Meio Ambiente

Codema decide autorizações de podas e cortes de árvores e cria Educação Ambiental para escolas

Publicado em 31/01/2019 às 17h01

Órgão deliberativo da Prefeitura determina que solicitantes façam reposições pelos cortes realizados ou que compensem financeiramente

Em mais uma reunião do Conselho Municipal de Defesa e Conservação do Meio Ambiente (Codema), realizada nesta quinta-feira (31), no Centro Administrativo, foram analisados dezenas de pedidos de podas e cortes de árvores na cidade. O órgão vinculado à Prefeitura de Muriaé, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, determina que o solicitante faça a reposição das mudas ou que realize a compensação de forma financeira.

A reunião foi oportuna para a criação da Comissão de Educação Ambiental, a qual deverá formular uma política de treinamento e orientação para os professores das redes educacionais no que diz respeito à área ambiental. Desta forma, os professores serão multiplicadores de informações e deverão levar conteúdos sobre proteção ambiental para as crianças e adolescentes em sala de aula.

O Conselho deliberativo que julga e analisa é formado por 22 membros, que opinam na aprovação ou não de cada ocorrência registrada ou projeto. É formado por representantes dos órgãos ambientais (Emater, IEF, Polícia Ambiental) e sociedade civil, além de possuir integrantes das Secretarias de Meio Ambiente, Obras e Urbanismo, Educação, Esporte e Lazer, Fundarte (Prefeitura), Demsur, Unifaminas, Câmara Municipal e muitos outros.

Requisições de podas e cortes na cidade

Cerca de 10 requisições foram protocoladas na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente neste período. Foram solicitados cortes por motivo de interferência em construção, por serem árvores que provocam rachaduras em calçadas ou paredes de residências e comércio, ou mesmo por serem altas e produzir frutos que causam transtornos em telhados.

“Nossa função é colocar as solicitações em pauta e ouvir a votação dos conselheiros do Codema. Na maioria das vezes, nós pedimos que para o corte de duas árvores se plante quatro. Sempre o dobro ou às vezes cinco vezes mais, dependendo da espécie a ser retirada”, explicou o chefe de Gestão e Proteção Ambiental da Prefeitura, Lucas de Melo.

Nesta quinta-feira, foram autorizados cortes em diferentes pontos da cidade: Rua Coronel Domiciano (Centro), Rua Alameda da Sibipiruna (Primavera), Rua Santa Rita (Centro), Rua Antônio Pereira Coelho (acesso ao Santa Terezinha), na região atrás do Cristo Redentor entre outros. Ficou também definida a aquisição de uma caminhonete para as atividades de fiscalização ambiental, ampliando as possibilidades de fiscalizações em relação aos licenciamentos e reposições. 

Categoria: Muriaé
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Defesa Civil acompanha situação de barragens próximas a Muriaé

Publicado em 29/01/2019 às 16h44

Órgão municipal participa de visitas às barragens e faz monitoramento de rios da região

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC), órgão vinculado à Prefeitura de Muriaé, informa que acompanha a situação de segurança das cinco barragens em cidades próximas ao município. Já o monitoramento de barragens é atribuição legal de órgãos estaduais.

A COMPDEC, mais conhecida como Defesa Civil, participa de visitas às instalações das barragens e acompanha o Plano de Ajuda Emergencial (PAE) e o Plano de Ajuda Emergencial de Barragem de Mineração (PAEBM). Essas medidas fazem parte da Lei 12.334, que define a Política Nacional de Segurança de Barragens. Além disso, a Defesa Civil faz o monitoramento constante dos três rios - Muriaé, Preto e Glória – que poderiam ser afetados em um possível desastre.

Em maio de 2018, a Defesa Civil foi convidada a visitar a PCH do Glória, que é de propriedade da Vale. Em julho do ano passado, agentes da Defesa Civil de Muriaé visitaram a Barragem de Bom Jardim, da Bauminas, em Miraí, para conhecer suas instalações, funcionamento e sistema de segurança, além do Plano de Ajuda Emergencial, que engloba ações entre a empresa mineradora e as COMPDEC’s.

As visitas a essas e outras barragens em cidades próximas a Muriaé atendem à Lei 12.334, a qual determina que as mineradoras entreguem à Defesa Civil o PAE e o PAEBM, a fim de se executar trabalhos de forma conjunta no momento de emergência.

CBA garante segurança de suas barragens – Dois dias após o rompimento da barragem da Mina Córrego Feijão, da Vale, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) emitiu no domingo (27) mensagem interna aos seus funcionários lamentando o fato e se solidarizando com todos que tiveram suas vidas impactadas com a tragédia.

No mesmo comunicado, a CBA também esclareceu que possui “sistema robusto” que garante a integridade física de suas barragens, informando que esse processo contempla ações da própria empresa e atividades permanentes realizadas por auditorias técnicas externas, feitas por especialistas. A Companhia ressaltou ainda que todas as barragens de suas operações possuem laudos técnicos que garantem a estabilidade das operações, e que esses relatórios são encaminhados aos órgãos fiscalizadores.

 

Categoria: Muriaé, Região
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Em ação rápida, Prefeitura cobre mancha de óleo no Centro para evitar acidentes

Publicado em 28/01/2019 às 17h18
Rua Paschoal Bernardino ficou escorregadia após carro derramar óleo na via; ação do Demuttran aconteceu em parceria com Bombeiros e PM
 
Em situação ocorrida na manhã desta segunda-feira (28), parte da Rua Paschoal Bernardino, no Centro, ficou escorregadia após um veículo derramar óleo no asfalto. Em ação imediata, a Prefeitura de Muriaé enviou a equipe do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito ao local para sinalizar a área e tomar as providências necessárias, a fim de se evitar acidentes. A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar para controlar o trânsito.
 
De acordo com um vendedor que trabalha naquela região e preferiu não ser identificado, o episódio aconteceu por volta das 9h. “Um motociclista até chegou a cair por causa do óleo, mas logo foi embora. A polícia foi acionada e a equipe da Prefeitura chegou rapidamente para fazer o trabalho de segurança”, informou.
 
O trecho escorregadio foi isolado com cones, enquanto a mancha de óleo foi coberta com serragem cedida pelos bombeiros. No início da tarde, o Demuttran voltou ao local para aplicar mais pó de serra na rua, que permaneceu interditada durante todo o dia para garantir a segurança de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. A previsão é que a área seja liberada na terça-feira (29) pela manhã.
 

 

 
 
 
Categoria: Muriaé
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'Com mais informações, talvez o sofrimento fosse menor', diz parente de desaparecidos em Brumadinho

Publicado em 28/01/2019 às 09h23

Familiares de pessoas desaparecidas na tragédia de Brumadinho se apoiam em amigos para suportar a dor, ao mesmo tempo em que se revoltam com a falta de informações

Brumadinho – Nas ruas do distrito de Tejuco, em Brumadinho, na Grande BH, há sempre um braço para amparar, um abraço para acolher e uma palavra ou duas, sempre abafadas pela dor, para dar forças a um amigo. No mais, são os olhos do espanto, o andar a esmo ou o choro convulsivo pela falta de informações ou notícias dos desaparecidos na tragédia, ocorrida no início da tarde de sexta-feira, do rompimento da Barragem da Mina do Córrego do Feijão, empreendimento da Vale. “Estou segurando minha mãe, ela está desesperada, saiu andando por aí, entrou no mato e fui atrás”, disse, ontem, Mary Cristina Nunes, de 32 anos, que também não esconde a apreensão pelo desaparecimento do irmão Peterson Firmino Nunes, de 35, casado e pai de três filhos. A exemplo de muitos moradores de Tejuco, Peterson trabalhava na unidade da empresa, com atuação no almoxarifado.

REVOLTA Por medida de segurança, as estradas que conduzem à sede municipal de Brumadinho estão fechadas, com autorização de passagem apenas para polícia, militares, bombeiros brigadistas e autoridades. Por isso mesmo, a atendente de telemarketing Gisele Pedrelina Duarte Santana Loures, de 22, fica sentada no gramado perto da Faculdade Asa, onde foi montado um quartel-general para centralizar ações e dar informações à imprensa, aguardando qualquer notícia sobre o pai Sebastião Divino Loures, de 58, motorista que havia ido à mina fazer uma entrega, no caminhão.

“Estou sem notícias, ninguém me informa nada, o que aumenta o desespero. Já estive até no Instituto Médico Legal, em Belo Horizonte, mas não consegui nada”, disse Gisele, ao lado do marido, Valdeci Loures Bonfim Júnior, e dos primos Adriano Gomes, Leandro Gomes e José Sidnei. Vestida com uma camisa com a estampa de São Miguel Arcanjo, Gisele diz que é católica e, como tem pessoas de outra religião na família, “todos nós estamos orando”. O celular de Sebastião pode ajudar nas buscas pelo motorista desaparecido desde o início da tarde de sexta-feira em Brumadinho. “A última vez que falei com meu pai foi às 11h53. Mas o telefone continua tocando, está com bateria, acho que podem rastrear.” Revoltada com a situação que a deixa em sobressalto, Gisele pergunta: “Quero saber quanto a vida do meu pai vai valer”.

 

Fonte: www.em.com.br

 

Categoria: Minas Gerais
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Estudo analisa 50 anos de comércio de aves na Amazônia

Publicado em 21/01/2019 às 09h20

Após décadas de exploração intensiva e declínios maciços em muitas populações de aves, em 1967, o Brasil tornou-se o primeiro país da América do Sul a proibir a venda comercial de animais silvestres

A África do Sul foi o maior exportador mundial de papagaios sul-americanos entre 2000 e 2013, depois que os países da Amazônia "abandonaram a possibilidade de produzir e exportar legalmente e competitivamente sua vida selvagem". Isso é o que revela um novo estudo sobre comércio de aves da América Latina produzido pela TRAFFIC com apoio do WWF.

"Bird's-eye view: Lessons from 50 years of bird trade regulation & conservation in Amazon countries" (ou em tradução livre - Vista Aérea: Lições dos 50 anos de regulamentação e conservação do comércio de aves nos países da Amazônia), oferece um panorama sobre o comércio de aves no Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname e as ameaças à conservação representada pelo excessivo comércio internacional de espécies.

Historicamente, as aves eram comercializadas em grandes quantidades na região nos primeiros anos do século XX. Pouco antes da Primeira Guerra Mundial, por exemplo, um único comerciante londrino importou 400 mil beija-flores e 360 mil outras aves do Brasil. Em 1932, cerca de 25 mil beija-flores foram caçados no Estado do Pará e enviados para a Itália para enfeitar caixas de chocolate. Centenas de milhares de aves vivas foram depois exportadas como animais de estimação em toda a América do Sul após meados da década de 1950, depois que as conexões das companhias aéreas comerciais, principalmente através de Miami, estavam regularmente disponíveis.

Após décadas de exploração intensiva e declínios maciços em muitas populações de aves, em 1967, o Brasil tornou-se o primeiro país da América do Sul a proibir, por lei, o comércio de animais silvestres, colocando ênfase na criação em cativeiro como alternativa de conservação.

Nas décadas seguintes, centenas de milhares de aves foram capturadas para abastecer o comércio internacional, muitas delas "lavadas" por canais legais na Argentina, Bolívia e Paraguai. Na década de 1980, estima-se que tenham sido capturadas até 10 mil araras-azuis (Anodorhynchus hyacinthinus), muitas delas terminando em criadouros em cativeiro. Como resultado, as Filipinas tornaram-se o principal exportador mundial de araras-azuis, enquanto a população selvagem da espécie está se recuperando no Brasil graças a intensas ações de conservação.

Apesar da suspensão da exploração comercial, para muitas espécies, a recuperação tem sido dificultada por novos cenários de degradação, poluição ou perda do habitat natural. A degradação ambiental - nos habitats terrestres e aquáticos, é a maior ameaça para a maioria das espécies, que tenha sido afetada anteriormente por exploração comercial ou não.

O biólogo e analista de conservação do WWF-Brasil, Felipe Feliciani, destaca o papel inovador do Brasil ao proibir, em 1967, a captura e o comércio de animais silvestres. "O tráfico de animais é um triste exemplo de como o combate à ilegalidade ambiental ainda deve ser uma batalha constante no Brasil, com recursos e apoio para preservar a magnífica fauna brasileira".

Atualmente, um importante incentivo econômico para a conservação de aves no Brasil, no Equador e na Colômbia é o turismo de observação de aves. O Peru também está se promovendo ativamente como um destino de observação de aves, mas ao lado de Guiana e Suriname, o país também permite a exportação de aves capturadas em meio selvagem de cerca de 101 espécies, todas relativamente comuns.

Embora as proibições tenham resultado no desaparecimento de pássaros à venda nas ruas de muitos países da América do Sul, grande parte do comércio foi para a clandestinidade. O Peru, enquanto receptor e fonte de espécies de aves silvestres de e para seus vizinhos, é o maior desafio regional. Além disso, o Brasil continua a ter um sério problema com o comércio interno de pássaros, apesar dos esforços rigorosos de aplicação da lei.

Em média entre 30 e 35 mil aves são confiscadas anualmente, um número que não variou significativamente nos últimos 15 anos. Muitas dessas aves são destinadas a "competições de canto de pássaros", onde os espectadores apostam dinheiro nos resultados de quantas músicas ou frases um pássaro cantará em um determinado período de tempo.

No geral, o estudo constata que o comércio ilegal internacional de aves sul-americanas foi reduzido ao seu nível mais baixo em décadas, embora isso seja "principalmente porque as espécies de aves mais procuradas pelos colecionadores já existem na maioria dos países consumidores".

No entanto, a redução substancial na maioria dos mercados urbanos sul-americanos que anteriormente constituíam grandes centros de comércio de aves é uma grande conquista nas últimas décadas. Milhões de aves foram poupadas quando esses mercados locais entraram em colapso, uma realidade ainda distante de no contexto do Sudeste Asiático.

"As complexidades do comércio de aves têm sido subestimadas: para garantir um futuro para as espécies cada vez mais ameaçadas da região, precisamos de estratégias integradas que busquem urgentemente impedir ou reverter a destruição de habitats e melhorar a fiscalização, complementados com incentivos econômicos para a geração local de renda através do turismo e uso sustentável dos recursos naturais. Isso oferece o melhor caminho para a notável avifauna da América do Sul" conclui o especialista Ortiz-von Halle, autor do estudo.

Sobre o WWF

O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Categoria: Geral, Mundo
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Gorilas-das-montanhas emergem da extinção em grande vitória da conservação

Publicado em 21/01/2019 às 09h08

Uma década atrás, haviam apenas 680 gorilas-das-montanhas vivendo na selva.

Hoje, há mais de 1.000 graças aos esforços de conservação de grupos de defesa dos animais, uma recuperação histórica para as espécies de reprodução lenta, de acordo com a União Internacional de Cientistas Preocupados (IUCN).

Ainda assim, os gorilas ainda são considerados ” levemente ameaçados”, não estando fora da faixa de extinção (ainda), mas com uma melhora de status, antes considerado “criticamente ameaçado” no catálogo da entidade, status considerado muito próximo da extinção definitiva de uma espécie.

“Estamos mais próximos de alcançarmos populações saudáveis ​​e estáveis ​​de gorilas-das-montanhas, graças ao compromisso extraordinário de tantas pessoas dedicadas”, disse Bas Huijbregts, gerente de espécies africanas do World Wildlife Fund US, em um comunicado. “Dito isto, os gorilas-das-montanhas continuam em perigo e dependem de esforços de conservação constantes.”

“A boa notícia é que esses esforços estão funcionando”, acrescentou ele. “O foco contínuo no envolvimento da comunidade, na prevenção da transmissão de doenças e no cumprimento da lei pode dar aos gorilas-das-montanhas uma chance maior de sobrevivência. Esses esforços são um exemplo brilhante para muitas outras espécies que precisam de uma ação global de conservação.”

Os gorilas-das-montanhas restantes do mundo vivem em áreas protegidas na República Democrática do Congo, Ruanda e Uganda.

Eles geralmente viajam em grupos compostos de um macho, três fêmeas e quatro a cinco descendentes, e sobrevivem de frutas, cascas de árvores, polpas, brotos e afins, de acordo com a National Geographic.

Seu declínio começou no início do século 20, quando os gorilas foram catalogados como espécie. Sua descoberta científica inaugurou o que se tornou um ataque implacável de “caça descontrolada, guerra, doenças, destruição de seu habitat florestal e captura para o comércio ilegal de animais de estimação”, segundo o WWF .

Como muitos animais, a população de gorilas-das-montanhas despencou em uma relação inversa com a de seres humanos, que só aumentou com o passar do tempo.

Conforme os seres humanos desmatam as florestas, transformando-as em áreas agricultáveis, o habitat dos gorilas diminuem.

Balas perdidas e outros projéteis também ferem os animais em épocas de conflito, como guerras civis, e o aumento de incêndios florestais causados ​​pelo homem prejudicam ainda mais a população primata. Por fim, os seres humanos também os expõem a novas doenças, que causaram graves prejuízos à população.

Depois que a comunidade científica e local notaram que os gorilas estavam próximos de desaparecer para sempre, os esforços começaram a restaurar a população.

Santuários foram instalados para os gorilas andarem sem interferência humana, campanhas policiais reduziram a caça furtiva e veterinários foram enviados para cuidar dos animais em uma base contínua, de acordo com a Associated Press.

“No contexto das extinções de populações selvagens ao redor do mundo, este é um notável sucesso de conservação”, disse Tara Stoinski, presidente e cientista-chefe do Dian Fossey Gorilla Fund.

“Este é um farol de esperança pois conseguimos aumentar a população primata em um país recentemente devastado pela guerra e ainda muito pobre”, disse Stoinski, que também é membro do grupo de especialistas em primatas da IUCN, que recomendou a mudança de status.

Outra causa da recuperação tem sido o ecoturismo sustentável, um modelo que pode ser replicado para outros animais e outras nações ao redor do mundo. Em vez de remover habitats naturais dos animais, os governos podem criar negócios turísticos prósperos que mantenham a integridade desses habitats.

“O ecoturismo dos primatas, feito corretamente, pode ser uma força realmente significativa para financiar a conservação”, disse Russ Mittermeier, diretor de conservação da Global Wildlife Conservation, à AP. “Isso dá aos governos e comunidades locais um incentivo econômico tangível para proteger esses habitats e espécies.”

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Fonte: Global Citizen

Categoria: Geral, Mundo
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Demsur faz limpeza no bairro Santo Antônio e alerta para descarte irregular de entulhos

Publicado em 16/01/2019 às 10h35

Recentemente a Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur, instalou centenas de papeleiras pela cidade e conta com um cronograma de coleta de lixo que contempla todos os bairros da cidade. Mesmo com todo o investimento, quadruplicado pela autarquia neste setor, no último ano, ainda persistem os registros dos pontos de descarte irregulares pelo município.

Nesta semana, por exemplo, uma grande quantidade de entulho foi descartada de maneira incorreta na rua Patrícia Xavier, no bairro Santo Antônio. Assim que a autarquia tomou conhecimento do material rapidamente providenciou a limpeza da via.

O Demsur lembra que o lixo deve ser descartado de acordo com o cronograma de coleta de cada bairro. No caso de móveis velhos e outros objetos a pessoa deve entrar em contato com a autarquia, através do telefone 115, e solicitar o serviço do Cata Treco. Mas é importante lembrar que para descartar entulhos de construção civil a pessoa deve contratar serviços particulares específicos de caçamba.

A autarquia reforça que é proibido jogar lixo e entulhos em via pública, estando a infração sujeita a multa, conforme Lei Municipal nº 2.358/99. Denúncias de descarte irregular de lixo podem ser feitas de forma anônima pela Central de Atendimento 115. Todos podem contribuir para uma cidade mais limpa e agradável.

Categoria: Muriaé
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Bocas de lobo inteligente seriam a solução para diminuir descarte de lixo nas redes pluviais?

Publicado em 16/01/2019 às 09h42

Algumas cidades brasileiras investem em Bocas de Lobo Inteligente, como forma de diminuir a quantidade de resíduos descartados nos bueiros urbanos. As bocas de lobo inteligente são instalações de cestos para coleta de lixo onde impedem que resíduos sólidos entrem na rede de esgoto, fazendo com que passe somente água pelo canal.

São Paulo, além deste tipo de instalação, alguns pontos já contam com um aparato ainda mais eficaz que emite sinal quando o compartimento atinge 80% da capacidade de armazenamento de resíduos.

Veja o vídeo com uma matéria alusiva ao projeto:

Categoria: Dicas, Geral
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Prefeitura reinicia obras de Complexo Ecoesportivo Dom Delfim

Publicado em 09/01/2019 às 18h40

Serviços foram reiniciados nesta semana; local terá praça de alimentação, banheiros e vestiários para receber atletas e visitantes 

As obras do Complexo Ecoesportivo Dom Delfim, localizado na região da antiga Febem, na Barra, foram retomadas na última segunda-feira (7). A Prefeitura de Muriaé vem trabalhando na construção de praça de alimentação, banheiros e vestiários, tornando o local mais completo para receber atletas e visitantes. A previsão é que esta etapa seja concluída dentro de 120 dias.

Contemplando uma área de mais de 123 mil metros quadrados, o projeto prevê ainda a criação de um ambiente integrado de serviços, esportes e lazer. A ideia é que, além da praça de alimentação, o local conte com espaços como campo de futebol, pista de atletismo, área de skate e playground, possibilitando a prática de diferentes atividades.

Em tempos de preservação ambiental como tema que ganha cada vez mais importante, outro ponto a se destacar é que o complexo será cercado de árvores – daí se dá a denominação de “ecoesportivo”. Nesse sentido, o projeto da obra também inclui a criação de um platô verde para a realização de recreações ao ar livre, como piqueniques, jogos de peteca e brincadeiras com pipas, por exemplo.

A construção do Complexo Ecoesportivo chega para revitalizar uma área que durante anos foi subutilizada e permaneceu abandonada. “Felizmente, essa situação já começou a mudar. Com esta obra, pretendemos trazer mais qualidade de vida para os moradores da região, especialmente crianças e jovens, com a ativação de escolinhas de futebol para a formação de futuros atletas em nossa cidade”, afirma o prefeito de Muriaé.

Categoria: Muriaé
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Suzano Papel e Celulose apresenta primeiro papelcartão para copos 100% biodegradável produzido no Brasil

Publicado em 04/01/2019 às 15h42

Produto de fonte renovável também é compostável e tem emissões de carbono neutralizadas

Suzano Papel e Celulose, uma das maiores fabricantes de papéis de embalagem da América Latina, apresenta ao mercado o primeiro papelcartão para copos que é 100% biodegradável, compostável, de fonte renovável e produzido no Brasil. A principal novidade do produto é a substituição da presença de uma barreira protetora até então feita com polietileno por um material biodegradável que permite a degradação completa do copo quando descartado de maneira que entre em contato com o meio ambiente. Além disso, suas fibras são compostáveis, ou seja, nutrem o solo durante sua biodegradação.

Outro diferencial da nova linha é o fato de o Bluecup Bio® ser o único papelcartão do País totalmente integrado ao programa Carbono Neutro da empresa, tendo o excedente de carbono gerado durante o processo de fabricação do produto compensado pela Suzano, um diferencial compartilhado com os end-users do Bluecup Bio®.

A chegada ao mercado do novo produto está em consonância com as mudanças de comportamento dos consumidores, e também com o foco da Suzano em inovação e sustentabilidade. O desenvolvimento de produtos de base renovável para o mercado levou a empresa a lançar em julho deste ano o papelcartão Bluecup®, primeiro produto da linha destinada à produção de copos descartáveis e que visa revolucionar o mercado nacional, hoje abastecido majoritariamente por papéis importados.

O grande diferencial dos copos descartáveis produzidos com papelcartão, além da matéria-prima de fonte renovável, no caso o eucalipto plantado pela Suzano para essa finalidade, é a característica física propícia para o desenvolvimento de ações de marketing. Sua superfície uniforme, com alta lisura e brancura, permite impressão de alta qualidade para melhor divulgação da marca ou do propósito do cliente. O papelcartão também oferece melhor isolamento térmico, maior aderência na pegada e conforto ao beber.

A linha Bluecup®, há aproximadamente dois anos em desenvolvimento na área de pesquisas da Suzano, tem como objetivo atender um mercado de copos descartáveis de aproximadamente 600 mil toneladas anuais no Brasil, hoje suprido por matéria-prima de origem fóssil ou por papéis importados. “Há uma demanda crescente por produtos mais amigáveis ao meio ambiente e o Bluecup Bio® representa justamente isso. Falamos de uma revolução em um mercado que tem buscado soluções para se reinventar”, explica Alexandre Cezilla, Gerente Executivo de Estratégia e Marketing da Suzano Papel e Celulose.

A Suzano visa, com isso, oferecer competitividade e um serviço diferenciado para o mercado nacional. O novo produto já possui amostras disponíveis para realização da homologação em todos os convertedores. “Os clientes da Suzano têm à disposição uma rede composta por 24 endereços, o que propicia aos convertedores acesso facilitado a estoques e a produtos convertidos, além do suporte de uma equipe técnica especializada e dedicada para este processo” ressalta Leonardo Grimaldi, Diretor Executivo de Papel da Suzano Papel e Celulose.

 

Sobre a Suzano Papel e Celulose

A Suzano Papel e Celulose é a segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo e a maior fabricante de papéis de imprimir e escrever da América Latina. Como subsidiária da Suzano Holding, reúne mais de 90 anos de tradição com o que há de mais moderno de tecnologia para a indústria de papel e celulose. Possui sete unidades industriais no Brasil, escritórios internacionais em seis países e estrutura de distribuição global preparada para abastecer mais de 60 países. Produz, além de Celulose, Papéis de imprimir e escrever revestido e não revestido e de Embalagens, Tissue (papéis para fins sanitários) e celulose Fluff (usada na produção de fraldas e absorventes higiênicos), e está investindo na produção de Lignina e derivados, criando uma plataforma de química verde para a substituição de matéria-prima de origem fóssil, entre outras aplicações. Trabalha no desenvolvimento genético de culturas florestais e atua no setor de biotecnologia por meio de sua subsidiária FuturaGene. A empresa possui capital aberto e integra o Novo Mercado, o que reforça seu compromisso com o avanço contínuo das práticas de governança corporativa.  Para mais informações, acesse www.suzano.com.br.

 

Categoria: Dicas, Geral
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