Cultura

Banda “Lúdica Música” apresenta show gratuito em Muriaé nesta sexta-feira

Publicado em 06/11/2018 às 15h43

Evento oferecido pela Prefeitura tem objetivo de trazer cultura, música de qualidade e entretenimento para muriaeenses

A banda “Lúdica Música” irá se apresentar no Teatro Belmira Villas Boas, nesta sexta-feira (9), às 20 horas. O evento, gratuito, será oferecido pela Prefeitura de Muriaé, por meio da Fundarte, com o objetivo de trazer cultura, música de qualidade e entretenimento para os jovens e adultos muriaeenses.

A “Lúdica Música” de Juiz de Fora já dividiu os palcos com Ivan Lins, Milton Nascimento, Alcione, Carlinhos Vergueiro, Mart’nália, Rita Ribeiro, Emmerson Nogueira e outros. A banda é formada por Rosana Brito (voz, violão, direção musical), Isabella Ladeira (voz, percussão) e Gutti Mendes (voz, guitarra, percussão). Traz no currículo mais de 3000 shows realizados e seis temporadas de sucesso na Europa, entre Itália, Espanha e Portugal.

O grupo já esteve em Muriaé outras vezes. Fez shows no Teatro Zaccaria Marques (Fundarte), na Serra de Pirapanema e, nesta semana, se apresentará no Teatro Belmira Villas Boas. Segundo a coordenadora da Fundarte, Flávia Neves, o show faz parte do ciclo de espetáculos desenvolvido em parceria com o Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé.

“Trouxemos muitas peças de teatro no primeiro semestre deste ano e inicio deste segundo. Agora, apresentaremos alguns shows musicais. Neste mês de novembro teremos também o músico, Dudu Lima, se apresentando no Teatro Belmira. Ele fará uma oficina de capacitação para músicos. Até o final do ano, teremos o show da banda “14 Bis” no Parque de Exposições e o evento “Boa Família na Rota do Samba””, informou a coordenadora da Fundarte, Flávia Neves.

O show é gratuito, porém, para assistir, é preciso retirar os ingressos uma hora antes do horário da apresentação. A partir de 19h, a bilheteria estará aberta para que as pessoas possam solicitar o seu ingresso. O Belmira Villas Boas tem número limitado de cadeiras.

Serviço:

Banda Lúdica Música

Dia: 9 de novembro (sexta-feira)

Hora: 20h

Local: Teatro Belmira Villas Boas

Categoria: Muriaé
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Pesquisadores da UFMG preparam-se para escavar tumbas no Egito

Publicado em 31/10/2018 às 16h16

Missão na Necrópole de Luxor inclui iniciativas de caráter antropológico e cultural

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.

(Texto de Itamar Rigueira Jr.)

 

 

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.
(Texto de Itamar Rigueira Jr.)


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Categoria: Geral, Minas Gerais
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Uma história preservada e reconhecida

Publicado em 30/10/2018 às 17h12

Museu Energisa em Cataguases recebe prêmio pela preservação da memória da empresa e da eletricidade no país.

O Grupo Energisa tem mais de 100 anos e muita história para contar. A Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB) mantém viva e atuante esta trajetória de sucesso há mais de 30 anos de atividades. Um dos reconhecimentos está no Prêmio Mario Bhering de Preservação de Memória, recebido pela FOJB, na última quinta-feira, 25 de outubro, na categoria Institucional, que reconhece as boas práticas de preservação de memória no setor de energia elétrica.

 

Entre essas boas práticas, destaca-se o Museu Energisa, que para o Centro da Memória da Eletricidade no Brasil, responsável pela premiação, conserva a memória da empresa e da eletricidade no país, desde o tempo em que se chama Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina. “O Museu é um exemplo a ser seguido por todas as empresas do setor elétrico brasileiro e, por este motivo, entendemos merecer o reconhecimento”, disse o presidente do Centro da Memória Augusto Luis Rodrigues.

 

Para Monica Botelho, presidente da FOJB, “a noite foi de muita emoção. Uma honra receber o Prêmio e uma alegria enorme pelo reconhecimento de estarmos cumprindo o nosso papel”. 

A premiação foi recebida durante o Encontro Internacional sobre Preservação de Memória no Setor de Energia Elétrica – Preserva.ME 2018, realizado anualmente pelo Centro da Memória da Eletricidade no Brasil no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. O Preserva.ME é o principal evento de preservação de memória do setor, reunindo profissionais e estudantes das áreas de história, museologia, arquivologia e biblioteconomia de todo o país. 

 

Este ano, na quarta edição do Encontro Internacional, o Preserva.ME trouxe 11 palestras, abordando diferentes questões da área de preservação histórica em instituições de ciência e tecnologia, desenvolvidas sob o tema ‘Museus: novas experiências e reflexões.

 

Uma das apresentações foi do Marco Andrade, coordenador cultural da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e do Museu Energisa em Cataguases. Com o tema ‘A energia que nos move’, ele abordou as experiências no desenvolvimento de projetos educativos e culturais que buscam a interatividade entre Museu e comunidade, identidade e pertencimento e memória e conhecimento nas cidades da região da Zona da Mata Mineira.

 

 

Categoria: Região
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Roda de memórias homenageia Professor Luiz Gonzaga nesta quinta-feira

Publicado em 25/10/2018 às 15h38

Evento realizado em parceria com Prefeitura faz parte da I Feira Literária de Muriaé

A “Roda de Memórias”, uma homenagem ao Professor Luiz Gonzaga, acontecerá hoje, quinta-feira (25), no Paço Municipal, a partir das 19h30. Amigos e companheiros de trabalho, assim como membros da Academia Muriaeense de Letras (AML) participam das leituras sobre o mestre e escritor. O evento faz parte do projeto I Feira Literária de Muriaé (FELIMUR), desenvolvido em parceria com a Prefeitura e tornará o momento oportuno para a montagem de um documentário sobre o homenageado.

A equipe do Programa de Audiovisual da Fundarte estará realizando a filmagem dos depoimentos e leituras sobre o professor, para que em 2019, seja realizado um documentário sobre a sua vida. O projeto faz parte do Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé. “Nós pretendemos realizar a FELIMUR na cidade todos os anos para incentivar o desenvolvimento da arte literária a cada dia mais. Será uma semana inteira de eventos, ações e atividades. Passará a ser uma tradição em nosso município para sempre,” disse o presidente da Academia Muriaeense de Letras, Cristian Lima.

A Feira Literária realizará também uma palestra com o jornalista Leandro Mazzini, na sexta-feira, às 19h30, no Teatro Belmira Vilas Boas, assim como o “I Encontro de Escritores”, “Feira de livros”, “Geladeira Literária” e a “I Mostra de Ações de Incentivo à Leitura”, no próximo sábado (27), a partir das 9h na Vila Eudóxia Canêdo.

Categoria: Muriaé
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“Encontro de Gerações” trará para Muriaé os jornalistas Zuenir Ventura e Mauro Ventura para bate-papo

Publicado em 23/10/2018 às 16h14

Parceria Prefeitura e Academia Muriaeense de Letras realiza encontro de jornalistas famosos com muriaeenses para debate de ideias e conteúdos

O “Programa Grandes Escritores 2018” será realizado em Muriaé, por meio de parceria entre Prefeitura, Fundarte e Academia Muriaeense de Letras para relançamento da obra clássica – “1968, o ano que não terminou”, livro que reconstrói a história da ditadura no Brasil. No evento “Encontro de Gerações” que acontecerá nesta quarta-feira (24), a partir das 19h, no Teatro Zaccaria Marques, o jornalista, escritor e professor Zuenir Ventura e seu filho, também jornalista, Mauro Ventura, estarão conversando com o público sobre diversos temas que envolvem as suas vidas. O evento é gratuito e a classificação é livre.

Zuenir Ventura - um dos mais respeitados nomes da literatura brasileira e ocupante da 32ª cadeira da Academia Brasileira de Letras -, é colunista do jornal “O Globo” e já trabalhou em veículos de imprensa como “Jornal do Brasil”, “O Cruzeiro” e na revista “Veja”. Entre os seus livros mais lidos estão “1968: o ano que não terminou”, “Cidade Partida”, “Inveja: Mal Secreto” e “1968: o que fizemos de nós” (2009).

Ao lado de Zuenir estará o filho Mauro Ventura. Jornalista e escritor que começou a carreira em 1985 e trabalhou como repórter, repórter especial, editor e colunista em veículos como “Isto É”, “Jornal do Brasil” e “O Globo”. Desde 2007, assina a coluna “Dois Cafés” e a “Conta” no “O Globo”. É autor do livro “O espetáculo mais triste da terra – O incêndio do Gran Circo Norte-Americano”, e escreveu os contos “A dor oficial”, publicado no livro “Brasil-Haiti ―101 histórias”, além de “AVC”.

O Programa Grandes Escritores é um dos projetos culturais mais bem-sucedidos do país. Ao todo, ele já envolveu 25 escritores dos mais importantes nomes da literatura brasileira, 14 atores e atrizes e cerca de 110 mil pessoas em mais de 400 palestras realizadas nas principais capitais e cidades brasileiras e no interior dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Entre suas ações também estão às oficinas literárias, doação de 19 mil livros, participação de atores e atrizes, além de novos talentos da escrita apadrinhados por grandes nomes.

Serviço:

Encontro de Gerações com Zuenir Ventura e Mauro Ventura - Evento gratuito

Dia: Quarta-feira, 24 de outubro

Local: Teatro Zaccaria Marques (Terminal Rodoviário)

Hora: 19h

 

Categoria: Muriaé
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Bairro Planalto realiza festa em comemoração ao dia das crianças

Publicado em 22/10/2018 às 09h29

A Associação de Moradores do bairro Planalto realizou neste final de semana a festa em comemoração ao dia das crianças. Segundo a presidente da Associação, Viviane Almeida, o evento reuniu centenas de crianças e pais na praça central do bairro.

A festa teve, além da entrega de medalhas do campeonato de futsal das crianças do bairro, apresentação de danças, uma aula de zumba com professor Jheones Castro e apresentação do artista Alessandro Mocotó na perna de pau.

Além destas apresentações as crianças se divertiram com as brincadeiras do palhaço, enquanto se deliciavam com pipoca, cachorro quente e outras guloseimas. O evento colimou com a apresentação da Escola Canarinhos do Samba do Planalto.

A festa, que faz parte do calendário de realizações da atual diretoria, acontece sempre em data posterior ao dia 12 de outubro.

Categoria: Muriaé
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Luzia resistiu! Crânio foi resgatado do incêndio no Museu Nacional

Publicado em 20/10/2018 às 09h02

O crânio de Luzia, a mulher mais antiga do Brasil e das Américas, resistiu ao incêndio ao Museu Nacional no Rio de janeiro, no último dia 2 de setembro. Depois de atravessar 12 mil anos de história, o fóssil foi resgatado, mas em pedaços, pela equipe de especialistas da instituição.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela arqueóloga Claudia Rodrigues-Carvalho, funcionária do museu e supervisora dos trabalhos de buscas no antigo palácio imperial, localizado no parque municipal Quinta da Boa Vista. Os restos foram encontrados nos últimos dias e 80% deles já foram identificados.

“Nós retiramos 100% do material, mas sempre existe alguma transformação. Hoje conseguimos dizer 80% desse material foi possível identificar de imediato”, disse Rodrigues-Carvalho ao ElPaís.

O restante ainda está passando por um processo de limpeza e estabilização. Devido ao intenso calor, a cola que mantinha o crânio unido derreteu, deixando-o despedaçado e danificado. “Sempre tem algum tipo de perda, mas acredito que chegaremos a recuperar quase 100%”, acrescenta.

Os pedaços foram apresentados nesta sexta durante uma coletiva de imprensa no Rio.

Como

Rodrigues-Carvalho conta que o crânio se encontrava em uma caixa de metal dentro de um armário “em uma posição que era já planejada para qualquer situação de sinistro”. Foi o que acabou salvado Luzia, uma das peças mais importantes de um acervo de 20 milhões de itens. “Mas o material ósseo tem um limite de resistência e Luzia é mais frágil que o normal, mas todas as medidas acabaram garantindo uma possibilidade de restauração. A proteção não foi 100% eficaz, mas de certa forma ajudou”, afirma a antropóloga.

Os restos de Luzia ficarão guardados em um local seguro até que um laboratório seja disponibilizado, uma condição imprescindível para que os pesquisadores do Museu Nacional possam finalmente começar a restaurá-los. “Os fragmentos tiveram uma transformação, é impossível não ter. Mas estamos muito otimistas, porque a expectativa era de nem conseguiríamos recuperá-la”, explica Rodrigues-Carvalho. “Temos muito trabalho pela frente, mas que será recompensador”.

Com informações do ElPaís e G1

Fonte: Só Notícia Boa

Categoria: Brasil, Geral
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Festival Ver e Fazer Filmes 2018

Publicado em 18/10/2018 às 16h18

Em sua 6ª edição, evento traz a Cataguases mostras de filmes infanto-juvenis, fóruns temáticos, workshops e encontro de cineclubes.

De 17 a 26 de outubro, o Festival Ver e Fazer Filmes promove uma ampla programação voltada para o público infanto-juvenil, especialmente, formado de crianças e jovens de Cataguases e da região do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais.

Além de mostras audiovisuais, o evento realiza fóruns temáticos, arenas e workshops que irão reunir também dezenas de agentes culturais e educadores, realizadores e produtores audiovisuais, gestores de empresas, instituições e universidades, bem como, representantes de órgãos governamentais em âmbito regional, estadual e nacional.

Na etapa VER FILMES, a programação do Cine Escola Animada exibirá duas Mostras de Filmes Nacionais: uma para a juventude (17 a 19 de outubro) e outra para crianças (23, 24 e 25 de outubro), em sessões seguidas de debates e a seleção do melhor filme de cada mostra.

A curadoria foi organizada por Marcos Pimentel, documentarista e diretor de formação do Polo Audiovisual da Zona da Mata, que selecionou 18 curtas e longa-metragem da recente produção brasileira, abordando temas pertinentes ao universo e interesses de crianças e jovens.

Para mobilizar a criançada foram realizadas 26 oficinas de fotografia e 32 sessões educativas no Colégio Cataguases e no Centro Cultural Humberto Mauro. Na ação estão envolvidas 05 Escolas Municipais de Cataguases, com a participação direta de 250 crianças, entre 6 e 11 anos, que irão compor o Júri Infantil do Festival.

Já para a MOSTRA JUVENIL, como nos anos anteriores, o Festival tem a parceria do Projeto Escola Animada - Rede Cineclube, que, em 2018, irá mobilizar 250 estudantes do ensino médio, de 23 cineclubes instalados em escolas e centros culturais de 12 cidades da Região.

No processo de mobilização dos coletivos de estudantes e professores, foram realizadas 24 oficinas para produção de vinhetas animadas de cada cineclube. No Festival, além de compor o Júri Juvenil da mostra competitiva, os estudantes irão participar do Desafio Audiovisual, um jogo educativo que relaciona juventudes, cultura e o cinema nacional.

O objetivo principal desta etapa é ampliar experiências e metodologias de aplicação da educação audiovisual na formação integral de estudantes, crianças e jovens da região.

Na programação, ganha também destaque: a realização do Fórum Cultura, Educação e Desenvolvimento Local com convidados especiais, dentre autoridades e especialistas, para participação em duas mesas temáticas: “Cidades Criativas e Educadoras” e “Arranjos Produtivos do Audiovisual em Rede”. E ainda, a organização da ação Arena Escola Criativa, que promove três workshops para participação de educadores e pesquisadores, com os temas: “Juventudes, Cultura e Cidade”; “Formação em Tecnologias Audiovisuais; Infância, Cultura e Cidade”.

Na Etapa FAZER FILMES, no dia 26 de outubro, o Festival será palco para a primeira exibição e premiação dos curtas-metragens produzidos por realizadores locais no âmbito do 3º Edital Usina Criativa de Cinema.

Em fevereiro de 2018, após chamada pública em 65 cidades da região do Polo Audiovisual da Zona da Mata, uma comissão de jurados formada por profissionais do setor, selecionou 4 projetos de realizadores audiovisuais locais para produção de 4 curtas-metragens. Um quinto filme foi realizado por um diretor convidado da capital mineira. Ao longo dos últimos seis meses, cada projeto recebeu $30 mil reais para sua produção, além de suporte e apoio de 10 consultorias especializadas em diversas áreas.

Nessa etapa, o Festival mobilizou cerca de 300 profissionais locais, em diversas áreas da produção audiovisual, cumprindo assim sua missão de fortalecer empreendedores criativos, moradores da região, na viabilização de seus primeiros e ou próprios filmes.



SESSÕES ESPECIAIS

Para o grande público, Festival Ver e Fazer Filmes reserva dois grandes momentos. O primeiro, na abertura do evento, dia 17, com a exibição do documentário “Humberto Mauro”, dirigido por André Di Mauro. O segundo momento especial, no dia 20, será com a exibição do longa-metragem “Quase Memória” de Ruy Guerra, como Diretor Homenageado do Festival em 2018.

O FESTIVAL VER E FAZER FILMES é uma realização do Instituto Fábrica do Futuro, Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e a Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, com o patrocínio da ENERGISA através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. O evento conta também com a parceria das Superintendências Regionais de Ensino (SRE) de Leopoldina, Muriaé, Ubá e Juiz de Fora da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, do Instituto Cidade de Cataguases, das Secretarias Municipais de Cultura e Educação de Cataguases, Instituto Federal – IF Sudeste, Cia Brasileira de Alumínio e Sebrae.

A maioria das atividades do Festival Ver e Fazer Filmes são gratuitas e abertas ao público, com ingressos retirados no Centro Cultural Humberto Mauro uma hora antes de cada evento. Apenas a mostra Usina Criativa de Cinema, no dia 26 de outubro, será reservada aos convidados das equipes dos curtas produzidas no âmbito do edital.

Serviço:
FESTIVAL VER E FAZER FILMES 2018
De 17 a 26 de OUTUBRO
CATAGUASES

Categoria: Região
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CRAS Cultura é aberto oficialmente com apresentações temáticas sobre o Sul

Publicado em 18/10/2018 às 10h18

Evento prossegue até sexta-feira (19), no Teatro Zaccaria Marques; projeto apresenta potencialidades das regiões atendidas pela política de assistência social

O CRAS Cultura foi aberto oficialmente na noite de quarta-feira (17), no Teatro Zaccaria Marques. A proposta da edição deste ano é apresentar as tradições das cinco regiões do país, por meio do trabalho realizado com os usuários da política de assistência social de Muriaé. O Sul do Brasil foi o destaque do primeiro dia de evento.

Criado em 2017, o CRAS Cultura é a culminância dos projetos que acontecem ao longo do ano nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Núcleo de Atendimento de Assistência Social (NAAS), Centro de Convivência para Idosos (CCI), Programa Integração AABB Comunidade e Programa Criança Feliz. O objetivo é valorizar a identidade e a cultura locais, as potencialidades e talentos dos usuários dos serviços socioassistenciais, além de proporcionar lazer aos muriaeenses.

“O CRAS Cultura tem o objetivo de apresentar o trabalho que é realizado ao longo do ano no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e nos dispositivos onde ele ocorre, como os CRAS e Centro do Idoso, por exemplo. Este ano, o evento tem como tema a cultura brasileira, mas sem perder a cultura do nosso município, ressaltando as potencialidades dos territórios e o protagonismo dos nossos usuários”, frisa a assessora técnica da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Giselle Braga.

A programação do CRAS Cultura continua nesta quinta e sexta-feira (18 e 19), sempre às 19h, no Zaccaria Marques. Os temas abordados neste dois dias serão, respectivamente, as regiões Sudeste/Centro-Oeste e Norte/Nordeste. A programação inclui apresentações artísticas, teatrais, esportivas, de danças típicas, capoeira, entre outros. A entrada é gratuita.

 

Serviço

CRAS Cultura:

Data: até sexta-feira (19)

Horário: 19h

Local: Teatro Zaccaria Marques (Avenida Constantino Pinto - prédio da Fundarte)

Entrada gratuita

 

Categoria: Muriaé
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Muriaé realiza 1ª Mostra de Diversidade, Juventude e Literatura de 16 a 27 de outubro

Publicado em 17/10/2018 às 17h11

Ação gratuita da Prefeitura tem objetivo de incentivar atividades culturais para jovens da cidade

A "1ª Mostra de Diversidade, Juventude e Literatura" acontecerá entre os dias 16 e 27 de outubro com programação diversificada. O momento será propício também para a realização da I Feira de Literatura de Muriaé (Felimur) que trará a tona discussões e debates entre os jovens da cidade. A ação gratuita da Prefeitura será organizada por meio do Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé (Fundarte) e Academia Muriaeense de Letras, incentivada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e tem o objetivo de incentivar as atividades culturais no município.

A programação iniciou na com uma oficina que desenvolveu o tema "Literatura e Artes do toró", realizada na terça (16). Para o próximo sábado, haverá o "Aulão de Redação", um ensino preparatório para os estudantes que irão participar do Enem. Depois, às 10h, haverá uma "Roda de Conversa" com o escritor carioca, Vinícius Grossos, que será realizada no Teatro Belmira Vilas Boas, onde os jovens poderão discutir literatura.

Ainda no sábado, haverá a "Praça da Diversidade" com a Geladeira Literária que ficará exposta entre 10h e 21h, na Praça Coronel Pacheco de Medeiros para quem quiser procurar um livro para ler. Na sequência, acontece a Oficina de Jazz e Funk com o bailarino Walbert Luiz, que será às 14h30, no Teatro Belmira Vilas Boas. E assim, as atividades seguem no domingo com a realização da Gaymada, às 14h, no Horto Florestal. A noite, às 19h30, tem a peça teatral "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, e logo depois, às 20h, será a mesa redonda sobre Juventude e Produção Literária. Ambos no Teatro Belmira.

O evento segue pela semana inteira oferecendo atividades culturais diversas como apresentações de corais, rodas de leitura, concursos de poesias, palestras com os jornalistas de reconhecimento nacional, como Zuenir Ventura e Mauro Ventura, e a homenagem ao ilustre professor "in memorian" Luiz Gonzaga. A "1ª Mostra de Diversidade, Juventude e Literatura" finaliza no sábado seguinte (22), quando haverá o "I Encontro de Escritores de Muriaé", a "Feira de Livros" e a "I Mostra de Ações de Incentivo a Leitura" na Vila Eudóxia Canêdo durante todo o dia. As atividades recebem patrocínio da Energisa e do Supermercado Levate do Centro.

Serviço:

1ª Mostra de Diversidade, Juventude e Literatura/I Feira de Literatura de Muriaé

20/10 – sábado

  •          8h até 10h – de 10h até 12h - Aulão de redação para o Enem com a Professora Maria Alice Catta Preta. Local: Universidade Estácio de Sá.
  •          10h - Abertura de Roda de Conversa com o escritor Vinícius Grossos. Local: Teatro Municipal Belmira Vilas Boas.
  •          10h às 21h - Praça da Diversidade e Geladeira Literária. LocalPraça Coronel Pacheco de Medeiros
  •          14h30 - Oficina de Jazz Funk com Walbert Luiz. Local: Teatro Belmira Vilas Boas.

21.10 – Domingo

  •           14h - Gaymada (jogo de queimada). Local: Horto Florestal.
  •          19h30 – Peça Teatral "Auto da Barca do Inferno! De Gil Vicente. Local: Teatro Belmira Vilas Boas.
  •          20h – Mesa Redonda sobre Juventude e Produção Literária. Local: Teatro Belmira Vilas Boas.

22.10 – Segunda-feira

  •           19h30 – Apresentação do Coral "Canta Pra Ser Feliz" com repertório de músicas africanas alto-brasileiras.
  •          Palestra|: "A Estética da Dissimulação: Estratégias do Bruxo do Cosme Velho", com professor Natalino Silva e lançamento do seu livro "Ex-farrapos". Local: Paço Municipal.

23.10 – Terça-feira

  •          19h30 - Roda de leitura
  •          Concurso de Poesia Falada com premiação. Local: Teatro Belmira Vilas Boas.

24.10 – Quarta-feira

  •          19h – Encontro de Gerações: Zuenir Ventura e Mauro Ventura – Local: Teatro Zaccaria Marques.

24.10 – Quinta-feira

  •          19h30 - Roda de Memórias e Homenagem ao professor Luiz Gonzaga da Silva – Local: Paço Municipal.
  •          19h30 – Cinemateca Viva exibe o filme "Orações para baby". Local: Cinemateca Paulo Porto – Grande Hotel Muriahé.

25.10 – Sexta-feira

  •          8h30 - 3º Encontrão dos Grêmios Estudantis de Muriaé e região. Local: Teatro Belmira Vilas Boas.
  •          19h30 – Palestra "Literatura, Jornalismo e Política" com Leandro Mazzini. Local: Teatro Belmira Vilas Boas.

27.10 – Sábado

8h até 10h – 10h até 12h - Aulão de redação para o Enem com a Professora Maria Alice Catta Preta. Local: Universidade Estácio de Sá.

9h – Encerramento – Local: Vila Eudóxia Canêdo

I Encontro de Escritores de Muriaé

Feira de Livros

Geladeira Literária

I Mostra de Ações de Incentivo à Leitura

10h – Recital de piano e voz com o pianista Wanda Lantelme e a cantora Jovelina Nóbrega. Local: Sede da Associação Muriaeense de Letras (AMLE) – Vila Eudóxia Canêdo

  •          20h – Peça teatral "Farsa da Boa Preguiça" Local: Teatro Belmira Vilas Boas. (Distribuição de ingressos a partir das 19h)

 

Categoria: Muriaé
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