. Se vale a pena? Não tem preço vê-los bem. Só não tenho mais porque não tenho condições”, finaliza.

Fonte: G1/Fotos: Mariana Oliveira/Arquivo pessoal

 

Categoria: Animais, Opinião
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Jovem adota filhote surdo e lhe ensina a língua de sinais para brincar com ele

Publicado em 03/06/2019 às 09h56

Um cãozinho chamado Emerson foi covardemente abandonado por um dono que não o queria ter por perto. Ele nasceu completamente surdo, com limitações na visão e com os sintomas do parvovírus canino.

Emerson não conhecia o amor e já havia experimentado diversas situações de dor e solidão. Com três meses de idade, resgatado por um abrigo de cães, passou a maior parte do tempo internado em um hospital devido às convulsões causadas pelo parvovírus.

O principal sintoma dessa doença é diarreia acompanhada de sangue, além da altíssima taxa de mortalidade, que pode chegar a 91% entre os cães. Infelizmente, por conta disso, dezenas de pessoas rejeitaram a possibilidade de adotá-lo.

Até que um dia, um jovem chamado Nick viu uma fotografia de Emerson em um site da ONG North Florida Foundation, que o exibia como um “cão apto para adoção“. Já simpático à ideia de adotá-lo, Nick ficou com mais vontade ainda de levá-lo para casa ao descobrir que o filhote era surdo – como ele.

Com a ajuda da mãe, Nick foi até o abrigo de cães para buscar Emerson. Quando eles finalmente se conheceram, um vínculo incrível entre os dois começou a ser construído. O cãozinho sentou nos pés do jovem, em sinal de confiança e carinho, e o jovem respondeu pegando-o no colo e dando-lhe carinho.

Nick começou a ensinar a língua de sinais a Emerson para que pudessem se comunicar um com o outro. O filhote é muito inteligente e logo aprendeu os gestos de seu dono. Quando o jovem desenha um “S” com os dedos significa “sente-se” e quando ele desenha uma linha reta significa “deite”.

“O vínculo que temos é impressionante, nos entendemos muito bem. Eu gosto de pensar que tudo isso foi predestinado, pois ele é um cãozinho muito especial.”

Juntos há seis meses, o curso das vidas do jovem e do cachorrinho foram alterados para sempre. Nick ganhou uma amizade para a vida e Emerson descobriu o amor e o carinho após tanto tempo convivendo com a dor e a solidão.

Fonte: Razões para Acreditar

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Voluntários produzem cerca de 30 camas de pneus para cães comunitários em Muriaé

Publicado em 06/05/2019 às 16h49

Iniciativa realizada pela Prefeitura em parceria com Projeto Cuida aconteceu no último sábado (4), no Horto Florestal

Cerca de 30 camas de pneus para cães comunitários foram produzidas por voluntários em Muriaé. Promovida pela Prefeitura em parceria com o Projeto Cuida, a iniciativa foi realizada no último sábado (4), no Horto Florestal. O objetivo é ajudar os animais que estão em situação de risco e protegê-los do frio, uma vez que a previsão é que Muriaé tenha temperaturas abaixo da média no inverno deste ano.

O material será distribuído em locais como Horto Florestal, Almoxarifado da Prefeitura e bairro Panorama. Três camas já foram doadas e instaladas no Recanto Verde.

“Com a cama, os cães de rua terão um local para se protegerem das baixas temperaturas e, desta forma, estarão abrigados. A cama possui longa vida, por ser feita de material resistente. Os cachorros de rua merecem cuidado e carinho, assim como os cães que possuem dono”, afirma a diretora de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf.

Além da confecção de camas de pneus para os cães de rua, a Prefeitura promove outras ações de proteção animal, como a castração, por exemplo, a qual acontece em parceria com os grupos "Amicão" e Pedido de Socorro de Muriaé (PSM). Em dois anos, mais de 800 cães e gatos foram castrados no município.

Categoria: Animais, Opinião
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Prefeitura e Projeto Cuida vão produzir camas para cães comunitários

Publicado em 23/04/2019 às 15h47

Iniciativa acontecerá no próximo sábado (27), às 13h, no Horto Florestal

A Prefeitura de Muriaé, em parceria com o Projeto Cuida, vai realizar no próximo sábado (27), no Horto Florestal, uma oficina para confecção de camas de pneus para cães comunitários. A entrada é gratuita e todo o material será doado para que os protetores produzam as camas no local e as levem para o animal que cuidam.

Algumas camas serão instaladas em pontos estratégicos da cidade para cães de rua, uma vez que a previsão é que Muriaé tenha temperaturas abaixo da média neste inverno.

Vale lembrar que o cão comunitário é protegido pela Lei Estadual 21.970/16, sendo autorizada, inclusive, a colocação de água e ração para ele em frente às casas.

“Os cães de rua não escolhem estar nas ruas. Eles são animais domesticados, foram abandonados e dependem do homem para ter bem-estar, saúde e segurança. É responsabilidade de todos os cidadãos dar o mínimo de condições para que não sofram com fome, sede ou frio, por isso a Prefeitura de Muriaé apoia e incentiva as ações de proteção animal”, afirma a diretora de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf.

A Prefeitura de Muriaé e os grupos de proteção animal Amicão e Pedido de Socorro de Muriaé (PSM) possuem uma parceria para castração de animais de rua, a fim de se ter o controle do número destes animais. Em dois anos, já foram castrados mais de 800 cães e gatos na cidade.

 

Serviço

Produção de camas para cães comunitários:
Dia: 27 (próximo sábado)

Horário: 13h

Local: Horto Florestal

Entrada gratuita

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Menina se emociona ao reencontrar gatinho perdido há 3 anos. Assista!

Publicado em 09/04/2019 às 08h55

Quando é amor verdadeiro, a gente nunca esquece e é por isso que uma meninha ficou tão emocionada ao reencontrar o seu gato perdido há 3 anos. Cursor, um gato grande e gordo, já era da família quando Claudia Arnold nasceu, em Nanaimo, British Columbia, no Canadá.

Desde então, a menina e o gato se tornaram inseparáveis, mas quando Claudia completou 2 anos, o gatinho desapareceu, sem deixar vestígios. “Até ele desaparecer, eles eram quase inseparáveis”, disse a mãe de Claudia, Kara Arnold.

A procura

Kara vasculhou o bairro procurando por ele, colocando cartazes e pedindo ajuda on-line, na esperança de que alguém visse o grande felino branco. “Sempre que ela ficava triste com qualquer outra coisa, ela também chorava por ele”, disse Kara.

Três anos se passaram sem nenhum sinal em Cursor, o gato, e embora Kara tivesse perdido as esperanças, a pequena Claudia não. Ela ainda falava sobre o gato todos os dias e desejava em voz alta que ele voltasse para a casa de sua família.

O Reencontro

Até que Kara recebeu um telefonema do abrigo local de animais. Graças aos posts na rede social, alguém localizou Cursor e o levou para um abrigo. Eles levaram a menininha para o abrigo e começaram a gravar um vídeo do momento especial. Quando se sentaram no saguão, Kara perguntou a sua filha como era seu gato de cor favorito.

“ Era preto e branco … ”

Daí alguém traz Cursor e pergunta: “Ele ficou assim?”

“Cursor!” Claudia diz animadamente!

O mais impressionante é que uma das primeiras coisas que ela fez foi agradecer aos trabalhadores do abrigo por terem encontrado seu gatinho e devolvê-lo a ela.

Veja o momento da surpresa:

Com informações do Inspire More

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Fonte: Só Notícia Boa

 

Categoria: Animais, Opinião
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Índia cria primeiro hospital pra tratar elefantes, vítimas de maus tratos

Publicado em 25/03/2019 às 10h11

Um centro médico especial, o Wildlife SOS Elephant Hospital, foi criado em Uttar Pradesh, na Índia, para tratar elefantes resgatados, vítimas de maus tratos.

A instituição foi criada pelo grupo Wildlife SOS, uma organização sem fins lucrativos, que resgata animais na Índia, desde 1995,

Desde que o hospital foi inaugurado em novembro, a organização sem fins lucrativos resgatou um total de 26 elefantes de atrações turísticas abusivas, como circos, templos, acampamentos de equitação e proprietários privados.

Além de salvar os elefantes abusados, o grupo também resgatou ursos, leopardos, tartarugas e outras espécies ameaçadas de extinção.

Essas condições e situações de negligência geralmente resultam em elefantes sofrendo de uma série de problemas médicos diferentes.

Quando os animais resgatados são levados ao hospital pela primeira vez, eles recebem uma avaliação completa por um dos veterinários do centro.

Como a maioria dos animais está em más condições físicas devido a anos de negligência e desnutrição, o hospital foi especialmente projetado para tratar elefantes feridos, doentes e geriátricos.

Para atender melhor seus pacientes, o hospital tem radiologia digital sem fio, ultrassom, laserterapia, um laboratório de patologia interno e uma talha médica para levantar confortavelmente elefantes com deficiência e movê-los pela área de tratamento.

Para check-ups regulares – assim como tratamentos especiais – há uma balança digital de tamanho gigante, com capacidade de testes laboratoriais e uma piscina de hidroterapia.

O Wildlife SOS Elephant Hospital também possui aparelhos portáteis de raios X, aparelhos de ultra-som e ferramentas especializadas para os pés.

O hospital está equipado com quartos especiais com câmeras de infravermelho para que os veterinários observem os pacientes com elefantes, durante a noite.

Um dos pacientes atuais do hospital é uma adorável fêmea chamada Holly.

Ela é uma ex-elefante de rua que foi confiscada de um proprietário privado.

Holly é completamente cega, e quando ela foi resgatada, seu corpo estava coberto por abscessos crônicos não tratados.

Devido à desnutrição, ela também tem artrite nas pernas traseiras.

Holly agora está recebendo os cuidados médicos que precisa no hospital.

A equipe de veterinários está tratando sua artrite com terapia a laser frio e ultrassonografia terapêutica.

A Holly recebe uma nutrição adequada com muitas frutas favoritas, como banana e mamão papaia.

Uma vez tratados, os elefantes são enviados para um dos dois santuários de elefantes da Wildlife SOS na Índia: o Centro de Conservação e Cuidados com os Elefantes de Mathura e o Centro de Resgate de Elefantes de Yamunanagar.

Desta forma, eles podem passar seus anos dourados aproveitando sua aposentadoria em condições muito mais felizes e saudáveis.

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Fonte: Só Notícia Boa

Categoria: Animais
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Vídeo mostra como é feita a jujuba (bala de goma). Aguente firme!

Publicado em 14/03/2019 às 17h41

Aposto que você sempre quis saber como é feita a jujuba. Afinal, quem resiste a uma bala de goma docinha e pegajosa nos dentes? As cores brilhantes e chamativas, todo aquele açúcar e um sabor delicioso!

Os marshmallows então, fofinhos e doces. Jujubas, balas de goma, marshmallows, estão com os dias contados como seus doces preferidos.

Você sabe como eles são produzidos? Este vídeo abaixo mostra como é feita a jujuba (bala de goma). Então, segure seu coração e aguente firme!

Antes de contar como são processados, precisamos dizer que eles têm como base um ingrediente-chave na receita: a gelatina.

OS INGREDIENTES DA JUJUBA

Esse componente, que também é amplamente utilizado na indústria alimentícia, farmacêutica e em outras áreas quase sempre é obtido do colágeno, de fonte animal.

Contudo, nem tudo são flores na forma como é feita a jujuba. Afinal, o colágeno é obtido da fervura dos ossos, pele ou qualquer órgão contendo tecido conjuntivo de alguns animais, como porcos, vacas, cavalos e aves.

Com isso, antes de ser processada e virar uma massa incolor, sem sabor e inodora, a gelatina é proveniente de animais em abatedouros e curtumes.

Os processos que levam a obtenção da gelatina podem ser perturbadores, e vídeos sobre isso estão sendo divulgados recentemente.

COMPOSIÇÃO DA JUJUBA

O site de uma das marcas de jujubas mais famosas do mundo, a Haribo®, eles explicam do que é feito a jujuba:

  • Gelatina de origem animal como material de base;
  • Alguns produtos de gomas de fruta são produzidos com o auxílio de amidos ou de ágar-ágar ;
  • Corantes (no caso da Haribo® são naturais à base de concentrados de frutas e de plantas;
  • Os produtos combinados são: açúcar, xarope de açúcar castanho, gelatina, glucose, concentrados de frutas e de plantas e aromas, combinados com alcaçuz.

O VÍDEO MOSTRA COMO É FEITA A JUJUBA

JUJUBA FAZ MAL?

Mesmo com essa fama nada boa de fabricação, há quem diga que essas balinhas fazem bem para a saúde.

Afinal, sem adição de gorduras e açúcares, a jujuba é feita à base de colágeno hidrolisado. E, por isso, algumas marcas livre de açúcares podem ser consumidas por pessoas com sintomas de diabetes.

Esse tipo de proteína tem como função principal dar sustentação às células e fortalecer unhas e cabelos. Além disso, pode combater o envelhecimento precoce, a flacidez dos músculos e pele.

Então, para deixar o docinho ainda mais apetitoso e também atrativo, são adicionados aromas de frutas.

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

 

 
Categoria: Animais, Saúde
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Serviço de assistência veterinária gratuita reinicia na área rural

Publicado em 12/03/2019 às 16h48

Prefeitura desenvolve programa com intuito de estimular produção leiteira na região

O serviço de Assistência Veterinária gratuita do programa ‘Muriaé Mais Leite’ reiniciou, nesta segunda-feira (11), e volta a auxiliar os pequenos produtores rurais do município. O benefício oferecido pela Prefeitura consiste em visitar o homem do campo e oferecer assessoria para o manejo reprodutivo, colaborando com o crescimento da qualidade leiteira na região.

O programa disponibiliza sete veterinários para atender a 220 produtores rurais cadastrados. Os profissionais prestam assistência clínica, reprodutiva (para incentivar a melhoria do gado e ampliar a produção leiteira), ensinam a aplicar as vacinas adequadas e a periodicidade com a qual elas devem ser utilizadas, mas também realizam pequenas cirurgias nos animais.

O atendimento é oferecido aos criadores que pertencem ao programa “Muriaé Mais Leite’. Para participar deste projeto, o pequeno produtor precisa procurar a Secretaria de Agricultura no prédio do Centro Administrativo, 2º andar ou a sede que fica localizada no Horto Florestal. O quesito básico para receber a assistência é estar dentro dos padrões que identifiquem a atividade como agricultura familiar (quando a mão de obra é essencialmente realizada por pessoas da mesma família).

Dentro do programa ‘Muriaé Mais Leite’, desde 2017, vem sendo realizado o Torneio Leiteiro Curraleiro. A competição está em sua terceira edição. Ela é realizada entre os participantes do programa que queiram mostrar a capacidade que o animal tem em produzir leite e aproveitam para destacar a qualidade do gado. Durante os torneios também existem os participantes do grupo ‘Amigos’ – proprietários que não pertencem à agricultura familiar, mas praticam a atividade de pecuária leiteira.

Torneio Curraleiro tem início em maio

Nesta competição, os participantes se inscrevem e, a cada semana, o evento acontece em uma propriedade.  São encontros para pesagens de leite. Quem tiver o animal que produza mais em um só dia, vence a disputa. O Torneio iniciará em maio.  

As pesagens acontecem durante quatro meses. Ao final dos encontros, os três primeiros colocados recebem uma premiação. O fechamento sempre ocorre no período da Exposição Agropecuária e Industrial de Muriaé.

“O objetivo é trazer para a nossa cidade o título de grande produtora leiteira da região, um troféu que carregamos por muitos e muitos anos. Gostaríamos de ter novamente um lugar de destaque. No ano de 2018, tivemos vacas que produziram mais de 60 litros de leite em apenas um dia. Um número bastante significativo. O torneio também é uma forma de mostrar a qualidade dos animais e um modo de incentivar a comercialização de bons reprodutores”, explicou o secretário de Agricultura de Muriaé, Manoel Carvalho.

Categoria: Animais
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Policial liberta cachorro preso em toldo e ganha ‘abraço’ como forma de agradecimento

Publicado em 08/03/2019 às 16h06

Por vezes os cachorros são capazes de fazer coisas que nem os próprios donos compreendem.

Um cãozinho que mora em San Felipe, na província de Valparaíso, Chile, acabou se enroscando numa espécie de toldo de tecidos, onde ficou praticamente pendurado por várias horas.

Seus donos não estavam em casa, e sem ajuda, começou a chorar para chamar a atenção dos vizinhos, que acionaram a polícia.

O segundo-tenente da polícia civil da comuna, Giovanni Domke, foi o responsável pelo atendimento do chamado. Ao chegar à residência, onde ouviu o cachorro chorando muito, ele pulou o muro e cortou o toldo que prendia o bichinho. Aliviado (e agradecido), o cachorro deu uma espécie de “abraço” no policial.

O momento foi gravado em vídeo e publicado no perfil oficial da polícia chilena no Twitter, onde rapidamente viralizou entre os internautas.

Com a legenda “Estamos onde mais precisam de nós. Policial resgata um cão que se prendeu em um toldo sozinho em uma casa”, o post já acumula quase meio milhão de visualizações e 11 mil curtidas na rede social.

Sobre o acontecimento, Giovanni comentou: “Eu não sabia como ia reagir. Mas ele me abraçou com muito carinho. Decidi corresponder ao abraço porque amo animais, especialmente filhotes,” relembrou o policial.

O cãozinho não se machucou no incidente e após o resgate, passa bem.

Fonte: Razões para Acreditar

Categoria: Animais, Opinião
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Prefeitura amplia fiscalização contra abandono de animais de médio e grande porte

Publicado em 19/02/2019 às 16h47
Cavalos, bois e outras espécies à solta geram transtornos e oferecem riscos especialmente para motoristas
 
Animais de médio e grande porte soltos em locais públicos continuam gerando transtornos e oferecendo riscos para a população, especialmente para os motoristas. Para tentar reduzir o problema, a Prefeitura de Muriaé vai intensificar a fiscalização nas ruas e estradas, realizando operações em datas aleatórias. 
 
Assim, bois, cavalos e outras espécies que estiverem à solta serão levadas para o Centro de Controle de Zoonoses. Os proprietários terão prazo de até cinco dias para fazer a retirada - após esse período, os animais poderão ser colocados para doação ou venda.
 
As medidas são previstas pelo artigo 392 da lei 2.358/99, o Código de Posturas do Município (CPM). No item seguinte, o documento enumera as proibições quanto a maus tratos ou atos de crueldade cometidos contra animais - dentre eles, o de "abandoná-los em vias e logradouros públicos".
 
Além do CPM, a chamada Lei de Crimes Ambientais (lei federal número 9.605/1998) também aborda a questão de maus tratos a animais. O texto prevê aplicação de multa e pena de três meses a um ano de detenção para os infratores.
 
Confira o que a legislação diz sobre o assunto:
 
LEI 2.358/99 - CÓDIGO DE POSTURAS
 
Art. 392 - Os animais de médio e grande porte encontrados nas ruas, praças, estradas ou caminhos públicos serão recolhidos ao depósito da municipalidade.
 
§1º - O animal recolhido poderá ser retirado dentro do prazo máximo de 5 (cinco) dias, mediante pagamento da multa e das taxas devidas.
 
§2º - Não sendo retirado o animal nesse prazo, caberá à Prefeitura dar-lhe uma destinação, que poderá ser:
a) Doação, preferencialmente ao pequeno e médio produtor rural;
b) Venda em hasta pública, na forma da Lei.
 
§3º - Os serviços de apreensão e depósito dos animais recolhidos poderão ser realizados diretamente pelo Município de Muriaé ou, indiretamente, por pessoa física ou jurídica, mediante a celebração de convênio ou contrato administrativo.
 
§4º - No caso de doação, o interessado deverá assinar um Termo de Compromisso, de modelo próprio da Prefeitura, declarando estar ciente sobre as leis de proteção e bem estar animal e de fiscalização dos órgãos municipais.
 
Art. 393 – É expressamente proibido, a qualquer pessoa, maltratar os animais ou praticar atos de crueldade contra os mesmos, tais como:
 
I – fazê-lo trabalhar doentes, feridos ou aleijados;
 
II – abandoná-los em vias e logradouros públicos;
 
III – mantê-lo em lugares inadequados, sem água, ar, luz e alimentos;
 
IV – ter animais destinados à venda em locais que não reúnam as condições de higiene, alimentação e comodidade adequada.
 
 
LEI 9.605/98 - LEI DE CRIMES AMBIENTAIS
Seção I - Dos Crimes contra a Fauna
Art. 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
Categoria: Animais, Opinião
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