Meio Ambiente

FAEMG realiza seminário de Meio Ambiente

Publicado em 17/06/2019 às 09h37

Tecnologia e assistência técnica podem ser o diferencial para aliar rentabilidade e preservação ambiental na produção rural. Com essa proposta, e o macro tema “Mudanças Climáticas e Formas Alternativas de Energia”, a sexta edição do Seminário Ambiental do Sistema FAEMG reuniu mais de 200 participantes nesta semana, em BH.

Foram debatidos temas como a COP do clima e os principais desafios do agro em relação às mudanças climáticas, a capacitação profissional rural, e as possibilidades e estratégias de geração distribuída e uso da energia solar em propriedades rurais.

Na abertura, o vice-presidente do Sistema FAEMG, Rodrigo Alvim, destacou a importância do encontro para o debate crítico e formação de referencial teórico: “Precisamos preparar o produtor para, cada vez mais, ser um grande aliado da preservação dos recursos naturais. Impulsionar o desenvolvimento sustentável do agronegócio tem sido uma forte diretriz da atuação do Sistema FAEMG, por meio do Programa Nosso Ambiente e diversos outros projetos, ações e capacitações do Senar Minas”.



RESUMO DAS PALESTRAS

TEMA 1

Principais desafios do agro mineiro em relação às mudanças climáticas

Morjana dos Anjos (FEAM): “Para conseguirmos manter o ambiente para as gerações futuras, temos a cumprir uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável e metas firmadas em acordos internacionais, dos quais o Brasil também faz parte. Precisamos mudar os nossos processos atuais de produção,- de geração de energia, agricultura, indústria - , visando processos mais sustentáveis. E precisa ser uma mudança mais ampla, porque estão ali metas comuns, para todo mundo. É importante que as pessoas tirem um tempinho para conhecer esses objetivos e como contribuir para a proteção de um bem que é de todos nós”.

Junio Magela (advogado): "O setor agro tem desafios enormes relacionados às mudanças climáticas. Mas não podemos ficar só no problema. Trouxemos uma reflexão de quais são esses desafios e como resolvê-los. Como traçar estratégias, buscar dinheiro e implementar soluções. O produtor precisa saber como acessar esses recursos. Há muitas ferramentas disponíveis, cabe a produtor ter criatividade para acessá-las. Criar soluções é o grande desafio que temos pela frente”.

TEMA 2

Capacitação profissional rural – Projeto Siderurgia Sustentável

Harrison Belico (Senar Minas): "O Senar Minas promove o acesso dos produtores à tecnologia desenvolvida pela UFV no Projeto Siderurgia Sustentável, uma iniciativa do governo estadual, com financiamento pelo fundo global para diminuição de emissão de carbono. O objetivo é fazer com que o produtor rural se torne mais eficiente no processo produtivo, principalmente em relação à redução da emissão de carbono e diminuição do aquecimento global. Apesar de demandar um investimento inicial, é um projeto muito vantajoso ao produtor. As tecnologias implementadas no sistema forno-fornalha lhe garantem maior controle do processo produtivo, sendo mais eficiente e portanto, obtendo mais lucro com seu processo produtivo”.

TEMA 3

O agro na COP do clima

João Carlos Dé Carli (CNA): “É preciso acreditar mais no agro. Durante anos, o setor foi alvo de críticas. Mas quando a Embrapa mostrou dados oficiais de sustentabilidade das propriedades rurais brasileiras, comprovou-se que os produtores são os grandes aliados da questão ambiental no país. São dados oficiais, de governo, que não podem ser contestados. Precisamos que sejam maciçamente apresentados à sociedade brasileira e a todo o mundo. A maioria das metas apresentadas, o agro já consegue cumprir. O governo precisa trabalhar conosco, temos muitas ideias para apresentar”.

TEMA 4

Caso de sucesso – Fazenda Vista Alegre (Manga)

Edvaldo Lôpo Alkimim: "O produtor é cada vez mais um empreendedor rural. Apostei numa perspectiva de desenvolvimento sustentável. É um tripé: financeiro, ambiental e social. Não dá para explorar a propriedade visando só o lucro e a detonar do ponto de vista ambiental, ou sem responsabilidade social. O sucesso precisa levar isso em consideração. Dá para ser muito lucrativo com desperdício zero. Mas demanda muito trabalho e dedicação, capacitação, tecnologia e planejamento e gestão de metas”.

TEMA 5

Possibilidades e estratégias de uso da energia solar em propriedades rurais

Nelson Colaferro (Blue Sol Energia Solar): “O campo precisa de energias alternativas. De dois anos para cá a energia solar é financeiramente viável. Tecnicamente, sempre foi. E pode trazer economia importante aos produtores, além de ser fonte limpa e inesgotável. A energia do campo não é a mais cara. É mais barata que a das residências e das empresas de baixa tensão nas cidades. E com as taxas de juros mais baixas para o campo, para a produção agrícola, o tempo médio de retorno no campo hoje é em torno de 6 anos”.

TEMA 6

Problemas regulatórios na compensação da energia excedente da geração distribuída

Gabriel Ferreira (ABGD): “O produtor rural deveria aproveitar o bom momento de 2019 para fazer o investimento em energia solar fotovoltaica porque é um cenário muito favorável com relação a taxas de juros e principalmente quanto a regulamentação, que está ainda no modelo antigo e, possivelmente, mais favorável do que a nova revisão que virá. É um investimento que faz muito sentido, vale muito a pena”.

Categoria: Minas Gerais
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Meio Ambiente e Saúde foram tema de conferência municipal realizada no CD Moda

Publicado em 10/06/2019 às 18h06

A relação direta entre o Meio Ambiente e a saúde dos seres humanos foi foco de um ciclo de quatro palestras que integraram a 7ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Saúde, realizada nos dias 6 e 7 de junho, pela Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur e da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente.

O evento aconteceu no auditório do CD Moda, localizado nas dependências da unidade do Senai, situada na Rua Sinval Florêncio da Silva, atrás do Mercado do Produtor (Feira do Centro), e contou com apoio da Secretaria Municipal de Saúde, sistema FIEMG e CREA-MG.

Marcando as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a conferência contou com as presenças do secretário municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, Jorge Feres, do secretário adjunto de Obras Públicas, Nilo Campos, além de estudantes das áreas de Biologia e curso Técnico em Meio Ambiente, bem como representantes da sociedade civil.

A primeira palestra do evento abordou o tema “Reciclagem no Combate à transmissão de Doenças”, e foi ministrada pela analista ambiental, diretora de setor de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf.

Na sequência, a acadêmica do 7º Período do curso de Biomedicina da Unifaminas, Laís Gonçalves Parvan, palestrou sobre o tema “Energia e Meio Ambiente”.

A segunda noite começou com palestra do engenheiro civil sanitarista, Claudio Cansado, do CREA-MG, que abordou o tema “Planejamento Urbano como Ferramenta de Saúde Pública”.

A conferência foi concluída pelo engenheiro Agrícola e Ambiental, Lucas Dutra de Melo, da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, que discorreu sobre “Produção Ambiental na produção de alimentos mais saudáveis”.

A realização do evento é mais uma demonstração da preocupação e compromisso constante da autarquia com o planeta e com o bem-estar da população.

Categoria: Muriaé
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Palmeira pupunha se destaca como matéria-prima do palmito e na preservação de árvores nativas

Publicado em 10/06/2019 às 08h43

Segundo a Embrapa, o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de palmito do mundo


Entre os produtos florestais não madeireiros, a produção de palmito a partir da pupunha tem se destacado como alternativa viável para preservar espécies nativas da Mata Atlântica e como fonte de renda para pequenos e médio produtores. A pupunha é uma palmeira originária da região amazônica que permite a extração do palmito de forma sustentável e econômica.

Uma das plantações de pupunha bem-sucedidas do país está em Antonina, interior do Paraná. Com cerca de 600 mil metros quadrados de área plantada, a propriedade de Geraldo Geiri tem pelo menos 200 mil pés de pupunha, que gera a produção mensal de sete toneladas de palmito e abastece o mercado de Curitiba e região.

Cansado do mercado financeiro, Geiri conta que decidiu apostar na produção de palmito a partir da pupunha por influência da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Florestas.

“Eu queria sair do mercado financeiro, estudei um plano B e cheguei na questão da pupunha. Na época, quase ninguém plantava pupunha. Basicamente, os palmitos eram do extrativismo ilegal. Eu vi uma oportunidade, vi que o futuro da produção de palmito era pupunha”.

A aposta de Geiri deu certo. O investimento no cultivo de pupunha começou em 2005 e já em 2008, ele montou uma pequena indústria e começou a envasar e comercializar os palmitos do próprio cultivo.

“Realmente, é algo que deu certo, já me realizei como produtor rural. É uma pequena indústria. Faço basicamente só o palmito que eu produzo mesmo. Eu plantei 160 mil pés, produzi uns 130 mil pés e hoje eu vivo só da indústria e da plantação”.

Além de ter desenvolvido uma nova fonte de renda, Geiri comemora o ganho ambiental proporcionado pela plantação de pupunha. Quando comprou a propriedade, há 15 anos, o local era tomado por pasto, hoje a região está toda plantada e verde.

Ele também destaca a simplicidade do manejo e dos cuidados com a pupunha, comparada a outras culturas. Uma das vantagens é a economia no uso de fertilizantes e defensivos, já que a planta não atrai pragas.

“É tudo simples, a indústria é toda manual, o corte é manual. Depois todo o resíduo que fica do palmito eu amontoo e jogo na terra. Não tem lixo, todo resíduo do palmito volta para o solo e vira adubo para a própria plantação”, explicou.

Segundo a Embrapa, o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de palmito do mundo. Em 2018, o país exportou mais de 291 toneladas de palmito, volume que rendeu ao país o montante de US$ 1,64 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura.

Sistema de Produção de Pupunheira para palmito

Histórico

Os registros apontam que o hábito de consumo de palmito a partir da Juçara existe desde o período colonial com os indígenas e populações ribeirinhas. Segundo o pesquisador da Embrapa Florestas, Álvaro Figueredo, a comercialização do palmito produzido a partir da Juçara foi intensa até meados da década de 1970, mas perdeu força como matéria-prima depois da introdução da pupunha, que leva menos tempo para produzir o palmito.

“A palmeira Juçara sempre foi matéria-prima para preparar aquele palmito que vem envasado no vidro. Mas, o que ocorreu com essa palmeira? Ela é unicaule, quer dizer, quando corta ela morre e há necessidade de ser feito um outro plantio. E ela só vai estar pronta para um novo corte dentro de três, quatro anos. Então, com essa exploração começou a diminuir a oferta da palmeira Juçara na Mata Atlântica”, explicou Figueredo.

A escassez da Juçara levou os agricultores a buscarem outras alternativas de produção de palmito. E a fonte veio de outro importante bioma brasileiro: a Amazônia. Na floresta amazônica, o açaí foi a solução encontrada para substituir a palmeira da Mata Atlântica. E ainda na década de 1980, começaram os trabalhos com a pupunha, nativa da Amazônia Peruana.

“A vantagem da pupunha é que ela é uma palmeira que tem um caule específico, que perfila e forma filhotes, igual a uma bananeira. Então, é possível o produtor cortar essa palmeira ao longo do ano e de vários anos. Enquanto a Juçara demora em torno de três anos pra ter um palmito disponível, a pupunha leva a partir de 15 meses de idade”, explicou o pesquisador.

Outra característica da pupunha destacada por Figueredo é que ela não escurece, podendo ser comercializada in natura, o que despertou o interesse de chefs de cozinha para diversificar o cardápio dos restaurantes. “Nós sabemos que a participação no mercado está aumentando e que hoje tem uma boa aceitação. Inclusive, a Embrapa está editando um livro de receitas de palmito, porque há uma demanda de chefs e cozinheiros”, comentou.

A Embrapa estima que o Brasil tenha em torno de 30 mil hectares de palmito plantados, sendo que 20 mil hectares são de pupunha. Há registro de grupos trabalhando com a nova palmeira em Santa Catarina, Paraná, Vale do Ribeira (SP), Goiás e Bahia, entre outros.

Impacto econômico

A pupunha também se tornou a alternativa mais viável para os produtores de palmito do baixo sul da Bahia, região de Mata Atlântica onde predomina a agricultura familiar e a produção de diferentes produtos, como cacau, banana, guaraná, borracha e dendê.

No território baiano, os primeiros plantios de pupunha foram implantados no início da década de 90, com apoio da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do governo estadual da Bahia e da iniciativa privada.

Neste período, também começaram a ser instaladas as primeiras empresas e indústrias de palmito na região, até que em 2004, um grupo de agricultores criou a Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm), no município de Ibirapiuna.

A cooperativa fomentou o plantio da pupunha em agricultura familiar em 19 municípios do baixo sul da Bahia e pelo menos 90 comunidades rurais fornecendo sementes e dando assistência técnica, inclusive com profissionais do Equador e Costa Rica, considerados os maiores produtores de pupunha da América.

“A região aqui do sul da Bahia se assemelha com a Amazônia. Chove bem, as temperaturas variam de 22 a 25 graus, o clima é bastante úmido, a pluviosidade acima de 2200 milímetros por ano, solos profundos, solos arenosos, então, a pupunha encontrou aqui uma região propícia para seu desenvolvimento”, explicou Alexandre Felix Ribeiro, produtor de pupunha do município Ituberá.

Com produção média mensal de 500 mil hastes de palmito por mês, os agricultores da região também encontraram na pupunha a possibilidade de ter uma renda praticamente fixa, principalmente para os que produzem somente palmito e para os cooperados de assentamentos rurais que já viveram em situação de extrema pobreza.

“Do ponto de vista da agricultura familiar, a pupunha foi um divisor de águas, porque ela produz o ano todo, de janeiro a dezembro. Então, ela equilibra o fundo de caixa do produtor rural. Todo mês ele corta palmito, entrega pra indústria e recebe aquele dinheirinho que faz parte da produção da família”, explicou.

“Quando ele encontra uma cultura que garante a sobrevivência dele, ele não tem porque avançar nos recursos naturais da região. De certa forma, a produção de pupunha está preservando as outras espécies”, completou.

Assim como o produtor do Paraná, Ribeiro também aproveita os resíduos da pupunha para produzir matéria orgânica e melhorar a qualidade do solo. Segundo ele, um hectare de pupunha fornece por ano quase 10 toneladas de cobertura vegetal morta que se decompõe e se transforma em adubo para a terra.

“Uma planta de pupunha inteira tem de sete a dez quilos, mas eu só tiro da roça dois quilos, que são as capas e o palmito propriamente dito que vai pra indústria. O restante do material fica de cobertura morta que vai apodrecendo e a gente nota uma grande melhoria no solo”.

As plantas são cultivadas no sistema agroflorestal, que forma um adensamento grande entre cada muda, favorecendo a formação de sombra, a proteção do solo contra erosões que poderiam ser causadas pela força da chuva e o uso reduzido de agroquímicos.

“É uma cultura que dispensa o uso de inseticidas, fungicidas e nematicidas. A gente só tem uma praga aqui, o nome dela é metamasius, que tem o mesmo princípio do moleque da bananeira, mas a gente adota técnicas agrícolas que impedem o seu desenvolvimento”.

Como o palmito é um tipo de folha que precisa de muita água para ter um crescimento normal, um dos principais desafios para os produtores é enfrentar os períodos prolongados de estiagem. Mesmo com a seca cada vez mais comum na região, a produção tem crescido e já atende mercado consumidor de outros estados do país.

Cerca de 80% dos palmitos produzidos na cooperativa é vendido para São Paulo e Rio de Janeiro. Eles também fornecem os para os estados do Paraná e Santa Catarina e estão fazendo alguns ensaios de exportação, inicialmente para a França. “Precisamos fortalecer e consolidar a base produtiva, porque a demanda do mercado está crescendo”, comentou Ribeiro.

Categoria: Dicas
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Meio Ambiente promove ações de combate à poluição do ar em todo o Brasil

Publicado em 05/06/2019 às 08h54

O Dia Mundial do Meio Ambiente acontece todos os anos no dia 5 de junho e, neste ano, traz como tema a “Poluição do Ar”, uma questão crítica tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

No período, o Programa realiza lançamentos, promove ações de engajamento digital, dialoga com vários setores da sociedade e apoia e promove eventos para #CombaterAPoluiçãoDoAr.

O Dia Mundial do Meio Ambiente acontece todos os anos no dia 5 de junho e, neste ano, traz como tema a “Poluição do Ar”, uma questão crítica tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

Com o objetivo de unir esforços para combater este mal, que atinge todas as pessoas, mas é particularmente prejudicial às crianças e mulheres grávidas, a ONU Meio Ambiente no Brasil promove uma série de atividades em todo o território nacional durante a Semana do Meio Ambiente, entre os dias 1 e 9 de junho.

No período, o Programa realiza lançamentos, promove ações de engajamento digital, dialoga com vários setores da sociedade e apoia e promove eventos para #CombaterAPoluiçãoDoAr.

Nove em cada dez pessoas em todo o mundo respiram ar poluído. As emissões nocivas são responsáveis por uma em cada nove mortes em nível global e por 7 milhões de mortes prematuras por ano.

Só no continente americano, mais de 300.000 pessoas morrem anualmente devido à má qualidade do ar. Alguns poluentes atmosféricos também estão diretamente relacionados ao aquecimento global, contribuindo para o desenrolar de uma crise climática.

Para a representante da ONU Meio Ambiente no Brasil, Denise Hamú, este Dia Mundial do Meio Ambiente é uma oportunidade única para alertar pessoas, governos e organizações sobre esta ameaça silenciosa.

“Muitas vezes, não vemos os poluentes que estão no ar. Mas esta forma de poluição está matando tanto que já é chamada de ‘o novo tabaco’. A escolha do tema para guiar as ações neste ano é uma oportunidade para disseminar informações e estimular mais e melhores políticas públicas pela qualidade do ar, em todas as esferas – global, nacional, estadual e municipal. Também é um chamado para mais investimentos em tecnologias verdes e mudanças de hábito no dia a dia de cada cidadão”.

Anúncios pela qualidade do ar, em Brasília

No dia 5 de junho, o Governo do Brasil e a ONU Meio Ambiente irão promover um evento para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). Na ocasião, o ministro Ricardo Salles irá anunciar o Lançamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar.

Em sinergia com a temática, o Programa ambiental da ONU se uniu à OPAS/OMS para lançar, no mesmo evento, a Campanha Respire Vida no Brasil. O objetivo é mobilizar as cidades e indivíduos para proteger a nossa saúde e a saúde do planeta dos efeitos nocivos provocados pela contaminação do ar.

A campanha combina especialistas em saúde pública e meio ambiente para o compartilhamento e divulgação de soluções para a poluição do ar, em apoio aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável, visando conectar cidades e sensibilizar público e gestores.

Como forma de colaborar com gestores municipais brasileiros nos primeiros passos para melhorar a qualidade do ar, as duas agências da ONU lançarão, junto com o anúncio da Campanha, a publicação “16 medidas pela qualidade do ar nas cidades: um chamado pela saúde e pelo meio ambiente”.

#PedalAmbiental: unindo vozes e pedais contra a poluição do ar pelo Brasil

Para que o Dia Mundial do Meio Ambiente possa gerar benefícios mútuos e de longo prazo, toda a sociedade precisa estar envolvida. Uma das ações centrais neste ano para sensibilizar e mobilizar a população brasileira é o #PedalAmbiental.

Junto com a União de Ciclistas do Brasil (UCB), a ONU Meio Ambiente está chamando grupos de bikers – profissionais, amadores e ciclistas de final de semana – a organizarem pedaladas em prol de um ar mais puro durante todos os dias da Semana do Meio Ambiente.

Promover a bicicletada e fazer parte deste movimento é mais simples do que aprender a andar de bicicleta: todas as instruções do #PedalAmbiental estão disponíveis aqui.

Adesões e iniciativas estaduais

Em Salvador (BA), especialistas da ONU Meio Ambiente participam do evento “Diálogos sobre Meio Ambiente, Saúde e Qualidade do Ar: avanços da agenda 2030”, nos dias 3 e 4 de junho, para debater questões como “resíduos, queimadas e poluição”, “mobilidade urbana e poluição do ar” e “educação e juventude pela qualidade do ar”.

O evento faz parte da Semana do Meio Ambiente do Governo do Estado da Bahia, organizada entre os dias 3 e 7 de junho.

Além disso, no dia 3 de junho, o Governo da Bahia, por meio do Secretário de Meio Ambiente, irá assinar o termo de compromisso e, posteriormente, o termo de adesão à Campanha Respire Vida.

Ainda, por meio do Secretário da Educação, irá assinar o termo de compromisso para que as escolas da rede estadual de ensino participem do desafio Campeões dos Oceanos: Desafio do Plástico, que visa sensibilizar jovens estudantes sobre o impacto do lixo nos ambientes costeiro e marinho.

Já no outro extremo do país, na cidade de Foz do Iguaçu (PR), a ONU Meio Ambiente e o Grupo Cataratas promoverão uma série de ações na Semana do Meio Ambiente.

A largada foi neste domingo (2), com a meia maratona para celebrar os 80 anos do Parque Nacional do Iguaçu. Os 4.500 atletas inscritos se depararam com mensagens sobre a poluição do ar durante todo o percurso e, ao final, também produziram mudas nativas.

Outras ações programadas incluem o plantio de mudas com os Escoteiros do Brasil, rodas de conversa sobre a poluição e lançamento de vídeos sobre o tema.

Foco em mobilidade urbana

Cerca de 76% da população brasileira vive em cidades e a tendência de aumento da urbanização nas próximas décadas coloca a discussão sobre cidades e mobilidade urbana no coração do desenvolvimento sustentável.

Em parceria com a Associação Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU), a ONU Meio Ambiente está promovendo, durante todo o mês de junho, a ação “Deixe o carro em casa = Deixe a poluição em casa”.

A ideia é estimular, por meio de cartazes e banners em ônibus de todo o Brasil, a reflexão sobre o que cada cidadão pode fazer para reduzir a poluição do ar estimulando, ao mesmo tempo, o uso do transporte coletivo para deslocamentos nas cidades.

Ações de engajamento digital

Em 2019, um dos focos do Dia Mundial do Meio Ambiente são as atividades de ativação digital. A ONU Meio Ambiente lançou, de forma inédita, uma site totalmente em português para a data, que além de conteúdos informativos, tem uma área específica para governos, empresas e organizações registrarem seus eventos na Semana do Meio Ambiente.

O Programa também lançou o Desafio da Máscara, uma iniciativa que convida celebridades, influenciadores e usuários do Instagram, Facebook e Twitter a postem uma foto ou vídeo cobrindo o rosto e a boca, com uma máscara ou outras formas (a criatividade é que manda), em referência à demanda por ações urgentes pela qualidade do ar.

Dia Mundial dos Oceanos

O dia 8 de junho marca o Dia Mundial dos Oceanos. Para celebrar a data, a ONU Meio Ambiente fará parte da ação de limpeza de praia promovida pela ONG Route Brasil.

O mutirão (clean up) irá ocorrer em 10 pontos nos 18 quilômetros de extensão da praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com a participação dos Defensores #MaresLimpos Família Schurmann, Mateus Solano e Fe Cortez.

A Campanha #MaresLimpos terá uma tenda no Ponto 1 da ação, em parceria com a Volvo Penta. Na ocasião, a campanha também irá anunciar a assinatura do MOU com a Família Schurmann e o apoio ONU Meio Ambiente à expedição “Voz dos Oceanos”.

Outras ações no Dia Mundial do Meio Ambiente

Além das atividades mencionadas, a ONU Meio Ambiente também está engajada outras ações em prol da qualidade do ar. No Rio de Janeiro, no dia 5 de junho, irá promover uma palestra sobre Consumo e Produção Sustentáveis para membros da equipe, elenco e executivos da Globo, nos estúdios Globo, como parte da plataforma Menos é Mais, na Semana do Meio Ambiente da Globo.

Também irá apoiar à inauguração do Espaço Convivência Sustentável da Secretaria de Meio Ambiente do Rio de Janeiro e participará da homenagem, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, ao Escotista Rubem Tadeu Perlingeiro por seu trabalho em defesa do meio ambiente, especialmente pela criação da Insígnia Mares Limpos no âmbito dos Escoteiros do Brasil.

Já em Brasília (DF), o Programa irá promover uma palestra sobre os trabalhos desenvolvidos pela organização no Brasil, durante a Semana do Meio Ambiente do Banco do Brasil.

Agenda de programação

De 1 a 9 de junho:

o #PedalAmbiental, com engajamento de grupos de bikers (profissionais, amadores e de final de semana) em todos os estados, de norte a sul do país.

o Desafio da Máscara: ativação nas redes sociais para reivindicar por um ar mais puro.

o Registre seu evento: ferramenta no site oficial do Dia Mundial do Meio Ambiente que convida pessoas, governos e organizações a registrarem seus eventos de celebração da data em um mapa. Além de certificado, a ação dá visibilidade global às atividades e as pessoas podem descobrir onde estão os eventos mais próximos de suas casas.

Todo o mês de junho:

o Ação “Deixe o carro em casa = Deixe a poluição em casa” com a NTU nos ônibus do transporte público em diversas cidades brasileiras.

30 de maio:

o Lançamento do curta documentário #SomosProtetores: a vida de quem cuida do planeta, na Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, em São Paulo.

3 de junho:

o Apoio ao evento “Diálogos sobre Meio Ambiente, Saúde e Qualidade do Ar: avanços da agenda 2030”, promovido pelo Governo do Estado da Bahia, em Salvador, de 3 de junho a 7 de junho.

o Assinatura do Governo do Estado da Bahia, por meio do Secretário de Meio Ambiente, do termo de compromisso para aderir à Campanha Respire Vida.

o Assinatura do Governo do Estado da Bahia, por meio do Secretário de Educação, do termo de compromisso ao Desafio Campeões dos Oceanos – uma saudável competição nas escolas para trabalhar a redução do lixo plástico entre estudantes de 8 anos ou mais.

5 de junho:

o Apoio ao evento oficial do Ministério do Meio Ambiente para o Dia Mundial do Meio Ambiente, com anúncio, pelo Ministro Ricardo Salles, do Lançamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar.

o Lançamento da Campanha Respire Vida, da ONU Meio Ambiente e OMS/OPAS, durante evento oficial no MMA;

o Lançamento da publicação “16 medidas pela qualidade do ar nas cidades: um chamado pela saúde e pelo meio ambiente”, em evento oficial no MMA.

o Palestra sobre Consumo e Produção Sustentáveis para membros da equipe, elenco e executivos da Globo, nos estúdios Globo, Rio de Janeiro, como parte da plataforma Menos é Mais, na Semana do Meio Ambiente da Globo;

o Assinatura do MOU (parceria) com a União dos Escoteiros do Brasil;

o Participação em homenagem ao Escotista Rubem Tadeu Perlingeiro, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, por seu trabalho em defesa do meio ambiente, especialmente pela criação da Insígnia Mares Limpos no âmbito dos Escoteiros do Brasil.

o Em parceria com o Grupo Cataratas, em Foz do Iguaçú, será feito: Lançamento de dois vídeos: “O que tira o seu ar” e “Não é porque você não vê que o problema não existe”; plantio de 300 mudas com os Escoteiros do Brasil; Meia Maratona das Cataratas e produção de 3.000 mudas de árvores com os atletas da meia maratona.

o Palestra na Semana do Meio Ambiente do Banco do Brasil, em Brasília.

o Apoio à inauguração do Espaço Convivência Sustentável da Secretaria de Meio Ambiente do Rio de Janeiro.

8 de junho:

o Aquele Abraço – ação de clean up em celebração ao Dia Mundial dos Oceanos, promovida pela ONG Route Brasil em 10 pontos nos 18km de extensão da praia da Barra da Tijuca, com participação dos Defensores #MaresLimpos Família Schurmann, Mateus Solano e Fe Cortez. A #MaresLimpos terá uma tenda no Ponto 1 da ação, em parceria com a Volvo Penta. Na ocasião, anunciaremos a assinatura do MOU com a Família Schurmann e o apoio ONU Meio Ambiente à expedição “Voz dos Oceanos”.

Fonte: ONU

Categoria: Brasil, Mundo
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Bioplásticos feitos de cânhamo são alternativa viável aos plásticos à base de petróleo

Publicado em 04/06/2019 às 09h27

O plástico de uso único (conhecido como descartável) é umas das fontes mais destrutivas de poluição a nível mundial. Com o acréscimo de aditivos e resinas artificiais, uma simples garrafa plástica pode levar 500 anos ou mais para se decompor no meio ambiente.

Neste exato momento, uma área coberta por plástico e lama equivalente ao tamanho de Minas Gerais está flutuando no Oceano Pacífico, sufocando e assassinando a vida marinha.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 haverá mais plástico, em peso, do que peixes no oceano.

Não é exagero dizer que o nosso planeta está sendo sufocado pela indústria do plástico. Felizmente, um número crescente de pessoas têm procurado por alternativas que não poluam ainda mais a Terra. E uma solução pouco conhecida tem ganhado cada vez mais espaço nessa empreitada: o bioplástico feito de cânhamo.

O que é o cânhamo?

O cânhamo é uma planta de canabis cultivada por suas sementes, fibras e caule. As sementes são usadas na produção de alimentos, suplementos nutricionais, medicamentos e cosméticos. O caule e suas fibras são usadas na produção de papel, tecidos, cordas, compostos plásticos e materiais de construção. (via)

O plástico de cânhamo é 100% biodegradável

Uma das grandes vantagens do bioplástico de cânhamo (planta da mesma espécie da maconha, a Cannabis sativa, mas geneticamente distinta e usada para fins diferentes, é sua condição de ser totalmente biodegradável no meio ambiente. Enquanto uma sacola plástica convencional levará séculos para se degradar na natureza, o bioplástico leva de três a seis meses.

Naturalmente, isso significa que o bioplástico de cânhamo não é ideal para vasilhas e outros utensílios de longo prazo, mas é perfeito para uso único, como copos e canudos. Um substituto ideal.

Produzir plástico de cânhamo é mais benéfico para o meio ambiente

Outro benefício do uso do bioplástico de cânhamo sobre o plástico comum é que seu processo de fabricação não causa danos ao meio ambiente.

De acordo com a Forbes, a maioria dos produtos plásticos produzidos atualmente é feita com combustíveis fósseis extraídos por meio de fraturamento hidráulico (ou “fracking”), método que possibilita a extração de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo.

Embora as empresas de energia classifiquem o fracking como um método “limpo”, a verdade é que ele pode poluir o ar, o solo e os lençóis freáticos com uma série de toxinas prejudiciais.

Como o bioplástico de cânhamo não é feito de combustíveis fósseis, ele não possui essa bagagem negativa que acompanha o plástico tradicional.

O cânhamo é uma ótima matéria-prima para a produção de bioplástico

Além de ser uma alternativa promissora, o cânhamo em si é uma excelente fonte de bioplástico. Um dos componentes essenciais desse material é a celulose.

Ao procurarmos uma fonte de bioplástico, geralmente nos concentramos em plantas que possuam altas concentrações de celulose. Além do cânhamo, duas das principais fontes de celulose existentes são o algodão e a madeira.

Em média, a madeira contém aproximadamente 40% de celulose e o algodão chega a 90%.

O cânhamo contém cerca de 65-75% de celulose. Embora ele venha em concentração inferior, leva-se em conta que o algodão requer 50% mais água para o cultivo e quatro vezes mais água para a etapa de processamento.

Assim, apesar do algodão concentrar mais celulose do que o cânhamo, gasta-se muito mais água para produzi-lo, causando um impacto ambiental mais considerável.

Combater a poluição e as mudanças climáticas não é e nunca foi uma tarefa fácil. Nas últimas décadas, os seres humanos estabeleceram-se com diversas tecnologias que fazem uso do plástico, invenções surpreendentes e muito dinâmicas, mas que são prejudiciais à natureza. Com a chegada das soluções bioplásticas, não precisaremos abrir mão delas. Mas precisamos migrar desde já.

Fonte: Razões para Acreditar

Categoria: Dicas, Mundo
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Escola Mais Consciente: Lili e Mocotó deram sequência à ação na E.M. Professora Maria Quitéria

Publicado em 16/05/2019 às 09h09

Educação ambiental levada à sério, mas com muita diversão. Assim é o Projeto Escola Mais Consciente, desenvolvido pela Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur, junto a instituições de ensino fundamental do município. Nesta segunda-feira (13), a ação teve sequência na Escola Municipal Professora Maria Quitéria Peres Schelb, no bairro Alterosa, com apresentação dos já famosos palhaços da autarquia, Lili e Mocotó, que abordam a conscientização ambiental de forma lúdica e interativa.

O trabalho na escola foi iniciado na quinta-feira (9), com a presença do Esquadrão Demsur, que agitou a garotada com muito carisma e alegria.

O projeto

O “Escola Mais Consciente” é desenvolvido com alunos do ensino fundamental de instituições da rede pública e privada de Muriaé. A cada semana o Esquadrão Demsur desembarca em uma escola diferente e, em uma segunda visita, o mesmo colégio recebe os palhaços Lili & Mocotó que dão sequência ao trabalho, com dicas de educação ambiental através de apresentação interativa, incluindo teatro e números circenses.

Categoria: Muriaé
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Projeto de Coleta Seletiva é iniciado no Centro Administrativo

Publicado em 14/05/2019 às 09h09

Nesta segunda-feira (13), a Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur, deu início à implantação de mais uma inciativa com foco no desenvolvimento sustentável. Trata-se do projeto de Coleta Seletiva no Centro Administrativo, que será lançado oficialmente na sexta-feira (17 de maio), quando será celebrado o “Dia Mundial da Reciclagem”.

Idealizada pelo Setor de Planejamento da autarquia, a ação teve como primeira etapa o treinamento da equipe de limpeza e conservação do prédio, bem como instalação de dois contêineres nos quais serão depositados os resíduos, que serão separados de forma binária (reciclável e lixo úmido).

A Coleta Seletiva no Centro Administrativo faz parte do Programa Recicla Mais, que engloba uma série de projetos voltados para a conscientização sobre a importância da separação correta do lixo, além de fomentar a reciclagem dos resíduos.

Categoria: Muriaé
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Área Central de Muriaé ganha iluminação eficiente e sustentável

Publicado em 07/05/2019 às 09h27

Investimentos trazem melhorias para a população

 

Diz a máxima que a região central é o coração de todas as cidades. É onde pulsa o movimento. Também é onde que a cidade nasce e se espalha. Como conta a história, foi dividindo território com os índios Puris no Largo do Rosário que Constantino Pinto instalou seu armazém mercante e deu início a atividade econômica que desenvolveu a região e emancipou a ‘Vila de São Paulo do Muriahé’ em maio de 1855.

 

Nos seus 164 anos de emancipação, Muriaé ganha de presente importantes intervenções na Iluminação Pública da região central, por meio do Programa de Eficiência Energética da Energisa, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Ao todo, 122 pontos nas avenidas Constantino Pinto e JK e nas ruas Coronel Domiciano, Doutor Alves Pequeno e Desembargador Canedo estão recebendo trocas das lâmpadas atuais por lâmpadas LED. A mobilização para a execução do serviço começou nesta segunda-feira, 06 de maio.

 

O investimento, importantíssimo para a cidade, quase bate a casa dos R$ 240 mil. As lâmpadas LED são referência em modernidade e qualidade em iluminação pública, principalmente por serem mais duráveis, o que proporciona melhor eficiência na prestação do serviço. Afinal, que graça teria se as cidades ficassem sem uma corrente de luz que mostra as belezas noturnas e nos mantém seguros, não é mesmo? Seguimos ligados, pois sua a história é a nossa energia!

Categoria: Muriaé
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Programa Mais Água: Reservatório reformado é reinstalado no bairro Porto Belo

Publicado em 26/04/2019 às 08h54

As ações do Programa Mais Água, que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura de Muriaé, por meio de Demsur, não param. O antigo reservatório do bairro Porto Belo, com capacidade para 100 mil litros, foi completamente reformado e acaba de ser reinstalado para funcionar juntamente com o novo tanque, implantado há alguns meses pela autarquia. Os dois vão totalizar 200 mil litros de água para garantir o abastecimento do bairro e adjacências.

Com o objetivo de eliminar o problema de falta d’água no município, o programa consiste na aquisição de novos reservatórios e revitalização de estruturas antigas, bem como adequação de sistemas hidráulicos e ampliação da capacidade de elevatórias, que bombeiam água para os tanques.

Com a ação do tempo, os reservatórios sofrem deterioração, e o processo de reforma é fundamental para assegurar a qualidade da água que chega às residências do município.

O Mais Água já resultou na instalação e reforma de tanques em diversas regiões de Muriaé, como os bairros Cardoso de Melo Gaspar, João XXIII, São Joaquim e os distritos de Itamuri e Belisário.

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Mais uma etapa concluída nas obras das redes de drenagem pluvial e esgoto no Santana

Publicado em 25/04/2019 às 18h08

Santana: Mais uma etapa concluída nas obras das redes de drenagem pluvial e esgoto

Os trabalhos seguem avançando na obra de implantação de rede de drenagem pluvial e ampliação de rede de esgoto, que está sendo executada pela Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur, no bairro Santana. Nesta terça-feira (23) mais uma etapa foi efetuada, com a concretagem do chamado Poço de Visita (PV) da rede que vai coletar a água das chuvas das ruas Maria Cândida do Carmo e Israel Pinheiro de Lacerda.

O projeto engloba o total de mais de 520 metros de tubulações e visa eliminar os alagamentos, além de ampliar a captação de rejeitos.

Somando ambas as ruas, serão 262 metros de rede pluvial. Na Rua Maria Cândida também será efetuada a substituição das manilhas de cerâmica, da atual rede de esgoto, por tubos de PVC, ecologicamente corretos, minimizando o risco de futuros vazamentos. Esta rede será estendida em 261 metros para ser interligada à tubulação já existente na rua Primavera.

Categoria: Muriaé
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