Meio Ambiente

10 Dicas de como reduzir a quantidade de lixo no seu banheiro

Publicado em 15/08/2019 às 08h46

Você já reparou a quantidade de lixo que geramos em nosso dia a dia? E se guardássemos todo o lixo que geramos em nossa casa no nosso quintal, como estaria sua casa? Aprenda como reduzir o lixo na sua casa. Para começar, listamos 10 dicas, que irão te beneficiar muito, de como reduzir o lixo gerado no banheiro e dar fim corretamente aos resíduos recicláveis que você gera ao longo dos dias.

Mas porque no banheiro? A maioria das pessoas utilizam uma grande quantidade de produtos industrializados ao fazer sua higiene e estar atento a esse consumo e seus hábitos nesse momento já irá ajudar a reduzir muito a quantidade de lixo.

Estamos passando por um problema muito sério no nosso planeta. Atualmente, consumimos uma quantidade de recursos naturais maior que a natureza pode repor. Pesquisas comprovam que se não nos atentarmos ao nosso consumo e a quantidade de lixo que produzimos, em 2050 precisaremos de outro planeta para atender a nossa demanda. Por isso, reduzir o lixo e aprender a reutilizar é preciso. Por isso listamos 10 dicas de como reduzir o lixo do seu banheiro.

#1 | TENHA 2 LIXEIRAS NO BANHEIRO

Uma para o lixo que não é reciclável e outra para os resíduos que são! Muitas vezes deixamos de reciclar o lixo do banheiro porque a nossa lixeira de recicláveis está em outro local da casa. Por isso, ter duas lixeiras irá te ajudar a na hora da decisão de onde jogar o lixo, não deixará seu banheiro bagunçado e você faz a sua parte de cuidar do meio ambiente. Uma dica: não utilize sacolas plásticas no lixo reciclável! Geralmente esse tipo de resíduo é seco e não faz sujeira então não é preciso utilizar o plástico.

#2 | RECICLE TUDO!

Olhe para todo o seu lixo de outra forma. Você vai ver que pode reciclar mais do que imagina! Abaixo vou listar alguns produtos que geralmente vão para o lixo convencional e que poderiam ser reaproveitados com a reciclagem!

-Rolo de papel higiênico;
-Tampinha da pasta de dente;
-Cabo da lâmina de barbear;
-Embalagens de: sabonete, cremes, absorvente, maquiagem e por ai vai. Infelizmente todos os produtos que compramos vêm embalados e às vezes com mais de uma embalagem. E muitas dessas embalagens acabam no lixo convencional! Se atente ao abrir seus produtos e veja que pode ser reciclável!

#3 | COMPRE EMBALAGENS TAMANHO FAMÍLIA

Se você gosta de utilizar shampoos, condicionadores, hidratantes, óleos corporais, sabonete líquidos e afins, essa dica é para você. Que tal abandonar as embalagens pequenas e passar a comprar embalagens tamanho família? Sim, você ainda estará gerando resíduos mas com toda certeza irá diminuir a quantidade deles. Além do mais, essas embalagens maiores, geralmente são mais fortes e você pode também reutilizar após o término de seus produtos. Opte sempre por embalagens grandes, assim em alguns meses você terá que descartar ou reutilizar uma embalagem ao invés de várias!

#4 | SUBSTITUIR O ALGODÃO

Utilizamos o algodão para inúmeros fins. Seja para limpar a pele ou machucados, tirar a maquiagem ou aplicar algum produto. O algodão, embora pareça inofensivo, é um grande vilão no meio ambiente. Ele é quimicamente tratado e leva anos para se decompor e não podem ser recicláveis! Que tal optar por materiais que podem ser reutilizados? Hoje existem discos de crochê que tem a mesma função do algodão. E após o uso você só precisa lavar e deixar secar e pode reutilizar.

#5 | PARE DE USAR COTONETES

Médicos afirmam que o uso de cotonete faz mal a saúde dos nossos ouvidos e a saúde do nosso planeta também já que o algodão e a haste dele não são recicláveis. Existem empresas que hoje produzem um cotonete que não agride ao meio ambiente e que suas hastes são recicláveis. Então, caso você não consiga se desapegar ao hábito de utilizá-los dê preferência de compra para produtos que sejam passíveis de reciclar.

#6 | EVITE LENÇOS UMEDECIDOS

Outro grande vilão gerador de resíduos são os lenços umedecidos. Embora sejam muito práticos no dia a dia, o lenço que você utiliza por poucos minutos vai demorar anos para se decompor. Então, utilize-os apenas quando estritamente necessário e faça o descarte corretamente, nunca jogue em vasos sanitários.

#7 | EVITE O USO DE SACOLAS PLÁSTICAS NO LIXO DO BANHEIRO

Como dito anteriormente, tenha duas lixeiras em seu banheiro para te ajudar no descarte correto dos resíduos. Na lixeira de recicláveis não coloque sacolas plásticas. Geralmente é um lixo seco e não precisa “gastar” uma sacola apenas com isso. E uma outra dica é não utilizar as sacolas plásticas no lixo convencional. As lixeiras podem ser lavadas e você pode ter uma sacola maior que irá abrigar todo o lixo da casa evitando a utilização e descarte de diversas sacolinhas.

#8 | SUBSTITUIR AS LÂMINAS DESCARTÁVEIS POR LÂMINAS DURADOURAS

Hoje existem no mercado diversos tipos de lâminas. E muitas vezes, devido ao preço, optamos por lâminas descartáveis e pouco duradouras. Porém, se pensarmos  no meio ambiente veremos que isso gera uma alta quantidade de lixo. Por isso, opte por aparelhos mais duradouros e que você só precise descartar pequenas partes ou mesmo em aparelhos eletrônicos. Você irá sentir a diferença no bolso e na quantidade de lixo.

#9 | ESCOVA DE DENTE | DESCARTE OU SUBSTITUIÇÃO

Calma, eu não vou pedir que você evite o uso da escova de dente! Porém, hoje existem escovas de dentes feitas de bambu e que podem ser recicladas. Já que esse é um produto de necessidade básica, opte por comprar de empresas comprometidas com o meio ambiente e produtos mais sustentáveis. E, caso você não se adapte, recicle o que puder da escova de dente! Além da embalagem, outra solução para o descarte é quebrar a parte superior, onde ficam as cerdas, e jogar o plástico do cabo da escova em um lixo reciclável!

#10 | PRODUTOS SUSTENTÁVEIS

Existem muitas receitas na internet ensinando a produzir produtos caseiros para utilizarmos em nossa higiene. Sabonete, creme dental, hidratantes, shampoo e condicionador e até mesmo produtos de limpeza. Então, minha dica é que você teste esses produtos e veja se você se adapta ao uso deles. Você irá reduzir muito o lixo no seu banheiro (e em toda sua casa), saberá exatamente a origem dos seus produtos e deixará de “consumir” muita química (que os produtos industrializados possuem). Tudo é uma questão de teste e adaptação. Porém, se você não se adaptar, volto a dizer, sempre dê preferência a comprar produtos de empresas que sejam engajadas com a saúde do nosso corpo e também do nosso planeta.

Dica Extra | Para Mulheres | Substitua os absorventes

Uma dica extra que também vale testar. Hoje existem soluções como absorventes de pano, calcinhas absorventes e coletores menstruais. Não são todas as mulheres que se adaptam a esses produtos. Porém, vale tentar e buscar reduzir a quantidade de absorventes que se utiliza. Os absorventes possuem muita química, demoram muitos anos para se decompor e vem com muitas embalagens.

E então, que tal reduzir o lixo do seu banheiro, ajudar o meio ambiente, sua saúde e seu bolso? Conta para gente o que você achou dessas dicas, quais você já utilizava na sua casa e quais vai começar a utilizar hoje mesmo!

Lembre-se, pequenos atos geram grandes mudanças.

Gratidão

Escrito por: Renata Loffredo, do Unna Project, site parceiro do Razões.

Fonte: Razões para Acreditar

Categoria: Dicas, Geral
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NASA descobre planeta parecido com a Terra que pode abrigar vida

Publicado em 06/08/2019 às 09h29

A NASA descobriu um novo conjunto de planetas – chamado GJ 357 – e um deles muito é parecido com a Terra, com grande possibilidade de ter água em estado líquido e condições para abrigar vida.

A descoberta, feita por astrônomos internacionais com o telescópio espacial TESS, da NASA, mostra que eles ficam a 31 anos-luz de distância da Terra. Cada ano-luz equivale a 9.461.000.000.000 quilômetros. A descoberta foi publicada na revista Astronomy & Astrophysics.

Os 3 planetas

Um dos planetas é o ‘GJ 357 d’ e tem massa pelo menos 6,1 vezes superior a da Terra e o corpo celeste orbita sua estrela a cada 55,7 dias.

No entanto, a temperatura de equilíbrio, calculada sem levar em consideração os efeitos de aquecimento de uma possível atmosfera seria de -64 ° C, o que tornaria o planeta mais glacial do que habitável.

O mais parecido com a Terra, ‘o GJ 357 c’ tem uma massa pelo menos 3,4 vezes maior que a Terra e sua temperatura é de 127° C.

Ele orbita a estrela a cada 9,1 dias terrestres.

Já o ‘GJ 357 b’, por sua vez, é um planeta cerca de 22% maior que a Terra e orbita 11 vezes mais perto de sua estrela do que a distância entre Mercúrio e nosso Sol.

Com informações da Galileu

Fonte: Só Boa Notiícia

Categoria: Geral, Mundo
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Elefante ganha bolo especial para comemorar 5 anos de sua libertação do cativeiro

Publicado em 31/07/2019 às 08h54

Já faz cinco anos desde que o elefante Raju foi salvo de uma vida sofrida, em cativeiro, regrada a maus tratos, na Índia. Agora, as pessoas que o resgataram estão se certificando de que ele está sendo bem tratado todos os dias.

Em 2014, Raju foi salvo pela ONG de bem-estar animal WildLifeSOS. O elefante foi explorado e negligenciado por seus antigos donos por cerca de cinquenta anos. Na época, um grupo de ativistas conseguiu filmar as péssimas condições em que o animal se encontrava: doente, severamente abaixo do peso e sofrendo com diversos problemas médicos.

Com a filmagem em mãos, os voluntários da ONG conseguiram tomar a guarda de Raju e o levaram para um santuário, bem longe dos terrores do passado.

Com o apoio das autoridades do governo indiano, o elefante – considerado gentil e inofensivo – foi convidado para viver uma vida verdadeiramente feliz e farta.

Raju foi encaminhado para seu novo lar, o Centro de Conservação e Cuidados com Elefantes (ECCC, na sigla em inglês), em Mathura, no estado indiano de Uttar.

Contra todas as probabilidades, Raju teve melhorias notáveis ​​em sua saúde física e mental. Desde sua chegada ao ECCC, a equipe de veterinários e tratadores cuidou incansavelmente do elefante até ele se recuperar. Sob seus cuidados, o animal engordou, suas feridas se fecharam e seus problemas médicos crônicos estão controlados, respondendo bem aos medicamentos.

Depois de tamanho sucesso, você pode imaginar como todos da WildlifeSOS estavam animados em celebrar os cinco anos do resgate de Raju!

Para comemorar o aniversário da libertação do elefante, os voluntários da ONG prepararam um bolo especial, à base de plantas e frutas, que foi enfeitado com melancias e abóboras, os alimentos preferidos do grandão.

Além disso, os voluntários torceram algumas forragens frescas – que todos os elefantes adoram comer no lanche da tarde – na forma do número 5.

Para a alegria do centro de resgate, Raju ficou mais do que feliz em aceitar seus presentes – e exibiu um grande sorriso enquanto saboreava seu bolo especial. Dá o play no vídeo abaixo:

 

Fonte: Razões para Acreditar

Categoria: Mundo
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Criado carro elétrico que carrega enquanto está em movimento

Publicado em 25/07/2019 às 09h24

A Toyota está inovando para que o carro elétrico possa em breve carregar a bateria em movimento, enquanto roda pelas ruas, estradas e avenidas.

A empresa japonesa revelou um modelo experimental do Prius que tem células solares no capô e teto para captar energia. Ao contrário dos painéis solares que adornavam carros híbridos, essas células são capazes de carregar o veículo enquanto ele está em movimento, uma inovação que pode aumentar a faixa de eficiência energética.

A Toyota já havia experimentado com painéis solares instalados em seus carros pela primeira vez em 2012, o que poderia gerar cerca de 180 W de potência. O modelo atual da empresa pode produzir cerca de 860 W.

Capacidade

Graças à nova tecnologia criada pela empresa Sharp, as células solares foram capazes de melhorar e aumentar sua eficiência para atingir um total de 45 km por dia usando apenas a energia da bateria.

Espera-se que os testes do novo Prius sejam realizados este mês no Japão e, no caso de ter o sucesso desejado, este modelo poderá em breve ser comercializado em todo o mundo .

Com informações do Nation

Fonte: Razão para Acreditar

 

Categoria: Mundo
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Escola Mais Consciente: projeto agita E.M. Esmeralda Vianna, no bairro Inconfidência.

Publicado em 02/07/2019 às 08h18

O Projeto Escola Mais Consciente segue levando educação ambiental com muita diversão às escolas de ensino fundamental. Na última semana, as ações desenvolvidas pela Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur, foram realizadas na Escola Municipal Esmeralda Vianna, no bairro Inconfidência.

Na quinta-feira (27), o Esquadrão Demsur fez a alegria da garotada, que fez a festa com a presença de Dé, Sú, Goto e Lilico. Na sexta (28), o destaque foram os palhaços Lili e Mocotó, que transmitiram a mensagem da educação ambiental, por meio de mais uma apresentação repleta de diversão e interatividade.

O projeto

O “Escola Mais Consciente” é desenvolvido com alunos do ensino fundamental de instituições da rede pública e privada de Muriaé. A cada semana o Esquadrão Demsur desembarca em uma escola diferente e, em uma segunda visita, o mesmo colégio recebe os palhaços Lili & Mocotó que dão sequência ao trabalho, com dicas de educação ambiental através de apresentação interativa, incluindo teatro e números circenses.

Categoria: Muriaé
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Radialista cria placa solar de 30 reais pra levar luz a casa sem eletricidade

Publicado em 21/06/2019 às 09h30

Um radialista e eletricista criou, por hobby, uma placa solar artesanal de 30 reais pra levar o primeiro ponto de luz a uma casa sem eletricidade no interior do Ceará. Flávio Teixeira desenvolveu o equipamento utilizando bateria de notebook e placa de led.  

A iniciativa de Flávio foi depois de visitar a dona de casa e agricultora Maria Lúcia de Sousa, que vive há 8 anos com o marido e as duas filhas em uma casa sem energia elétrica.  “Na era em que nós vivemos, ainda encontrarmos pessoas que não têm energia dentro de casa, a gente fica impressionado”, disse.

Como

A residência fica na zona rural de Itapipoca, município no Norte do Ceará, e era iluminada apenas por uma pequena lamparina a gás, que custava à família o valor de R$ 15 mensais, além do incômodo da fumaça. Após a visita de Flávio, que a dona de casa costuma ouvir no rádio de pilha, a realidade da família começou a mudar. “Era uma escuridão e ele colocou um bico de luz pra gente”, relata Maria Lúcia.

Com R$ 30, uma bateria de notebook e um painel de LED, Flávio criou um painel solar artesanal que gera energia suficiente para acender uma lâmpada, a primeira da casa da família. “Lá em cima da casa tem um painel solar que carrega uma bateria e, dentro, tem um interruptor que faz a recarga da bateria”, explica .

As células contidas na bateria do notebook  geram cerca de 12 volts e iluminam o único ponto de luz da casa, que apesar de pouco, já mudou a rotina da família.

Estudo até mais tarde

Se antes Andressa e a irmã mais nova tinham que “aproveitar a luz do dia para brincar e estudar”, agora vão poder aproveitar o ponto de luz até as 22h, quando a família desliga a lâmpada e vai dormir. Maria Lúcia reconhece a transformação causada pela iniciativa do radialista, mas desabafa: “Tenho ainda muita vontade de ter energia na minha casa, comprar geladeira, tomar água gelada, ter uma televisão para assistir o jornal e ver o que está acontecendo no mundo”, sonha.

Andressa Sousa, a filha adolescente, também lamenta a falta de eletricidade. “Sinto falta da luz para gente pesquisar e estudar. Não é tão ruim, porque a gente já se acostumou, mas é difícil”, lamenta.

A família mora no local há oito anos e, na época da mudança, solicitou instalação elétrica à companhia elétrica. Depois de saber da situação da famíila, a Enel Distribuiução Ceará, responsável pelo abastecimento, disse que vai avaliar  a instalação da energia na casa da dona Maria Lúcia.

Com informações do G1

Fonte: Só Boa Notícia

Categoria: Dicas, Geral
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FAEMG realiza seminário de Meio Ambiente

Publicado em 17/06/2019 às 09h37

Tecnologia e assistência técnica podem ser o diferencial para aliar rentabilidade e preservação ambiental na produção rural. Com essa proposta, e o macro tema “Mudanças Climáticas e Formas Alternativas de Energia”, a sexta edição do Seminário Ambiental do Sistema FAEMG reuniu mais de 200 participantes nesta semana, em BH.

Foram debatidos temas como a COP do clima e os principais desafios do agro em relação às mudanças climáticas, a capacitação profissional rural, e as possibilidades e estratégias de geração distribuída e uso da energia solar em propriedades rurais.

Na abertura, o vice-presidente do Sistema FAEMG, Rodrigo Alvim, destacou a importância do encontro para o debate crítico e formação de referencial teórico: “Precisamos preparar o produtor para, cada vez mais, ser um grande aliado da preservação dos recursos naturais. Impulsionar o desenvolvimento sustentável do agronegócio tem sido uma forte diretriz da atuação do Sistema FAEMG, por meio do Programa Nosso Ambiente e diversos outros projetos, ações e capacitações do Senar Minas”.



RESUMO DAS PALESTRAS

TEMA 1

Principais desafios do agro mineiro em relação às mudanças climáticas

Morjana dos Anjos (FEAM): “Para conseguirmos manter o ambiente para as gerações futuras, temos a cumprir uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável e metas firmadas em acordos internacionais, dos quais o Brasil também faz parte. Precisamos mudar os nossos processos atuais de produção,- de geração de energia, agricultura, indústria - , visando processos mais sustentáveis. E precisa ser uma mudança mais ampla, porque estão ali metas comuns, para todo mundo. É importante que as pessoas tirem um tempinho para conhecer esses objetivos e como contribuir para a proteção de um bem que é de todos nós”.

Junio Magela (advogado): "O setor agro tem desafios enormes relacionados às mudanças climáticas. Mas não podemos ficar só no problema. Trouxemos uma reflexão de quais são esses desafios e como resolvê-los. Como traçar estratégias, buscar dinheiro e implementar soluções. O produtor precisa saber como acessar esses recursos. Há muitas ferramentas disponíveis, cabe a produtor ter criatividade para acessá-las. Criar soluções é o grande desafio que temos pela frente”.

TEMA 2

Capacitação profissional rural – Projeto Siderurgia Sustentável

Harrison Belico (Senar Minas): "O Senar Minas promove o acesso dos produtores à tecnologia desenvolvida pela UFV no Projeto Siderurgia Sustentável, uma iniciativa do governo estadual, com financiamento pelo fundo global para diminuição de emissão de carbono. O objetivo é fazer com que o produtor rural se torne mais eficiente no processo produtivo, principalmente em relação à redução da emissão de carbono e diminuição do aquecimento global. Apesar de demandar um investimento inicial, é um projeto muito vantajoso ao produtor. As tecnologias implementadas no sistema forno-fornalha lhe garantem maior controle do processo produtivo, sendo mais eficiente e portanto, obtendo mais lucro com seu processo produtivo”.

TEMA 3

O agro na COP do clima

João Carlos Dé Carli (CNA): “É preciso acreditar mais no agro. Durante anos, o setor foi alvo de críticas. Mas quando a Embrapa mostrou dados oficiais de sustentabilidade das propriedades rurais brasileiras, comprovou-se que os produtores são os grandes aliados da questão ambiental no país. São dados oficiais, de governo, que não podem ser contestados. Precisamos que sejam maciçamente apresentados à sociedade brasileira e a todo o mundo. A maioria das metas apresentadas, o agro já consegue cumprir. O governo precisa trabalhar conosco, temos muitas ideias para apresentar”.

TEMA 4

Caso de sucesso – Fazenda Vista Alegre (Manga)

Edvaldo Lôpo Alkimim: "O produtor é cada vez mais um empreendedor rural. Apostei numa perspectiva de desenvolvimento sustentável. É um tripé: financeiro, ambiental e social. Não dá para explorar a propriedade visando só o lucro e a detonar do ponto de vista ambiental, ou sem responsabilidade social. O sucesso precisa levar isso em consideração. Dá para ser muito lucrativo com desperdício zero. Mas demanda muito trabalho e dedicação, capacitação, tecnologia e planejamento e gestão de metas”.

TEMA 5

Possibilidades e estratégias de uso da energia solar em propriedades rurais

Nelson Colaferro (Blue Sol Energia Solar): “O campo precisa de energias alternativas. De dois anos para cá a energia solar é financeiramente viável. Tecnicamente, sempre foi. E pode trazer economia importante aos produtores, além de ser fonte limpa e inesgotável. A energia do campo não é a mais cara. É mais barata que a das residências e das empresas de baixa tensão nas cidades. E com as taxas de juros mais baixas para o campo, para a produção agrícola, o tempo médio de retorno no campo hoje é em torno de 6 anos”.

TEMA 6

Problemas regulatórios na compensação da energia excedente da geração distribuída

Gabriel Ferreira (ABGD): “O produtor rural deveria aproveitar o bom momento de 2019 para fazer o investimento em energia solar fotovoltaica porque é um cenário muito favorável com relação a taxas de juros e principalmente quanto a regulamentação, que está ainda no modelo antigo e, possivelmente, mais favorável do que a nova revisão que virá. É um investimento que faz muito sentido, vale muito a pena”.

Categoria: Minas Gerais
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Meio Ambiente e Saúde foram tema de conferência municipal realizada no CD Moda

Publicado em 10/06/2019 às 18h06

A relação direta entre o Meio Ambiente e a saúde dos seres humanos foi foco de um ciclo de quatro palestras que integraram a 7ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Saúde, realizada nos dias 6 e 7 de junho, pela Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur e da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente.

O evento aconteceu no auditório do CD Moda, localizado nas dependências da unidade do Senai, situada na Rua Sinval Florêncio da Silva, atrás do Mercado do Produtor (Feira do Centro), e contou com apoio da Secretaria Municipal de Saúde, sistema FIEMG e CREA-MG.

Marcando as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a conferência contou com as presenças do secretário municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, Jorge Feres, do secretário adjunto de Obras Públicas, Nilo Campos, além de estudantes das áreas de Biologia e curso Técnico em Meio Ambiente, bem como representantes da sociedade civil.

A primeira palestra do evento abordou o tema “Reciclagem no Combate à transmissão de Doenças”, e foi ministrada pela analista ambiental, diretora de setor de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf.

Na sequência, a acadêmica do 7º Período do curso de Biomedicina da Unifaminas, Laís Gonçalves Parvan, palestrou sobre o tema “Energia e Meio Ambiente”.

A segunda noite começou com palestra do engenheiro civil sanitarista, Claudio Cansado, do CREA-MG, que abordou o tema “Planejamento Urbano como Ferramenta de Saúde Pública”.

A conferência foi concluída pelo engenheiro Agrícola e Ambiental, Lucas Dutra de Melo, da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, que discorreu sobre “Produção Ambiental na produção de alimentos mais saudáveis”.

A realização do evento é mais uma demonstração da preocupação e compromisso constante da autarquia com o planeta e com o bem-estar da população.

Categoria: Muriaé
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Palmeira pupunha se destaca como matéria-prima do palmito e na preservação de árvores nativas

Publicado em 10/06/2019 às 08h43

Segundo a Embrapa, o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de palmito do mundo


Entre os produtos florestais não madeireiros, a produção de palmito a partir da pupunha tem se destacado como alternativa viável para preservar espécies nativas da Mata Atlântica e como fonte de renda para pequenos e médio produtores. A pupunha é uma palmeira originária da região amazônica que permite a extração do palmito de forma sustentável e econômica.

Uma das plantações de pupunha bem-sucedidas do país está em Antonina, interior do Paraná. Com cerca de 600 mil metros quadrados de área plantada, a propriedade de Geraldo Geiri tem pelo menos 200 mil pés de pupunha, que gera a produção mensal de sete toneladas de palmito e abastece o mercado de Curitiba e região.

Cansado do mercado financeiro, Geiri conta que decidiu apostar na produção de palmito a partir da pupunha por influência da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Florestas.

“Eu queria sair do mercado financeiro, estudei um plano B e cheguei na questão da pupunha. Na época, quase ninguém plantava pupunha. Basicamente, os palmitos eram do extrativismo ilegal. Eu vi uma oportunidade, vi que o futuro da produção de palmito era pupunha”.

A aposta de Geiri deu certo. O investimento no cultivo de pupunha começou em 2005 e já em 2008, ele montou uma pequena indústria e começou a envasar e comercializar os palmitos do próprio cultivo.

“Realmente, é algo que deu certo, já me realizei como produtor rural. É uma pequena indústria. Faço basicamente só o palmito que eu produzo mesmo. Eu plantei 160 mil pés, produzi uns 130 mil pés e hoje eu vivo só da indústria e da plantação”.

Além de ter desenvolvido uma nova fonte de renda, Geiri comemora o ganho ambiental proporcionado pela plantação de pupunha. Quando comprou a propriedade, há 15 anos, o local era tomado por pasto, hoje a região está toda plantada e verde.

Ele também destaca a simplicidade do manejo e dos cuidados com a pupunha, comparada a outras culturas. Uma das vantagens é a economia no uso de fertilizantes e defensivos, já que a planta não atrai pragas.

“É tudo simples, a indústria é toda manual, o corte é manual. Depois todo o resíduo que fica do palmito eu amontoo e jogo na terra. Não tem lixo, todo resíduo do palmito volta para o solo e vira adubo para a própria plantação”, explicou.

Segundo a Embrapa, o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de palmito do mundo. Em 2018, o país exportou mais de 291 toneladas de palmito, volume que rendeu ao país o montante de US$ 1,64 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura.

Sistema de Produção de Pupunheira para palmito

Histórico

Os registros apontam que o hábito de consumo de palmito a partir da Juçara existe desde o período colonial com os indígenas e populações ribeirinhas. Segundo o pesquisador da Embrapa Florestas, Álvaro Figueredo, a comercialização do palmito produzido a partir da Juçara foi intensa até meados da década de 1970, mas perdeu força como matéria-prima depois da introdução da pupunha, que leva menos tempo para produzir o palmito.

“A palmeira Juçara sempre foi matéria-prima para preparar aquele palmito que vem envasado no vidro. Mas, o que ocorreu com essa palmeira? Ela é unicaule, quer dizer, quando corta ela morre e há necessidade de ser feito um outro plantio. E ela só vai estar pronta para um novo corte dentro de três, quatro anos. Então, com essa exploração começou a diminuir a oferta da palmeira Juçara na Mata Atlântica”, explicou Figueredo.

A escassez da Juçara levou os agricultores a buscarem outras alternativas de produção de palmito. E a fonte veio de outro importante bioma brasileiro: a Amazônia. Na floresta amazônica, o açaí foi a solução encontrada para substituir a palmeira da Mata Atlântica. E ainda na década de 1980, começaram os trabalhos com a pupunha, nativa da Amazônia Peruana.

“A vantagem da pupunha é que ela é uma palmeira que tem um caule específico, que perfila e forma filhotes, igual a uma bananeira. Então, é possível o produtor cortar essa palmeira ao longo do ano e de vários anos. Enquanto a Juçara demora em torno de três anos pra ter um palmito disponível, a pupunha leva a partir de 15 meses de idade”, explicou o pesquisador.

Outra característica da pupunha destacada por Figueredo é que ela não escurece, podendo ser comercializada in natura, o que despertou o interesse de chefs de cozinha para diversificar o cardápio dos restaurantes. “Nós sabemos que a participação no mercado está aumentando e que hoje tem uma boa aceitação. Inclusive, a Embrapa está editando um livro de receitas de palmito, porque há uma demanda de chefs e cozinheiros”, comentou.

A Embrapa estima que o Brasil tenha em torno de 30 mil hectares de palmito plantados, sendo que 20 mil hectares são de pupunha. Há registro de grupos trabalhando com a nova palmeira em Santa Catarina, Paraná, Vale do Ribeira (SP), Goiás e Bahia, entre outros.

Impacto econômico

A pupunha também se tornou a alternativa mais viável para os produtores de palmito do baixo sul da Bahia, região de Mata Atlântica onde predomina a agricultura familiar e a produção de diferentes produtos, como cacau, banana, guaraná, borracha e dendê.

No território baiano, os primeiros plantios de pupunha foram implantados no início da década de 90, com apoio da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do governo estadual da Bahia e da iniciativa privada.

Neste período, também começaram a ser instaladas as primeiras empresas e indústrias de palmito na região, até que em 2004, um grupo de agricultores criou a Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm), no município de Ibirapiuna.

A cooperativa fomentou o plantio da pupunha em agricultura familiar em 19 municípios do baixo sul da Bahia e pelo menos 90 comunidades rurais fornecendo sementes e dando assistência técnica, inclusive com profissionais do Equador e Costa Rica, considerados os maiores produtores de pupunha da América.

“A região aqui do sul da Bahia se assemelha com a Amazônia. Chove bem, as temperaturas variam de 22 a 25 graus, o clima é bastante úmido, a pluviosidade acima de 2200 milímetros por ano, solos profundos, solos arenosos, então, a pupunha encontrou aqui uma região propícia para seu desenvolvimento”, explicou Alexandre Felix Ribeiro, produtor de pupunha do município Ituberá.

Com produção média mensal de 500 mil hastes de palmito por mês, os agricultores da região também encontraram na pupunha a possibilidade de ter uma renda praticamente fixa, principalmente para os que produzem somente palmito e para os cooperados de assentamentos rurais que já viveram em situação de extrema pobreza.

“Do ponto de vista da agricultura familiar, a pupunha foi um divisor de águas, porque ela produz o ano todo, de janeiro a dezembro. Então, ela equilibra o fundo de caixa do produtor rural. Todo mês ele corta palmito, entrega pra indústria e recebe aquele dinheirinho que faz parte da produção da família”, explicou.

“Quando ele encontra uma cultura que garante a sobrevivência dele, ele não tem porque avançar nos recursos naturais da região. De certa forma, a produção de pupunha está preservando as outras espécies”, completou.

Assim como o produtor do Paraná, Ribeiro também aproveita os resíduos da pupunha para produzir matéria orgânica e melhorar a qualidade do solo. Segundo ele, um hectare de pupunha fornece por ano quase 10 toneladas de cobertura vegetal morta que se decompõe e se transforma em adubo para a terra.

“Uma planta de pupunha inteira tem de sete a dez quilos, mas eu só tiro da roça dois quilos, que são as capas e o palmito propriamente dito que vai pra indústria. O restante do material fica de cobertura morta que vai apodrecendo e a gente nota uma grande melhoria no solo”.

As plantas são cultivadas no sistema agroflorestal, que forma um adensamento grande entre cada muda, favorecendo a formação de sombra, a proteção do solo contra erosões que poderiam ser causadas pela força da chuva e o uso reduzido de agroquímicos.

“É uma cultura que dispensa o uso de inseticidas, fungicidas e nematicidas. A gente só tem uma praga aqui, o nome dela é metamasius, que tem o mesmo princípio do moleque da bananeira, mas a gente adota técnicas agrícolas que impedem o seu desenvolvimento”.

Como o palmito é um tipo de folha que precisa de muita água para ter um crescimento normal, um dos principais desafios para os produtores é enfrentar os períodos prolongados de estiagem. Mesmo com a seca cada vez mais comum na região, a produção tem crescido e já atende mercado consumidor de outros estados do país.

Cerca de 80% dos palmitos produzidos na cooperativa é vendido para São Paulo e Rio de Janeiro. Eles também fornecem os para os estados do Paraná e Santa Catarina e estão fazendo alguns ensaios de exportação, inicialmente para a França. “Precisamos fortalecer e consolidar a base produtiva, porque a demanda do mercado está crescendo”, comentou Ribeiro.

Categoria: Dicas
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Meio Ambiente promove ações de combate à poluição do ar em todo o Brasil

Publicado em 05/06/2019 às 08h54

O Dia Mundial do Meio Ambiente acontece todos os anos no dia 5 de junho e, neste ano, traz como tema a “Poluição do Ar”, uma questão crítica tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

No período, o Programa realiza lançamentos, promove ações de engajamento digital, dialoga com vários setores da sociedade e apoia e promove eventos para #CombaterAPoluiçãoDoAr.

O Dia Mundial do Meio Ambiente acontece todos os anos no dia 5 de junho e, neste ano, traz como tema a “Poluição do Ar”, uma questão crítica tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

Com o objetivo de unir esforços para combater este mal, que atinge todas as pessoas, mas é particularmente prejudicial às crianças e mulheres grávidas, a ONU Meio Ambiente no Brasil promove uma série de atividades em todo o território nacional durante a Semana do Meio Ambiente, entre os dias 1 e 9 de junho.

No período, o Programa realiza lançamentos, promove ações de engajamento digital, dialoga com vários setores da sociedade e apoia e promove eventos para #CombaterAPoluiçãoDoAr.

Nove em cada dez pessoas em todo o mundo respiram ar poluído. As emissões nocivas são responsáveis por uma em cada nove mortes em nível global e por 7 milhões de mortes prematuras por ano.

Só no continente americano, mais de 300.000 pessoas morrem anualmente devido à má qualidade do ar. Alguns poluentes atmosféricos também estão diretamente relacionados ao aquecimento global, contribuindo para o desenrolar de uma crise climática.

Para a representante da ONU Meio Ambiente no Brasil, Denise Hamú, este Dia Mundial do Meio Ambiente é uma oportunidade única para alertar pessoas, governos e organizações sobre esta ameaça silenciosa.

“Muitas vezes, não vemos os poluentes que estão no ar. Mas esta forma de poluição está matando tanto que já é chamada de ‘o novo tabaco’. A escolha do tema para guiar as ações neste ano é uma oportunidade para disseminar informações e estimular mais e melhores políticas públicas pela qualidade do ar, em todas as esferas – global, nacional, estadual e municipal. Também é um chamado para mais investimentos em tecnologias verdes e mudanças de hábito no dia a dia de cada cidadão”.

Anúncios pela qualidade do ar, em Brasília

No dia 5 de junho, o Governo do Brasil e a ONU Meio Ambiente irão promover um evento para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). Na ocasião, o ministro Ricardo Salles irá anunciar o Lançamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar.

Em sinergia com a temática, o Programa ambiental da ONU se uniu à OPAS/OMS para lançar, no mesmo evento, a Campanha Respire Vida no Brasil. O objetivo é mobilizar as cidades e indivíduos para proteger a nossa saúde e a saúde do planeta dos efeitos nocivos provocados pela contaminação do ar.

A campanha combina especialistas em saúde pública e meio ambiente para o compartilhamento e divulgação de soluções para a poluição do ar, em apoio aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável, visando conectar cidades e sensibilizar público e gestores.

Como forma de colaborar com gestores municipais brasileiros nos primeiros passos para melhorar a qualidade do ar, as duas agências da ONU lançarão, junto com o anúncio da Campanha, a publicação “16 medidas pela qualidade do ar nas cidades: um chamado pela saúde e pelo meio ambiente”.

#PedalAmbiental: unindo vozes e pedais contra a poluição do ar pelo Brasil

Para que o Dia Mundial do Meio Ambiente possa gerar benefícios mútuos e de longo prazo, toda a sociedade precisa estar envolvida. Uma das ações centrais neste ano para sensibilizar e mobilizar a população brasileira é o #PedalAmbiental.

Junto com a União de Ciclistas do Brasil (UCB), a ONU Meio Ambiente está chamando grupos de bikers – profissionais, amadores e ciclistas de final de semana – a organizarem pedaladas em prol de um ar mais puro durante todos os dias da Semana do Meio Ambiente.

Promover a bicicletada e fazer parte deste movimento é mais simples do que aprender a andar de bicicleta: todas as instruções do #PedalAmbiental estão disponíveis aqui.

Adesões e iniciativas estaduais

Em Salvador (BA), especialistas da ONU Meio Ambiente participam do evento “Diálogos sobre Meio Ambiente, Saúde e Qualidade do Ar: avanços da agenda 2030”, nos dias 3 e 4 de junho, para debater questões como “resíduos, queimadas e poluição”, “mobilidade urbana e poluição do ar” e “educação e juventude pela qualidade do ar”.

O evento faz parte da Semana do Meio Ambiente do Governo do Estado da Bahia, organizada entre os dias 3 e 7 de junho.

Além disso, no dia 3 de junho, o Governo da Bahia, por meio do Secretário de Meio Ambiente, irá assinar o termo de compromisso e, posteriormente, o termo de adesão à Campanha Respire Vida.

Ainda, por meio do Secretário da Educação, irá assinar o termo de compromisso para que as escolas da rede estadual de ensino participem do desafio Campeões dos Oceanos: Desafio do Plástico, que visa sensibilizar jovens estudantes sobre o impacto do lixo nos ambientes costeiro e marinho.

Já no outro extremo do país, na cidade de Foz do Iguaçu (PR), a ONU Meio Ambiente e o Grupo Cataratas promoverão uma série de ações na Semana do Meio Ambiente.

A largada foi neste domingo (2), com a meia maratona para celebrar os 80 anos do Parque Nacional do Iguaçu. Os 4.500 atletas inscritos se depararam com mensagens sobre a poluição do ar durante todo o percurso e, ao final, também produziram mudas nativas.

Outras ações programadas incluem o plantio de mudas com os Escoteiros do Brasil, rodas de conversa sobre a poluição e lançamento de vídeos sobre o tema.

Foco em mobilidade urbana

Cerca de 76% da população brasileira vive em cidades e a tendência de aumento da urbanização nas próximas décadas coloca a discussão sobre cidades e mobilidade urbana no coração do desenvolvimento sustentável.

Em parceria com a Associação Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU), a ONU Meio Ambiente está promovendo, durante todo o mês de junho, a ação “Deixe o carro em casa = Deixe a poluição em casa”.

A ideia é estimular, por meio de cartazes e banners em ônibus de todo o Brasil, a reflexão sobre o que cada cidadão pode fazer para reduzir a poluição do ar estimulando, ao mesmo tempo, o uso do transporte coletivo para deslocamentos nas cidades.

Ações de engajamento digital

Em 2019, um dos focos do Dia Mundial do Meio Ambiente são as atividades de ativação digital. A ONU Meio Ambiente lançou, de forma inédita, uma site totalmente em português para a data, que além de conteúdos informativos, tem uma área específica para governos, empresas e organizações registrarem seus eventos na Semana do Meio Ambiente.

O Programa também lançou o Desafio da Máscara, uma iniciativa que convida celebridades, influenciadores e usuários do Instagram, Facebook e Twitter a postem uma foto ou vídeo cobrindo o rosto e a boca, com uma máscara ou outras formas (a criatividade é que manda), em referência à demanda por ações urgentes pela qualidade do ar.

Dia Mundial dos Oceanos

O dia 8 de junho marca o Dia Mundial dos Oceanos. Para celebrar a data, a ONU Meio Ambiente fará parte da ação de limpeza de praia promovida pela ONG Route Brasil.

O mutirão (clean up) irá ocorrer em 10 pontos nos 18 quilômetros de extensão da praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com a participação dos Defensores #MaresLimpos Família Schurmann, Mateus Solano e Fe Cortez.

A Campanha #MaresLimpos terá uma tenda no Ponto 1 da ação, em parceria com a Volvo Penta. Na ocasião, a campanha também irá anunciar a assinatura do MOU com a Família Schurmann e o apoio ONU Meio Ambiente à expedição “Voz dos Oceanos”.

Outras ações no Dia Mundial do Meio Ambiente

Além das atividades mencionadas, a ONU Meio Ambiente também está engajada outras ações em prol da qualidade do ar. No Rio de Janeiro, no dia 5 de junho, irá promover uma palestra sobre Consumo e Produção Sustentáveis para membros da equipe, elenco e executivos da Globo, nos estúdios Globo, como parte da plataforma Menos é Mais, na Semana do Meio Ambiente da Globo.

Também irá apoiar à inauguração do Espaço Convivência Sustentável da Secretaria de Meio Ambiente do Rio de Janeiro e participará da homenagem, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, ao Escotista Rubem Tadeu Perlingeiro por seu trabalho em defesa do meio ambiente, especialmente pela criação da Insígnia Mares Limpos no âmbito dos Escoteiros do Brasil.

Já em Brasília (DF), o Programa irá promover uma palestra sobre os trabalhos desenvolvidos pela organização no Brasil, durante a Semana do Meio Ambiente do Banco do Brasil.

Agenda de programação

De 1 a 9 de junho:

o #PedalAmbiental, com engajamento de grupos de bikers (profissionais, amadores e de final de semana) em todos os estados, de norte a sul do país.

o Desafio da Máscara: ativação nas redes sociais para reivindicar por um ar mais puro.

o Registre seu evento: ferramenta no site oficial do Dia Mundial do Meio Ambiente que convida pessoas, governos e organizações a registrarem seus eventos de celebração da data em um mapa. Além de certificado, a ação dá visibilidade global às atividades e as pessoas podem descobrir onde estão os eventos mais próximos de suas casas.

Todo o mês de junho:

o Ação “Deixe o carro em casa = Deixe a poluição em casa” com a NTU nos ônibus do transporte público em diversas cidades brasileiras.

30 de maio:

o Lançamento do curta documentário #SomosProtetores: a vida de quem cuida do planeta, na Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, em São Paulo.

3 de junho:

o Apoio ao evento “Diálogos sobre Meio Ambiente, Saúde e Qualidade do Ar: avanços da agenda 2030”, promovido pelo Governo do Estado da Bahia, em Salvador, de 3 de junho a 7 de junho.

o Assinatura do Governo do Estado da Bahia, por meio do Secretário de Meio Ambiente, do termo de compromisso para aderir à Campanha Respire Vida.

o Assinatura do Governo do Estado da Bahia, por meio do Secretário de Educação, do termo de compromisso ao Desafio Campeões dos Oceanos – uma saudável competição nas escolas para trabalhar a redução do lixo plástico entre estudantes de 8 anos ou mais.

5 de junho:

o Apoio ao evento oficial do Ministério do Meio Ambiente para o Dia Mundial do Meio Ambiente, com anúncio, pelo Ministro Ricardo Salles, do Lançamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar.

o Lançamento da Campanha Respire Vida, da ONU Meio Ambiente e OMS/OPAS, durante evento oficial no MMA;

o Lançamento da publicação “16 medidas pela qualidade do ar nas cidades: um chamado pela saúde e pelo meio ambiente”, em evento oficial no MMA.

o Palestra sobre Consumo e Produção Sustentáveis para membros da equipe, elenco e executivos da Globo, nos estúdios Globo, Rio de Janeiro, como parte da plataforma Menos é Mais, na Semana do Meio Ambiente da Globo;

o Assinatura do MOU (parceria) com a União dos Escoteiros do Brasil;

o Participação em homenagem ao Escotista Rubem Tadeu Perlingeiro, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, por seu trabalho em defesa do meio ambiente, especialmente pela criação da Insígnia Mares Limpos no âmbito dos Escoteiros do Brasil.

o Em parceria com o Grupo Cataratas, em Foz do Iguaçú, será feito: Lançamento de dois vídeos: “O que tira o seu ar” e “Não é porque você não vê que o problema não existe”; plantio de 300 mudas com os Escoteiros do Brasil; Meia Maratona das Cataratas e produção de 3.000 mudas de árvores com os atletas da meia maratona.

o Palestra na Semana do Meio Ambiente do Banco do Brasil, em Brasília.

o Apoio à inauguração do Espaço Convivência Sustentável da Secretaria de Meio Ambiente do Rio de Janeiro.

8 de junho:

o Aquele Abraço – ação de clean up em celebração ao Dia Mundial dos Oceanos, promovida pela ONG Route Brasil em 10 pontos nos 18km de extensão da praia da Barra da Tijuca, com participação dos Defensores #MaresLimpos Família Schurmann, Mateus Solano e Fe Cortez. A #MaresLimpos terá uma tenda no Ponto 1 da ação, em parceria com a Volvo Penta. Na ocasião, anunciaremos a assinatura do MOU com a Família Schurmann e o apoio ONU Meio Ambiente à expedição “Voz dos Oceanos”.

Fonte: ONU

Categoria: Brasil, Mundo
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