Opinião

Desempregado compra apartamento e kombi vendendo coco

Publicado em 18/08/2019 às 09h24

Um brasileiro que ficou desempregado e foi vender coco para sustentar a família já conseguiu comprar um apartamento e uma kombi com a barraquinha que montou em Bonsucesso, no Rio de Janeiro. O vendedor Jorge Anísio, de 47 anos, perdeu o emprego em 2009 e em vez de desanimar, ele arriscou: montou o negócio para vender água de coco.

A barraquinha, em um dos locais mais movimentados da cidade, chega a vender no verão mais de 250 cocos por dia. ‘Já estou há quase 10 anos por aqui, eu nem imaginava que o coco iria virar meu sustento, mas foi com ele que comprei meu apartamento, minha Kombi e levo o sustento da minha familia’, contou ele ao VozDaComunidade.

E ele trabalha duro! Jorge começa a jornada de trabalho de madrugada. ‘Eu acordo todos os dias as 2h da manhã, vou até a Cadeg buscar o coco, deixo a Kombi com o coco aqui na praça, vou pra casa descansar um pouco e a partir das 7h já estou aqui para atender o povo. E, olha, quem vem aqui e toma minha água de coco, sempre volta’.

Ele conta que tem uma lixeira especial para que nenhum cliente jogue lixo no chão.Jorge vende água de coco desde o copo de 100ml até garrafas de 1L, com os preços que vão de R$3,00 até R$12,00.

Ele aceita até cartões de crédito e débito para facilitar a vida do cliente.

Além do trabalho, o segredo dele é o sorriso aberto que conquista os clientes.

Futuro

O empreendedor pensa agora em expandir seu negócio.

Ele pretende colocar mais algumas barraquinhas de água de coco pela Zona Norte.“Eu e minha esposa, estamos vendo pessoas responsáveis que venham somar com a gente nisso, porque quero continuar levando água de coco de qualidade por ai. E sempre falo a gente não pode ter medo de tentar, de começar e eu quero seguir com minha água de coco’, concluiu.

Com informações do VozDaComunidade 

Fonte: Só Boa Notícia

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Mãe cuida sozinha de quadrigêmeos com deficiência e passa por dificuldades

Publicado em 15/08/2019 às 08h21


A dona Linda Mar Miranda, de 58 anos, precisa de ajuda. Sozinha, faz 19 anos que ela não dorme direito e não consegue trabalhar.

Conhecemos a história da dona Linda Mar Miranda, 58 anos, e de seus filhos, os quadrigêmeos, Marta, Davi, Rebeca e Ester, que nasceram com deficiência cerebral, de Taguatinga, no Distrito Federal. Conversando com ela, descobrimos que as dificuldades da família são incalculáveis! São altíssimos gastos mensais com remédios, fraldas, aluguel, alimentação e muito mais que somam mais de 2 mil reais!

Além dos custos altos, existem outros problemas. A casa não é adaptada para as necessidades dos filhos e a Linda Mar faz tudo sozinha, mesmo estando muito debilitada. Ela não consegue trabalhar, pois, não tem com quem deixar os filhos, que necessitam de muita atenção e cuidados especiais, além dos problemas de saúde que adquiriu nesses anos de dedicação aos filhos.

Para ajudá-la, criamos uma vaquinha na VOAA, clique aqui e contribua. O valor arrecadado é para ajudá-la com os custos mensais, mas ela tem outros sonhos, como uma casa própria (ela está com 10 meses de aluguel atrasado!) e de ter um carro (quando os filhos ficam doentes, ela usa ônibus para levá-los ao médico).

O dinheiro que entra na casa da família são dois salários mínimos concedidos pelo governo à Ester e ao Davi, cujas complicações de saúde são mais severas. A família também precisa de doações de roupas, alimentos e itens de higiene.

“A lesão cerebral roubou dos meus filhos a parte motora, fala, mental. Esterzinha é a mais especial e a mais feliz. Meus filhos que me dão forças quando estou abatida.”

Mãe de quíntuplos aos 40 anos

A Linda Mar nos contou que teve os quadrigêmeos aos 40 anos de idade. Ela tem mais outros dois filhos, a Vanessa, 32 anos, e o Marcos, 35 anos. Ambos são casados e ajudam a mãe como podem. O pai dos filhos a deixou quando eles tinham apenas dois meses de vida e contribui com uma pequena pensão. Clique aqui para apoiar a vaquinha.

“Os meus filhos são tudo pra mim! Eram quíntuplos, mas uma menina morreu um dia após o parto. Eles nasceram prematuros, pesando 500g, e passaram 150 dias na UTI neonatal do Hospital Materno Infantil (Hmib).”

O quadro de saúde dos quadrigêmeos

Marta tem lesão cerebral e paralisia do lado esquerdo do corpo. Davi tem retardo mental grave, paralisia do lado direito do corpo e fala comprometida. Rebeca tem retardo mental e uma disfunção na tireóide que afetou o crescimento.

Com o quadro mais debilitado, Ester tem hidrocefalia, lesão cerebral e retardo mental grave. Ela não anda, não fala e, há 20 dias, foi diagnosticada com cisto nos ovários. “Ela já tem uma válvula no cérebro pra drenar a água. Agora, vai ter que fazer outra cirurgia.” Marta, Davi e Ester sofrem de convulsões constantes.

Por Jéssica Souza

Fonte: Razão para Acreditar 

 
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Idosa em fase terminal de câncer se casa no hospital após união de 23 anos no Ceará; 'Sonho da minha vida'

Publicado em 07/08/2019 às 16h30
 

Uma idosa de 81 anos se casou em uma cerimônia cercada de amigos, familiares e profissionais da saúde dentro de um hospital de Juazeiro do Norte, interior do Ceará, após 23 anos de união com o noivo. Maria de Lourdes, que está internada em um hospital de Barbalha há 20 dias em tratamento médico por causa de um câncer, tinha o desejo antigo de se casar. "Era do sonho da minha vida", contou a noiva. Ela enfrenta um câncer em estágio avançado no útero, fígado e intestino.

O marido, seu Cícero Rosa, de 54 anos, é agricultor e organizou a cerimônia, que foi realizada na capela do Hospital São Vicente de Paula, onde a mulher está internada. Ele reuniu os familiares, vizinhos e também os profissionais da unidade hospitalar para o matrimônio na pequena capela do hospital.

"A sensação é boa, é especial. Além de tudo, estar diante de Deus. Ele jamais poderia deixar de fazer um desejo, um pedido dela. Ela já está em estado terminal, e é um desejo que eu também tinha", afirmou o noivo.

"Há anos, eu pedi pra casar e ela não quis. Depois, ela queria e eu disse 'não dá certo ainda'. Agora, os planos não são meus, os planos são de Deus. Ele escolhe a hora certa e o momento certo", completou Cícero, reforçando o agradecimento a todos que participaram da cerimônia.

Cerimônia com véu e buquê

Já em cadeira de rodas e debilitada por causa da doença, Maria de Lourdes se vestiu de noiva, com direito a véu, grinalda e buquê para realizar o sonho de selar a união em um casamento religioso após 23 anos de com Cícero Rosa.

A breve cerimônia contou com música e marcha nupcial para os noivos e teve a presença de pessoas próximas ao casal. Antes mesmo dos votos de cumplicidade, na saúde e na doença, o casal já respondia, sem precisar de palavras, que a união entre os dois permanecerá selada até que a morte os separe.

"Eles nos convidaram para sermos padrinhos. Ficamos muito felizes por saber que era um desejo antigo dela, ela que é católica. Então a gente foi pedindo aos amigos para entrar nessa também. A gente trouxe vestido, maquiagem, os padrinhos pra fazer isso acontecer. Pra ela é muito importante, eles são nossos amigos, vizinhos há muito tempo. A gente acredita no amor e o amor vale toda essa energia", comentou a assistente social Putila Ferraz, uma das madrinhas do casamento.

Após a cerimônia de casamento, dona Maria de Lourdes segue internada no Hospital São Vicente de Paula em tratamento da doença. Ela é acompanhada de perto pelo marido, filho e amigos, além dos profissionais da unidade.

Fonte: G1

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“Eu não vou te abandonar”, diz filho para mãe cega na cama: vídeo

Publicado em 07/08/2019 às 08h24

São lindos o amor e a dedicação de um filho pela mãe, que ficou cega há 10 anos e está na cama há 5 anos.  “Eu não vou te abandonar”, diz  Saulo Luiz Albuquerque, de 37, anos a Dona Maria Emérita, de 79 anos (vídeo abaixo)

Ele dá banho, troca as fraldas, penteia os cabelos e dá comida na boca da mãe diariamente. E reconhece as dificuldades que a mãe teve para manter a família. “Meu pai faleceu 15 dias antes de eu nascer, em 1982. Não tive oportunidade de conhecê-lo. Ela cuidou da gente sozinha”, contou Saulo em entrevista ao SóNotíciaBoa.  

Depois de criar os filhos, dona Maria teve glaucoma e perdeu a visão dos dois olhos. Depois sofreu duas quedas, quebrou o fêmur direito, o fêmur esquerdo e não se levanta mais sozinha. “Na primeira vez ela escorregou em um tapete na porta do banheiro. Na segunda, foi levantar da cama sozinha para urinar e na hora que foi sentar no vaso, caiu”, contou o filho.

A família mora na cidade de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. São 5 pessoas: Dona Maria, Saulo, o filho dele, a irmã dele, Elida Maria, que é diarista e o filho dela.

Saulo é conferente, trabalhou em almoxarifado, mas está desempregado há 6 meses. Hoje eles sobrevivem com as diárias da irmã Elida, como faxineira, mais um salário mínimo da pensão de Dona Maria.

Quando um filho arruma serviço, o outro tem que ficar em casa para cuidar da mãe. 

‘Só Deus vai nos separar’

De uns tempos pra cá Saulo começou a gravar imagens do dia a dia dele com a mãe e a postar no perfil dele no Instagram, onde se autointitula “filho abençoado”.

Em um dos vídeos enviados por ele ao SóNotíciaBoa, Dona Maria aparece triste, chorando na cama e Saulo pergunta o motivo. Ela diz “emoção”.

Saulo responde: “Eu não vou lhe abandonar, não”.

Dona Maria sorri e beija o filho.

É uma relação de respeito, amor e gratidão. “Só tenho a retribuir tudo o que ela fez por mim. Só Deus vai nos separar”, concluiu Saulo.

Assista:

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

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Garoto que catava latinhas para fazer aniversário ganha festa completa!

Publicado em 05/08/2019 às 09h49

O pequeno Davi Miguel ficou conhecido por juntar latinhas para fazer a sua festinha de 5 anos. Muitas pessoas se sensibilizaram com a sua história e ele ganhou a festa toda!

E nesta última quarta-feira (31/07), o Davi Miguel, de Palmas (TO), teve a tão sonhada festinha de aniversário com o tema do Hulk! Ele ficou conhecido após ser visto juntando latinhas para a sua festinha de cinco anos. A festa teve direito a tudo que ele sonhava: bolo, doces, salgadinhos e brinquedos!

“Foi além do que esperávamos. Foi lindo. Emocionante!”, disse a mãe do Davi, Flávia Mendes, 26 anos, ao Razões.

O Davi começou a juntar as latinhas um mês antes do aniversário, após a mãe explicar a ele que não teria condições de fazer uma festinha. A família vive em uma comunidade carente, além do Davi, a mãe tem mais quatro filhos pequenos. Vivem num barraco simples com muitas dificuldades.

“Surgiram pequenas coisas de última hora, e usamos o dinheiro das latinhas. Mas foram poucas coisas”, explicou a mãe.

Até agora o pequeno Davi nem acredita que realizou o seu sonho! “Nossa, ele ficou tão feliz, teve tudo que ele queria! Foi muito emocionante ver o meu filho realizado”, disse.

Ahh, além da festa linda, Davi e sua família estão recebendo a oportunidade de seguirem em frente para reconstruir a vida. Segundo a mãe, o barraco que moravam pegou fogo há dois anos, e desde então, as coisas ficaram mais difíceis para família: no momento ela está desempregada, mas sempre trabalhou como cuidadora de crianças com necessidades especiais e recentemente se separou do marido, após sofrer violência.

“Através do Programa da Eliana vamos conseguir recomeçar. Eles vieram aqui, gravaram comigo. Após o ocorrido com o meu ex-marido, eu fui pra casa da minha mães. Mas estamos seguindo em frente”, contou.

Que festa linda!! Muitas felicidades pro Davi e toda a família!

Fonte: Razão para Acreditar

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Carpinteiro paga faculdade de 33 desconhecidos com dinheiro da poupança

Publicado em 29/07/2019 às 09h27

Em 2005, um idoso de Iowa (EUA), ao falecer, deixou em seu testamento a doação de todo o valor acumulado de sua poupança para 33 jovens desconhecidos fazerem faculdade. Dale Schroeder trabalhou como carpinteiro por 67 anos. Amigos e familiares de Dale afirmam que ele tinha apenas dois pares de jeans e um caminhão enferrujado para trabalhar, tendo vivido uma vida extremamente humilde, simples e regrada.

Dale discretamente acumulou US$ 3 milhões (R$ 12 milhões) numa caderneta de poupança que seria destinada a um fundo estudantil nos Estados Unidos para jovens carentes, que não podem pagar a mensalidade de uma faculdade. Após 14 anos, os fundos finalmente acabaram, tendo auxiliado 33 desconhecidos a pagarem a faculdade e se formarem no ensino superior, uma oportunidade que o próprio Dale não teve.

Nascido numa família com poucos recursos, ele cresceu pobre e nunca pôde ir para a faculdade. O idoso nunca se casou e jamais teve filhos. Meses antes da sua morte, em 2005, ele contatou Steve Nielsen, seu amigo e advogado, para discutir o que fazer com suas economias.

“Ele queria ajudar crianças que eram como ele e que provavelmente não teriam a oportunidade de ir para a faculdade, queria presenteá-las”, disse Nielsen. “Eu disse: de quanto estamos falando, Dale?” E ele disse: ‘Oh, cerca de US$ 3 milhões’. Eu quase cai da minha cadeira.”

A maior parte desse dinheiro foi para o fundo de bolsas de estudo de Schroeder. As bolsas ajudaram futuros professores, médicos e terapeutas a realizarem seus sonhos de continuar cursando o ensino superior.

Agora que o dinheiro acabou, os 33 beneficiários, que se referem a si mesmos como “Dale’s Kids” (As Crianças de Dale), prometeram ‘pagá-lo’, levando seu propósito adiante. “Não queremos o dinheiro de volta. Tudo o que pedimos é que eles passem a iniciativa adiante”, disse Nielsen. “Você não pode, nem precisa devolver o dinheiro de volta, porque Dale se foi. Mas você pode se lembrar dele – você pode imitá-lo.”

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Recentemente, As Crianças de Dale se reuniram no antigo trabalho do idoso para falar sobre como ele mudou suas vidas, mesmo sem nunca tê-lo conhecido pessoalmente. Uma delas é Kira Conard, que se formou em Psicologia. “Eu cresci em uma família monoparental e eu tinha três irmãs mais velhas, então pagar por todas nós nunca foi uma opção”, disse Conrad. “[Isso] quase me fez sentir impotente, como ‘eu quero fazer isso, eu tenho esse objetivo, mas não posso chegar lá porque não tenho dinheiro”’.

Kira estava prestes a concluir o ensino médio, mas não tinha esperanças de ingressar no ensino superior devido à falta de recursos. No entanto, semanas antes da formatura, ela recebeu um telefonema de Nielsen, amigo de Dale, informando que o primeiro ano da faculdade havia sido pago por um “bom amigo”.

“Comecei a chorar imediatamente”, disse Kira. “Um homem que não me conhece, nunca me viu, mas que pagou minha faculdade? Isso é incrível. Isso nunca acontece.”

Fonte: Yahoo/Fotos: Reprodução/Yahoo

Fonte: Razões para Acreditar

Categoria: Opinião
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Costureira produz roupinhas quentinhas para cães de homem em situação de rua

Publicado em 25/07/2019 às 09h06

O frio atinge a todos, não é mesmo? O que faz a gente pensar nos animais que vivem nas ruas. Como fazem pra se manter quentinhos no inverno? A mesma pergunta fez uma costureira de São Roque, no interior de São Pulo. Mais do que isso: costurou roupinhas para os cachorros de um morador em situação de rua.

A Mariana Oliveira conta que o homem, que normalmente fica no centro da cidade, é conhecido por todos, assim como os quatro cãezinhos que o acompanham. “Eu estava passando e vi os cachorros encolhidos de frio. Perguntei para ele se aceitaria as roupinhas e ele ficou muito feliz”, diz.

Costureira de mão cheia, Mariana começou então a produzir as roupas para os animais em seu ateliê. Além disso, junto com os vizinhos, entrega comida e ração para o homem e seus animais.

E olha que essa não é a primeira vez que ela faz as roupinhas. É que Mariana não gosta muito de divulgar. Desta vez, um amigo que estava com ela no momento da entrega das roupinhas resolveu registrar e publicar nas redes sociais.

Mariana garante que o homem cuida muito bem dos seus fieis companheiros, que estão sempre limpos e bem alimentados. Ela entregou as roupinhas no início da semana passada e, na quinta-feira (18), o homem foi até o ateliê dela para mostrar como as roupinhas caíram bem nos bichinhos. E não é que caíram? Fofos!

“Foi uma coisa que me tocou e eu fiz. Eu ajudo quando posso, mas não divulgo. Os cachorros ficaram muito felizes e foi gratificante. Tomara que essa corrente sirva de exemplo para outras pessoas ajudarem também.”

Família grande

A costureira é formada em um curso técnico de veterinária, tem 19 animais de estimação na chácara onde mora: oito cachorros e cinco gatos, além de coelhos e jabutis. Todos adotados!

Mariana tem plena consciência que os animais demandam bastante cuidado e atenção. Por isso, já deixou até de sair para alguns lugares para ficar com eles.

Para dar conta de todos os animais, ela conta com o marido, Dineu Moraes, que também esteve presente na hora de fazer as roupinhas. Além do mais, tem um custo (alto!), mas Mariana garante que vale muito a pena.

“Tem que gostar, é uma alegria ter todos esses animais em casa. Se vale a pena? Não tem preço vê-los bem. Só não tenho mais porque não tenho condições”, finaliza.

Fonte: G1/Fotos: Mariana Oliveira/Arquivo pessoal

 

Categoria: Animais, Opinião
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Jovem amputado salta em caixa após várias tentativas

Publicado em 24/07/2019 às 18h13

Um daqueles vídeos que fazem você pensar que tudo é possível e servem de inspiração pra muitas pessoas que desistem fácil, após algumas tentativas. O registro, que viralizou nas redes, é de um jovem amputado chamado Tim saltando uma caixa depois de várias tentativas.

Logo após conseguir, o adolescente cai em as lágrimas. O vídeo foi compartilhado por um dos instrutores do acampamento NubAbility – que treina jovens amputados congênitos e com traumas severos.

A imagem é seguida de uma mensagem comovente que diz: “Este é o nosso amigo Tim, superando seus medos e inseguranças e chegando a um salto de 20 polegadas, cerca de meio metro. Se você ainda não ouviu falar da Nubability Athletics e seu fundador, Sam Kuhnert, dê uma olhada neles. Eles estão fazendo a diferença na vida de inúmeras famílias. Eu sou grato por fazer parte da família Nubability! ”

Lá eles são incentivados como atletas para competir em esportes tradicionais.

“O jovem Tim pode ser visto lutando com sua tarefa, falhando várias vezes, até que finalmente pra surpresa e alegria, Tim faz tudo certo!”

“As lágrimas de alegria de Tim vêm de perder a auto-dúvida e dar lugar à fé e aceitação. Não foi apenas Tim quem ganhou aqui, todos nós ganhamos”, concluiu.

 

Categoria: Opinião
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Hospital de São Paulo realiza sonho de paciente com câncer em estágio terminal de se casar

Publicado em 23/07/2019 às 09h17

Infelizmente, dona Maria faleceu no dia 17 de junho. Mas não partiu sem antes realizar um grande sonho de vida!

Em junho deste ano, a engenheira eletricista Jéssica Alves de Macedo, 29 anos, perdeu a mãe, a dona Maria Zélia Alves de Macedo, 56 anos, vítima de um câncer raríssimo. Hoje, o que conforta o coração dela e de toda a família é saber que a mãe não partiu sem realizar o seu grande sonho: casar-se com o companheiro Gerson de Macedo, 56 anos, com quem tinha uma união de mais de 30 anos. A realização desse sonho só foi possível graças aos funcionários do Hospital Paulistano (SP) que não mediram esforços para fazer esse grande dia acontecer!

“O hospital conseguiu fazer com que os últimos dias com ela fossem felizes, emocionantes, e não sofridos. Quando lembramos desse momento, nosso coração se acalma um pouco. É difícil expressar em palavras nossa gratidão com cada um que fez esse momento possível”, afirmou Jéssica.

A batalha da dona Maria contra o câncer foi árdua. Em julho de 2018, ao ser internada para fazer uma simples cirurgia de retirada de pedra na vesícula, descobriu que estava com um câncer raríssimo, colangiocarcinoma.

“Solicitaram biópsia e confirmaram o tão temido câncer maligno, não foi possível identificar onde ele iniciou, pois já estava em um estágio mais avançado”, disse.

Para o tratamento, ela foi encaminhada ao Hospital Paulistano, onde iniciou com as quimioterapias.

“Com a quimioterapia, ela teve uma excelente melhora, o câncer regrediu e após 12 sessões ela já havia voltado à rotina normal de atividades, como se nada tivesse acontecido, foi praticamente um milagre a melhora que ela teve.”

Em fevereiro deste ano, ela fez as últimas quimioterapias e o caso da dona Maria tinha sido controlado! “Ela estava muito bem, fazia acompanhamento com os oncologistas e os exames estavam todos bons”, relatou Jéssica.

A volta da doença

No início de maio, dona Maria voltou a sentir dores e mal-estar, precisando retornar com a quimioterapia.

“Ela chegou a fazer alguns procedimentos como paracentese, que retira o líquido acumulado na região abdominal por conta do câncer, mas as dores aumentaram e foi necessária a internação na madrugada do dia 22 de maio”, disse a filha.

Ao ser internada, dona Maria já não estava mais se alimentando, tinha muita dor e vômitos, o que foi enfraquecendo ela. A doença estava avançada e as medicações já não surtiam mais efeito.

“Para realizar a quimioterapia, era necessário que ela se recuperasse um pouco, ficasse mais forte, mas infelizmente isso não aconteceu. Ela precisou colocar sonda para ajudar a drenar o que o estômago não processava e diminuir os vômitos, como ainda assim não conseguiu voltar a alimentação normal, incluíram alimentação parenteral, pela veia.”

Infelizmente, dona Maria faleceu no dia 17 de junho, mas, pouco mais de uma semana antes, os médicos já tinham conversado com a família para explicar que o caso dela estava muito complicado e que provavelmente a perderiam.

O sonho da dona Maria

Durante a internação, a madrinha da Jéssica passou algumas noites com a dona Maria, e foi numa dessas noites que ela contou sobre o sonho de se casar no religioso com o companheiro Gerson de Macedo, com quem teve uma união de 30 anos e as filhas Jéssica e Giselle Alves de Macedo, 32 anos.

Mas, como a maioria das pessoas fazem, dona Maria deixou esse desejo de lado e continuou levando a vida. Foi então que a família conversou com o conselheiro espiritual sobre essa vontade e o hospital decidiu realizar esse sonho!

“Meus pais sempre foram muito parceiros, faziam tudo juntos, no hospital, inclusive, meu pai pedia insistentemente para que minha mãe não o deixasse, que ele não saberia viver sem ela”, lembrou Jéssica.

O grande dia!

No dia 15 de junho, dona Maria realizou o grande sonho e ganhou uma lindíssima cerimônia!

“Fomos atrás de vestido e alianças, e o hospital se encarregou de todo o resto com decoração, tapete vermelho, padre, música, convidados, comes e bebes e bolo! Arrumaram a minha mãe, maquiaram e produziram o seu cabelo. Eles não precisavam fazer isso. Não era o trabalho deles, mas fizeram”, relatou emocionada a Jéssica.

“Ter um ente querido em uma situação dessas é bastante doloroso, e esse tipo de atitude ajuda a enfrentar tudo isso de uma outra forma.”

Parabéns ao Hospital Paulistano e toda equipe pela linda ação, tenham certeza de que isso fez muita diferença na vida da dona Maria e de toda a sua família! 

crédito das fotos: Claudio Botelho Fotografia e arquivo pessoal da família

Fonte: Razões para Acreditar

 
Categoria: Opinião
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Mãe cria capa de cinto de segurança para alertar socorristas sobre a condição do passageiro

Publicado em 23/07/2019 às 09h07

Uma simples invenção de uma mãe de cinco filhos pode salvar a vida de dezenas, quiçá centenas, de pessoas com deficiência.

Natalie Bell vive na Austrália e tem cinco filhos com idades entre 1 e 15 anos. Uma delas, a pequena Shae, nasceu com perda auditiva moderada e utiliza um implante coclear desde bebê. Como mãe, Natalie sempre pensou no que poderia acontecer com sua filha caso ela sofresse um acidente de carro. Pessoas com certos tipos de implantes cocleares não podem ser submetidas a exames de ressonância magnética.

Na ausência dos seus pais e numa eventual incapacidade da menina de se comunicar, quem poderia informar aos médicos sobre o implante coclear?

Foi aí que Natalie teve uma ideia simples, porém bastante engenhosa: uma capa de cinto de segurança que diz: “Eu tenho um implante coclear. Não posso fazer ressonância magnética”.

No caso de uma emergência (como um acidente de carro), os socorristas veriam a capa do cinto de segurança imediatamente. A iniciativa foi bastante aplaudida por internautas nas redes sociais. Natalie recebeu milhares de pedidos de capas de cinto de segurança para esta e outras dezenas de condições médicas.

Para atender tantos pedidos, em sua maioria de pais com filhos autistas, Natalie abriu um negócio chamado Personalized by Nat (“Personalizados por Nat”, em tradução livre).

Com a abertura da empresa, ela vende dezenas de capas personalizadas para o mundo todo. O negócio tem prosperado graças à excelente recepção do público, que torna a iniciativa da australiana cada vez mais popular e viral nas redes sociais. 

Fonte: Razões para Acreditar

 

Categoria: Opinião
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