Meio Ambiente

Conheça alguns pecados de não ser uma empresa sustentável

Publicado em 03/11/2018 às 10h06

 

Por Rodrigo Reis*

A questão de sustentabilidade é um assunto que está cada vez mais recorrente nos dias de hoje. Uma pesquisa feita com mais de 400 empresas pela Fundação Dom Cabral levantou que somente 36% das empresas têm atos de sustentabilidade e que 68% delas entendem que, além de valorizar a marca e a imagem, cria mídia positiva, motiva seus funcionários e melhora seus processos. Porém, 78% afirmam essa preocupação e que tem em seu planejamento ser sustentável. Há várias formas da empresa se adequar para contribuir com o meio ambiente. Entretanto, cada uma tem que analisar o que cabe ser adotado, mas existem algumas atitudes simples que podem ajudar na preservação.

Consumo de muita energia

Ambientes escuros consomem muita energia. Pensando nisso, uma grande tendência é que as construções serão feitas de forma mais sustentável, como por exemplo, cômodos onde são pintados de branco e há janelas grandes que possibilitam a entrada de bastante luz solar, diminuindo assim o consumo de energia elétrica. Uma grande solução são os painéis solares, sendo ainda capaz de disseminar a energia que não é utilizada para a vizinhança quando a empresa não está ativa, ou seja, durante a noite.

Lixos sem coleta seletiva

Outra solução muito básica, mas muito importante, é a colocação de cestos de coleta seletiva em todos os corredores da empresa, evitando cestos de lixo embaixo de todas as mesas de funcionários. Essa pequena atitude pode ser feita em parceria com cooperativas para retirada do lixo e, em alguns casos, podem levar em centros de reciclagem e ainda receber dinheiro pelo material descartado, o que pode ser um incentivo para cobrir os custos que terá pela separação. A não reciclagem do lixo pode ocasionar a contaminação do solo e a contaminação da água nos lixões.

Uso de copos plásticos

A prática de levar a própria garrafa de água para o trabalho é uma das alternativas que pode ser inserida na empesa. A não utilização de copos plásticos ajuda na não poluição dos rios, vias públicas, entupimento de bueiros, além de não ficar no meio ambiente de 250 a 400 anos para ser decomposto.

Desperdício de água

A reutilização e o tratamento da água são formas de contribuir para causar menos impacto ambiental. Após passarmos por crises hidrográficas nos últimos anos, implementar soluções que usam água de chuva e água que sai do ar-condicionado são de extrema importância. Além de representar uma redução de custo a longo prazo, podem ser reutilizadas pela própria empresa em atividades como lavagem de áreas externas, regar plantas, uso no vaso sanitário, entre outros.

Impressão desnecessária

Outro ponto que vale ressaltar são os softwares de gerenciamento de documentos que estão disponíveis, pois eliminam a impressões desnecessárias de papéis, no qual o arquivamento eletrônico possibilita uma melhor organização e uso consciente do espaço de arquivo físico.

Tendo hábitos conscientes e pequenas soluções, as empresas, ainda que individualmente, podem assim, fazer gradativamente a diferença de redução do impacto ambiental.

*Rodrigo Reis é diretor comercial e sócio da Reis Office, empresa líder em outsourcing de impressão e soluções para digitalização, transmissão e armazenamento de documentos.

 

Sobre a Reis Office:

Sempre orientada pela tecnologia e evoluindo junto ao mercado, a Reis Office (Rua Francisco Antunes, 598 - Guarulhos - SP) acompanha o desenvolvimento do mercado de impressão desde sua fundação, em 1984. A empresa tem como missão imprimir soluções e sempre levar as melhores inovações de outsourcing para seus clientes por meio de uma equipe qualificada e bem treinada. Líder em soluções completas para impressão, digitalização, transmissão e armazenamento de documentos, a companhia atua em parceria com grandes marcas como Brother, Canon, Kyocera e OKI. Além de trabalhar somente com produtos de alta qualidade, a Reis Office também conta com as certificações ISO 14001, que estabelecem diretrizes sobre gestão ambiental, e ISO 9001, que define padrão de qualidade e sistemas em geral. Para mais informações, acesse: www.reisoffice.com.br

Categoria: Brasil, Geral
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Radula: O que é e Quais suas funções

Publicado em 03/11/2018 às 09h48

A Radula é na verdade um gênero de planta que contém cerca de 300 espécies diferentes, como a Radula marginata ou a Radula laxiramea, e que parece ter efeitos semelhantes aos da Cannabis, outra planta, conhecida popularmente como maconha, e que tem efeito sedativo e alucinógeno.

Enquanto na Cannabis, a substância que tem efeito no cérebro é o Tetra-hidrocanabinol, ou THC, na Radula a substância se chama Perrotinolene, ou PET, e parece afetar os mesmos receptores cerebrais que o THC, provocando não só as alucinações e a sensação de bem-estar que leva ao consumo da maconha, como também possuir alguns benefícios para a saúde.

A Radula é uma planta tradicional da Nova Zelândia, Costa Rica e Japão, que tem uma estrutura muito simples e pequenas folhas que se assemelham a escamas, sendo comparada muitas vezes com o musgo.

Nesses países, as espécies do gênero Radula já são usadas tradicionalmente pelos povos indígenas há muitos anos para tratar alguns problemas da saúde, mas só agora está sendo investigada pelos cientistas para identificar todos seus efeitos e entender se é segura para a saúde.

Principais funções da Radula no corpo

Por atuar diretamente no cérebro e ter um forte efeito analgésico, o PET da Radula poderá vir a ser utilizado na medicina para ajudar a tratar alguns problemas como:

  • Inflamação em vários locais do corpo;
  • Dor crônica que não melhora com outro tratamento;
  • Problemas psicológicos, como depressão ou ansiedade.

No entanto, assim como no caso da maconha, ainda são precisos vários estudos para confirmar estas propriedades e avaliar sua segurança.

Possíveis efeitos colaterais

Devido à semelhança com os componentes da maconha, o PET da Radula poderá causar vários efeitos colaterais no organismo, especialmente quando utilizado de forma indiscriminada. Alguns desses efeitos podem incluir dificuldade para se movimentar, apatia, diminuição da coordenação motora, alteração dos batimentos cardíacos, diminuição da libido e até alterações a nível hormonal.

No entanto, também é possível que esses efeitos negativos sejam inferiores aos da maconha, já que a concentração de PET na Radula é inferior à de THC na maconha, sendo de aproximadamente 0,7 a 7% contra os 10% do THC na maconha.

Além disso, o PET parece afetar menos negativamente os neurônios do que o THC, parecendo não produzir problemas de memória a longo prazo, desde que usado corretamente.

Fonte: Tua Saúde

Categoria: Dicas, Geral
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Porto: Demsur realiza obra para interligar rede de esgoto à ETE Principal

Publicado em 01/11/2018 às 16h12

O Demsur continua o trabalho de testes e extensão para interligar a rede de esgoto de vários bairros da cidade até a Estação de Tratamento de Esgoto - ETE Principal. Nesta semana parte das atividades estão concentradas no bairro Porto.

Há cerca de uma semana os servidores estão realizando a interligação da rede da rua Coronel Pereira Sobrinho, que recebe resíduos de diversos bairros daquela região. Ao todo estão sendo feitos mais de 60 metros de nova rede.

Neste período, o Demsur identificou vazamentos em outros pontos do bairro, como, por exemplo, próximo à ponte do Porto (que foi recuperado na semana passada) e na margem do rio Muriaé. Um caminhão sugador (Limpa Fossa) também está sendo utilizado para evitar incidentes durante a manutenção.

Um dos principais desafios da atual gestão é colocar a ETE Principal em funcionamento e, nos últimos meses, a autarquia tem se empenhado em diversas frentes de trabalho. A unidade representará um significativo avanço no saneamento urbano de Muriaé, tratando mais de 50% do esgoto do município.

 

Categoria: Muriaé
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Relatório revela que a Natureza está no limite

Publicado em 31/10/2018 às 16h22

Relatório Planeta Vivo 2018, do WWF, revela um grau impressionante de impacto humano no planeta

A forma como alimentamos, abastecemos e financiamos nossa sociedade e economia está levando a natureza e os benefícios que ela nos fornece ao limite. É o que diz o Relatório Planeta Vivo 2018 divulgado hoje pelo WWF. O documento apresenta uma imagem preocupante do impacto da atividade humana sobre a vida selvagem, florestas, oceanos, rios e clima do mundo, destacando que a janela de tempo para tomar uma atitude está se fechando rapidamente.

Um dos indicadores usados no relatório, o Índice Planeta Vivo (LPI), fornecido pela Zoological Society of London (ZSL), que acompanha as tendências na abundância global de vida selvagem, indica que as populações de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram em média 60% entre 1970 e 2014. As principais ameaças às espécies identificadas no relatório estão diretamente ligadas às atividades humanas, incluindo perda e degradação de habitats e exploração excessiva da vida selvagem.

"A ciência está mostrando a dura realidade que nossas florestas, oceanos e rios estão sofrendo em nossas mãos. Centímetro por centímetro, espécie por espécie, a redução do número de animais e locais selvagens é um indicador do tremendo impacto e pressão que estamos exercendo sobre o planeta, esgarçando o tecido vivo que nos sustenta: natureza e biodiversidade ", disseMarco Lambertini, diretor-geral do WWF Internacional. O Brasil no cenário global de degradação Neste cenário, o Brasil merece atenção especial. Além da comprovada importância da Amazônia para a regulação do clima da Terra, nosso país concentra a maior biodiversidade do planeta e uma enorme disponibilidade de recursos hídricos.

Ao mesmo tempo, estamos na região que mais sofre com a perda de biodiversidade. A estimativa é que desde a década de 1970 o tamanho das populações das espécies que habitam as Américas do Sul e Central tenha sido reduzido em 89%. A maior causa desta perda de espécies é o desmatamento e, no nosso caso, ainda somos a maior fronteira de desmatamento do mundo – mais de 1,4 milhões de hectares de vegetação natural são perdidos por ano. Nos últimos 50 anos, 20% da Amazônia já desapareceu. Especialistas indicam que se o desmatamento total alcançar 25%, esse bioma chegará ao "ponto de não retorno", podendo entrar em colapso. 

O relatório aponta também a região do Cerrado como uma das maiores frentes de desmatamento no mundo. Além de um golpe em nossa biodiversidade, o desmatamento no Cerrado atinge diretamente nossa capacidade hídrica, uma vez que as águas que nascem neste bioma alimentam alguns dos maiores reservatórios de água subterrânea do mundo, além de seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras. A mudança de uso do solo, principalmente o desmatamento, também é o maior fator de emissão de gases de efeito estufa do Brasil. Entre 1990 e 2013, a mudança de uso do solo foi responsável por 62.1% do total de emissões do país, segundo o Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG).

As ameaças às espécies estão presentes em vários biomas brasileiros. A Jandaia-amarela (Aratinga solstitialis), o Tatu-bola (Tolipeutes tricinctus), o Muriqui-do-sul (Brachyteles aracnoides) e o Uacari (Cacajao hosomi) são exemplos de espécies em perigo de extinção em função da perda de seu ambiente natural. O Boto (Inia geoffrensis) é uma espécie em perigo de extinção devido à tendência de redução populacional no futuro, em função da degradação de seu ambiente.

O Relatório Planeta Vivo 2018 também aborda a importância e o valor da natureza para o bem-estar social e econômico global. Além de ajudar a garantir o fornecimento de ar fresco, água potável, alimentos, energia, medicamentos e outros recursos,estima-se que a natureza forneça ao mundo serviços da ordem de 125 trilhões de dólares a cada ano. 

"Tudo está diretamente conectado. Dos insetos e pássaros que polinizam as lavouras que nos alimentam, passando pelo suprimento de água limpa da qual dependem todas as nossas atividades até o ar que respiramos a cada segundo. A proteção das florestas, dos recursos hídricos, da biodiversidade é também a proteção das pessoas e da nossa sociedade. Comprometer o meio ambiente é comprometer o nosso futuro", afirma Mauricio Voivodic, diretor-executivo do WWF-Brasil. Isso pode mudar Embora o cenário apresentado no relatório mostre uma realidade aterradora, existe esperança. A natureza possui capacidade de regeneração, mas para reverter a situação atual será preciso muito trabalho e mudanças significativas na forma como nos relacionamos com o meio ambiente.

Em agosto deste ano, por exemplo, após mais de dez anos de ações de preservação e conscientização, pesquisadores do Parque Nacional do Iguaçu comemoraram o aumento de 30% na quantidade de Onças Pintadas (Panthera onca) na região do Parque Nacional do Iguaçu. Caso parecido é o das Baleias Jubarte (Megaptera novaeangliae) que já chegaram à beira da extinção por conta da pesca e hoje voltaram às dezenas de milhares.

O Brasil tem um papel decisivo na redução da degradação ambiental, com mais de 60% de seu território coberto por vegetação natural e com uma posição extremamente importante na produção de alimentos para o mundo, precisamos conciliar estas duas realidades. Estudos mostram que podemos atender as expectativas futuras de produção de alimentos sem derrubar mais nenhuma árvore. Temos 50 milhões de hectares de pastagens degradadas, áreas subutilizadas, perdendo solo, contaminando rios e emitindo mais gases do efeito estufa, que podem ser reabilitadas para a produção, evitando-se mais desmatamento e a consequente perda de biodiversidade e emissões de gases do efeito estufa.

O Relatório Planeta Vivo 2018 destaca a oportunidade que a comunidade global tem de proteger e restaurar a natureza até 2020, um ano crítico em que os líderes devem medir o progresso alcançado na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e no Acordo de Paris..

O Capítulo 4 do relatório é inspirado em um artigo científico intitulado "Mirando mais alto para dobrar a curva da perda de biodiversidade", que sugere um roteiro para as metas, indicadores e métricas que os 196 Estados membros da CDB poderiam considerar para entregar um acordo global urgente, ambicioso e eficaz para a natureza (como o mundo fez pelo clima em Paris), quando se reunir na 14ª Conferência das Partes da CDB no Egito, em novembro deste ano.

"As estatísticas são assustadoras, mas nem tudo está perdido. Temos a oportunidade de projetar um novo caminho que nos permita coexistir de forma sustentável com a natureza da qual dependemos. Nosso relatório estabelece uma agenda ambiciosa para a mudança. Vamos precisar da sua ajuda para alcançá-lo", disse o Prof. Ken Norris, Diretor de Ciências da ZSL.

Sobre o WWF

O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

 

Categoria: Geral, Mundo
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João XXIII: Demsur conclui reforma de reservatório e duplica armazenamento de água na parte alta

Publicado em 30/10/2018 às 16h24

O Demsur concluiu a reforma de mais um reservatório e em breve será mais um importante ponto de armazenamento de água para os moradores da parte alta do bairro João XXIII. O tanque de 100 mil litros, que fica na rua Astrogildo Figueiredo, foi reformado e reinstalado nesta segunda-feira (29).

Recentemente a autarquia instalou um novo reservatório, também de 100 mil litros naquela localidade, logo em seguida o tanque mais antigo foi retirado e passou por uma reforma. Após o término da restauração foi realizada nesta segunda uma operação para colocá-lo novamente no local.

Nos próximos dias serão feitas as instalações hidráulicas e interligação entre os dois reservatórios e, na sequência, ambos entrarão em funcionamento. A duplicação dos tanques em pontos estratégicos faz parte do "Programa Mais Água" e visa acabar com a falta de água no município e diminui o risco de desabastecimento em casos de manutenção ou imprevistos.

Urbanização

O Demsur iniciou também o trabalho de urbanização no entorno dos reservatórios. A autarquia está fazendo o cercamento destes locais com colunas e alambrados, além de pintura, iluminação e calçamento. O objetivo é evitar o acesso de pessoas aos tanques diminuindo, assim, o risco de acidentes, principalmente com crianças e também de uma possível contaminação da água.

 

Categoria: Muriaé
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Demsur fará obra para melhorar escoamento de água da chuva na região da Santa Rita

Publicado em 29/10/2018 às 16h53

Profissionais do Demsur realizaram na manhã desta segunda-feira (29) uma inspeção na rede de drenagem pluvial da rua Santa Rita. A partir dessa avaliação a autarquia irá realizar um trabalho para melhorar o escoamento de águas das chuvas naquela região.

Após a inspeção, o Diretor do Departamento de Água e Esgoto, Gustavo Goretti, explicou que apesar da galeria, construída recentemente, ser ampla, as redes que chegam até ela são antigas e uma delas tem 60 centímetros de diâmetro e é reduzida pela metade antes de chegar na galeria. Por este motivo muita sujeira e outros objetos ficam agarradas e entopem a tubulação.

Para solucionar o problema o Demsur irá realizar, nos próximos dias, uma obra para aumentar o diâmetro dessa rede que chega até a galeria. Essa intervenção irá evitar o entupimento constante, melhorando o escoamento da água da chuva e evitando alagamentos que causam transtornos para moradores e comerciantes daquela região.

A perspectiva é que a obra tenha duração de, aproximadamente, três dias e será realizada em breve. O Demsur age preventivamente em busca de soluções que possam evitar transtornos e melhorar a qualidade de vida dos muriaeenses. 

 

Categoria: Muriaé
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Conselho de Defesa do Meio Ambiente gerencia cortes de árvores na cidade

Publicado em 29/10/2018 às 09h44

Objetivo: analisar retirada de árvores e determinar replantio de novas mudas, protegendo meio ambiente

Na reunião do Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente (Codema), na manhã desta quinta-feira (25), os membros efetivos do órgão votaram em solicitações de corte de árvores pela cidade. Foram autorizadas podas em diversas partes da área urbana. O objetivo do Conselho é analisar a necessidade de retirada da árvore e cobrar do solicitante o replantio de novas mudas, protegendo assim o meio ambiente.

Os membros do Codema se reúnem em todas as últimas quintas-feiras de cada mês para decidirem sobre podas e cortes de árvores em ruas e quintais. Nos encontros são lidas as solicitações, feitas as análises, realizada a votação e dadas às devidas autorizações para os cortes, assim como as compensações que precisam ser realizadas em prol do meio ambiente. O Conselho também define conflitos entre vizinhos, quando existe uma árvore entre duas propriedades, prejudicando a uma delas.

"Todo morador de Muriaé que quiser fazer o corte de árvore inicialmente abre o processo na Prefeitura e faz a justificativa técnica, dizendo o porquê da necessidade do corte. Algumas vezes, para construir uma casa é preciso cortar uma árvore na rua. Tal análise é registrada e verificada pelos técnicos das Secretarias de Meio Ambiente e Obras e, então encaminhada para o Codema para análise do caso entre os membros do Conselho, que votarão na decisão final para que seja dada a autorização positiva ou negativa para o corte," disse o engenheiro florestal da Prefeitura de Muriaé, Sérgio Vilhena.

Uma série de casos foi apresentada pelos técnicos que avaliaram caso a caso e definiram se era viável ou não realizar a poda ou corte em cada ocorrência. Estão autorizados os cortes de árvores no Posto Radar (antigo Posto Presidente), margens da BR-116 (dois cortes) – as árvores estão doentes; na 76ª Companhia de Polícia Militar (dezesseis cortes) – solicitação para construção de um muro para ampliar segurança da instituição; uma unidade na antiga empresa Líder, Avenida Monteira de Castro, na Barra (um corte) - solicitação do supermercado que vira a se instalar ali. As árvores que se encontram em áreas públicas, nos trevos e praças da cidade, são constantemente avaliadas pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

Serviço:

Solicitação de poda ou corte: Centro Administrativo, 2º andar – Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

Informações: (32) 3696 - 3368

 

Categoria: Muriaé
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Índice de infestação do Aedes aegypti em Muriaé é de 1,8

Publicado em 26/10/2018 às 16h11

Resultado é considerado como “médio risco”; Prefeitura realiza ações de combate ao mosquito durante ano todo

O resultado do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre os dias 22 e 25 de outubro em Muriaé, apontou índice de infestação de 1,8, que é classificado como “médio risco”.

O LIRAa é uma metodologia que ajuda a mapear os locais com altos índices de infestação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, identificar os criadouros predominantes e a situação de infestação do município. O índice é considerado satisfatório quando fica abaixo de 1%.

Este é o quarto e último LIRAa realizado na cidade em 2018. Os três primeiros levantamentos foram coletados em janeiro, abril e agosto, respectivamente. Os bairros e locais com os maiores índices apontados pelo LIRAa deste mês são: Recanto Verde, Gávea, Coronel Izalino, Primavera, Quinta das Flores, Vale do Castelo, São Francisco, Santo Antônio, Pontilhão, Centro, João VI, Boa Vista, Jardim das Palmeiras, Alto do Castelo, Dornelas, Barra Alegre, Santa Helena, Posto Presidente, Barra e Armação.

“Moradores destas localidades devem se mobilizar para diminuir o índice, escolhendo um dia da semana para fazer a remoção de focos do mosquito”, orienta a diretora de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Carla Morcerf. “Estamos entrando na época de alta transmissibilidade das doenças causadas pelo Aedes aegypti, por isso a importância da prevenção semanal em nossas casas”, completa.

 

Ações durante o ano todo - Embora o período de incidência de proliferação do Aedes aegypti seja entre o período chuvoso, durante todo ano a Prefeitura realiza ações de combate ao mosquito, como visitas periódicas às residências, campanhas educativas, atendimento às denúncias, entre outras. As denúncias são anônimas e podem ser feitas pelo telefone 3729-1301. Os chamados são averiguados em até 24h.

 

Formas de prevenir a infestação do Aedes - A melhor forma de evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya é combater os focos em locais propícios para a criação do Aedes. Para isso, é importante tomar medidas como: não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampas de refrigerantes, pneus velhos, jarros de flores, garrafas, caixas d’água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras; jogar cloro nos ralos, colocar areia em vasos de plantas e os baldes em áreas cobertas virados para baixo, limpar vasilhas de animais com esponja, entre outros.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta também o uso de repelentes no início do dia e fim da tarde, e no caso de suspeita de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, a orientação é que pessoa procure imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Já quem for à rede particular deve pedir ao médico que faça uma notificação da suspeita da doença e envie-a à Secretaria de Saúde, para que seja feito o bloqueio e o avanço seja contido na cidade. O formulário está disponível no site do Ministério da Saúde. 

Categoria: Muriaé
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Defesa Civil alerta para possibilidade de chuvas nesta quinta-feira

Publicado em 25/10/2018 às 15h57

A Defesa Civil alerta para a possibilidade de chuvas fortes para a tarde desta quinta-feira, 25 na zona urbana de Muriaé. De acordo com Boletim divulgado na manhã de hoje, há chances de 90% de chuvas nos períodos de tarde e noite. A Umidade relativa do ar é de 91% e o volume estimado é de 25mm. O acumulado das últimas 72 horas soma 2,7 mm e durante todo o mês de Outubro choveu o acumulado de cerca de 3,9 mm.

A previsão de chuvas se mantém até sábado, 27.

Categoria: Mundo, Região
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Moradores da floresta: novo vídeo da série ilustra cachorros raros da Amazônia

Publicado em 23/10/2018 às 16h38

Armadilhas fotográficas foram instaladas na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, para monitorar espécies silvestres

O WWF-Brasil lança hoje, 23 de outubro, mais um vídeo da série "Moradores da Floresta", que ilustra dois canídeos raros: o cachorro-vinagre (Speothos venaticus), e seu parente cachorro-do-mato-de-orelha-curta (Atelocynus microtis).

De caráter educativo, os vídeos da série "Moradores da Floresta" trazem informações sobre algumas das espécies mais marcantes e raras das florestas da Amazônia, a partir de imagens capturadas por armadilhas fotográficas, instaladas na Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes (AC).

Com pouco mais de dois minutos, o vídeo apresenta diferenças e semelhanças entre as duas espécies de canídeos, e ilustra imagens inusitadas, como a do cachorro-do-mato-de-orelha-curta saboreando um lagarto, um dos seus principais alimentos. Espécie exclusiva da Amazônia, o cachorro-do-mato-de-orelha-curta, também chamado de raposinha, é um animal que se caracteriza por viver de forma solitária, apesar de existirem registros de casais caçando juntos. Já o cachorro-vinagre é o único canídeo brasileiro que vive e caça cooperativamente.

As semelhanças revelam o triste lado da história de cada espécie. Ambos cachorros são classificados como vulneráveis pela Lista Vermelha Fauna Brasileira, e "quase ameaçadas" pela União Internacional pela Conservação da Natureza (UICN).

De acordo com Felipe Spina, biólogo e analista de conservação do WWF-Brasil, o monitoramento é importante para revelar informações sobre as espécies, mas, principalmente, para mostrar o impacto da ação humana na vida da floresta. "Sabemos que a perda e a degradação do habitat natural causadas pelo desmatamento e o aumento de obras de infraestrutura, como estradas e hidrelétricas, são algumas das principais ameaças à sobrevivência dessas espécies. Outros fatores como atropelamento também causam muita pressão sobre os animais silvestres. E no caso específico desses cachorros silvestres, eles também podem contrair doenças transmitidas por cães domésticos que adentram a floresta", explica.



Moradores da Floresta
Ao todo, serão 10 vídeos, um a cada mês, que retratam os resultados de uma iniciativa que instalou 20 armadilhas fotográficas no interior da Resex. O trabalho inédito, feito em parceria com os comunitários da reserva extrativista, têm monitorado a fauna presente nas áreas de manejo florestal da unidade de conservação (UC).

O primeiro vídeo, divulgado em abril deste ano, mostrou o primeiro registro em florestas amazônicas da pacarana (Dinomys branickii), espécie rara e pouco conhecida da ciência. Em setembro, a anta, o maior mamífero da América do Sul, foi a espécie de destaque.

O trabalho é uma parceria entre WWF-Brasil, Cooperativa dos Produtores Florestais Comunitários (Cooperfloresta) e Associação de Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes em Xapuri (Amoprex), com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do conselho gestor da Resex Chico Mendes.

Armadilhas
As armadilhas fotográficas são câmeras normais equipadas com melhorias tecnológicas e apropriadas para o ambiente selvagem. Elas ficam escondidas e amarradas em árvores, funcionando com sensores de luz. Toda vez que um animal passa pela frente do equipamento, a câmera dispara automaticamente e tira uma foto ou inicia uma gravação audiovisual.

Essas câmeras utilizam infravermelho gravando bem à noite sem necessitar de luz adicional, e não espantam ou agridem os animais. Por isso, elas vêm sendo cada vez mais adotadas por conservacionistas ao redor do globo.

Desde que foram instaladas na Resex Chico Mendes, em dezembro de 2017, as câmeras fizeram mais de 2 mil registros. A instalação aconteceu em oficinas que reuniram cerca de 20 extrativistas e quatro deles foram treinados para serem os "operadores locais" dos equipamentos.

Mais de 30 espécies diferentes de animais foram flagradas pelas câmeras, entre elas estão tatus (Dasypus sp.), veados (Mazama sp.), macacos-guariba (Alouatta seniculus), macacos-prego (Cebus apela), jaguatiricas (Leopardus pardalis), entre vários outros.

Sobre a Resex Chico Mendes
A Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes foi criada em 1990 e possui mais de 970 mil hectares. Ela abrange sete municípios do Acre e cerca de 10 mil pessoas moram na reserva. A Resex é uma das 117 unidades de conservação apoiadas pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA).

Sobre o WWF

O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
 
Veja o vídeo abaixo:
 
Categoria: Brasil, Geral
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