Saúde

Males físicos e psicológicos podem atingir sobreviventes e moradores de Brumadinho

Publicado em 06/02/2019 às 15h39

Contaminação dos rejeitos pode afetar a saúde de sobreviventes e moradores como ocorreu em Mariana. São doenças variadas, como problemas respiratórios, infecciosos e mentais

Como se não bastasse toda a dor da perda, os atingidos pela tragédia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, terão de lidar com problemas de saúde e doenças das mais variadas, físicas e psíquicas. O impacto da contaminação dos rejeitos sobre a população acarretará mazelas respiratórias, intoxicações, afecções de pele, doenças mentais e comportamentais, doenças infecciosas e muito mais. Enfermidades que os moradores e sobreviventes do desastre de Mariana enfrentam desde novembro de 2015.
Evangelina da Motta Pacheco Alves de Araújo Vormittag, médica patologista clínica e microbiologista com doutorado em patologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de sustentabilidade pela Faculdade de Administração da Fundação Getulio Vargas (FGV) e em gestão de políticas em saúde informadas por evidências pelo Ministério de Saúde e Hospital Sírio-Libanês, alerta que “os efeitos da saúde vão além de doença, as consequências são irreparáveis”.

Idealizadora e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade (ISS) em março de 2017, Evangelina foi uma das autoras do estudo “Avaliação dos riscos em saúde da população afetada pelo desastre de Mariana”, a partir de iniciativa da sociedade civil com gestão de recursos do Greenpeace. O foco dos pesquisadores foi o município de Barra Longa, o segundo alcançado pela lama tóxica da Barragem do Fundão, cuja população representa uma das mais expostas aos riscos da degradação ambiental. O estudo teve como objetivo identificar a saúde física, mental e social, além do atendimento das suas necessidades. Foram 507 entrevistas com os moradores residentes nas áreas urbana e rural, dos quais 37% confirmaram saúde pior do que antes do desastre.

Entre os problemas de saúde relatados, 40,5% são respiratórios, 15,8% doenças de pele e tecido subcutâneo, 11% transtornos mentais e comportamentais, 6,8% doenças infecciosas, 6,3% doenças do olhos e 3,1% problemas do aparelho digestório. Outras enfermidades, 16,5%. Em relação às crianças de até 13 anos, 60% queixaram de doenças respiratórias.
A saúde dos atingidos pelo desastre de barragem está comprometida de diversas formas e para o resto da vida. Terão de lidar com vetores de doenças como dengue, chikungunya, zika vírus, esquistossomose, Chagas, leishmaniose e problemas com animais peçonhentos deslocados do seu habitat. Em Brumadinho, já foi confirmada a contaminação do Rio Paraopeba pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em conjunto com a Agência Nacional de Águas (ANA), o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Copasa. Foram verificadas concentrações de chumbo e mercúrio 21 vezes maior do que o limite permitido pelas normas ambientais. Também foram constatadas a presença no manancial de outros metais, como níquel, cádmio e zinco, acima dos valores que podem ser tolerados, apresentando riscos à saúde humana e animal”.

Evangelina Vormittag alerta que para tratar as pessoas afetadas a medida esperada é afastá-las do local. Para a médica, “em Brumadinho, a primeira atuação deve ser assistência à saúde”. “A omissão, vivida em Barra Longa, é desesperadora e não pode se repetir. É preciso que saibam que o adoecimento tem fases. A primeira, que dura de dias a um mês, a que vive Brumadinho agora, é a de lesões, acidentes, fraturas e mortes. A segunda, de dois a seis meses, chamada de recuperação, é a das doenças infecciosas, crônicas, pressão alta, descontrole do diabetes, doenças psicológicas e mentais, o acúmulo de lixo com a proliferação do mosquito. E a última fase, a da reconstrução, é a da intoxicação (gravíssima), derrame cerebral, que pode durar anos e piorar.” Ela lembra os desastres de Chernobil, ocorrido em 1986, na Ucrânia, que na época fazia parte da então União Soviética; e Fukushima, no Japão, em 2011. Com consequências para a saúde dos afetados até hoje.



DISTÚRBIOS PÓS-TRAUMÁTICOS 

A médica patologista clínica alerta que “o desastre em Brumadinho não é natural, é tecnológico, ou seja, há um culpado”. “Nesse caso, o risco é que a comunidade não se organiza bem e as decisões são morosas. Quando o desastre é químico, envolve toxicidade, as pessoas ficam inseguras, estigmatizadas, receosas e a saúde mental é a mais afetada, há maior propensão dos distúrbios pós-traumáticos e aumento do risco de suicídio”, explica. Por isso, Evangelina Vormittag avisa, é preciso que “imediatamente ocorra a assistência, o reparo e o resgate dessa população com acesso a psicólogos e assistentes sociais. Nesse primeiro momento, não é necessário médico psiquiatra.”

Fonte: www.em.com.br

 

 

Categoria: Ciência, Meio Ambiente, Saúde
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O que é tricomoníase? Quais são os sintomas e como pega?

Publicado em 06/02/2019 às 15h24

O que é tricomoníase? A tricomoníase é uma infecção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis que ataca o colo do útero, a vagina e a uretra. Acredita-se que 80% das pessoas com a doença não tenham sintomas. Contudo, quando ocorrem os primeiros sinais são coceira e ardência vaginal.

Embora poucos saibam, tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível. Aliás, mesmo que, normalmente seja a mulher a interessada em saber o que é tricomoníase, os homens também podem desenvolver a infecção. Nas mulheres, o organismo causa uma infecção na vagina , na uretra ou em ambos. No entanto, nos homens, a infecção só acontece na uretra. Uma vez que a infecção começa, ela pode ser facilmente transmitida através do contato genital desprotegido.

Assim, sua transmissão ocorre por meio das relações sexuais ou contato íntimo com secreções de uma pessoa contaminada. Pode ser transmitida por mulher/homem e mulher/mulher. Em geral, afeta mais as mulheres. No entanto, é necessário que o companheiro (a) também faça o tratamento recomendado pelo médico.

 Uma publicação da Johns Hopkins Medicine [2] mostrou que mulheres com mais de 40 anos têm o dobro de chances de serem infectadas. Contudo, o grupo de risco são pessoas que:

  • Tem múltiplos parceiros sexuais
  • Tem uma história de outras DSTs
  • Teve infecções prévias por tricomoníase
  • Faz sexo sem camisinha

Atenção: Além de saber o que é tricomoníase, é importante entender que a doença não se espalha através do contato físico normal, como abraçar, beijar, compartilhar pratos ou sentar-se em um assento de toalete. Além disso, não pode ser transmitido através de contato sexual que não envolva os genitais.

 QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA TRICOMONÍASE?

Estranhamente, a tricomoníase, geralmente, não apresenta sintomas. Uma publicação da Clinical Infectious Diseases [1] revelou que 85% das mulheres que pegam o protozoário não apresentam qualquer sintoma. Contudo, quando os sintomas ocorrem, eles geralmente começam de cinco a 28 dias depois da infecção. Mesmo assim, em algumas pessoas o processo pode levar muito mais tempo. Os sintomas mais comuns entre as mulheres são:

  • Corrimento amarelo, mas que também pode ser branco, cinza ou esverdeado, e geralmente espumoso
  • Corrimento com mau cheiro
  • Sangramento vaginal fraco
  • Coceira e ardência vaginal
  • Genitais vermelhos e inchados
  • Desejo frequente de urinar e dor durante a micção
  • Dor na relação sexual

Para os homens, os sintomas são poucos, porém, intensos:

  • corrimento na uretra
  • Queimação enquanto urina ou após ejacular
  • vontade de urinar com frequência

POR QUE OCORRE COCEIRA E ARDÊNCIA NA VAGINA?

Trichomonas vaginalis é um parasita que só infecta o ser humano; costuma viver na vagina ou na uretra, mas pode também ser encontrado em outras partes do sistema geniturinário. Por viver principalmente na parte interna da vagina, essa doença causa microlesões e dores, e pode até levar ao desenvolvimento de outras DSTs. Um dos primeiros sintomas da tricomoníase é a coceira na vagina e a ardência ao urinar. Se não for tratada a mulher poderá ter um corrimento amarelo ou esverdeado e corrimento com mau cheiro. Além disso, dores durante o sexo, culminado com dor na barriga.

Nos homens a tricomoníase raramente apresentam sintomas e geralmente, eles nem sabem que estão infectados. Entretanto, em casos que a infecção alcança um nível elevado, podem passar a sentir irritação na parte interna do pênis, um leve corrimento e ardor ao urinar ou ejacular.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?

O diagnóstico para coceira vaginal consiste em um exame pélvico mostra manchas vermelhas na parede vaginal ou colo do útero. Em seguida, utiliza-se o exame do conteúdo vaginal ao microscópio, de fácil interpretação e realização. Colhe-se uma gota do corrimento, coloca-se sobre a lâmina com uma gota de solução fisiológica. Em seguida, observa-se ao microscópio, buscando o parasita flagelado. Vários deles, decerto, estarão movimentando-se ativamente entre as células epiteliais e os leucócitos. O achado de T. vaginalis impõe o tratamento da pessoa e também do seu parceiro ou parceira sexual, já que se trata de uma DST. Além disso, o médico pode pedir exames de sangue, como hemograma completo e exame de urina. A coceira na vagina e a ardência ao urinar só irá parar com o tratamento.

COMO A TRICOMONÍASE É TRATADA?

A tricomoníase pode ser curada com antibióticos. O médico pode recomendar metronidazol (Flagyl) ou tinidazol (Tindamax). É importante, contudo, não beber álcool nas primeiras 24 horas após tomar metronidazol ou nas primeiras 72 horas após tomar tinidazol. Pode causar náuseas e vômitos graves.

Outra atitude importante é cuidar para que seus parceiros sexuais examinados e que tomem a medicação. Não ter os sintomas não significa que eles não tenham a infecção. Ao mesmo tempo, é preciso evitar contato sexual por uma semana após todos os parceiros terem sido tratados. Logo no início do tratamento a coceira na vagina e o corrimento com mau cheiro devem parar completamente.

ARTIGOS MÉDICO-CIENTÍFICOS: CLINICAL INFECTIOUS DISEASES [1]  JOHNS HOPKINS MEDICINE [2]

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

 

Categoria: Ciência, Saúde
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Sintomas da menopausa precoce: tudo sobre menopausa antes dos 45 anos

Publicado em 04/02/2019 às 16h18

Os sintomas da menopausa precoce são basicamente os mesmos que a menopausa em idade normal. À medida que as mulheres envelhecem, o organismo produz menos estrogênio e progesterona, os principais hormônios envolvidos na reprodução feminina. Então, quando esses hormônios atingem um nível baixo o suficiente, a mulher irá interromper o ciclo menstrual.

A menopausa começa, oficialmente, 12 meses após a última menstruação. Assim, para a maioria das mulheres a menopausa começa entre 45 e 55 anos. Contudo, em média a idade é 51 anos. Mas para algumas mulheres, a menopausa pode chegar cedo.

Sendo assim, os médicos consideram que quando a mulher deixa de menstruar entre 35 e 45 anos, pode estar passando pelos sintomas da menopausa precoce.

MENOPAUSA PRECOCE OU PREMATURA?

Há uma grande dúvida, sobretudo das mulheres, entre menopausa precoce  e prematura. A definição do estudo publicado na Annals Of Medicine Health Science Research [1] a menopausa precoce é a que começa entre as idades de 40 e 45 anos. Ao mesmo tempo, a menopausa prematura começa ainda mais cedo, antes dos 40 anos e atinge menos de 1% das mulheres. Por isso, muitos médicos agora se referem à menopausa prematura como “insuficiência ovariana prematura” ou “insuficiência ovariana primária”. Esses termos, decerto, reduzem parte do estigma para mulheres mais jovens que passam pela menopausa.

SINTOMAS DA MENOPAUSA PRECOCE

Como já dito, os sintomas da menopausa precoce são semelhantes à menopausa normal, na qual podemos citar:

  • menstruação atrasada ou irregular
  • ausência de menstruação ( amenorreia )
  • ondas de calor
  • suor noturno
  • secura vaginal
  • mau humor e lapsos de memória
  • por fim, diminuição do desejo sexual

Assim, quando a mulher tem a menstruação atrasada por três ou mais meses, deve consultar seu médico. Existem na verdade, mais motivos para atrasar ou parar a menstruação, como por exemplo:

  • estresse
  • gravidez
  • doença
  • obesidade
  • mudança na dieta ou exercício
  • resposta a um medicamento ou anticoncepcional
  • por fim, distúrbios na tireoide

Os baixos níveis de estrogênio associados a períodos perdidos podem levar à perda óssea. Por isso, é importante acompanhar sempre os períodos para saber quando estão regulares ou não. De qualquer forma, o tratamento precoce pode ajudar a prevenir danos nos ossos.

O QUE CAUSA MENOPAUSA PRECOCE?

A menopausa precoce ou prematura pode ocorrer por folículo danificado ou com disfunção. Quando isso ocorre, os óvulos não amadurecem ou não são liberados, fazendo com que a menstruação pare. Contudo, esses processos são naturais quando ocorrem na idade acima dos 45 anos. Se ocorrerem precocemente, um especialista deve investigar as causas, por exemplo:

  • Idade. Os riscos da menopausa precoce aumentam após os 35 anos.
  • História de família. Quando há mulheres na família que têm uma história de menopausa precoce ou prematura.
  • Distúrbios genéticos. Ter cromossomos ou genes anormais, como ocorre na síndrome de Turner ou na síndrome do X-frágil .
  • A exposição a medicamentos quimioterápicos e radioterapia no tratamento de câncer.
  • Condições auto-imunes. Quando o sistema imunológico ataca erroneamente os órgãos produtores de hormônios.
  • Infecção. Ter certas infecções, como o vírus da caxumba.
  • Procedimentos para remover os ovários  ou útero podem causar menopausa precoce.

COMO É O DIAGNÓSTICO?

  • O médico perguntará sobre sua história de exposição a toxinas, como quimioterapia e radioterapia
  • Realizará um exame físico (incluindo um exame pélvico)
  • Realizará um teste de gravidez
  • Exames de sangue para certos hormônios, incluindo: hormônio folículo-estimulante (FSH) , estradiol , prolactina e hormônio anti-Mülleriano (AMH)
  • Por fim, pode pedir um teste de DNA para ver se há genes causando os sintomas da menopausa precoce.

QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES?

Os sintomas da menopausa precoce podem aumentar a chance de desenvolver outras condições. Esses incluem:

  • Infertilidade. A maioria das mulheres que passam pela menopausa precoce ou prematura não consegue engravidar.
  • Estresse, ansiedade e depressão. Essas mudanças de humor geralmente são sintomas da menopausa precoce.
  • Perda óssea (osteoporose ): A osteoporose é causada por baixos níveis de estrogênio e deixa maiores riscos de fraturas ósseas.
  • Doença cardíaca. A doença cardíaca também pode resultar de baixos níveis de estrogênio.

QUAIS SÃO AS OPÇÕES DE TRATAMENTO?

Geralmente, os médicos decidem o tratamento baseado nos sintomas da menopausa precoce de cada mulher, individualmente. Assim, o tratamento de uma, não necessariamente, o mesmo que outra. Alguns tratamentos comuns para a menopausa precoce são:

TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL

O estrogênio e progesterona suplementar podem ajudar a substituir alguns dos hormônios reprodutivos que o corpo não é mais capaz de produzir. Além disso, esse tratamento também ajuda a prevenir a perda óssea e apoia a saúde do coração.

CÁLCIO SUPLEMENTAR E VITAMINA D

Cálcio e vitamina D suplementares podem ajudar a prevenir a osteoporose naquelas mulheres que não estão recebendo o suficiente desses nutrientes da alimentação. Assim, mulheres com idades entre 19 e 50 anos devem receber 1.000 miligramas de cálcio por dia através de alimentos ou suplementos. AO mesmo tempo, mulheres com mais de 51 anos devem receber 1.200 miligramas por dia.

Uma publicação da National Institutes of Health  [2], a quantidade diária recomendada de vitamina D é de cerca de 600-800 UI por dia através de alimentos ou suplementos.

ESTRATÉGIAS PARA LIDAR COM A INFERTILIDADE

Algumas mulheres com menopausa prematura ainda podem engravidar sem qualquer tratamento. Assim, quando a mulher quer ter filhos e não conseguem por estarem com sintomas da menopausa precoce, devem considerar a fertilização in vitro com o uso de óvulos de doadores ou a adoção.

ARTIGOS MÉDICO-CIENTÍFICOS: ANNALS OF MEDICINE HEALTH SCIENCE RESEARCH [1]  NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH  [2]

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Ciência, Saúde
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Como fazer aromaterapia para diminuir a ansiedade

Publicado em 04/02/2019 às 16h09

A aromaterapia é uma das formas naturais mais eficazes para reduzir o estresse e a ansiedade, mesmo em pessoas que sofrem com transtorno de ansiedade. No entanto, a aromaterapia também pode ser usada no dia-a-dia antes de situações mais estressantes, como prestar uma prova, ir em uma entrevista de emprego ou fazer um discurso importante.

Já nos casos mais graves, em que a ansiedade surge frequentemente sem razão aparente, além da aromaterapia também é necessário consultar um psicólogo para identificar o problema e iniciar o tratamento adequado. 

Como usar o óleo essencial

A melhor via para utilização do óleo essencial é a inalação, pois dessa forma as moléculas do óleo conseguem chegar rapidamente até ao cérebro, causando alterações rápidas nas emoções. Para fazer corretamente essa inalação é aconselhado respirar o óleo essencial diretamente do frasco.

Assim, deve-se abrir a tampa, encostar o frasco perto do nariz e inspirar profundamente, depois manter o ar dentro dos pulmões por 2 a 3 segundos e depois liberar novamente o ar. Inicialmente, deve-se fazer 3 inalações seguidas várias vezes ao dia, mas ao longo do tempo deve-se ir aumentando para 5 ou 7 inalações.

O ideal é sempre utilizar óleos essenciais biológicos, pois têm menos risco de conter toxinas ou qualquer outro tipo de contaminantes.

5 melhores óleos essenciais para ansiedade

Os óleos essenciais podem ser inalados diretamente do frasco, usados num aromatizador ou aplicados na pele. Além disso, alguns tipos de óleos também podem ser ingeridos, no entanto, essa prática só deve ser feita com a indicação de um naturopata, já que pode causar queimaduras no esôfago se não for feita com os óleos adequados.

1. Alfazema

Este é provavelmente o óleo essencial mais conhecido e utilizado para tratar a ansiedade. Isto porque alguns estudos identificaram que o óleo essencial de alfazema, ou lavanda, como também é conhecida, é capaz de reduzir os níveis de cortisol, um hormônio responsável pela sensação de estresse.

Além disso, tem ação protetora do sistema cardiovascular e ajuda a restaurar a paz interior, diminuindo a irritabilidade, ataques de pânico e a inquietação.

2. Bergamota

A bergamota faz parte da família do cítricos e, por isso, possui um aroma revitalizante que reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca, balanceando a atividade nervosa e diminuindo o estresse. Em alguns estudos, a bergamota demonstrou ser capaz de diminuir os níveis de glicocorticoides no organismo, hormônios que são responsáveis pelo aumento da ansiedade e do estresse.

3. Nardo

O óleo essencial de Nardo, conhecido cientificamente como Nardostachys jatamansi, tem excelentes propriedades relaxantes, ansiolíticas e antidepressivas que permitem aliviar casos de ansiedade persistente e variações emocionais frequentes. É um tipo de óleo que ajuda a libertas as causas mais profundas de ansiedade e que cria uma sensação de paz interior.

4. Ilangue-ilangue

O Ilangue-ilangue é uma planta que possui um aroma revitalizante que, além de acalmar e melhorar a disposição, estimula sentimentos de coragem e otimismo. Este óleo essencial, quando utilizado frequentemente também reduz a ação do cortisol no corpo.

5. Patchouli

O patchouli é o óleo essencial ideal para pessoas que sofrem com excesso de trabalho e ansiedade crônica, pois tem ação calmante, ansiolítica e antidepressiva.

Onde comprar os óleos essenciais

Os óleos essenciais normalmente podem ser comprados em lojas de produtos naturais e, até, em algumas drogarias. No entanto, sempre que possível é aconselhado consultar o vendedor para pedir óleos essenciais de origem biológica que, embora sejam mais caros, trazem menos riscos para a saúde, por não possuírem toxinas que possam ser inaladas.

Além disso, o preço de cada óleo essencial pode variar bastante de acordo com a planta que é utilizada na sua preparação. Algumas marcas de óleos essenciais que têm produtos biológicos são a Florame ou Folha D'Água, por exemplo.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Ciência, Saúde
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Benefícios do açafrão: porque você deve passar a utilizá-lo diariamente

Publicado em 29/01/2019 às 18h07

Os benefícios do açafrão já são bem conhecidos de muita gente. Também conhecido como cúrcuma,  esse suplemento nutricional tem sido considerado um dos mais eficazes que existem. Por isso, há hoje, uma gama de estudos sobre os benefícios do açafrão da terra.

Uma publicação do Journal Of Natural Science, Biology and Medicine [ 1 ], diz que  o açafrão contém compostos curcuminóides com propriedades medicinais. Dentre eles, temos a curcumina, o principal ingrediente ativo do açafrão. Além disso, segundo os autores, a curcumina tem poderosos efeitos anti-inflamatórios e é um antioxidante muito forte.

Abaixo, temos os 10 principais razões para que você passe a usar, ou aumente o seu consumo de cúrcuma, baseado em evidências científicas.

BENEFÍCIOS DO AÇAFRÃO DA TERRA

1. VOCÊ TERÁ MENOS DORES

Um estudo médico publicado na Alternative Medicin Review [2] testou as propriedades anti-inflamatórias da curcumina e seu uso em doenças que causam inflamação e, consequentemente, dor. A pesquisa mostrou que a curcumina é capaz de interagir com numerosos alvos moleculares envolvidos na inflamação. Com base na cultura celular precoce e em testes com animais, a pesquisa indica que a curcumina pode funcionar como agente terapêutico e diversas doenças.

Outro estudo publicado no Journal Of Biological Chemistry [3] diz que a curcumina pode bloquear a NF-kB, uma molécula que vai até o núcleo das células e ativa genes relacionados à inflamação. A NF-kB, decerto, desempenha um papel importante em muitas dores crônicas. Assim, acredita-se que a o açafrão inserido na dieta ou como suplemento pode reduzir a inflamação intestinal, pancreatite, artrite e uveíte, bem como certos tipos de câncer.

2. REDUZIRÁ OS SINTOMAS DA DEPRESSÃO

Entre os benefícios do açafrão, estão a melhoria do humor e controle dos sintomas da depressão. De acordo com uma publicação da Phytotherapy Research [4] cuidou de comparar a eficácia e segurança da curcumina em relação à com fluoxetina em pacientes com transtorno depressivo. Este estudo fornece a primeira evidência clínica de que a curcumina pode ser usada como um antidepressivo seguro e eficaz. Ao mesmo tempo, mostrou que a curcumina teve efeito positivo em 62,5% dos pacientes, enquanto a fluoxetina teve melhora em 64,7% dos casos. Isso conclui que, inserir açafrão na dieta pode reduzir um quadro depressivo tanto quanto os medicamentos mais eficientes do mercado.

3.O FIM DA SUA ARTRITE

Um estudo também publicado na Phytotherapy Research [5] estudou 45 pacientes com artrite reumatoide onde buscaram comparar os efeitos do açafrão com o anti-inflamatório Diclofenaco de sódio. Curiosamente, o grupo que fez uso da curcumina apresentou o maior percentual de melhora do que os pacientes do grupo do diclofenaco sódico. Além disso, segundo os autores, o tratamento com curcumina foi considerado seguro e não causou nenhum efeito colateral nos pacientes estudados.

Este estudo fornece a primeira evidência da segurança e superioridade do tratamento com curcumina em pacientes com artrite reumatoide. Então, vamos comemorar a descoberta passando a ingerir açafrão diariamente.

4. VOCÊ TERÁ UM CORAÇÃO FORTE

De acordo com uma publicação da International Journal Of Cardiology [6], o estudo concentrou, sobretudo, nos efeitos da curcumina no sistema cardiovascular. Os autores demonstraram, então, que os efeitos antioxidantes da curcumina diminuem a cardiotoxicidade. Assim, podem, efetivamente, prevenir complicações cardiovasculares, especialmente em pessoas diabéticas. Ao mesmo tempo, os efeitos anti-trombóticos, antiproliferativos e anti-inflamatórios da curcumina pode diminuir o colesterol, e, como isso, proteger contra as alterações patológicas causadoras da aterosclerose.

Os benefícios do açafrão para o coração, não param por aí. O mesmo estudo, demonstrou-se que os efeitos inibidores da curcumina sobre a molécula p300-HAT, melhoram o desenvolvimento de hipertrofia cardíaca e insuficiência cardíaca.

5. PODERÁ PREVENIR O CÂNCER

Alguns especialistas e até pessoas mais antigas, costumam relacionar os canceres como a “doença da velhice”. Assim, eles acreditam que, muitas vezes, a doença surge em resposta ao estilo de vida. Uma publicação da Cancer Letter [7] revelou que a curcumina age na sinalização celular. Assim, ela interfere no ciclo celular, na apoptose (morte das células), na proliferação, na  sobrevivência, invasão, angiogênese, metástase e, por fim, na inflamação. Isso quer dizer, que essa substância presente no açafrão pode afetar em quase todo metabolismo celular. Com isso, a atividade da curcumina parece afetar múltiplos alvos. Então, segundo o estudo, com essas propriedades, é possível que o uso do açafrão previna vários cânceres, como:

  • leucemia e linfoma
  • câncer gastrointestinal
  • câncer geniturinário
  • câncer de mama
  • câncer de ovário
  • carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço
  • câncer de pulmão
  • melanoma
  • câncer neurológico
  • e, por fim, o sarcoma

6.TERÁ MAIS LONGEVIDADE

Um dos benefícios do açafrão é também a capacidade que a curcumina parece ter diante das chamadas “doenças da velhice”.De acordo com um estudo publicado no periódico Immunity & Ageing [8], o envelhecimento é manifestado pela diminuição da saúde e aumento das chances de adquirir doenças relacionadas à idade, como câncer, Alzheimer, aterosclerose, distúrbios metabólicos e outros.

Provavelmente, essas doenças são causadas por inflamações causadas por estresse de oxigênio e manifestada pelo aumento do nível de citocinas pró-inflamatórias. Então, é possível que entre os benefícios do açafrão estão o retardamento da velhice e de doenças relacionadas à idade. Sendo assim, o estudo considera a curcumina, um potente antioxidante e anti-inflamatório. A substância, pode e deve então, ser usada para dar um upgrade na saúde dos idosos.

ARTIGOS MÉDICO-CIENTÍFICOS: J. OF NATURAL SCIENCE, BIOLOGY AND MEDICINE ( 1 ) ALTERNATIVE MEDICIN REVIEW [2J.OF BIOLOGICAL CHEMISTRY [3PHYTOTHERAPY RESEARCH [4] [5INTERNATIONAL J.OF CARDIOLOGY [6CANCER LETTER [7IMMUNITY & AGEING [8

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Ciência, Saúde
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Pomada para furúnculo e outros truques caseiros para tratamento

Publicado em 21/01/2019 às 08h40

A pomada para furúnculo é o que a maioria das pessoas buscam quando tem o problema. Os furúnculos são inchaços, cheios de pus, que se formam sob a pele. Ao mesmo tempo são lesões dolorosas e crescem se enchendo de secreções até serem drenados. Surgem, a saber, ​​por penetração de bactérias que infectam e inflamam os folículos pilosos. A maioria dos furúnculos, decerto, é causada pela bactéria Staphylococcus aureus. É comum que surjam no rosto, pescoço, axilas e nádegas.

A Dra. Debra Rose Wilson [1], especialista em medicina holística da Walden University , alerta que caso a infecção se torne insustentável, é necessário buscar ajuda médica para drenagem. Ele fará, então, uma pequena incisão ao ferver e usar gaze estéril para absorver e remover pus adicionais. Contudo, muitos casos de furúnculos podem ser tratados no conforto da sua própria casa com remédios alternativos ou uma pomada para furúnculo.

POMADA PARA FURÚNCULO

Aplicar a pomada ou creme certos pode favorecer a secagem do furúnculo mais rápido, suavizando a dor e o desconforto. Uma boa razão para usa-las é que podem ser aplicadas em qualquer parte do corpo.

Elas podem ser utilizadas no tratamento de furúnculo inflamado em qualquer lugar do corpo. As pomadas antibiótica são sem dúvida as mais usadas e recomendadas pelos médicos. Isso porque, elas tem um poder de secar e eliminar as bactérias da ferida. Alguns exemplos de pomadas para furúnculo com poder antibiótico são:

  • Nebaciderme [bula] e Nebacetin [bula]. Contém dois antibióticos, a neomicina e a bacitracina zíncica, que juntos inibem o crescimento de vários tipos de bactérias. A neomicina determina um erro na leitura do código genético da bactéria, interferindo na síntese de suas proteínas. A bacitracina zíncica inibe a biossíntese da parede celular bacteriana. Sua ação inclui, principalmente, as bactérias que costumam causar infecções de pele e de mucosas.
  • Bactroban [bula]. Contém mupirocina, um agente antibacteriano tópico que mostra atividade contra os organismos responsáveis pela maior parte das infecções de pele, como por exemplo o Staphylococcus aureus. Assim, é indicado para o tratamento de infecções bacterianas de pele como: impetigo, foliculite e furunculose.

OUTRAS DICAS PARA TRATAMENTO

APLIQUE CALOR

Calor ajuda a aumentar a circulação em na área afetada. Isso, decerto, leva mais glóbulos brancos e anticorpos para a área para combater a infecção. Portanto, aplicar calor no furúnculo é um dos melhores remédios caseiros que você pode usar. Além disso, pode ajudar bastante no tratamento em conjunto com a pomada para furúnculo. Aplique uma compressa quente na área por 20 minutos. Repita por três ou quatro vezes por dia, todos os dias, até que o furúnculo desapareça.

AÇAFRÃO EM PÓ

O açafrão tem propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias, os quais podem ajudar a curar os furúnculos rapidamente. O açafrão, a saber, já tem sido usado como um purificador de sangue natural por milênios na medicina oriental.

Para aproveitar suas propriedades, pode-se ingerir açafrão em pó ou usá-lo topicamente para tratar furúnculos. Mas, nada te impede de fazer os dois tratamentos! Para ingeri-lo, ferva uma colher de chá de açafrão em pó em água ou leite. Em seguida, depois de esfriar, beba três vezes ao dia. Para usá-lo topicamente, misture açafrão com água e / ou gengibre para fazer uma pasta e aplique-a sobre o furúnculo pelo menos duas vezes por dia. Este tratamento também pode ser feito em conjunto com a pomada para furúnculo com antibiótico.

ÓLEO DE RÍCINO (MAMONA)

O óleo de rícino contém um composto chamado ácido ricinoleico, que é um anti-inflamatório natural, mas, bastante potente. Isto, combinado com as suas propriedades antibacterianas poderosas, faz com que seja um excelente tratamento natural para furúnculos. Simplesmente aplique uma pequena quantidade de óleo de mamona diretamente no furúnculo pelo menos três vezes ao dia até que ele desapareça.

QUANDO IR AO MÉDICO

Às vezes, remédios caseiros não são suficientes para furúnculos teimosos. Mesmo você tendo em casa uma pomada para furúnculo com antibiótico, muitas é preciso ir ao médico. Então, marque uma consulta:

  • Se o furúnculo continua aumentando apesar do tratamento caseiro.
  • Se o furúnculo não desapareceu ou diminuiu após uma semana de tratamento em casa.
  • Se o furúnculo tem o tamanho de uma bola de pingue-pongue, ou mais.
  • Se pele ao redor dele está vermelha brilhante ou tem estrias vermelhas se estendendo a partir dele.
  • Se o furúnculo está extremamente doloroso, dando fisgadas de dor.
  • Se você tem tido furúnculos recorrentes ao longo de vários meses.
  • Se você também tem diabetes.
 OPINIÃO MÉDICA: DRA. DEBRA ROSE WILSON [1]

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Ciência, Saúde
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O que é a lepra, sintomas e tratamento

Publicado em 16/01/2019 às 10h26

A lepra, também chamada de doença de Hansen ou Hanseníase, é uma doença de pele causada pela bactéria Mycobacterium leprae caracterizada pelo aparecimento de manchas esbranquiçadas na pele e acometimento dos nervos periféricos, o que diminui a sensibilidade da pessoa a dor, toque e calor, por exemplo.

As partes do corpo mais afetadas são os olhos, as mãos e os pés, mas as feridas também podem afetar a face, orelhas, nádegas, braços, pernas e costas e a transmissão acontece por meio do contato com as secreções da pessoa contaminada.

A hanseníase tem cura quando o tratamento é seguido de acordo com a orientação do médico, respeitando a dosagem e o tempo de tratamento, e é feito com o uso de antibióticos.

Sintomas da lepra

O primeiro e principal sintomas da lepra é o aparecimento de manchas arredondadas, mais clara que a pele, que podem se espalhar pelo corpo. Estas manchas podem afetar as sobrancelhas e os cílios e algumas vezes podem tornar-se avermelhadas. Em toda mancha há perda da sensibilidade, sendo este o maior diferencial para as outras doenças de pele, pois a pessoa deixa de sentir as diferenças de temperatura e de pressão no local da ferida, podendo se ferir gravemente sem perceber, por exemplo.

As manchas na pele e perda da sensibilidade ocorrem devido à inflamação dos nervos daquela região, podendo haver o surgimento de outros sintomas como:

  • Inchaço da região;
  • Perda da força nos músculos inervados por estes nervos afetados, principalmente nos olhos, braços e pernas.
  • Perda da capacidade de suar;
  • Pele ressecada;
  • Perda da sensibilidade e dormência;
  • Lesões e feridas na planta dos pés;
  • Lesões no nariz;
  • Lesão dos olhos pode causar cegueira;
  • Paralisia dos braços ou pernas;
  • Impotência e esterilidade, pois a infecção pode reduzir tanto a quantidade de testosterona quanto a quantidade de espermatozoides produzidos pelos testículos.

Os sintomas da lepra podem demorar anos para a aparecer dependendo da resposta imune da pessoa, no entanto os sintomas iniciais da doença podem aparecer entre o 1º e 7º ano após a infecção pela bactéria.

Como saber se é lepra

O diagnóstico da lepra é feito através da observação das manchas na pele e dos sintomas apresentados pela pessoa. Normalmente o médico realiza alguns testes de sensibilidade na região, além de verificar se existe algum tipo de deformidade nos olhos, mãos, pés e rosto, por exemplo, uma vez que pode acontecer devido ao espessamento da pele em alguns tipo de lepra, principalmente no caso do tratamento não ter sido realizado corretamente.

Além disso, o médico poderá fazer uma pequena raspagem nas feridas e enviar para o laboratório para que seja feita análise para identificação da bactéria causadora da hanseníase.

A Lepra é contagiosa?

A lepra é uma doença altamente contagiosa, podendo ser transmitida de pessoa para pessoa através da saliva. Por isso, é recomendado que o paciente leproso evite falar, beijar, tossir ou espirrar muito perto de outras pessoas, enquanto não iniciar tratamento.

O indivíduo pode contaminar-se com o bacilo da lepra e só manifestar sintomas muitos anos depois.

Como é feito o tratamento para lepra

O tratamento da lepra é feito com o uso de 3 antibióticos, a Dapsona, Rifampicina e Clofazimina, durante alguns meses. Os antibióticos podem interromper a evolução da hanseníase e curar a doença, mas para que a cura seja alcançada o tratamento pode ter que ser mantido por longos períodos, que variam entre 6 meses a 2 anos, porque a eliminação completa do bacilo causador da lepra pode ser difícil de alcançar. 

Em alguns casos, podem ocorrer complicações e deformidades que podem levar a dificuldade para trabalhar, prejudicando a vida social, afetando por isso o lado psicológico da pessoa.

Algumas pessoas podem ficar curadas sozinhas, sem nenhum tipo de tratamento e após o início do uso dos antibióticos, em cerca de 4 dias a doença deixa de ser transmissível e é possível que a pessoa tenha um contato normal com outras pessoas.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Ciência, Saúde
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Pilates pelo bem do corpo e da mente dos mais velhos

Publicado em 16/01/2019 às 10h20

Pesquisa brasileira revela que a modalidade traz ganhos físicos e psicológicos para quem já passou dos 60

Engana-se quem pensa que pilates é apenas um treino leve e tranquilo para se alongar. “As sessões trabalham as mais diversas aptidões, como a resistência muscular, a postura e a respiração”, esclarece a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, de São Paulo.

E olha que bacana: um estudo realizado na Universidade do Sul de Santa Catarina mostra que até sujeitos mais maduros podem se beneficiar da prática. Para chegar a essa conclusão, foram recrutadas 61 mulheres com idade média de 64 anos. Metade realizou aulas durante quatro meses, enquanto a outra parcela não mexeu o corpo ao longo do mesmo período.

Os resultados apontam que as adeptas do pilates apresentavam mais flexibilidade, força, condicionamento e equilíbrio. “Além disso, observamos uma melhora em questionários que medem a satisfação com a vida e a autonomia”, observa a professora de educação física Vanessa Sanders, chefe da investigação.

Porém, antes de se matricular em qualquer academia ou estúdio por aí, fique atento às dicas listadas abaixo.

Alguns pontos para tirar o máximo proveito das sessões

  • Converse com seu médico e veja se você está liberado para fazer os exercícios sem se prejudicar.
  • Priorize locais que oferecem aulas individuais ou com poucas pessoas. Assim, o professor orienta melhor os alunos.
  • Analise o currículo dos profissionais e veja se são formados em educação física ou fisioterapia.
  • Vista sempre roupas leves e que facilitem a movimentação do tronco, dos braços e das pernas.
  • Não há necessidade de pegar pesado logo de cara: a dificuldade das sessões progride aos poucos.
  • Se você sentir dor em algum momento, há algo de errado. Avise o professor e veja se sua postura está ok.

A origem do método

Ele foi criado pelo enfermeiro alemão Joseph Pilates (1883-1967) e une princípios do ioga, das artes marciais e da meditação. Os movimentos e posições podem ser feitos no chão ou com o auxílio de aparelhos específicos.

Fonte: Saúde Abril

Categoria: Opinião, Saúde
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Hemácias na urina: o que tem de errado comigo?

Publicado em 16/01/2019 às 10h05

Ter hemácias na urina é conhecido pelo termo técnico de hematúria. Mas, não é absolutamente normal.  Na maioria das vezes sua presença é geralmente um sinal de um problema de saúde subjacente. Daí, podemos então citar diversos tipos de infecções ou irritação dos tecidos do trato urinário. A hematúria, indica que há sangue ou pelo menos traços de sangue na urina.

Quando é possível perceber a olho nu que a urina está com sangue (cor avermelhada ou rosada), chamamos de hematúriamacroscópica. Ao mesmo tempo, quando a urina parece ter cor normal, mas as hemácias na urina podem ser vistas pelo microscópio, dizemos hematúria microscópica. Normalmente, um problema no trato urinário é confirmado apenas pelo exame laboratorial, ondem além das hemácias na urina, é possível detectar leucócitos na urina, bacteriúria e outros.

HEMÁCIAS NA URINA PODE SER NORMAL?

As hemácias geralmente não devem aparecer na urina, portanto, não há valores normais. Ao mesmo tempo, no caso das mulheres, colher urina para exame durante a menstruação pode resultar na presença de hemácias na urina. Nestes casos, então, a presença de hematúria não indica problema.

Durante a menstruação, a orientação é que, no momento da entrega da urina no laboratório, a mulher deve alertar para a situação. Alguns laboratórios, porém, já fazem um questionário perguntando para todas as mulheres em idade fértil, a data da última menstruação.

Segundo a Dra. Deborah Weatherspoon [1], enfermeira chefe no Hospital Universitário do Tenesse, outra situação que pode causar hematúria e não indica problema algum, é quando a pessoa tem relações sexuais na véspera da coleta de urina. Então, sabe-se que uma atividade sexual recente pode causar irritação dos tecidos ao redor do trato urinário.

HEMÁCIAS NA URINA: O QUE PODE SER?

Como já dito, hemácias na urina indica que há sangue no trato urinário. Portanto, há problemas com você, sejam eles infecções, doenças renais, câncer ou doenças raras do sangue. Vejamos abaixo, as doenças mais comuns que levam a hematúria.

INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO

A infecção urinária pode estar em algum ponto do sistema urinário, na bexiga ou nos rins. Acontece, normalmente, quando bactérias sobem a uretra, até alcançar a bexiga e os rins. Muitas vezes, os sintomas de infecção urinária incluem dor e necessidade de urinar com frequência. Isso, principalmente quando se trata de uma cistite, uma infecção na bexiga.

PEDRA NOS RINS

Outra razão comum para receber um resultado de exame com hemácias na urina é a pedras nos rins ou na bexiga. O sintoma de cálculo renal surge quando minerais cristalizados causam um bloqueio que muitas vezes resulta em hematúria e dor renalsignificativa. Dor nas costas, dor na barriga ou lateralmente são sintomas comuns. Ao mesmo tempo, ardor ao fazer xixi, pode ocorrer.

ALTERAÇÃO NA PRÓSTATA

Em homens de meia-idade e mais velhos, um resultado de exame com hemácias na urina pode indicar próstata aumentada. Dessa forma, quando a próstata fica maior comprime a uretra. Algumas vezes, a condição causa problemas para urinar e pode, inclusive, impedir que a bexiga se esvazie completamente. Como consequência, então, muitos homens acabam tendo uma infecção urinária com a presença de sangue na urina que é detectado no exame.

PROBLEMAS NOS RINS

Quando há um rim – ou os dois – doente ou inflamado, a urina pode vir com traços de sangue. No exame aparecerá hemácias na urina. Este tipo de problema, decerto, pode ocorrer sozinho ou como consequência de outra doença, como diabetes, por exemplo. Em crianças com idade entre 6 a 10 anos, o distúrbio renal chamado glomerulonefrite pós-estreptocócica pode, ao mesmo tempo, resultar em hemácias na urina.

MEDICAMENTOS

Alguns medicamentos também podem causar a presença de hemácias na urina. Exemplos incluem: diluentes de sangue, aspirina, alguns antibióticos. Assim, antes de entregar a urina no laboratório, avise a medicação em uso.

CAUSAS MENOS COMUNS

Existem algumas outras causas deste problema que não são muito comuns. Podemos citar, por exemplo:

  • anemia falciforme
  • síndrome de Alport
  • hemofilia
  • exercícios extenuantes
  • golpe nos rins
OPINIÃO MÉDICA: DRA. DEBORAH WEATHERSPOON [1]

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte:Diário de Biologia 

Categoria: Ciência, Saúde
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Benefícios do Ginkgo biloba: Porque você deve tomar o suplemento, baseado em estudos

Publicado em 14/01/2019 às 10h06

Os benefícios do Ginkgo biloba já são mais do que comprovados. O Ginkgo é uma árvore nativa da China que foi cultivada por milhares de anos para uma variedade de usos. Alguns botânicos preferem trata-la como um fóssil vivo. Afinal, é o único membro sobrevivente de uma antiga ordem de plantas.

As folhas e sementes são usadas com frequência na medicina tradicional chinesa, a pesquisa moderna concentra-se principalmente no extrato de ginkgo, que é feito das folhas. Assim, os suplementos à base do extrato dessa planta, estão associados a vários tratamentos. Contudo, a maioria das pessoas usam para melhora das funções cerebrais e para circulação sanguínea.

10 IMPORTANTES BENEFÍCIOS DO GINKGO BILOBA

1. AÇÃO ANTIOXIDANTE

O Ginkgo contém potentes substâncias antioxidantes. Por isso, essa planta pode combater os efeitos nocivos dos radicais livres e evitar o envelhecimento celular precoce. O ginkgo, a saber, contém altos níveis de flavonoides e terpenoides, compostos famosos pelo alto efeito antioxidantes [1 , 2 ].

Durante nossas funções metabólicas normais, nós produzimos radicais livres têm o potencial de danificar tecidos saudáveis, contribuindo para o envelhecimento acelerado e o desenvolvimento de doenças. Contudo, os Antioxidantes combatem ou neutralizam os efeitos nocivos dos radicais livres. Assim, inserir alimentos e suplementos antioxidantes no organismo é indispensável.

2. ALTO PODER ANTI-INFLAMATÓRIO

A capacidade de combater inflamações é um dos benefícios do Ginkgo biloba mais conhecidos. A inflamação, a saber, faz parte da resposta natural do corpo a lesões ou invasões de corpos estranhos. Assim, sabemos que algumas doenças crônicas desencadeiam uma resposta inflamatória mesmo quando não há doença ou lesão presente. Com o tempo, essa inflamação excessiva pode causar danos permanentes aos tecidos e ao DNA do corpo.

Anos de pesquisas mostram que o extrato de ginkgo pode reduzir os marcadores de inflamação em células humanas e animais em diversas doenças  [3 , 4]. Dentre as doenças, podemos citar artrite, Síndrome do Intestino Irritável, diversos tipos de canceres e cardiopatias. Além disso, um estudo publicado na revista Phytomedicine [5] comprovou que o Ginkgo biloba pode ser tão eficaz quanto os medicamentos inibidores de colinesterase, normalmente usados no tratamento para o Alzheimer.

3. MELHORA A CIRCULAÇÃO E EVITA DOENÇAS CARDÍACAS

Ginkgo pode aumentar o fluxo sanguíneo, funcionando como vasodilatador. Dessa forma, o seu extrato pode ter aplicações para o tratamento de doenças relacionadas à má circulação. Um importante estudo [6] em pacientes cardíacos que  usaram suplementos de ginkgo revelou um aumento imediato no fluxo sanguíneo para várias partes do corpo. Ao mesmo tempo, houve um aumento de 12% nos níveis de óxido nítrico circulante, o responsável pela dilatação dos vasos sanguíneos.  Este resultado foi corroborado em outro estudo com idosos tratados com o extrato de ginkgo [7].

Da mesma forma, pesquisas adicionais também apontam para os efeitos protetores do ginkgo na saúde do coração, do cérebro e na prevenção do derrame. Existem múltiplas explicações potenciais para isso, uma das quais pode ser os compostos anti-inflamatórios presentes na planta [8 , 9].

4. REDUZ DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS E SINTOMAS DO ALZHEIMER

Os benefícios do Ginkgo biloba relacionados a distúrbios psiquiátricos tem sido repetidamente estudados. Sabe-se então, que o extrato da planta possui capacidade de reduzir a ansiedade, o estresse e outros sintomas associados à doença de Alzheimer e ao declínio cognitivo associado ao envelhecimento.

Uma revisão de 21 estudos revelou que, quando usado em conjunto com a medicina convencional, o extrato de ginkgo pode aumentar as capacidades funcionais em pessoas com sintomas de Alzheimer leve [10]. Outra revisão, contudo, avaliou quatro estudos e encontrou uma redução significativa em um espectro de sintomas associados à demência quando o ginkgo foi usado por 22 a 24 semanas [11].

5. MELHORA O DESEMPENHO DAS FUNÇÕES CEREBRAIS

Algumas pesquisas mostram que o ginkgo pode melhorar o desempenho mental em pessoas saudáveis. Com isso, um dos  benefícios do Ginkgo biloba está relacionado ao aumento do desempenho mental e do bem-estar, segundo estudo [12]. Embora alguns estudos ainda não apontem a eficácia do ginkgo em relação a memória, resultados de diversos outros estudos deram origem a alegações ligando o ginkgo a melhor memória, foco e atenção.

6. REDUZ A ANSIEDADE

Algumas pesquisas indicam que a suplementação com ginkgo pode reduzir os sintomas de ansiedade. Pesquisas em animais observaram reduções nos sintomas de ansiedade que podem ser atribuídas ao teor de antioxidantes do ginkgo [13].

Em um estudo, 170 pessoas com ansiedade generalizada foram tratadas com 240 mg ou 480 mg de ginkgo ou um placebo. O grupo tratado com a dose mais alta de ginkgo relatou uma redução de 45% nos sintomas de ansiedade, comparado ao grupo placebo [14].

7. AJUDA A TRATAR DEPRESSÃO

Uma revisão de estudos em animais sugere que a ginkgo pode funcionar como remédio para depressão e ajudar a tratar sinais de depressão [15]. Dessa forma, para a pesquisa, os ratos que receberam ginkgo antes de uma situação estressante inevitável foram menos afetados emocionalmente pelo estresse do que o grupo que não recebeu o suplemento.

Dessa forma, o estudo indicou que esse efeito estava relacionado às propriedades anti-inflamatórias do ginkgo. Este poder do extrato, decerto, melhora a capacidade do organismo de lidar com altos níveis de hormônio do estresse. Portanto, acredita-se que a os sintomas da depressão desencadeados por estresse podem ser aliviados com suplemento de ginkgo, sobretudo, a depressão em adolescentes.

8. AJUDA NA SAÚDE DOS OLHOS

Algumas pesquisas iniciais mostram que a suplementação com ginkgo pode aumentar o fluxo sanguíneo para os olhos, mas não necessariamente melhorar a visão. Assim, acredita-se que um dos benefícios do Ginkgo biloba é, justamente, ajudar na saúde dos olhos.

Pessoas com glaucoma que usaram suplemento de ginkgo tiveram melhora na circulação sanguínea ocular e, consequentemente, alívio dos sintomas. Ao mesmo tempo, o extrato diminuiu o efeito a progressão da degeneração macular relacionada à idade [16,  17]

9. TRATA CEFALEIA E ENXAQUECA

Muitos médicos já recomendam o uso dos suplementos de ginkgo no tratamento de doenças relacionadas problemas neurológicos. Aliás, na medicina tradicional chinesa, o ginkgo é um tratamento muito popular para vários tipos de dor de cabeça e enxaquecas [18].

É bem conhecido que o ginkgo tem efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes. Dessa forma, se uma dor de cabeça ou enxaqueca é causada por estresse excessivo, o ginkgo pode ser útil. Podendo ajudar em sintomas como dor de cabeça constante. Além disso, se uma dor de cabeça está relacionada à redução do fluxo sanguíneo ou vasos sanguíneos contraídos, a capacidade do ginkgo de dilatar os vasos sanguíneos pode melhorar os sintomas.

Mas, atenção! Algumas enxaquecas são causadas pela dilatação excessiva dos vasos sanguíneos. Nesta situação, o ginkgo pode ter pouco ou nenhum efeito.

10. REDUZ SINTOMAS DA TPM

Pesquisas preliminares indicam que o ginkgo pode ajudar a tratar os sintomas físicos e psicológicos da síndrome pré-menstrual (TPM). Um estudo em 85 estudantes universitários revelou uma redução de 23% nos sintomas [19]. Curiosamente, o grupo placebo neste estudo também experimentou uma ligeira redução nos sintomas da TPM, embora tenha sido muito menor em 8,8%.

NAT. PROD. [1] VITAMINS AND HORMONES [2] AGING AND DISEASE [3] CARCINOGENESIS [4] PHYTOMEDICINE [57] PHYTOTHERAPY RESEARCH [6] CHEMICAL BIOLOGICAL [8]TOPICS IN MEDICINE BIOLOGICAL [910] INT PSYCHOGERIATRY [11] HUM PSYCHOPHARMACOL [12] PHYTOTHERAPHY RES [13] J PSYCHIATRY [14] CNS NEUROL DISORD DRUG [15J ETHNOPHARMACOL [18].

Atenção: O material neste site é fornecido apenas para fins educacionais, e não deve ser usado para conselhos médicos, diagnósticos ou tratamentos. 

Fonte: Diário de Biologia

Categoria: Ciência, Saúde
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