Meio Ambiente

‘Flauta purificadora’ fornece água potável instantânea em áreas sem saneamento básico

Publicado em 21/08/2019 às 08h07

Um dos problemas mais graves enfrentados pelos países em desenvolvimento é a falta de água potável e a carência de investimentos em saneamento básico, o que compromete a distribuição, a coleta e o tratamento de água e esgoto.

Inúmeras famílias precisam caminhar longas distâncias até a fonte mais próxima para garantir o que beber no dia. Enchem-se galões enormes e pesados, que precisam ser transportados até suas casas, cuja água ainda deve ser fervida para se tornar bebível.

Felizmente, uma invenção simples e inovadora surgiu para filtrar a água de lagos e rios, tornando-a instantaneamente potável. Trata-se do LifeStraw, um dispositivo que filtra 99,99% das bactérias e protozoários presentes na água, fazendo isso no momento em que o líquido é sugado pelo equipamento.

A invenção permite que pessoas com dificuldade de acesso à água potável possam ir até a fonte mais próxima e beber diretamente de lá sem arriscar-se contrair qualquer infecção, uma vez que o dispositivo elimina todas as bactérias consideradas nocivas ao organismo.

A água é um recurso indispensável para todos os seres vivos, e por isso mesmo, qualquer invenção que ajude a purificá-la com eficiência merece ser tratada como revolucionária, ainda mais se o custo para isso for acessível.

Além de ser vital para famílias carentes, o LifeStraw também é uma excelente opção para viajantes que muitas vezes carecem de água potável em meio às áreas em que se aventuram.

O dispositivo é bastante durável, uma vez que cada filtro é capaz de purificar cerca de 270 galões de água (5400 litros). Em outras palavras, um só LifeStraw é capaz de manter uma família de 4 pessoas hidratadas por cinco meses consecutivos.

Além da “flauta purificadora”, a empresa desenvolveu uma linha de garrafas térmicas e jarros de tratamento. Para cada produto vendido, a empresa aloca parte do lucro para ajudar crianças em comunidades carentes em todo o mundo.

A empresa estima ter ajudado diretamente mais de um milhão de pessoas com o auxílio das receitas de produtos vendidos nos países desenvolvidos.

Uma excelente e inovadora invenção que leva o componente essencial da vida para aqueles que muito precisam. Para mais informações, você pode visitar o site da LifeStraw clicando aqui.

Fonte: Life Straw/Fotos: Reprodução/Life Straw

Categoria: Meio Ambiente, Saúde
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Evento leva atividades físicas ao ar livre para muriaeenses

Publicado em 16/04/2019 às 09h19
Prefeitura realiza segunda edição do 'Agita NASF' na lagoa da Gávea, levando mais saúde e qualidade de vida para participantes

Celebrando os dias mundiais da atividade física e da saúde (comemorados em 6 e 7 de abril, respectivamente), a segunda edição do "Agita NASF" reuniu dezenas de pessoas para a prática de exercícios físicos ao ar livre. O evento, promovido pela Prefeitura de Muriaé através da Secretaria Municipal de Saúde, aconteceu na manhã do último sábado (13), na Lagoa da Gávea, levando mais qualidade de vida para os participantes.

A iniciativa foi coordenada pela equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (o citado NASF), que desenvolve trabalho complementar junto às unidades básicas de saúde de Muriaé e conta com diversos profissionais - fisioterapeuta, educador físico, assistente social, psicólogo e nutricionista, dentre outros.

Moradora do bairro Santo Antônio, a dona Lindaura Gonçalves participa ativamente do NASF na comunidade. Ela conta que toda semana, de terça até sexta-feira, está presente às sessões de exercícios, que são totalmente gratuitas. "Eu tenho problemas de pressão alta, diabetes e colesterol, e fazer atividade física me ajuda a manter as taxas controladas", conta. Seu marido, Hélio de Souza, também marca presença com frequência. No evento de sábado, não poupou energia. "Foi muito bom, me exercitei muito. Fiquei cansado, mas foi ótimo", relata.
 


Contato com a natureza - A iniciativa de realizar o Agita NASF na lagoa da Gávea foi elogiada pelos participantes. O local, que estava abandonado e foi totalmente revitalizado ao longo dos últimos dois anos, já caiu no gosto dos muriaeenses e tornou-se um dos principais espaços de lazer da cidade.

"A atividade física é um dos pilares da saúde e do bem estar. E a lagoa é o local perfeito para este tipo de evento, pois permite que as pessoas respirem um ar mais puro, ficando em contato direto com a natureza e contando com áreas bem sombreadas", destaca o secretário municipal de Saúde, Paulo César de Oliveira.

 

 
 
 
 
Categoria: Meio Ambiente
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Jovens fazem vaquinha para ajudar catador de lixo que trabalha no Carnaval

Publicado em 07/03/2019 às 09h03

Os dias de folia que marcam o Carnaval são lembrados como uma grande festa e confraternização entre milhões de pessoas que saem às ruas para se divertir e comemorar. Mas não é todo mundo que consegue cair na folia.

Muitas pessoas simplesmente não podem se dar ao luxo de pararem de trabalhar para se divertir. É o caso de um catador de lixo, cujo esforço e dedicação acabou sendo reconhecido por um grupinho de jovens que estavam foliando num bloco de carnaval de rua em São Paulo. Os rapazes decidiram fazer uma vaquinha entre eles por ali mesmo e entregaram o dinheiro ao catador logo em seguida para ajudá-lo de alguma forma.

Nem o catador, nem os rapazes foram identificados, mas o gesto de empatia mostra que um número grande e cada vez crescente de pessoas têm se preocupado com o próximo. O mundo tem jeito. Pessoas boas não faltam por aí.

Ações como essa certamente inspiram e renovam as esperanças de muitas pessoas e nos instiga a sermos mais humildes e sensíveis às necessidades dos outros. Boas ações geram boas ações!

Uma internauta registrou o momento em que os foliões entregavam o dinheiro ao catador e postou no Instagram. No vídeo, o homem reage incrédulo, não acreditando que aquilo era pra ele.

"É sério? É sério?", ele responde várias vezes. Os jovens em seguida agradecem o trabalho dele no Carnaval, entendendo que ele é parte importante da festa.

"Não cheguei a conhecer o catador e nem os foliões, tentei ficar invisível. De toda forma fica registrado meus parabéns para todos! Essa não foi a única cena que presenciei de agradecimento aos catadores nos últimos carnavais , mas foi a única que consegui gravar. Aos poucos as pessoas estão entendendo que #CarnavalSemCatadorÉLixo!", disse a internauta.

Agora é necessário que o governo e o setor privado do país, que muita lucra com o Carnaval, reconheçam essas pessoas e as inclua de maneira mais justa e igualitária no mercado de trabalho. Queremos mais inclusão!

Categoria: Meio Ambiente, Opinião
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Anvisa reavalia glifosato e descarta risco de câncer pelo consumo de alimentos

Publicado em 01/03/2019 às 09h25

Mas admite possibilidade de problemas a produtores e ao meio rural em casos de aplicação indevida e vai abrir consulta pública para refazer regulamentação


Brasília (28/02/2019) - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reavaliou o risco do glifosato e concluiu que não causa mutações no DNA, o código genético humano (não mutagênico), nem nos embriões ou fetos (teratogênico), não é cancerígeno (carcinogênico) e não é desregulador endócrino (não afeta o sistema hormonal), não afetando a reprodução.

A Anvisa alertou, entretanto, que os trabalhadores que atuam em lavouras precisam ter cuidados especiais. Para isso, são importantes o uso de Equipamentos de Proteção Individual (traje/equipamentos especiais para a aplicação do produto nas lavouras), além do controle para evitar dispersão (deriva) do produto quer seja aérea, terrestre ou na água.

A Anvisa utilizou estudos sobre os efeitos do glifosato realizados no Canadá, Estados Unidos e Europa. Também foram analisados dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que mostraram o perfil de intoxicações por glifosato no Brasil. Os dados do monitoramento de água para consumo humano no Brasil produzidos entre 2014 e 2016 também foram incluídos para ser conhecido o risco do glifosato aos seres humanos. Foram analisadas 22.704 amostras de água e em apenas 0,03% dos casos havia presença de glifosato em nível acima do limite permitido.

A Reavaliação foi iniciada em 2008, tem cerca de 400 páginas e utilizou dados nacionais sobre agrotóxicos. Entre as informações analisadas estão os números sobre a existência de resíduos destes produtos, feitos em 906 amostras de arroz, manga e uva.

A Anvisa decidiu abrir consulta pública, com prazo de 90 dias, para recebimento de sugestões à nova regulamentação de uso do glifosato no país. E já inicia com propostas de proibição de formulações do tipo EW (emulsão óleo em água) para reduzir possibilidade de inalação e absorção pela pele; rodízio de trabalhadores nas atividades de aplicação com trator (mistura, abastecimento e aplicação); equipamento de proteção individual (EPI) e carência para reentrada do trabalhador em áreas tratadas; adoção de tecnologia para redução da dispersão; faixa de segurança de 10 metros na lavoura quando houver povoações a 500 metros de distância; definição do limite de exposição e tolerância para o trabalhador rural.

O glifosato é o produto (ingrediente ativo) mais utilizado no Brasil para a eliminação de ervas daninhas, sendo usado nas lavouras de soja, milho, algodão, arroz, feijão, café, banana, cacau, cana-de-açúcar, citros, coco, fumo, maçã, mamão, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, ameixa, seringueira, trigo, uva e nas florestas de eucalipto e pinus.

Rússia

Segundo a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, a presença alegada de glifosato em carga de soja exportada à Rússia se deveu ao fato dos russos exigirem uma dosagem muito menor na soja – 0,15 parte por milhão (PPM) - do que a determinada pelo Codex Alimentarius (código alimentar internacional) que é de 20 PPM. “O Brasil usa 10 PPM, portanto está absolutamente dentro do que o Codex prevê".

Todas as amostras de soja que foram retiradas e que o Ministério mandou à Rússia provaram que havia muito menor quantidade de glifosato do que as fixadas pelas normas internacionais. Enfim, esse assunto está resolvido”, garante a ministra. Tereza Cristina afirmou ainda que “o produto cultivado pelo agricultor brasileiro, atestado pelos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e Anvisa e colocado à mesa dos consumidores é absolutamente seguro”.

O coordenador geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério, Carlos Ramos Venancio, informa que nenhum país do mundo proíbe o uso do glifosato. Além disso, não existe substituto para ele e os demais produtos usados para combater as pragas são mais tóxicos e o preço do glifosato é mais acessível com a oferta de genéricos .

Com informações da Anvisa

Categoria: Meio Ambiente, Saúde
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Pequenos foliões produzem confete sustentável

Publicado em 01/03/2019 às 09h11

O carnaval pode ser uma forma bem educativa de ensinar sustentabilidade para os foliões do futuro. Em uma parceria do Colégio Sagrado Coração de Maria com as famílias dos seus alunos, as turmas de maternal III, com crianças de 3 a 4 anos, estão confeccionando confete sustentável na sala de aula. E a matéria-prima vem da própria escola: o confete é feito com as folhas que caem das Mangueiras espalhadas no pátio da instituição. Acompanhados pela professora e com furador de papel, os pequenos se divertem produzindo confetes em formato de bolinhas e estrelinhas, além de aprenderem um pouco mais sobre as árvores e plantas do jardim do Colégio.

Categoria: Meio Ambiente
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Males físicos e psicológicos podem atingir sobreviventes e moradores de Brumadinho

Publicado em 06/02/2019 às 15h39

Contaminação dos rejeitos pode afetar a saúde de sobreviventes e moradores como ocorreu em Mariana. São doenças variadas, como problemas respiratórios, infecciosos e mentais

Como se não bastasse toda a dor da perda, os atingidos pela tragédia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, terão de lidar com problemas de saúde e doenças das mais variadas, físicas e psíquicas. O impacto da contaminação dos rejeitos sobre a população acarretará mazelas respiratórias, intoxicações, afecções de pele, doenças mentais e comportamentais, doenças infecciosas e muito mais. Enfermidades que os moradores e sobreviventes do desastre de Mariana enfrentam desde novembro de 2015.
Evangelina da Motta Pacheco Alves de Araújo Vormittag, médica patologista clínica e microbiologista com doutorado em patologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de sustentabilidade pela Faculdade de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV) e em gestão de políticas em saúde informadas por evidências pelo Ministério de Saúde e Hospital Sírio-Libanês, alerta que “os efeitos da saúde vão além de doença, as consequências são irreparáveis”.

Idealizadora e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade (ISS) em março de 2017, Evangelina foi uma das autoras do estudo “Avaliação dos riscos em saúde da população afetada pelo desastre de Mariana”, a partir de iniciativa da sociedade civil com gestão de recursos do Greenpeace. O foco dos pesquisadores foi o município de Barra Longa, o segundo alcançado pela lama tóxica da Barragem do Fundão, cuja população representa uma das mais expostas aos riscos da degradação ambiental. O estudo teve como objetivo identificar a saúde física, mental e social, além do atendimento das suas necessidades. Foram 507 entrevistas com os moradores residentes nas áreas urbana e rural, dos quais 37% confirmaram saúde pior do que antes do desastre.

Entre os problemas de saúde relatados, 40,5% são respiratórios, 15,8% doenças de pele e tecido subcutâneo, 11% transtornos mentais e comportamentais, 6,8% doenças infecciosas, 6,3% doenças do olhos e 3,1% problemas do aparelho digestório. Outras enfermidades, 16,5%. Em relação às crianças de até 13 anos, 60% queixaram de doenças respiratórias.
A saúde dos atingidos pelo desastre de barragem está comprometida de diversas formas e para o resto da vida. Terão de lidar com vetores de doenças como dengue, chikungunya, zika vírus, esquistossomose, Chagas, leishmaniose e problemas com animais peçonhentos deslocados do seu habitat. Em Brumadinho, já foi confirmada a contaminação do Rio Paraopeba pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em conjunto com a Agência Nacional de Águas (ANA), o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Copasa. Foram verificadas concentrações de chumbo e mercúrio 21 vezes maior do que o limite permitido pelas normas ambientais. Também foram constatadas a presença no manancial de outros metais, como níquel, cádmio e zinco, acima dos valores que podem ser tolerados, apresentando riscos à saúde humana e animal”.

Evangelina Vormittag alerta que para tratar as pessoas afetadas a medida esperada é afastá-las do local. Para a médica, “em Brumadinho, a primeira atuação deve ser assistência à saúde”. “A omissão, vivida em Barra Longa, é desesperadora e não pode se repetir. É preciso que saibam que o adoecimento tem fases. A primeira, que dura de dias a um mês, a que vive Brumadinho agora, é a de lesões, acidentes, fraturas e mortes. A segunda, de dois a seis meses, chamada de recuperação, é a das doenças infecciosas, crônicas, pressão alta, descontrole do diabetes, doenças psicológicas e mentais, o acúmulo de lixo com a proliferação do mosquito. E a última fase, a da reconstrução, é a da intoxicação (gravíssima), derrame cerebral, que pode durar anos e piorar.” Ela lembra os desastres de Chernobil, ocorrido em 1986, na Ucrânia, que na época fazia parte da então União Soviética; e Fukushima, no Japão, em 2011. Com consequências para a saúde dos afetados até hoje.



DISTÚRBIOS PÓS-TRAUMÁTICOS 

A médica patologista clínica alerta que “o desastre em Brumadinho não é natural, é tecnológico, ou seja, há um culpado”. “Nesse caso, o risco é que a comunidade não se organiza bem e as decisões são morosas. Quando o desastre é químico, envolve toxicidade, as pessoas ficam inseguras, estigmatizadas, receosas e a saúde mental é a mais afetada, há maior propensão dos distúrbios pós-traumáticos e aumento do risco de suicídio”, explica. Por isso, Evangelina Vormittag avisa, é preciso que “imediatamente ocorra a assistência, o reparo e o resgate dessa população com acesso a psicólogos e assistentes sociais. Nesse primeiro momento, não é necessário médico psiquiatra.”

Fonte: www.em.com.br

 

 

Categoria: Ciência, Meio Ambiente, Saúde
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Fraldas laváveis estão de volta com novo sistema higiênico

Publicado em 05/12/2018 às 16h24

Fraldas laváveis de algodão estão de volta e agora com um sistema higiênico. Elas vem com uma folha biodegradável que retém as fezes. Esta folha vai para a lata de lixo e mantém a fralda praticamente limpa. Para ter certeza de que você não precisa tocar em nada que não queira, as fraldas laváveis são colocadas em um balde que tem uma rede no interior.

Quando o balde estiver cheio, você retira a rede e coloca a fralda numa máquina de lavar. Se você estiver em trânsito, fora de casa, há o saco úmido: completamente à prova d’água. Além disso, elas são mais baratas, melhores para o meio ambiente e ainda protegem a pele do bebê.

Economia

A novidade vem da Europa. Há cerca de 3 anos, Anne e Hanna começaram o billenboetiek, ou boutique das nádegas, em português. Com base na própria experiência, elas sabiam o que podiam e tinham que fornecer e passaram a vender as fraldas numa loja virtual com sede na Holanda. Para o bolso dos pais também é um alívio: um pacote com 36 fraldas laváveis equivale a 6.000 descartáveis.

Sustentáveis

Mas o argumento mais forte para fazer a mudança para fraldas laváveis é o meio-ambiente. Todos os anos, as fraldas descartáveis geram 7,6 bilhões de quilos de lixo somente nos EUA! 

Isso é suficiente para ir até a lua e voltar 9 vezes. A boutique das nádegas vende fraldas para 3% dos habitantes holandeses – portanto, 3% de 18 milhões de pessoas –  com isso, eles já economizaram mais de 1 milhão de fraldas descartáveis.

Clique aqui para ver como comprar as fraldas ambientalmente amigáveis e baratas.

Com informações do BrightVibes

Categoria: Meio Ambiente, Opinião
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Ministério Público de MG utiliza película amiga dos pássaros em obra da sede em Caeté

Publicado em 14/11/2018 às 15h03

Tecnologia inovadora evita choque de aves contra superfícies de vidro, evitando a morte dos animais

Uma das maiores causas de mortes de pássaros é o choque contra vidros de edificações, como fachadas de prédios, muros de vidro e residências. Estima-se que os casos cheguem a 1 bilhão por ano em todo o mundo. Para evitar este problema, cada vez mais as construções sustentáveis buscam alternativas que possam proteger a vida destes animais.

Um exemplo vem da restauração do prédio que abriga a sede do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, em Caeté. Como o órgão é um defensor do Meio Ambiente, surgiu a preocupação de que as superfícies de vidro da obra não provocassem o choque de pássaros e suas mortes. A equipe técnica do Ministério Público buscou soluções em todo o país até encontrar o "Película Amiga dos Pássaros", projeto desenvolvido peladesigner, Eloiza Besouchet, diretora da empresa catarinense, Película Chic.

Segundo a empresária, o problema dos choques acontece porque a visão dos pássaros é diferente da humana. "Superfícies de vidro, principalmente em prédios altos ou que refletem o ambiente natural (céu, árvores), são percebidas pelos pássaros não como obstáculo e sim como 

uma continuação do espaço. É isso que provoca tantos impactos", explica Eloiza.

"Em países mais desenvolvidos existe uma grande preocupação com este problema, e por isso o mercado Bird Friendly está em um estágio mais avançado. Mas aqui no Brasil o assunto ainda recebe pouca atenção. Foi isso o que me motivou a pesquisar e desenvolver algo nesta área", conta Eloiza.

Tecnologia aponta a distância correta entre os desenhos

A película é feita de vinil, onde são impressos pequenos desenhos com várias opções de modelos. O segredo para proteger as aves está na distância entre estes desenhos, que colocados na distância correta permitem que os pássaros percebam que há um obstáculo e consigam desviar do vidro sem se chocarem.

O professor e especialista em pássaros,Guilherme Renzo Rocha Brito, do Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), aprova o uso da película. "Fiquei bastante feliz e impressionado com a iniciativa e o desenvolvimento deste produto. A adesivagem realmente facilita para a ave perceber que há um obstáculo, pois quebram os reflexos e diminuem a sensação de continuidade do ambiente que os vidros lisos causam", afirma.

Sobre a Película "Amiga dos Pássaros"
A Película Amiga dos Pássaros tem 98% de eficiência e duração entre dois e cinco anos, dependendo do local de instalação, da manutenção e também de outros fatores tais como a incidência do sol e a umidade. É aplicada preferencialmente na parte interna do vidro, o que ajuda a garantir maior durabilidade. Pode ser utilizada em qualquer tipo de superfície de vidro liso e construção, sendo indicada para prédios altosedificações com grande quantidade de vidros e também as localizadas em áreas rurais.

Nos quatro anos em que atua com a Película Amiga dos Pássaros, a empresa já atendeu a quase 500 pedidos, de todas as partes do país. "São clientes das mais diversas áreas, principalmente escritórios, coberturas, sacadas, vidraçarias, condomínios, construtoras e restaurantes", diz Eloiza, que faz a comercialização do produto por meio da sua loja virtual.

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Categoria: Animais, Meio Ambiente
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Brasil discute cidades inteligentes sem resolver questões básicas, como o saneamento

Publicado em 04/09/2018 às 14h44

ABCON e SINDCON mostram a realidade do setor durante o Connected Smart Cities, em São Paulo, nesta quarta-feira (05.09)

Um país que busca a modernidade, mas ainda não superou desafios essenciais para o desenvolvimento econômico e social.

Esse é o retrato do Brasil e de seu saneamento, que será apresentado pela ABCON (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) nesta quarta-feira, 05.09, durante o congresso Connected Smart Cities, em São Paulo.

Hoje, mais de 35 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso à água potável, e 100 milhões não possuem acesso aos serviços de esgoto. Pouco mais da metade esgoto produzido no país é coletado, e apenas 39% do total é tratado.

O investimento para reverter esse quadro de apartheid social precisa dobrar nos próximos anos, a fim de que o país consiga universalizar o saneamento até 2033, conforme preconiza o Plansab (Plano Nacional de Saneamento Básico).

Desde a publicação do plano, em 2013, o Brasil nunca conseguiu atingir a meta estabelecida, tendo investido em 2016 apenas R$ 11 bilhões no setor. O resultado é que o volume de investimentos necessários chega a R$ 22 bilhões/ano. Diante desse cenário, a contribuição da iniciativa privada é essencial para o país atingir suas metas de universalização e deixar de apresentar índices de saneamento que são alarmantes para a saúde pública.

O diretor de relações institucionais da ABCON, Percy Soares Neto, alerta para a chance que o país tem de encaminhar uma mudança significativa para o saneamento com a aprovação da Medida Provisória 844, que se encontra em processo de apreciação no Congresso Nacional. "A MP 844 moderniza o marco regulatório do setor e traz avanços fundamentais para aumentar o investimento nos serviços de água e esgoto", afirma Percy.

O Connected Smart Cities traz também exemplos bem-sucedidas de parcerias público-privadas no saneamento, com a apresentação dos casos dos municípios de Palestina e Piracicaba, cidades do interior paulista que contam com a gestão e operação privadas no saneamento.

"As concessionárias privadas possuem R$ 37,6 bilhões de investimentos comprometidos em contratos com mais de 300 municípios, dos quais quase 60% são cidades com até 20 mil habitantes. A participação de mercado é ainda pequena, gira em torno de 6%, mas já somos responsáveis por 20% dos investimentos. Com isonomia competitiva e regulação eficiente, a iniciativa privada pode colaborar ainda mais para a universalização dos serviços", conclui Alexandre Lopes, presidente do SINDCON (Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto).

Categoria: Meio Ambiente
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Menino de 7 anos tem sua própria empresa de reciclagem

Publicado em 16/08/2018 às 16h23

Quando ele tinha três anos e meio, Ryan Hickman visitou um centro de reciclagem na Califórnia e encontrou uma paixão. No dia seguinte, anunciou para seu pai, Damion, que abriria seu negócio:

“Meu novo negócio! Vou pegar todas as latas e garrafas de todo mundo do bairro”, e apontou para a rua.

Hoje, com  7 anos, ele é o CEO, gerente e funcionário da Ryan’s Recycling Company. Ele tem 50 clientes e já reciclou mais de 200.000 garrafas e latas.

Embora Ryan diga que não se lembra do que fez tudo começar (já passou a metade da sua vida!), ele continua apaixonado pela causa.

“É porque as garrafas chegam ao oceano e os animais adoecem e morrem”, diz ele.

De acordo com Damion Hickman, Ryan já arrecadou mais de US $ 11 mil. O dinheiro está indo para sua poupança para a faculdade, embora Ryan diga que quer comprar um caminhão de lixo e tocar seu negócio de coleta de lixo.

Quatro anos depois do empreendimento, os vizinhos já se acostumaram com o garotinho que vem pedindo seus recicláveis, e os mais entusiasmados ligam para pedir uma picape ou até mesmo deixam suas sacolas na porta do Hickman.

Na escola, a atividade favorita de Ryan é ajudar o zelador, o Sr. José, a separar o lixo.

“Minha esposa e eu o apoiamos, mas dissemos a ele que se ele quiser parar, ele pode”, diz Hickman.

“Quero vê-lo com amigos, mas a reciclagem o deixa muito feliz. Na verdade, ele recrutou seus amigos agora, por isso é Ryan e cinco de seus amigos ajudando o Sr. José”, completou.

Seu pai, um designer gráfico, enfatiza que o mérito todo vai para Ryan, embora ele seja o motorista.

“A cada três semanas ou mais vamos ao centro de reciclagem – e eu também o ajudo a classificar o lixo em vidro, alumínio e plástico”, disse.

Apesar da manifestação de apoio e gratidão, Hickman continua um pouco cauteloso.

“Eu tento desencorajar doações diretas, não quero que as pessoas pensem que estamos tentando ganhar dinheiro com a criança”, diz ele.

“Nós certamente apreciamos isso e eu percebo que isso faz as pessoas se sentirem bem; 99% dos comentários dizem o quão inspirador é. Mas alguns comentários dizem que o garoto é uma ferramenta de marketing para um negócio e nós apenas tentamos não lê-los. Comecei a digitar uma resposta uma vez e parei. Sinto que não vale a pena”, concluiu.

Fonte: Razões para Acreditar

 

Categoria: Meio Ambiente
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