Meio Ambiente

Males físicos e psicológicos podem atingir sobreviventes e moradores de Brumadinho

Publicado em 06/02/2019 às 15h39

Contaminação dos rejeitos pode afetar a saúde de sobreviventes e moradores como ocorreu em Mariana. São doenças variadas, como problemas respiratórios, infecciosos e mentais

Como se não bastasse toda a dor da perda, os atingidos pela tragédia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, terão de lidar com problemas de saúde e doenças das mais variadas, físicas e psíquicas. O impacto da contaminação dos rejeitos sobre a população acarretará mazelas respiratórias, intoxicações, afecções de pele, doenças mentais e comportamentais, doenças infecciosas e muito mais. Enfermidades que os moradores e sobreviventes do desastre de Mariana enfrentam desde novembro de 2015.
Evangelina da Motta Pacheco Alves de Araújo Vormittag, médica patologista clínica e microbiologista com doutorado em patologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de sustentabilidade pela Faculdade de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV) e em gestão de políticas em saúde informadas por evidências pelo Ministério de Saúde e Hospital Sírio-Libanês, alerta que “os efeitos da saúde vão além de doença, as consequências são irreparáveis”.

Idealizadora e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade (ISS) em março de 2017, Evangelina foi uma das autoras do estudo “Avaliação dos riscos em saúde da população afetada pelo desastre de Mariana”, a partir de iniciativa da sociedade civil com gestão de recursos do Greenpeace. O foco dos pesquisadores foi o município de Barra Longa, o segundo alcançado pela lama tóxica da Barragem do Fundão, cuja população representa uma das mais expostas aos riscos da degradação ambiental. O estudo teve como objetivo identificar a saúde física, mental e social, além do atendimento das suas necessidades. Foram 507 entrevistas com os moradores residentes nas áreas urbana e rural, dos quais 37% confirmaram saúde pior do que antes do desastre.

Entre os problemas de saúde relatados, 40,5% são respiratórios, 15,8% doenças de pele e tecido subcutâneo, 11% transtornos mentais e comportamentais, 6,8% doenças infecciosas, 6,3% doenças do olhos e 3,1% problemas do aparelho digestório. Outras enfermidades, 16,5%. Em relação às crianças de até 13 anos, 60% queixaram de doenças respiratórias.
A saúde dos atingidos pelo desastre de barragem está comprometida de diversas formas e para o resto da vida. Terão de lidar com vetores de doenças como dengue, chikungunya, zika vírus, esquistossomose, Chagas, leishmaniose e problemas com animais peçonhentos deslocados do seu habitat. Em Brumadinho, já foi confirmada a contaminação do Rio Paraopeba pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em conjunto com a Agência Nacional de Águas (ANA), o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Copasa. Foram verificadas concentrações de chumbo e mercúrio 21 vezes maior do que o limite permitido pelas normas ambientais. Também foram constatadas a presença no manancial de outros metais, como níquel, cádmio e zinco, acima dos valores que podem ser tolerados, apresentando riscos à saúde humana e animal”.

Evangelina Vormittag alerta que para tratar as pessoas afetadas a medida esperada é afastá-las do local. Para a médica, “em Brumadinho, a primeira atuação deve ser assistência à saúde”. “A omissão, vivida em Barra Longa, é desesperadora e não pode se repetir. É preciso que saibam que o adoecimento tem fases. A primeira, que dura de dias a um mês, a que vive Brumadinho agora, é a de lesões, acidentes, fraturas e mortes. A segunda, de dois a seis meses, chamada de recuperação, é a das doenças infecciosas, crônicas, pressão alta, descontrole do diabetes, doenças psicológicas e mentais, o acúmulo de lixo com a proliferação do mosquito. E a última fase, a da reconstrução, é a da intoxicação (gravíssima), derrame cerebral, que pode durar anos e piorar.” Ela lembra os desastres de Chernobil, ocorrido em 1986, na Ucrânia, que na época fazia parte da então União Soviética; e Fukushima, no Japão, em 2011. Com consequências para a saúde dos afetados até hoje.



DISTÚRBIOS PÓS-TRAUMÁTICOS 

A médica patologista clínica alerta que “o desastre em Brumadinho não é natural, é tecnológico, ou seja, há um culpado”. “Nesse caso, o risco é que a comunidade não se organiza bem e as decisões são morosas. Quando o desastre é químico, envolve toxicidade, as pessoas ficam inseguras, estigmatizadas, receosas e a saúde mental é a mais afetada, há maior propensão dos distúrbios pós-traumáticos e aumento do risco de suicídio”, explica. Por isso, Evangelina Vormittag avisa, é preciso que “imediatamente ocorra a assistência, o reparo e o resgate dessa população com acesso a psicólogos e assistentes sociais. Nesse primeiro momento, não é necessário médico psiquiatra.”

Fonte: www.em.com.br

 

 

Categoria: Ciência, Meio Ambiente, Saúde
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Fraldas laváveis estão de volta com novo sistema higiênico

Publicado em 05/12/2018 às 16h24

Fraldas laváveis de algodão estão de volta e agora com um sistema higiênico. Elas vem com uma folha biodegradável que retém as fezes. Esta folha vai para a lata de lixo e mantém a fralda praticamente limpa. Para ter certeza de que você não precisa tocar em nada que não queira, as fraldas laváveis são colocadas em um balde que tem uma rede no interior.

Quando o balde estiver cheio, você retira a rede e coloca a fralda numa máquina de lavar. Se você estiver em trânsito, fora de casa, há o saco úmido: completamente à prova d’água. Além disso, elas são mais baratas, melhores para o meio ambiente e ainda protegem a pele do bebê.

Economia

A novidade vem da Europa. Há cerca de 3 anos, Anne e Hanna começaram o billenboetiek, ou boutique das nádegas, em português. Com base na própria experiência, elas sabiam o que podiam e tinham que fornecer e passaram a vender as fraldas numa loja virtual com sede na Holanda. Para o bolso dos pais também é um alívio: um pacote com 36 fraldas laváveis equivale a 6.000 descartáveis.

Sustentáveis

Mas o argumento mais forte para fazer a mudança para fraldas laváveis é o meio-ambiente. Todos os anos, as fraldas descartáveis geram 7,6 bilhões de quilos de lixo somente nos EUA! 

Isso é suficiente para ir até a lua e voltar 9 vezes. A boutique das nádegas vende fraldas para 3% dos habitantes holandeses – portanto, 3% de 18 milhões de pessoas –  com isso, eles já economizaram mais de 1 milhão de fraldas descartáveis.

Clique aqui para ver como comprar as fraldas ambientalmente amigáveis e baratas.

Com informações do BrightVibes

Categoria: Meio Ambiente, Opinião
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Ministério Público de MG utiliza película amiga dos pássaros em obra da sede em Caeté

Publicado em 14/11/2018 às 15h03

Tecnologia inovadora evita choque de aves contra superfícies de vidro, evitando a morte dos animais

Uma das maiores causas de mortes de pássaros é o choque contra vidros de edificações, como fachadas de prédios, muros de vidro e residências. Estima-se que os casos cheguem a 1 bilhão por ano em todo o mundo. Para evitar este problema, cada vez mais as construções sustentáveis buscam alternativas que possam proteger a vida destes animais.

Um exemplo vem da restauração do prédio que abriga a sede do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, em Caeté. Como o órgão é um defensor do Meio Ambiente, surgiu a preocupação de que as superfícies de vidro da obra não provocassem o choque de pássaros e suas mortes. A equipe técnica do Ministério Público buscou soluções em todo o país até encontrar o "Película Amiga dos Pássaros", projeto desenvolvido peladesigner, Eloiza Besouchet, diretora da empresa catarinense, Película Chic.

Segundo a empresária, o problema dos choques acontece porque a visão dos pássaros é diferente da humana. "Superfícies de vidro, principalmente em prédios altos ou que refletem o ambiente natural (céu, árvores), são percebidas pelos pássaros não como obstáculo e sim como 

uma continuação do espaço. É isso que provoca tantos impactos", explica Eloiza.

"Em países mais desenvolvidos existe uma grande preocupação com este problema, e por isso o mercado Bird Friendly está em um estágio mais avançado. Mas aqui no Brasil o assunto ainda recebe pouca atenção. Foi isso o que me motivou a pesquisar e desenvolver algo nesta área", conta Eloiza.

Tecnologia aponta a distância correta entre os desenhos

A película é feita de vinil, onde são impressos pequenos desenhos com várias opções de modelos. O segredo para proteger as aves está na distância entre estes desenhos, que colocados na distância correta permitem que os pássaros percebam que há um obstáculo e consigam desviar do vidro sem se chocarem.

O professor e especialista em pássaros,Guilherme Renzo Rocha Brito, do Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), aprova o uso da película. "Fiquei bastante feliz e impressionado com a iniciativa e o desenvolvimento deste produto. A adesivagem realmente facilita para a ave perceber que há um obstáculo, pois quebram os reflexos e diminuem a sensação de continuidade do ambiente que os vidros lisos causam", afirma.

Sobre a Película "Amiga dos Pássaros"
A Película Amiga dos Pássaros tem 98% de eficiência e duração entre dois e cinco anos, dependendo do local de instalação, da manutenção e também de outros fatores tais como a incidência do sol e a umidade. É aplicada preferencialmente na parte interna do vidro, o que ajuda a garantir maior durabilidade. Pode ser utilizada em qualquer tipo de superfície de vidro liso e construção, sendo indicada para prédios altosedificações com grande quantidade de vidros e também as localizadas em áreas rurais.

Nos quatro anos em que atua com a Película Amiga dos Pássaros, a empresa já atendeu a quase 500 pedidos, de todas as partes do país. "São clientes das mais diversas áreas, principalmente escritórios, coberturas, sacadas, vidraçarias, condomínios, construtoras e restaurantes", diz Eloiza, que faz a comercialização do produto por meio da sua loja virtual.

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Categoria: Animais, Meio Ambiente
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Brasil discute cidades inteligentes sem resolver questões básicas, como o saneamento

Publicado em 04/09/2018 às 14h44

ABCON e SINDCON mostram a realidade do setor durante o Connected Smart Cities, em São Paulo, nesta quarta-feira (05.09)

Um país que busca a modernidade, mas ainda não superou desafios essenciais para o desenvolvimento econômico e social.

Esse é o retrato do Brasil e de seu saneamento, que será apresentado pela ABCON (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) nesta quarta-feira, 05.09, durante o congresso Connected Smart Cities, em São Paulo.

Hoje, mais de 35 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso à água potável, e 100 milhões não possuem acesso aos serviços de esgoto. Pouco mais da metade esgoto produzido no país é coletado, e apenas 39% do total é tratado.

O investimento para reverter esse quadro de apartheid social precisa dobrar nos próximos anos, a fim de que o país consiga universalizar o saneamento até 2033, conforme preconiza o Plansab (Plano Nacional de Saneamento Básico).

Desde a publicação do plano, em 2013, o Brasil nunca conseguiu atingir a meta estabelecida, tendo investido em 2016 apenas R$ 11 bilhões no setor. O resultado é que o volume de investimentos necessários chega a R$ 22 bilhões/ano. Diante desse cenário, a contribuição da iniciativa privada é essencial para o país atingir suas metas de universalização e deixar de apresentar índices de saneamento que são alarmantes para a saúde pública.

O diretor de relações institucionais da ABCON, Percy Soares Neto, alerta para a chance que o país tem de encaminhar uma mudança significativa para o saneamento com a aprovação da Medida Provisória 844, que se encontra em processo de apreciação no Congresso Nacional. "A MP 844 moderniza o marco regulatório do setor e traz avanços fundamentais para aumentar o investimento nos serviços de água e esgoto", afirma Percy.

O Connected Smart Cities traz também exemplos bem-sucedidas de parcerias público-privadas no saneamento, com a apresentação dos casos dos municípios de Palestina e Piracicaba, cidades do interior paulista que contam com a gestão e operação privadas no saneamento.

"As concessionárias privadas possuem R$ 37,6 bilhões de investimentos comprometidos em contratos com mais de 300 municípios, dos quais quase 60% são cidades com até 20 mil habitantes. A participação de mercado é ainda pequena, gira em torno de 6%, mas já somos responsáveis por 20% dos investimentos. Com isonomia competitiva e regulação eficiente, a iniciativa privada pode colaborar ainda mais para a universalização dos serviços", conclui Alexandre Lopes, presidente do SINDCON (Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto).

Categoria: Meio Ambiente
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Menino de 7 anos tem sua própria empresa de reciclagem

Publicado em 16/08/2018 às 16h23

Quando ele tinha três anos e meio, Ryan Hickman visitou um centro de reciclagem na Califórnia e encontrou uma paixão. No dia seguinte, anunciou para seu pai, Damion, que abriria seu negócio:

“Meu novo negócio! Vou pegar todas as latas e garrafas de todo mundo do bairro”, e apontou para a rua.

Hoje, com  7 anos, ele é o CEO, gerente e funcionário da Ryan’s Recycling Company. Ele tem 50 clientes e já reciclou mais de 200.000 garrafas e latas.

Embora Ryan diga que não se lembra do que fez tudo começar (já passou a metade da sua vida!), ele continua apaixonado pela causa.

“É porque as garrafas chegam ao oceano e os animais adoecem e morrem”, diz ele.

De acordo com Damion Hickman, Ryan já arrecadou mais de US $ 11 mil. O dinheiro está indo para sua poupança para a faculdade, embora Ryan diga que quer comprar um caminhão de lixo e tocar seu negócio de coleta de lixo.

Quatro anos depois do empreendimento, os vizinhos já se acostumaram com o garotinho que vem pedindo seus recicláveis, e os mais entusiasmados ligam para pedir uma picape ou até mesmo deixam suas sacolas na porta do Hickman.

Na escola, a atividade favorita de Ryan é ajudar o zelador, o Sr. José, a separar o lixo.

“Minha esposa e eu o apoiamos, mas dissemos a ele que se ele quiser parar, ele pode”, diz Hickman.

“Quero vê-lo com amigos, mas a reciclagem o deixa muito feliz. Na verdade, ele recrutou seus amigos agora, por isso é Ryan e cinco de seus amigos ajudando o Sr. José”, completou.

Seu pai, um designer gráfico, enfatiza que o mérito todo vai para Ryan, embora ele seja o motorista.

“A cada três semanas ou mais vamos ao centro de reciclagem – e eu também o ajudo a classificar o lixo em vidro, alumínio e plástico”, disse.

Apesar da manifestação de apoio e gratidão, Hickman continua um pouco cauteloso.

“Eu tento desencorajar doações diretas, não quero que as pessoas pensem que estamos tentando ganhar dinheiro com a criança”, diz ele.

“Nós certamente apreciamos isso e eu percebo que isso faz as pessoas se sentirem bem; 99% dos comentários dizem o quão inspirador é. Mas alguns comentários dizem que o garoto é uma ferramenta de marketing para um negócio e nós apenas tentamos não lê-los. Comecei a digitar uma resposta uma vez e parei. Sinto que não vale a pena”, concluiu.

Fonte: Razões para Acreditar

 

Categoria: Meio Ambiente
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Muriaé registra redução do índice de infestação do Aedes aegypti

Publicado em 14/08/2018 às 16h47

Ações implantadas pela Prefeitura têm diminuído incidência do mosquito na cidade, beneficiando saúde dos muriaeenses; índice diminuiu de 1,6% para 1,1% em agosto

Os índices de infestação predial causados pelo Aedes aegypti em Muriaé reduziram de 1,6% em abril para 1,1% em agosto. Os dados são do Levantamento de Índice Rápido de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa), realizado pela Vigilância Ambiental entre os dias 6 e 9 deste mês. Os resultados foram consequência de ações organizadas pela Prefeitura, com objetivo de promover saúde aos muriaeenses. Tal redução representa a diminuição da possibilidade de epidemia causada pelo mosquito.

O índice atual de 1,1% é classificado como “médio risco” e bem próximo a 1%, considerado de “risco baixo” para o Ministério da Saúde. Na região do Centro, que havia apresentado maior número de infestação no último LIRAa (em abril), está com 0,3%, índice considerado baixo. A diretora de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf, atribui a redução do índice na região central à estratégia em aumentar o número de agentes de endemias e das visitas domiciliares, além das atividades de educação ambiental.

Porém, em alguns bairros, os muriaeenses precisam ter maior atenção com suas casas, procurando locais de possíveis focos, por apresentarem o maior número de infestação: Rosário, São Cristovão, Santa Terezinha, Porto, Chácara Leblon, Marambaia, Inconfidência I e II, Chalé, Porto Belo, AABB, São Pedro, Vale Verde, Safira e Planalto. “Moradores desses bairros devem ficar atentos aos materiais recicláveis como latinhas, garrafas pet, entulho, embalagens de plásticos, pois podem se tornar criadouros do Aedes aegypti, transmissor de doenças que provocam até a morte”, alerta a diretora de Saúde Ambiental.

 

Atividades educativas auxiliam na redução de focos do mosquito

A Prefeitura está realizando a campanha do “Sexta D”, com ações de educação ambiental em escolas e eventos da Prefeitura, para que os muriaeenses se conscientizem sobre a importância de evitar a proliferação do Aedes. “Estamos permanentemente atentos quando se trata da dengue, zika e chikungunya, realizando ações de prevenção. Mas esse trabalho depende do auxílio e participação de todos”, diz o prefeito Grego.

A melhor forma de evitar a dengue é combater os focos em locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante tomar medidas de prevenção, como: não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampas de refrigerantes, pneus velhos, jarros de flores, garrafas, caixas d’água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, jogar cloro nos ralos, limpar vasilhas de animais com esponja, colocar baldes em áreas cobertas virados para baixo, entre outros.

 

Categoria: Meio Ambiente, Saúde
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Energia elétrica sem desperdício e com segurança

Publicado em 25/07/2018 às 08h26

Dicas para consumo consciente da energia e com segurança no período das férias escolares.

É Julho, mês de férias escolares e de muita diversão. Por isso, a Energisa preparou uma série de dicas para você que vai curtir as férias com seus filhos em casa ou vai aproveitar o período para viajar. Fique atento: 

  • Aproveite a luz natural. Evite deixar lâmpadas acesas durante o dia. À noite, desligue as lâmpadas dos ambientes que você não estiver utilizando. As crianças devem fazer o mesmo. 
  • Evite que as crianças durmam com a televisão ligada. Neste caso, a dica é: use a opção de programação de tempo para desligamento automático. Desligue a TV quando ninguém estiver assistindo.
  • Computador também merece atenção especial. Sempre que você der uma pausa, desligue o monitor de vídeo. Ele é responsável por 70% do consumo de energia. Se puder, configure-o para desligar automaticamente após alguns minutos sem utilização.
  • Fique atento ao tempo de uso das TVs, computadores, vídeo games e outros brinquedos eletrônicos.  Estabeleça horários e evite desperdícios. Uma boa opção é brincar e praticar atividades com as crianças ao ar livre. 
  • A geladeira também merece uma atenção redobrada. Ela é responsável por até 30% do consumo de energia de uma residência. Por isso, evite abrir e fechar a geladeira com frequência. 
  • Aproveite os dias quentes. Deixe o chuveiro na posição verão, o que reduz a conta em cerca de 30% durante o mês. 

Para as crianças que gostam de soltar pipa, lembre-se: pipa e rede elétrica não combinam. Neste caso: 

          * Escolha lugares abertos, longe da rede elétrica, como campos de futebol e parques.

          * Nunca tente retirar pipa enrolada em fios elétricos.

          * Não use papel alumínio ou fios metálicos para fazer a sua pipa. Esses materiais conduzem energia elétrica com mais facilidade e provocam choques e curto-circuito. ​

 

Se for viajar, apague todas as luzes e evite o modo stand-by (modo de espera) dos eletroeleletrônicos. O ideal é retirar os aparelhos da tomada, principalmente aqueles que não são de uso contínuo.

 

Em caso de viagens longas, é recomendável desligar a chave geral do imóvel e esvaziar a geladeira. Para aqueles que gostam de deixar uma lâmpada acesa como indicativo de presença, instale uma lâmpada fluorescente compacta de baixa potência. Essa dica é válida para quem vai viajar ou sair à noite.

Categoria: Meio Ambiente
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5 benefícios da água com gás

Publicado em 15/06/2018 às 09h00

A água com gás faz bem para a saúde, pois além de hidratar, contém os mesmos micronutrientes que a água natural, sendo diferenciada pela adição do CO2 (gás carbônico), que é um gás inerte, eliminado do corpo a seguir a ingestão. Ele apenas confere a presença de bolhinhas e um sabor mais ácido, 

Porém algumas marcas adicionam substâncias, sabores e adoçantes artificiais extras, como as águas tipo soda, que acabam diminuindo o efeito saudável deste tipo de água por isso é recomendado que se observe o rótulo das embalagens. A água com gás simples, sem aditivos é a que tem todos os benefícios da hidratação, sendo muitas vezes de grande ajuda a quem não consegue beber muita água sem gás.

Assim, os principais benefícios da água com gás são:

1. Hidratar o corpo

A água com gás hidrata tanto quanto, e tem os mesmo nutrientes da água natural. Além disto, a adição do dióxido de carbono não faz mal à saúde porque o corpo absorve e elimina este gás.

2. Ser rica em nutrientes

A água mineral, tanto com ou sem gás, é rica em nutrientes como cálcio, potássio e magnésio. Como também contém sódio, as pessoas que têm pressão alta devem ficar atentas ao rótulo, pois algumas marcas podem adicionar quantidades a mais desta substância, devendo-se evitar as marcas que fazem isto. 

3. Ajudar a emagrecer

O gás presente na água gaseificada, quando liberado no estômago, aumenta a sensação de saciedade e de estômago cheios, o que pode ajudar a comer menos e diminuir a quantidade de calorias em uma refeição. Além disso, a água com gás não tem calorias e, por isto, pode ser consumida à vontade.

4. Melhorar o paladar

A água com gás deixa as papilas gustativas mais sensíveis ao sabor do alimentos, podendo acentuar o seu sabor, sendo, portanto uma ótima opção antes de apreciar um café ou uma taça de vinho, por exemplo.

Além disto, o CO2 presente na água estimula o funcionamento do estômago, aumentando a sua secreção e esvaziamento, podendo melhorar a sensação de digestão.

5. Pode substituir o refrigerante

Além de ser tomada na sua versão natural, a água com gás pode ser uma forma saudável de substituir o refrigerante, através da sua aromatização. Utilizar limão, raspas de laranja, hortelã e gengibre, por exemplo, podem ser ótimas formas de tornar a bebida mais saborosa e facilitar o consumo de água ao longo do dia. 

Aprenda, no vídeo a seguir, dicas para aromatização e outras técnicas para aumentar a quantidade de água por dia:

Água com gás prejudica a saúde?

Devido a semelhança na aparência e no sabor de bebidas como o refrigerante, existem muitos mitos criados à respeito da água com gás.

  • Não prejudica a gravidez e pode ser consumida normalmente neste período, entretanto, na gravidez a sensação de estômago cheio e inchaço pode ser maior, pois a barriga aumentada pressiona o estômago, tornando-o mais sensível. 
  • Não provoca celulite, pois o aumento de gordura no bumbum ou pernas é causada devido ao consumo de bebidas ricas em açúcar, como refrigerantes e sucos de caixinha. 
  • Não causa alterações ou corrosão dos dentes, pois a quantidade de ácido não é muito elevada a ponto de ter mais acidez do que um refrigerante ou um suco de limão por exemplo. Assim, para causar mal aos dentes, a água com gás precisaria ficar muitas horas em contato com os dentes, o que não acontece.
  • Não tira o cálcio dos ossos, e não interfere na absorção do cálcio dos alimentos. Isto pode acontecer ao tomar refrigerante em excesso, principalmente porque, com o consumo em excesso desta bebida, outras fontes de minerais são deixadas de lado. Além disto, no refrigerante, o excesso de cafeína e ação do ácido fosfórico pode diminuir a densidade mineral óssea. 
  • Não faz mal aos rins, e quanto mais consumida melhor, assim como a água natural, para que eles funcionem de uma forma melhor e o corpo esteja hitratado. 

A quantidade necessária de água por dia, com ou sem gás, é de cerca de 2 litros, ou 8 copos, mas isto pode variar de acordo com o peso da pessoa, se faz atividade física ou sua em excesso, e com a presença de algumas doenças, como insuficiência renal ou insuficiência cardíaca. 

Quando não beber água com gás

Devem ser evitadas marcas de água que têm outros produtos adicionados, como sabor artificial, açúcar, adoçante, sódio e outros conservantes.

Além disto, a água com gás não deve ser a primeira opção para crianças, pois, apensar de fazer tão bem quanto a água sem gás, é importante acostumar o paladar da criança à água natural, para que ela goste e não deixe de beber a água em nenhuma ocasião.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Meio Ambiente, Saúde
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Coletânea interdisciplinar organizada na UFMG aborda implicações das biotecnologias em diversas áreas e a importância de sua regulação

Publicado em 12/06/2018 às 17h32

Há pouco mais de dez anos, pesquisadores de uma universidade americana apresentaram ao mundo um rato geneticamente melhorado, maratonista, mais longevo que os seus congêneres e imune a vários tipos de câncer. O “Supermouse” era apenas um dos sinais de uma revolução determinada pelas biotecnologias – baseadas, sobretudo, na recombinação de código genético – e com implicações antropológicas importantes nos campos da ética, da política e da justiça.

A questão da regulamentação dessas novas possibilidades foi o tema de colóquio promovido há alguns anos pelo Núcleo de Estudos do Pensamento Contemporâneo (NEPC) e pelo Ieat, o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares. O colóquio resultou no livro Biotecnologias e regulações: desafios contemporâneos (Editora UFMG), que reúne os pesquisadores que protagonizaram o evento em coletânea interdisciplinar. Os 15 capítulos do volume contêm reflexões de filósofos, juristas, antropólogos, médicos e outros cientistas da UFMG e de outras instituições, algumas estrangeiras.

“Tratamos as tecnociências como matéria das humanidades, em aliança com as engenharias e as biociências”, afirma o professor Ivan Domingues, do Departamento de Filosofia da UFMG, coordenador do NEPC e organizador do livro. Na apresentação do volume, ele explica que a abordagem abrange a questão da natureza e dos poderes do conhecimento tecnológico – com foco nas interfaces de tecnologia, engenharia e ciências, consideradas com base no modelo homem máquina; o impacto das novas biotecnologias e seu potencial de dilatar as fronteiras do humano, positivo para uns e ameaçador para outros; as implicações éticas das biotecnologias, com ênfase nas controvérsias que acompanham projetos de melhoria da espécie humana.

No capítulo que ele próprio assina, Domingues expõe as visões instrumental, metafísica, sistêmica e sociocultural da tecnologia para tratar do seu impacto sobre a questão antropológica. Ele problematiza as noções de natureza humana e condição humana difundidas pela tradição judaico-cristã e pela história da filosofia, geradoras dos diferentes humanismos. Segundo o professor, hoje predominam “pós-humanismos e trans-humanismos patrocinados pelas biotecnologias, suscitando as controvérsias que dividem profundamente a cena filosófico-cultural contemporânea”.

Autoritarismo disfarçado

Visões da relação entre máquina e organismo, a noção de programa aplicada ao vivo, a ética da neurociência, autorregulação, regulação e liberalismo político, cenários regulatórios em nanoalimentos e biocombustíveis e o melhoramento cognitivo farmacológico são alguns dos temas que mobilizaram os autores em Biotecnologias e regulações.

No capítulo Individuação e controle, o professor aposentado da Unicamp Laymert Garcia dos Santos aborda a sociedade de controle, que, segundo Deleuze, disfarça o totalitarismo com a roupagem da globalização. De acordo com o autor, trata-se do controle do processo de individuação, nas frentes filosófica, econômica e política. Maya Mitre, cientista política formada na UFMG, discute, em outro texto, o uso da ciência em processos legais, por meio da análise de ações recentes sobre células-tronco embrionárias e sobre aborto de anencéfalos. A autora esmiúça o papel da ciência, amparada em sua credibilidade, no apoio às decisões dos magistrados, em contraposição às posições conservadoras das instituições religiosas.

A professora Telma Birchal, do Departamento de Filosofia da UFMG, analisa as consequências dos avanços tecnológicos sobre a questão da reprodução humana. Ela trata especificamente do anonimato garantido por lei aos doadores de gametas nos processos de reprodução assistida. “O problema dessa legislação”, diz a autora, “é que ela cria direitos diferentes, já que, por exemplo, os filhos adotados têm acesso à identidade de seus pais biológicos. Isso não é justo com a pessoa gerada de forma assistida, que pode conhecer a identidade genética de seu pai ou mãe biológicos, o genoma do doador, mas tem negado o acesso à identidade civil dessa pessoa, ou seja, o direito de saber quem ela é”.

 

Livro: Biotecnologias e regulações: desafios contemporâneos

Organizador: Ivan Domingues

Editora UFMG

382 páginas / R$ 59 (preço de capa)

 

Categoria: Animais, Meio Ambiente
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Conheça um pouco mais sobre a profissão Limnólogo

Publicado em 29/05/2018 às 16h14

O mais comum é ser biólogo, químico ou físico, mas quem procura a pós-graduação em Limnologia se torna um especialista em estudos de água doce.

O Profissões – Limnólogo – visita Carla Ferragutti, limnóloga do Instituto de Botânica de SP. Na companhia de seus alunos, ela mostra a pesquisa de monitoramento do Lago das Garças, que fica dentro do instituto, e fala das possibilidades da profissão. Os métodos utilizados nos estudos limnológicos são semelhantes aos métodos utilizados nos estudos oceanográficos, o que faz com que a limnologia seja considerada uma ciência irmã da oceanografia.

A limnologia é a ciência que estuda as águas interiores, independentemente de suas origens. Embora a limnologia tenha sido originalmente desenvolvida com o objetivo de estudar os ambientes lacustres (lagos), na realidade, os ambientes estudados abrangem todos os tipos de águas interiores.

A compartimentação das áreas do conhecimento limnológico levou à criação das linhas de pesquisa relacionadas ao estudos das formas (isto é a extensão e profundidade) do ambiente lacustre, aos aspectos abióticos da coluna de água.

Classificação dos ecossistemas de água doce

Em casos em que a massa de água doce suporte uma pescaria, estes estudos fornecem informações importantes para as ciências pesqueiras. De acordo com Cesar & Sezar, é a seguinte a classificação dos ecossistemas de água doce: Limnociclo é o biociclo dulcícola, ou seja, o conjunto dos ecossistemas de água doce e apresenta dois biócoros distintos.

Fonte: Biólogo.com

 

 
Categoria: Meio Ambiente
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