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Médicos escoceses receitam natureza e viagens pra curar pacientes

Publicado em 21/08/2019 às 07h59

A natureza tem tantos benefícios para a nossa saúde que os médicos já começaram a receitá-la para nos curar e agora oficial. Os médicos da Escócia foram autorizados a prescrever a natureza a seus pacientes . 

O objetivo deste programa é reduzir a pressão arterial, ansiedade e aumentar a felicidade de pessoas com diabetes, doença mental, estresse, doenças cardíacas e muito mais. As prescrição incluem todos os tipos de atividades que envolvem fazer uma viagem ou estar em contato com a natureza.

Em vários estudos científicos, os benefícios da natureza na saúde mental e física são comprovados.

Por exemplo, se você passar 90 minutos do seu dia ao ar livre em uma área cheia de árvores haverá uma diminuição na atividade na parte do cérebro que está associada à depressão. Gastar tempo na natureza não só reduz a pressão arterial , ansiedade e aumenta a felicidade , mas reduz o comportamento violento , os sintomas do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade , melhora o controle da dor , o sistema imunológico e muitos outros benefícios.

Graças a todos esses benefícios, o sistema de saúde escocês decidiu oferecer uma solução incrível.

Muitos dos problemas de saúde estão sendo causados por maus hábitos, pela mesma rotina estressante e pelo caos que pode levar a viver em uma cidade.

Com informações do Nation

Fonte: Só Notícia Boa

Categoria: Dicas, Geral
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10 Dicas de como reduzir a quantidade de lixo no seu banheiro

Publicado em 15/08/2019 às 08h46

Você já reparou a quantidade de lixo que geramos em nosso dia a dia? E se guardássemos todo o lixo que geramos em nossa casa no nosso quintal, como estaria sua casa? Aprenda como reduzir o lixo na sua casa. Para começar, listamos 10 dicas, que irão te beneficiar muito, de como reduzir o lixo gerado no banheiro e dar fim corretamente aos resíduos recicláveis que você gera ao longo dos dias.

Mas porque no banheiro? A maioria das pessoas utilizam uma grande quantidade de produtos industrializados ao fazer sua higiene e estar atento a esse consumo e seus hábitos nesse momento já irá ajudar a reduzir muito a quantidade de lixo.

Estamos passando por um problema muito sério no nosso planeta. Atualmente, consumimos uma quantidade de recursos naturais maior que a natureza pode repor. Pesquisas comprovam que se não nos atentarmos ao nosso consumo e a quantidade de lixo que produzimos, em 2050 precisaremos de outro planeta para atender a nossa demanda. Por isso, reduzir o lixo e aprender a reutilizar é preciso. Por isso listamos 10 dicas de como reduzir o lixo do seu banheiro.

#1 | TENHA 2 LIXEIRAS NO BANHEIRO

Uma para o lixo que não é reciclável e outra para os resíduos que são! Muitas vezes deixamos de reciclar o lixo do banheiro porque a nossa lixeira de recicláveis está em outro local da casa. Por isso, ter duas lixeiras irá te ajudar a na hora da decisão de onde jogar o lixo, não deixará seu banheiro bagunçado e você faz a sua parte de cuidar do meio ambiente. Uma dica: não utilize sacolas plásticas no lixo reciclável! Geralmente esse tipo de resíduo é seco e não faz sujeira então não é preciso utilizar o plástico.

#2 | RECICLE TUDO!

Olhe para todo o seu lixo de outra forma. Você vai ver que pode reciclar mais do que imagina! Abaixo vou listar alguns produtos que geralmente vão para o lixo convencional e que poderiam ser reaproveitados com a reciclagem!

-Rolo de papel higiênico;
-Tampinha da pasta de dente;
-Cabo da lâmina de barbear;
-Embalagens de: sabonete, cremes, absorvente, maquiagem e por ai vai. Infelizmente todos os produtos que compramos vêm embalados e às vezes com mais de uma embalagem. E muitas dessas embalagens acabam no lixo convencional! Se atente ao abrir seus produtos e veja que pode ser reciclável!

#3 | COMPRE EMBALAGENS TAMANHO FAMÍLIA

Se você gosta de utilizar shampoos, condicionadores, hidratantes, óleos corporais, sabonete líquidos e afins, essa dica é para você. Que tal abandonar as embalagens pequenas e passar a comprar embalagens tamanho família? Sim, você ainda estará gerando resíduos mas com toda certeza irá diminuir a quantidade deles. Além do mais, essas embalagens maiores, geralmente são mais fortes e você pode também reutilizar após o término de seus produtos. Opte sempre por embalagens grandes, assim em alguns meses você terá que descartar ou reutilizar uma embalagem ao invés de várias!

#4 | SUBSTITUIR O ALGODÃO

Utilizamos o algodão para inúmeros fins. Seja para limpar a pele ou machucados, tirar a maquiagem ou aplicar algum produto. O algodão, embora pareça inofensivo, é um grande vilão no meio ambiente. Ele é quimicamente tratado e leva anos para se decompor e não podem ser recicláveis! Que tal optar por materiais que podem ser reutilizados? Hoje existem discos de crochê que tem a mesma função do algodão. E após o uso você só precisa lavar e deixar secar e pode reutilizar.

#5 | PARE DE USAR COTONETES

Médicos afirmam que o uso de cotonete faz mal a saúde dos nossos ouvidos e a saúde do nosso planeta também já que o algodão e a haste dele não são recicláveis. Existem empresas que hoje produzem um cotonete que não agride ao meio ambiente e que suas hastes são recicláveis. Então, caso você não consiga se desapegar ao hábito de utilizá-los dê preferência de compra para produtos que sejam passíveis de reciclar.

#6 | EVITE LENÇOS UMEDECIDOS

Outro grande vilão gerador de resíduos são os lenços umedecidos. Embora sejam muito práticos no dia a dia, o lenço que você utiliza por poucos minutos vai demorar anos para se decompor. Então, utilize-os apenas quando estritamente necessário e faça o descarte corretamente, nunca jogue em vasos sanitários.

#7 | EVITE O USO DE SACOLAS PLÁSTICAS NO LIXO DO BANHEIRO

Como dito anteriormente, tenha duas lixeiras em seu banheiro para te ajudar no descarte correto dos resíduos. Na lixeira de recicláveis não coloque sacolas plásticas. Geralmente é um lixo seco e não precisa “gastar” uma sacola apenas com isso. E uma outra dica é não utilizar as sacolas plásticas no lixo convencional. As lixeiras podem ser lavadas e você pode ter uma sacola maior que irá abrigar todo o lixo da casa evitando a utilização e descarte de diversas sacolinhas.

#8 | SUBSTITUIR AS LÂMINAS DESCARTÁVEIS POR LÂMINAS DURADOURAS

Hoje existem no mercado diversos tipos de lâminas. E muitas vezes, devido ao preço, optamos por lâminas descartáveis e pouco duradouras. Porém, se pensarmos  no meio ambiente veremos que isso gera uma alta quantidade de lixo. Por isso, opte por aparelhos mais duradouros e que você só precise descartar pequenas partes ou mesmo em aparelhos eletrônicos. Você irá sentir a diferença no bolso e na quantidade de lixo.

#9 | ESCOVA DE DENTE | DESCARTE OU SUBSTITUIÇÃO

Calma, eu não vou pedir que você evite o uso da escova de dente! Porém, hoje existem escovas de dentes feitas de bambu e que podem ser recicladas. Já que esse é um produto de necessidade básica, opte por comprar de empresas comprometidas com o meio ambiente e produtos mais sustentáveis. E, caso você não se adapte, recicle o que puder da escova de dente! Além da embalagem, outra solução para o descarte é quebrar a parte superior, onde ficam as cerdas, e jogar o plástico do cabo da escova em um lixo reciclável!

#10 | PRODUTOS SUSTENTÁVEIS

Existem muitas receitas na internet ensinando a produzir produtos caseiros para utilizarmos em nossa higiene. Sabonete, creme dental, hidratantes, shampoo e condicionador e até mesmo produtos de limpeza. Então, minha dica é que você teste esses produtos e veja se você se adapta ao uso deles. Você irá reduzir muito o lixo no seu banheiro (e em toda sua casa), saberá exatamente a origem dos seus produtos e deixará de “consumir” muita química (que os produtos industrializados possuem). Tudo é uma questão de teste e adaptação. Porém, se você não se adaptar, volto a dizer, sempre dê preferência a comprar produtos de empresas que sejam engajadas com a saúde do nosso corpo e também do nosso planeta.

Dica Extra | Para Mulheres | Substitua os absorventes

Uma dica extra que também vale testar. Hoje existem soluções como absorventes de pano, calcinhas absorventes e coletores menstruais. Não são todas as mulheres que se adaptam a esses produtos. Porém, vale tentar e buscar reduzir a quantidade de absorventes que se utiliza. Os absorventes possuem muita química, demoram muitos anos para se decompor e vem com muitas embalagens.

E então, que tal reduzir o lixo do seu banheiro, ajudar o meio ambiente, sua saúde e seu bolso? Conta para gente o que você achou dessas dicas, quais você já utilizava na sua casa e quais vai começar a utilizar hoje mesmo!

Lembre-se, pequenos atos geram grandes mudanças.

Gratidão

Escrito por: Renata Loffredo, do Unna Project, site parceiro do Razões.

Fonte: Razões para Acreditar

Categoria: Dicas, Geral
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NASA descobre planeta parecido com a Terra que pode abrigar vida

Publicado em 06/08/2019 às 09h29

A NASA descobriu um novo conjunto de planetas – chamado GJ 357 – e um deles muito é parecido com a Terra, com grande possibilidade de ter água em estado líquido e condições para abrigar vida.

A descoberta, feita por astrônomos internacionais com o telescópio espacial TESS, da NASA, mostra que eles ficam a 31 anos-luz de distância da Terra. Cada ano-luz equivale a 9.461.000.000.000 quilômetros. A descoberta foi publicada na revista Astronomy & Astrophysics.

Os 3 planetas

Um dos planetas é o ‘GJ 357 d’ e tem massa pelo menos 6,1 vezes superior a da Terra e o corpo celeste orbita sua estrela a cada 55,7 dias.

No entanto, a temperatura de equilíbrio, calculada sem levar em consideração os efeitos de aquecimento de uma possível atmosfera seria de -64 ° C, o que tornaria o planeta mais glacial do que habitável.

O mais parecido com a Terra, ‘o GJ 357 c’ tem uma massa pelo menos 3,4 vezes maior que a Terra e sua temperatura é de 127° C.

Ele orbita a estrela a cada 9,1 dias terrestres.

Já o ‘GJ 357 b’, por sua vez, é um planeta cerca de 22% maior que a Terra e orbita 11 vezes mais perto de sua estrela do que a distância entre Mercúrio e nosso Sol.

Com informações da Galileu

Fonte: Só Boa Notiícia

Categoria: Geral, Mundo
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Radialista cria placa solar de 30 reais pra levar luz a casa sem eletricidade

Publicado em 21/06/2019 às 09h30

Um radialista e eletricista criou, por hobby, uma placa solar artesanal de 30 reais pra levar o primeiro ponto de luz a uma casa sem eletricidade no interior do Ceará. Flávio Teixeira desenvolveu o equipamento utilizando bateria de notebook e placa de led.  

A iniciativa de Flávio foi depois de visitar a dona de casa e agricultora Maria Lúcia de Sousa, que vive há 8 anos com o marido e as duas filhas em uma casa sem energia elétrica.  “Na era em que nós vivemos, ainda encontrarmos pessoas que não têm energia dentro de casa, a gente fica impressionado”, disse.

Como

A residência fica na zona rural de Itapipoca, município no Norte do Ceará, e era iluminada apenas por uma pequena lamparina a gás, que custava à família o valor de R$ 15 mensais, além do incômodo da fumaça. Após a visita de Flávio, que a dona de casa costuma ouvir no rádio de pilha, a realidade da família começou a mudar. “Era uma escuridão e ele colocou um bico de luz pra gente”, relata Maria Lúcia.

Com R$ 30, uma bateria de notebook e um painel de LED, Flávio criou um painel solar artesanal que gera energia suficiente para acender uma lâmpada, a primeira da casa da família. “Lá em cima da casa tem um painel solar que carrega uma bateria e, dentro, tem um interruptor que faz a recarga da bateria”, explica .

As células contidas na bateria do notebook  geram cerca de 12 volts e iluminam o único ponto de luz da casa, que apesar de pouco, já mudou a rotina da família.

Estudo até mais tarde

Se antes Andressa e a irmã mais nova tinham que “aproveitar a luz do dia para brincar e estudar”, agora vão poder aproveitar o ponto de luz até as 22h, quando a família desliga a lâmpada e vai dormir. Maria Lúcia reconhece a transformação causada pela iniciativa do radialista, mas desabafa: “Tenho ainda muita vontade de ter energia na minha casa, comprar geladeira, tomar água gelada, ter uma televisão para assistir o jornal e ver o que está acontecendo no mundo”, sonha.

Andressa Sousa, a filha adolescente, também lamenta a falta de eletricidade. “Sinto falta da luz para gente pesquisar e estudar. Não é tão ruim, porque a gente já se acostumou, mas é difícil”, lamenta.

A família mora no local há oito anos e, na época da mudança, solicitou instalação elétrica à companhia elétrica. Depois de saber da situação da famíila, a Enel Distribuiução Ceará, responsável pelo abastecimento, disse que vai avaliar  a instalação da energia na casa da dona Maria Lúcia.

Com informações do G1

Fonte: Só Boa Notícia

Categoria: Dicas, Geral
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Tecnologia "blindará" mosquito contra dengue em teste de cidades com até 1,5 milhão de habitantes

Publicado em 16/04/2019 às 08h56

Foto: Alexandre Penido / ASCOM MS

O método Wolbachia, já aplicado no Rio de Janeiro, será levado às cidades de Campo Grande (MS), Petrolina (PE) e Belo Horizonte (MG). Medida reduz doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

Três cidades brasileiras irão realizar a etapa final do método “Wolbachia” para o combate ao mosquito Aedes aegypti, antes da sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS). A nova fase do projeto World Mosquito Program Brasil (WMPBrasil) da Fiocruz em parceria com o Ministério da Saúde será testado nos municípios de Campo Grande (MS), Belo Horizonte (BH) e Petrolina (PE). Para isso, a pasta vai destinar R$ 22 milhões. A metodologia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. Consiste na liberação do Aedes com o microrganismo Wolbachia na natureza, reduzindo sua capacidade de transmissão de doenças.

O anúncio da etapa final de avaliação da Wolbachia, nos três municípios, foi feito pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta, nesta segunda-feira, (15), durante a abertura do evento “Atualização em Manejo Clínico da Dengue e febre do chikungunya e no controle vetorial do Aedes aegypti”, em Campo Grande (MS).  O evento tem como objetivo capacitar médicos, enfermeiros, coordenadores e supervisores de Controle de Vetores dos 79 municípios do estado de Mato Grosso do Sul em relação à técnica de manejo, controle do mosquito e operação de campo.

Ao fazer o lançamento, em Campo Grande, o ministro da Saúde reforçou que a estratégia de combate ao mosquito Aedes continua sendo responsabilidade de todos. “Essa é uma estratégia complementar. Governo e população precisam continuar fazendo sua parte. No âmbito da pesquisa, hoje estamos dando um importante passo. Tínhamos duas linhas de trabalho, sendo uma voltada ao controle do mosquito com o uso de inseticidas, e outra direcionada ao controle biológico, que é o caso do uso da Wolbachia. Essa última pesquisa foi muito bem em todas as etapas, desde a parte teórica até o ensaio clínico em laboratório, e no teste em cidades de pequeno porte. E agora, vamos testar em cidades acima de 1,5 milhão de habitantes”, disse o ministro Henrique Mandetta.

De acordo com o ministro, as três cidades, onde serão trabalhadas a última fase, vão servir de base para verificar a eficácia da metodologia nas regiões do Centro-Oeste, a partir de Campo Grande; Nordeste, por meio de Petrolina; e Sudeste, a partir da experiência em Belo Horizonte. “Em breve, devemos fazer em outras cidades, para colhermos os frutos com o desenvolvimento. Isso vai envolver trabalho da assistência, com o acompanhamento do número de casos; de entomologistas, para saber a prevalência do mosquito; com agentes comunitários de Saúde; e por meio de armadilhas colocadas a campo”, explicou o ministro.

A última fase de teste, agora em cidades com mais de 1,5 mil habitantes, com o mosquito Aedes aegypti infectados com Wolbachia, terá início, em Campo Grande, Belo Horizonte e Petrolina, no segundo semestre de 2019 e tenha uma duração de cerca de três anos. O método é seguro para as pessoas e para o ambiente, pois a Wolbachia vive apenas dentro das células dos insetos. No caso do município de Belo Horizonte, o Ministério da Saúde apoiará a realização de Ensaio Clínico Randomizado Controlado (em inglês Randomized Controlled Trial, RCT) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e apoio do National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID).

A medida é complementar e ajuda a proteger a região das doenças propagadas pelos mosquitos, uma vez que o Aedes aegypti com Wolbachia - que têm a capacidade reduzida de transmitir dengue, Zika, chikungunya – ao serem soltos na natureza se reproduzem com os mosquitos de campo e geram Aedes aegypti com as mesmas características, tornando o método autossustentável. Esta iniciativa não usa qualquer tipo de modificação genética.

As liberações de mosquitos são precedidas por uma série de ações educativas e de comunicação, com o objetivo de informar a população sobre o método Wolbachia. Esta etapa tem o apoio e a participação de parceiros do WMP no território, como lideranças comunitárias e associações de moradores, unidades de saúde, escolas e organizações não-governamentais.

A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Uma vez inserida artificialmente em ovos de Aedes aegypti, a capacidade do Aedes transmitir o vírus da zika, Chikungunya e Febre Amarela fica reduzida. Com a liberação de mosquitos com a Wolbachia, a tendência é que esses mosquitos se tornem predominante e diminua o número de casos associado a essas doenças nos três municípios.

INVESTIMENTOS

Desde 2011, o Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates e National Institutes of Health já investiram no método Wolbachia R$ 31,5 milhões. As primeiras liberações dos mosquitos contendo Aedes aegypti com wolbachia no Brasil ocorreram em 2015 nos bairros de Jurujuba em Niterói e Tubiacanga na Ilha do Governador ambos no estado do Rio de Janeiro.

Em 2016 a ação foi ampliada em larga escala em Niterói e em 2017 no município do Rio de Janeiro. Atualmente o WMP Brasil atende 29 bairros na cidade do Rio de Janeiro e 28 bairros de Niterói. No total, já são 1,3 milhão de pessoas beneficiadas no estado com o método Wolbachia. Além do Brasil, também desenvolvem ações do programa países como: Austrália, Colômbia, Índia, Indonésia, Sri Lanka, Vietnã, e as ilhas do oceano pacífico Fiji, Kiribati e Vanuatu.

AÇÕES DE COMBATE AO MOSQUITO

As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Todas as ações são gerenciadas e monitoradas pela Sala Nacional de coordenação e Controle para enfrentamento do Aedes, que atua em conjunto com outros órgãos. A Sala Nacional articula com as 2.166 Salas Estaduais e Municipais as ações de mobilização e também monitora os ciclos de visita a imóveis urbanos no Brasil, que são vistoriados pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

O Ministério da Saúde também oferece continuamente aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, além de veículos para realizar os fumacês, e testes diagnósticos, sempre que solicitado pelos gestores locais. Para o diagnóstico das doenças zika e chikungunya, e também dengue, todos os laboratórios do país estão abastecidos com o teste em Biologia Molecular. Também são investidos recursos em ações de comunicação, como campanhas publicitárias e divulgação nas redes sociais, junto à população.

Para estas ações, a pasta tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,73 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas denguezika e chikungunya e é repassado mensalmente a estados e municípios.

Por Alexandre Penido, da Agência Saúde 

Categoria: Brasil, Geral
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Biotecnologia pode evitar a extinção da banana

Publicado em 28/03/2019 às 08h55

 

Evolução do fungo fusarium oxysporum, que devastou culturas de banana décadas atrás, ameaça o alimento mais uma vez

A produção de banana é distribuída por todo o território nacional, somando quase 7 milhões de toneladas em 2018. A principal região produtora é o Nordeste, com 38% da safra nacional, seguida pelo Sudeste, com 28%. Os dados são do relatório Cenário Hortifruti Brasil, lançado recentemente pelo programa Hortifruti Saber & Saúde, CNA e ABRAFRUTAS. No entanto, apesar da grande produção, cientistas acreditam que o alimento pode estar próximo de sua extinção e essa não é a primeira vez.

O motivo tem a ver com a forma de plantação da fruta, que é realizada por meio de clones de uma única planta mãe, que gera bananas geneticamente iguais e, portanto, suscetíveis às mesmas doenças. Uma, em especial, preocupa os produtores do alimento: a causada pelo o fungo fusarium oxysporum, que está presente no solo e age impedindo que o vegetal retire água e nutrientes da terra, levando-o à morte.

Na década de 1890, no Panamá, a doença causada pelo fungo foi identificada pela primeira vez e por isso ficou conhecida como "Mal do Panamá". Em 1950, os produtores de bananas da variedade Gros Michel perderam a guerra contra o fungo, que não foi eliminado por nenhum fungicida ou defensivo químico, permanecendo no solo. Naquela época, ele já tinha se alastrado por todo o planeta e já não existia área viável para as plantações da fruta.

A variedade Cavendish (aqui chamada de banana nanica ou d'água), por sua vez, era cultivada na propriedade de um palácio na Inglaterra e, por ser geneticamente diferente da banana Gros Michel, foi capaz de resistir ao "Mal do Panamá". Hoje, apesar de existirem algumas variedades diferentes, como a "maçã" e a "prata" (plantadas no Brasil e suscetíveis ao Mal do Panamá), a Cavendish é a mais produzida e comercializada pelo mundo.

No entanto, ela corre perigo, pois o fusarium oxysporum evoluiu ao longo dos anos e agora ameaça também as plantações dessa variedade. "Assim como aconteceu com a variedade Gros Michel no passado, as plantações de Cavendish não apresentam nenhuma resistência contra o novo fusarium oxysporum, pois a forma de produção de banana não mudou", esclarece Adriana Brondani, diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB).

O novo fungo é ainda mais agressivo e foi descoberto na década 1990, no sul da Ásia. Hoje, ele já é encontrado na Austrália e países do norte da Ásia, como a China, um dos maiores produtores de banana no mundo. Mais de 10 mil hectares de plantações de banana Cavendish já foram destruídos no país.

Para que a extinção da banana não ocorra é necessário impedir o avanço da doença, através de medidas de controle de exportação/importação. Cientistas também trabalham com o objetivo de encontrar ou desenvolver uma nova variedade que seja resistente ao fungo e que agrade o paladar da população mundial. Entretanto, por conta da forma com que a banana sempre foi cultivada, encontrar variedades geneticamente diferentes é raro. Por isso, talvez seja necessário recorrer a genes de resistência em outras espécies.

Segundo Adriana, a biotecnologia pode ajudar a aumentar a variabilidade genética da banana por meio do desenvolvimento de plantas geneticamente modificadas. "A transgenia é uma ferramenta poderosa para a preservação da biodiversidade. Por meio dela, podemos identificar e transferir genes que permitiriam a sobrevivência de espécies em condições antes inviáveis. Se essa espécie for a banana, estaria aí uma chance superar os riscos que rondam a cultura", afirma.

 

Sobre o CIB
O Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), criado no Brasil em 2001, é uma organização não governamental, cuja missão é atuar na difusão de informações técnico-científicas sobre biotecnologia e suas aplicações. Na Internet, você pode nos conhecer melhor por meio do site www.cib.org.br e de nossos perfis no Facebook, no LinkedIn e noYouTube.

 

 

Categoria: Dicas, Geral
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Elevação da temperatura nos últimos anos deve impactar clima de 2019, como a ocorrência de chuvas irregulares

Publicado em 23/03/2019 às 09h29

Pesquisadores trabalham no monitoramento de eventos climáticos a fim de aplicar melhor essas informações na atividade agrícola

 A ocorrência de eventos climáticos extremos, como fortes temporais, ondas de calor ou frio intenso e o aumento do período de estiagem tem desafiado os agricultores brasileiros nos últimos anos. Ás vésperas do Dia Mundial da Meteorologia, celebrado neste sábado, 23 de março, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), alerta que a tendência neste ano de 2019 é de que se repitam irregularidades climáticas. “Quando as temperaturas estão mais elevadas como está acontecendo, isso provoca maior instabilidade na atmosfera. E, consequentemente, faz com que haja fenômenos meteorológicos mais intensos”, alerta Francisco de Assis, diretor do instituto.

Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), os anos de 2015, 2016, 2017 e 2018 foram os mais quentes registrados até hoje. O relatório mais recente da organização mostra ainda que, no ano passado, a temperatura média global foi 1°C acima da base pré-industrial (1850-1900). “Devido à dimensão territorial, o Brasil também sofre essas variações de padrões atmosféricos, o que muda o comportamento climático e faz com que haja alta irregularidade na precipitação em determinadas regiões do país. As estiagens que aconteciam normalmente de 10 a 15 dias estão mais prolongadas e mais frequentes”, explica Assis.

O diretor acrescenta que as regiões mais afetadas são produtoras de grãos como o Sul, Sudeste, o norte de Minas Gerais, Espírito Santo e parte da Bahia. Ele lembra que este ano já ocorreu estiagem no Paraná, no Mato Grosso do Sul, no norte de Minas, afetando parte de Goiás e do Distrito Federal.
“A agricultura tem aplicado muito o desenvolvimento tecnológico, novas variedades (de culturas), mais resistentes às condições das variações e às estiagens mais prolongadas. Mesmo assim, tem sido muito afetada”, ressalta.

Agrometeorologia

A forte dependência das práticas agrícolas, como plantio, adubação, irrigação, colheita, em relação às condições de tempo tem aumentado a demanda pela utilização de dados climáticos para a produção agropecuária. Estas informações servem para na tomada de decisão das propriedades rurais e podem evitar perdas na produção de alimentos.

Em fevereiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) instituiu um grupo de trabalho de agrometeorologia para fazer diagnóstico dos serviços de meteorologia agrícola do Governo Federal. O grupo é formado por representantes do Mapa, Inmet, Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Federação Nacional de Seguros Gerais e Federação Nacional das Empresas de Resseguros. o prazo final para apresentar todas as propostas é 7 de maio.

As informações meteorológicas e climatológicas compõem as políticas agrícolas como o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), Garantia Safra (GS) e Zoneamento Agrícola de Risco Climáticos (Zarc), que oferecem ao produtor a possibilidade de mitigar riscos das perdas decorrentes de intempéries climáticas adversas.

Parcerias

Uma das regiões brasileiras que tem apresentado forte demanda por informações climáticas é o oeste da Bahia, grande produtora de grãos e fibras. Sob predomínio do cerrado semiárido, a região é muito vulnerável a condições de tempo consideradas limitantes. Para melhorar a percepção sobre as implicações das alterações climáticas na produção agrícola no estado, a Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa) e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) firmaram parceria com a Embrapa Territorial.

O objetivo é desenvolver uma plataforma com dados agroclimáticos gerados em tempo real que auxilie os agricultores da região a terem acesso antecipado a fatores climáticos que interferem no plantio, pulverização e colheita. A expectativa é facilitar as decisões dos agricultores e reduzir custos do processo produtivo. Os dados captados das estações meteorológicas serão disponibilizados para os usuários em portal e aplicativo de celular.

“Uma vez que estes produtos estejam funcionando adequadamente no oeste da Bahia, a intenção é expandir para outras áreas. A gente espera que em médio prazo consiga colocar todos esses produtos on line para o Brasil inteiro”, afirmou Paulo Barroso, supervisor do grupo de monitoramento estratégico da Embrapa Territorial.

Segundo o engenheiro agrônomo, os produtores rurais poderão acessar as informações sobre condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das principais doenças que atingem as plantações de soja e algodão, como a ferrugem asiática e a mancha de ramulária, respectivamente.

Outro tipo de informação que ficará disponível na plataforma é o índice de evapotranspiração do local para apoiar a análise da necessidade de irrigação de diferentes culturas, entre outros dados meteorológicos. “Nós vamos disponibilizar também estimativas de biomassa, que podem ser utilizadas como parâmetro para saber o nível de desenvolvimento da lavoura e comparar com anos anteriores”, completou Barroso.

Outras unidades da Embrapa também desenvolvem pesquisas para encontrar soluções a problemas enfrentados pela agricultura e instrumentos de análise de risco climático. A Embrapa Informática Agropecuária desenvolveu um sistema de monitoramento agrometeorológico, o Agritempo. A base de dados do sistema é formada a partir da articulação entre uma rede física de sensores que enviam dados para uma rede de tecnologia de informação e comunicação e outra rede de instituições e especialistas que compartilham informações.

Sisdagro

Atualmente, o Inmet também oferece a agricultores, engenheiros agrônomos e outros profissionais que atuam no campo serviços e aplicativos de consulta às informações meteorológicas, como o AgromaisClima e o Sisdagro (Sistema de Suporte à Decisão Agropecuária).

O Sisdagro (link) permite acesso às condições agrometeorológicas registrados até a data da consulta e dos próximos cinco dias. Pelo sistema, os produtores acessam ferramentas com informações sobre balanço hídrico e perda de produtividade, índice de vegetação, alerta sobre a ocorrência de geada, possibilitando a análise das datas mais propícias para preparo do solo, plantio e colheita e da necessidade de irrigação.

“Isso vem crescendo no país. Há uma discussão bastante forte, inclusive com a criação do grupo de trabalho pelo Ministério da Agricultura, para que se tenha cada vez mais informações e produtos para o agricultor ter maior capacidade de gerenciar danos causados por eventos climáticos e melhor gerenciamento do processo produtivo”, ressaltou Barroso.

Para o especialista, a perspectiva é de que no curto prazo o país tenha uma variedade maior de recursos com informações meteorológicas desenvolvidos por várias instituições, inclusive privadas. “O Brasil acordou para a importância da agrometeorologia para gerenciamento das atividades agrícolas das diferentes áreas”.

O Sol, a Terra e o Tempo

O Dia Mundial da Meteorologia foi instituído pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 1961, com o objetivo de reforçar o propósito dos serviços meteorológicos em monitorar o clima e entregar diariamente previsões do tempo e aconselhar gestores de políticas públicas.

O tema escolhido pela ONU deste ano é “O Sol, a Terra e o Tempo”. A organização ressalta que o sol é fonte primária de energia para a vida na Terra e que rege o tempo, as correntes oceânicas e o ciclo hidrológico. Segundo o diretor do Inmet, que representa a OMM no Brasil, a escolha deste tema tem o objetivo de estimular o aproveitamento do sol como fonte de energia, inclusive nas atividades rurais.

“ A energia fotovoltaica pode ser cada vez mais aproveitada na terra como um todo, principalmente nas regiões tropicais. Aqui no Brasil praticamente tudo é região tropical e há uma incidência muito grande de radiação e de energia solar. Então, há um potencial solar a ser aproveitado”, comenta Assis.

O Inmet celebrará a data na próxima segunda-feira (25), com palestra sobre variabilidade climática do pesquisador Luiz Carlos Baldicero Molion. O evento ocorrerá, às 10h, no auditório Adalberto Serra, no campus do Inmet, em Brasília, com a presença do Secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo.

Categoria: Geral
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22 de março – Dia Mundial da Água

Publicado em 22/03/2019 às 09h48

O Dia Mundial da Água foi instituído pela ONU em 22 de março de 1992 e visa à conscientização da população a respeito dessa valiosa substância.

Categoria: Geral, Mundo
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Antes de cair na folia, proteja sua casa contra o mosquito Aedes aegypti

Publicado em 01/03/2019 às 15h00

Foliões devem ficar atentos para não viajar e deixar sua casa aos cuidados do mosquito. O mesmo alerta vale para as pessoas que forem curtir o feriado em casa

Se você vai viajar durante o carnaval, não esqueça de deixar sua casa protegida da proliferação do mosquito Aedes aegypti.  A recomendação também é para quem optar por ficar em casa. Até o dia 02 de fevereiro, o país já notificou 54.777 casos de dengue, um aumento de 149% em relação ao mesmo período no ano passado. O alerta é do Ministério da Saúde, que tem intensificado as ações de comunicação para chamar a atenção da população e dos gestores públicos em relação às formas de prevenção, sintomas e tratamento da dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo Aedes.

O ciclo de reprodução do Aedes aegypti, do ovo à forma adulta, pode levar de 5 a 10 dias. Por isso, mesmo em uma viagem curta, é preciso estar atento. Um balde esquecido no quintal ou um pratinho de planta na varanda do apartamento, após uma chuva, podem facilmente se tornar um foco do mosquito e afetar toda a vizinhança. É possível eliminar o mosquito por meio de medidas simples, como substituir a água dos pratos dos vasos de planta por areia; deixar a caixa d´água tampada; cobrir os grandes reservatórios de água, como as piscinas, e remover do ambiente todo material que possa acumular água (garrafas pet, latas e pneus).

A população também deve ficar atenta aos destinos onde vão passar o carnaval, e verificar quais cuidados devem ser tomados, como uso de repelentes e de roupas claras. As áreas com muita vegetação, por exemplo, estão propícias a ter grande circulação de mosquitos. Esse período do ano, que coincide com o verão, é propicio para maior transmissão devido aos fatores climáticos. Esses cuidados servem também para as pessoas que vão passar o feriadão em casa.

Neste ano, 13 estados brasileiros apontaram dados alarmantes em relação ao aumento do número de casos de dengue: Rio de Janeiro, Acre, Pernambuco, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Tocantins, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Para auxiliar a população que reside nesses estados e os turistas que vão em busca dos principais destinos de Carnaval, a pasta deu início a segunda etapa da campanha de combate ao Aedes aegypti, tendo como foco os sintomas das doenças transmitidas pelo mosquito. Entre os canais utilizados estão as redes sociais, TV aberta, rádios, carro de som, rodoviárias, metrô, ônibus e aeroportos.

A atual campanha publicitária do Ministério da Saúde traz o slogan "O perigo é para todos. O combate também. Faça sua parte. Com ações simples podemos combater o mosquito". A campanha ressalta que a união de todos, governo e população, é a melhor forma de derrotar o mosquito, e que a vigilância deve ser constante. 

SINTOMAS

Se você apresentar febre acompanhada de dor atrás dos olhos e na barriga, náuseas, coceira, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele ou dores nas articulações, procure uma unidade de saúde. Você pode estar com dengue, chikungunya ou zika. O Ministério da Saúde alerta que muitas doenças têm sintomas parecidos, então é importante ficar atento aos primeiros sinais e procurar rapidamente uma unidade de saúde.

PROTEÇÃO CONTRA O AEDES AEGYPTI

Não importa se você mora em casa ou apartamento, o mosquito Aedes aegypti pode encontrar um recipiente com água parada para depositar os ovos e se reproduzir. São suficientes 15 minutos por semana para fazer a vistoria em toda casa e eliminar todos os possíveis focos do mosquito.

É importante ficar atento também com a área externa de casa e condomínios, além das piscinas durante esse período. Deve-se manter piscinas e áreas de hidromassagem cobertas e manutenção periódica. Limpe ralos e canaletas externas. Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água. Atenção com plantas que podem acumular água, como bromélia e babosa.

Por Alexandre Penido, da Agência Saúde

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Produtores de café orgânico de Divino buscam aprimorar gestão com ajuda do Senar

Publicado em 21/02/2019 às 17h54

“Sempre fui agricultor, sobrevivendo da atividade rural. Sempre busquei a sustentabilidade na propriedade, mas faltava a visão do negócio”. Para suprir essa demanda do cafeicultor Gilberto Ferreira Correa e de outros produtores de café orgânico de Divino, o Senar Minas está oferecendo o programa Gestão com Qualidade em Campo (GQC) até maio.

O interesse pelo programa partiu dos participantes, que estavam em busca de melhorar a gestão e buscaram o apoio do Senar Minas após terem boas referências do GQC. “Com o curso espero aprender a me organizar melhor para compreender e colocar em prática todas as etapas de uma empresa rural, para garantir qualidade de vida para a minha família”, explicou Gilberto.

Ele começou a trabalhar com a cafeicultura orgânica em 2016. A propriedade de 1,58 hectares fica na comunidade Vargem Grande, sendo que a área destinada ao café é de 0,59 hectares, com 1.300 pés. “A cafeicultura orgânica ainda é novidade no município e, apesar de todos os cursos e reuniões que participamos, a prática ainda se mostra com desafios inesperados”, comentou.

O programa busca ampliar a visão empresarial com investimento em gestão. Para isso, ensina o participante a planejar e a colocar em prática ações que permitam reduzir custos e buscar eficiência na condução do negócio. Desenvolvido em módulos, as aulas são expositivas e há consultorias nas propriedades rurais.


O Sindicato de Produtores Rurais de Divino é parceiro do Senar Minas neste programa. Para a mobilizadora Viviane Souza Cunha, responsável pela formação da turma, a expectativa é que o grupo veja a importância da gestão nos seus negócios. “E, assim, passem a registrar dados, fazer cálculos e planejar ações dentro de um sistema sustentável em harmonia com o meio ambiente”, acrescentou.

Até maio deste ano, os 20 produtores serão estimulados a mudar de atitude - de agricultor para empresário rural, com a orientação do instrutor Jair Monte. Ao final do programa, os alunos terão conhecimento para eliminar desperdícios, agregar valor nas atividades da fazenda, melhorar a qualidade dos processos e do produto e capacidade de utilizar indicadores para tomar decisões.

Além de produtores rurais de Divino, o programa também irá beneficiar cafeicultores de Espera Feliz a partir desta semana, dessa vez em parceria com o Sindicato de Produtores Rurais de Espera Feliz.

Categoria: Geral, Região
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