Meio Ambiente

Índice de infestação do Aedes aegypti em Muriaé é de 1,8

Publicado em 26/10/2018 às 16h11

Resultado é considerado como “médio risco”; Prefeitura realiza ações de combate ao mosquito durante ano todo

O resultado do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre os dias 22 e 25 de outubro em Muriaé, apontou índice de infestação de 1,8, que é classificado como “médio risco”.

O LIRAa é uma metodologia que ajuda a mapear os locais com altos índices de infestação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, identificar os criadouros predominantes e a situação de infestação do município. O índice é considerado satisfatório quando fica abaixo de 1%.

Este é o quarto e último LIRAa realizado na cidade em 2018. Os três primeiros levantamentos foram coletados em janeiro, abril e agosto, respectivamente. Os bairros e locais com os maiores índices apontados pelo LIRAa deste mês são: Recanto Verde, Gávea, Coronel Izalino, Primavera, Quinta das Flores, Vale do Castelo, São Francisco, Santo Antônio, Pontilhão, Centro, João VI, Boa Vista, Jardim das Palmeiras, Alto do Castelo, Dornelas, Barra Alegre, Santa Helena, Posto Presidente, Barra e Armação.

“Moradores destas localidades devem se mobilizar para diminuir o índice, escolhendo um dia da semana para fazer a remoção de focos do mosquito”, orienta a diretora de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf. “Estamos entrando na época de alta transmissibilidade das doenças causadas pelo Aedes aegypti, por isso a importância da prevenção semanal em nossas casas”, completa.

 

Ações durante o ano todo - Embora o período de incidência de proliferação do Aedes aegypti seja entre o período chuvoso, durante todo ano a Prefeitura realiza ações de combate ao mosquito, como visitas periódicas às residências, campanhas educativas, atendimento às denúncias, entre outras. As denúncias são anônimas e podem ser feitas pelo telefone 3729-1301. Os chamados são averiguados em até 24h.

 

Formas de prevenir a infestação do Aedes - A melhor forma de evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya é combater os focos em locais propícios para a criação do Aedes. Para isso, é importante tomar medidas como: não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampas de refrigerantes, pneus velhos, jarros de flores, garrafas, caixas d’água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras; jogar cloro nos ralos, colocar areia em vasos de plantas e os baldes em áreas cobertas virados para baixo, limpar vasilhas de animais com esponja, entre outros.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta também o uso de repelentes no início do dia e fim da tarde, e no caso de suspeita de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, a orientação é que pessoa procure imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Já quem for à rede particular deve pedir ao médico que faça uma notificação da suspeita da doença e envie-a à Secretaria de Saúde, para que seja feito o bloqueio e o avanço seja contido na cidade. O formulário está disponível no site do Ministério da Saúde. 

Categoria: Muriaé
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Defesa Civil alerta para possibilidade de chuvas nesta quinta-feira

Publicado em 25/10/2018 às 15h57

A Defesa Civil alerta para a possibilidade de chuvas fortes para a tarde desta quinta-feira, 25 na zona urbana de Muriaé. De acordo com Boletim divulgado na manhã de hoje, há chances de 90% de chuvas nos períodos de tarde e noite. A Umidade relativa do ar é de 91% e o volume estimado é de 25mm. O acumulado das últimas 72 horas soma 2,7 mm e durante todo o mês de Outubro choveu o acumulado de cerca de 3,9 mm.

A previsão de chuvas se mantém até sábado, 27.

Categoria: Mundo, Região
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Moradores da floresta: novo vídeo da série ilustra cachorros raros da Amazônia

Publicado em 23/10/2018 às 16h38

Armadilhas fotográficas foram instaladas na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, para monitorar espécies silvestres

O WWF-Brasil lança hoje, 23 de outubro, mais um vídeo da série "Moradores da Floresta", que ilustra dois canídeos raros: o cachorro-vinagre (Speothos venaticus), e seu parente cachorro-do-mato-de-orelha-curta (Atelocynus microtis).

De caráter educativo, os vídeos da série "Moradores da Floresta" trazem informações sobre algumas das espécies mais marcantes e raras das florestas da Amazônia, a partir de imagens capturadas por armadilhas fotográficas, instaladas na Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes (AC).

Com pouco mais de dois minutos, o vídeo apresenta diferenças e semelhanças entre as duas espécies de canídeos, e ilustra imagens inusitadas, como a do cachorro-do-mato-de-orelha-curta saboreando um lagarto, um dos seus principais alimentos. Espécie exclusiva da Amazônia, o cachorro-do-mato-de-orelha-curta, também chamado de raposinha, é um animal que se caracteriza por viver de forma solitária, apesar de existirem registros de casais caçando juntos. Já o cachorro-vinagre é o único canídeo brasileiro que vive e caça cooperativamente.

As semelhanças revelam o triste lado da história de cada espécie. Ambos cachorros são classificados como vulneráveis pela Lista Vermelha Fauna Brasileira, e "quase ameaçadas" pela União Internacional pela Conservação da Natureza (UICN).

De acordo com Felipe Spina, biólogo e analista de conservação do WWF-Brasil, o monitoramento é importante para revelar informações sobre as espécies, mas, principalmente, para mostrar o impacto da ação humana na vida da floresta. "Sabemos que a perda e a degradação do habitat natural causadas pelo desmatamento e o aumento de obras de infraestrutura, como estradas e hidrelétricas, são algumas das principais ameaças à sobrevivência dessas espécies. Outros fatores como atropelamento também causam muita pressão sobre os animais silvestres. E no caso específico desses cachorros silvestres, eles também podem contrair doenças transmitidas por cães domésticos que adentram a floresta", explica.



Moradores da Floresta
Ao todo, serão 10 vídeos, um a cada mês, que retratam os resultados de uma iniciativa que instalou 20 armadilhas fotográficas no interior da Resex. O trabalho inédito, feito em parceria com os comunitários da reserva extrativista, têm monitorado a fauna presente nas áreas de manejo florestal da unidade de conservação (UC).

O primeiro vídeo, divulgado em abril deste ano, mostrou o primeiro registro em florestas amazônicas da pacarana (Dinomys branickii), espécie rara e pouco conhecida da ciência. Em setembro, a anta, o maior mamífero da América do Sul, foi a espécie de destaque.

O trabalho é uma parceria entre WWF-Brasil, Cooperativa dos Produtores Florestais Comunitários (Cooperfloresta) e Associação de Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes em Xapuri (Amoprex), com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do conselho gestor da Resex Chico Mendes.

Armadilhas
As armadilhas fotográficas são câmeras normais equipadas com melhorias tecnológicas e apropriadas para o ambiente selvagem. Elas ficam escondidas e amarradas em árvores, funcionando com sensores de luz. Toda vez que um animal passa pela frente do equipamento, a câmera dispara automaticamente e tira uma foto ou inicia uma gravação audiovisual.

Essas câmeras utilizam infravermelho gravando bem à noite sem necessitar de luz adicional, e não espantam ou agridem os animais. Por isso, elas vêm sendo cada vez mais adotadas por conservacionistas ao redor do globo.

Desde que foram instaladas na Resex Chico Mendes, em dezembro de 2017, as câmeras fizeram mais de 2 mil registros. A instalação aconteceu em oficinas que reuniram cerca de 20 extrativistas e quatro deles foram treinados para serem os "operadores locais" dos equipamentos.

Mais de 30 espécies diferentes de animais foram flagradas pelas câmeras, entre elas estão tatus (Dasypus sp.), veados (Mazama sp.), macacos-guariba (Alouatta seniculus), macacos-prego (Cebus apela), jaguatiricas (Leopardus pardalis), entre vários outros.

Sobre a Resex Chico Mendes
A Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes foi criada em 1990 e possui mais de 970 mil hectares. Ela abrange sete municípios do Acre e cerca de 10 mil pessoas moram na reserva. A Resex é uma das 117 unidades de conservação apoiadas pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA).

Sobre o WWF

O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
 
Veja o vídeo abaixo:
 
Categoria: Brasil, Geral
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Demsur inicia trabalho de urbanização dos reservatórios

Publicado em 23/10/2018 às 16h26

Desde o início do ano o Demsur já instalou 10 novos reservatórios no município de Muriaé, além de ter reformado um outro. Alguns deles já entraram em funcionamento e outros estão passando pelo procedimento de instalação hidráulica e, em breve, irão beneficiar boa parte da população.

Paralelamente a este trabalho a autarquia iniciou o serviço de urbanização dos reservatórios, que consiste em construção de alambrados, portões, iluminação e paisagismo.

A maior parte dos tanques estava em locais sem a menor proteção, extremamente vulneráveis a invasões e até a contaminações, motivo que levou a autarquia a iniciar o cercamento destes pontos logo após a instalação dos reservatórios.

O serviço já está sendo feito nas unidades dos bairros Dornelas II, Gaspar, João VI e João XXIII. As obras vão prevenir incidentes com crianças e evitar o acesso de vândalos, além de facilitar o acesso dos servidores para manutenções.

A urbanização dos reservatórios vai muito além de uma melhoria estética, simboliza comprometimento e responsabilidade com o bem público, além de otimizar a prestação de serviços à comunidade muriaeense.

 

Categoria: Muriaé
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Demsur entra na reta final de preparação para funcionamento da ETE Principal

Publicado em 20/10/2018 às 17h01

Faltam poucos detalhes para que a Estação de Tratamento de Esgoto - ETE Principal entre em funcionamento e aumente, consideravelmente, a quantidade de resíduos tratados em Muriaé. A unidade chegou a ser inaugurada em 2015, mas, na prática, nunca entrou em atividade por problemas técnicos.

No início de 2017 a atual gestão da autarquia identificou inúmeras falhas que impossibilitavam o funcionamento da unidade. Desde então, o Demsur intensificou ações para corrigir tais problemas como instalação de novos painéis elétricos nas elevatórias, aquisição de novas bombas e revisão de toda a extensão da rede.

Nessa semana, a ETE recebeu visita de engenheiros ambientais que realizaram uma vistoria visando a certificação ambiental. A expectativa é que a autarquia receba a licença nos próximos dias.

Atualmente as ETE's dos bairros Safira e José Cirilo, juntas, tratam cerca de 33% do esgoto produzido no município e ao iniciar o funcionamento da ETE Principal o Demsur passará a tratar 50% desses resíduos. O objetivo é atingir a marca de 60%  até o final de 2020.

Categoria: Muriaé
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Demsur realiza obra de interligação da rede de esgoto no Porto

Publicado em 20/10/2018 às 16h53

Autarquia realiza últimos trabalhos antes do início das atividades da ETE Principal

Um trecho da rua Coronel Pereira Sobrinho, no bairro Porto, ficou parcialmente interditado nesta quinta-feira (18) para uma intervenção na rede de esgoto. O trabalho faz parte dos reparos e obras necessárias para o funcionamento da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Principal.

A via, no sentido Centro-Porto, ficou interditada para a passagem de veículos a fim de que se realizasse uma Interligação da rede de esgoto na rede interceptora, que levará os resíduos até a ETE Principal.

A partir da próxima segunda-feira (22) será feita interligação em outros dois pontos da rua Coronel Pereira Sobrinho (entre a paróquia Nossa Senhora Aparecida e a Escola Estadual Professor Gonçalves Couto). Neste caso a via ficará totalmente interditada para a passagem de veículo durante o período da obra, que terá duração de três dias.  

O Demsur está em fase final de testes, intervenções e nos próximos meses a ETE Principal entrará em funcionamento aumentando em cerca de 20% a capacidade de tratamento de esgoto de todo o município. Investir em saneamento urbano é cuidar da saúde pública.

 

Categoria: Muriaé
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Novas pontes são construídas nas estradas rurais de Muriaé

Publicado em 16/10/2018 às 15h21

Travessias são indispensáveis para escoamento da produção agrícola e para transporte de passageiros e estudantes

Novas pontes foram construídas, nas últimas semanas, nas estradas rurais de Muriaé. Nas vias de acesso ao Pico do Itajurú, em Pedra Alta (Belisário); na região do Ferreirinha (Bom Jesus da Cachoeira) e no Macuquinho (Macuco) foram instalados tubulões de aço. Na estrada do Espanhol (São João do Glória) e na Cachoeirinha (São Fernando) foram feitas novas estruturas com madeiras ou manilhas. A Prefeitura está reestruturando os caminhos que são indispensáveis para escoamento da produção agrícola e para o trânsito de veículos de passageiros e estudantes.

Mais de 70 pontes já foram confeccionadas para interligar extremidades. Três delas com tubulões de aço e as demais com madeira ou manilhas de concreto. Estes novos modelos feitos com tubulação de aço alcançarão uma vida mais longa. Mais de 20 anos. “Contemplamos todos os distritos de Muriaé com intervenções nas vias de acesso. Temos mais um tubulão que ainda estamos estudando o local de maior necessidade para fazer a instalação”, explicou o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Manoel Carvalho. As pontes construídas com madeira terão uma vida média de 10 a 14 anos.

Muriaé concentra uma extensa região rural. São mais de 2.300 quilômetros de estradas de terra, envolvendo um grande número de agricultores e proprietários rurais que residem juntamente com suas famílias em sítios ou fazendas. Os deslocamentos são feitos em transportes como charretes, motocicletas, veículos pequenos ou grandes. As travessias precisam estar prontas para receber o fluxo de automóveis e permitir a condução segura para o homem do campo e para os moradores de distritos.

Categoria: Muriaé
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Equipes do Demsur estão empenhadas na limpeza de diversos bairros da cidade

Publicado em 16/10/2018 às 09h14

Mais uma vez a Prefeitura de Muriaé, por meio do Demsur, iniciou a semana com dezenas de profissionais em diversos pontos da cidade realizando os trabalhos de capina, roçada e caiação de ruas e logradouros públicos.

O trabalho de capina começa a semana pelo São Cristóvão e Joanópolis, mas nos próximos dias irá percorrer os bairros Encoberta, Barra e Centro. O serviço de roçagem está sendo feito nos trevos de acesso aos bairros, às margens das BRs116 e 356.

O Demsur segue fazendo também a caiação no Cemitério Municipal de Muriaé, que deverá receber milhares de visitantes no Dia de Finados, comemorado em 2 de novembro. O serviço também está sendo executado na Via Saúde e na próxima sexta-feira (19) passará pela praça do bairro São Cristóvão, que receberá no dia seguinte mais uma edição do evento "Prefeitura no Seu Bairro".

O Demsur segue comprometido com o bem-estar dos muriaeenses e, por isso, está cada vez mais empenhado com a limpeza do município.

Categoria: Muriaé
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Casal transforma plástico do oceano em próteses ecológicas para crianças carentes

Publicado em 15/10/2018 às 09h36

O casal Laura e Chris Moriarity retira plástico dos oceanos e cria próteses impressas em 3D para pessoas carentes em todo o mundo.

O casal Laura e Chris Moriarity mostra que você não precisa ser um especialista para resolver um problema do mundo, ou dois problemas, como é o caso deles. De uma só vez, o casal retira plástico dos oceanos e cria próteses impressas em 3D para pessoas carentes em todo o mundo.

Eles nunca tinham feito experimentos com plástico oceânico nem expertise com próteses, segundo o site Good News Network. Mesmo assim, Laura e Chris, de Illinois (EUA), fundaram o ‘Million Waves Project’, uma organização de caridade transforma plástico retirado dos oceanos em próteses ecológicas para crianças carentes que possuem alguma deficiência física.

“O Million Waves Project reúne duas situações globais inaceitáveis e oferece uma solução prática e sustentável”, diz o site da organização sem fins lucrativos.

Laura e Chris cortam o plástico à mão e depois passam o material em um triturador de papel. A nova mistura segue para uma impressora 3D. Então, eles usam um aplicativo para se conectar com pessoas que precisam de próteses para que possam projetar o dispositivo com as medidas da criança, totalmente personalizado.

Já que a matéria-prima é barata, a prótese custa de 45 a 170 dólares. O Million Waves Project é financiado por doações, patrocínios e venda de chaveiros no site da instituição. Desde que foi lançada, a iniciativa doou 18 próteses para pessoas com deficiência.

Agora, Laura e Chris estão trabalhando para conseguir um triturador de tamanho comercial, para multiplicar sua produção em dez vezes.

Fonte: razão para acreditar

 

Categoria: Geral, Mundo
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Brasileira cria canudo de inhame, biodegradável e comestível

Publicado em 09/10/2018 às 08h33

A estudante Maria Pennachin, de apenas 16 anos, criou um canudo biodegradável à base de inhame. Ela desenvolveu o produto no laboratório da escola em que estuda, o Colégio Estadual Culto à Ciência, em Campinas, São Paulo.

O biocanudo pode ser descartado na natureza sem causar prejuízos para a fauna e flora, é maleável e comestível. A proposta deu tão certo que a aluna vai apresentá-la em uma feira internacional em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, em setembro de 2019.

Ela conta que o projeto partiu da recente discussão sobre o descarte de canudos de plástico na natureza e a proibição de sua circulação. Maria diz que observava o inhame na culinária quando teve a ideia de aplicá-lo na área do bioplástico. “Eu já era uma consumidora e só de observar na cozinha a ‘baba’ que ele solta, achei interessante. Quando comecei a trabalhar com bioplástico, [pensei em] acrescentá-lo, por ser pouco explorado nessa área”, disse ao G1.

“Me despertou muito [o interesse] quando começou a aparecer essa problemática. Quando vem uma proibição, precisa de uma alternativa. Então eu mesma quis ir atrás dela”, relata Maria.

Melhorias

O biocanudo não tem gosto de inhame, nem de nenhum outro ingrediente que vai na sua “massa”.

Além disso, ele não dissolve no líquido. Mesmo assim, Maria, que frequenta o 2º ano do Ensino Médio, tem outras ideias para melhorar seu produto. “Quero investigar e ir mais além na firmeza: fazer uma linha vegana, porque a gelatina [um dos ingredientes na composição] não atenderia esse público, e fazer uma coisa mais interessante para o público infantil”, diz a aluna.

Como

Para chegar na atual fórmula, Maria realizou uma série de testes e contou com a orientação de duas professoras: Aloísa Morreto e Cláudia Caniati. Segundo a professora Aloísa, as disciplinas na escola que trabalham desenvolvimento de projetos são focadas no meio ambiente. “Esse ano, o tema sugerido foi a questão dos resíduos sólidos”, diz.

A aluna conta que, na fase de testes, usou diferentes ingredientes e, analisando os resultados, foi regulando a receita. “Além do inhame, usei outros ingredientes nos testes. Inclusive coloquei vinagre. Nos que eu coloquei menos, teve o aparecimento do fungo. Fui regulando o tanto que precisava de cada ingrediente e obtive a massa final”, explica.

A primeira conquista do projeto foi o 1º lugar na edição deste ano da Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit), na categoria meio ambiente. O ouro garantiu a Maria o credenciamento para representar o Brasil na feira dos Emirados Árabes. “Nós estamos buscando patrocínio de quem possa colaborar e investir no projeto”, finaliza a professora Cláudia.

Fonte: Só Noticia Boa

Categoria: Brasil
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