Cultura

Festival de Cinema vai movimentar Muriaé neste final de semana

Publicado em 21/11/2018 às 15h29

Evento exibirá curtas-metragens de produtores regionais e nacionais, buscando permanência da ação cultural na cidade

O “2º Festival de Cinema de Muriaé” acontecerá neste final de semana, sexta-feira (23) e sabádo (24), a partir das 19h30min, no Teatro Belmira Vilas Boas. Mais de 600 filmes de curta-metragem foram inscritos envolvendo participantes de todo o país. Quinze foram selecionados para a premiação. O evento, que tem o apoio da Prefeitura, por meio da Fundarte, pretende movimentar o cenário audiovisual da cidade, buscando permanência desta ação cultural em Muriaé.

O Festival exibirá curtas-metragens de produtores regionais e nacionais, colocando em contato profissionais, estudantes e amantes do cinema. “A ideia é reciclarmos conhecimentos e ampliarmos as discussões sobre o tema com profissionais de todas as partes do país. Várias cidades vizinhas já estão realizando este tipo de evento cinematográfico e obtendo ótimos resultados. É uma forma de levarmos cultura para  os muriaeenses e incentivarmos a sétima arte entre os nossos jovens”, explicou a coordenadora do evento, Fernanda de Paula.

Serão entregues prêmios para o Melhor Filme, Roteiro, Direção, Direção de Arte, Direção de Fotografia, Ator, Atriz e Trilha Sonora Original. Nesta edição, em ambos os dias, haverá o lançamento do curta-metragem “Quer Apostar?”. Este filme foi gravado em Muriaé pelo cineasta Euler Luz, sob a coordenação da produtora cultural Fernanda de Paula. Ao final de cada dia de apresentações, haverá uma mostra de filmes regionais. Os festivais veem sendo realizados em várias cidades da região como Cataguases e Juiz de Fora, e têm promovido uma grande movimentação cultural e econômica nos municípios.

 

Lançamento de curta-metragem

O curta narra a história de Boné de Bico, apostador inveterado que abre mão de tudo para tentar a sorte em qualquer disputa. Vítima de uma praga que lhe foi rogada, ele entra em uma fase de azar e passa a perder as apostas.

Para livrar-se, faz um pacto com a Cramunhona, entidade maligna personificada em uma linda e sedutora mulher, que o transforma em um homem rico. Um ano depois, Cramunhona retorna para cobrar a contrapartida, que pode ter um preço muito alto.     

 

PROGRAMAÇÃO:

 

Sexta-feira (23) – 19h30min

 

1. Abertura - Helder Carneiro - Acolhimento

2. Homenagem à Tia Ângela Andrade (personagem do filme que será lançado)

3. Lançamento: Quer Apostar?  

 

4. Filmes selecionados para premiações:

  •          Um Café e Quatro Segundos
  •          Cor de Pele
  •          Aqueles Cinco Segundos
  •          Telentrega
  •          Acúmulo
  •          Bodas
  •          Eu Sou o Super-Homem
  •          A Caixa

5. Mostra Regional: Marinas

 

Sábado (24) – 19h30min

 

1. Abertura - Helder Carneiro: Acolhimento

2. Homenagem à Tia Ângela Andrade

3. Lançamento: Quer Apostar?  

 

4. Filmes selecionados para premiações

  •          Escolhas
  •          Os Herdeiros
  •          Reflexo Suspeito
  •          Sentinela
  •          Marcel
  •          Ao final da conversa eles se despedem com um abraço
  •          O Vestido de Myriam

5. Mostra Regional: A Partida do Menino Neimar

Categoria: Muriaé
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20 de Novembro: Dia da Consciência Negra

Publicado em 20/11/2018 às 08h54

O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro em todo o território nacional.

A data faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo de Palmares, que lutou ara preservar o modo de vida dos africanos escravizados que conseguiam fugir da escravidão.

Importância do Dia da Consciência Negra

A importância da data está no reconhecimento dos descendentes africanos na constituição e na construção da sociedade brasileira. Os principais temas que podem ser abordados nessa data são o racismo, a discriminação, a igualdade social, a inclusão do negro na sociedade, a religião e cultura afro-brasileiras, dentre outros.

Como surgiu o Dia da Consciência Negra?

Durante o governo Lula (2003-2010), a Lei nº 10.639 de 9 de janeiro de 2003, determinava a inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo escolar. Nesse mesmo documento, ficou estabelecido que as escolas iriam comemorar a consciência negra:

Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”

No entanto, foi somente no governo de Dilma Rousseff e através da Lei nº 12.519 de 10 de novembro de 2011, que essa data foi oficializada.Nesse documento foi criado o “Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra”, sem obrigatoriedade de que ele fosse feriado.

Quem foi Zumbi dos Palmares?

Popularmente chamado de Zumbi dos Palmares, ele foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares, localizado no atual estado de Alagoas, durante o período colonial. Filho de africanos escravizados e nascido nesse quilombo, Zumbi foi educado por um sacerdote e depois retornou ao seu local de nascimento. Ali, lutou para que o quilombo não fosse destruído pelos colonizadores que consideravam um perigo aquela reunião de negros libertos.

Em 1695, com 40 anos, Zumbi foi assassinado pelo capitão Furtado de Mendonça, a mando de Domingos Jorge Velho. Foi decapitado e sua cabeça levada para Recife onde ficou exposta em praça pública.

 

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Livro de fotografias mostra a beleza natural e cultural da Mantiqueira

Publicado em 20/11/2018 às 08h44

Pelas lentes da Müller Cultural, a obra que viaja pela Serra da Mantiqueira será lançada em Campos do Jordão no próximo dia 24

O 8° ecossistema mais rico em diversidade de espécies do mundo, a Serra da Mantiqueira é reconhecida internacionalmente pelas belezas naturais da cadeia montanhosa que – em tupi-guarani – significa "serra que chora". No novo livro da Müller Cultural, "Arte, histórias e natureza: um olhar sobre a cultura da Mantiqueira", as fotografias revelam as paisagens e os personagens da região que se estende por 500 km de extensão e quase três mil metros de altitude nos pontos mais altos.

Localizada entre as divisas dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, a Mantiqueira foi devastada a favor da agropecuária e recentemente redescoberta pelo turismo, que teve papel importante para a preservação local. Além das paisagens, a Serra entrou no roteiro gastronômico e de lazer dos brasileiros, com pousadas charmosas, bons restaurantes e um artesanato refinado – retratados no livro de fotografias.

Há 15 anos viajando o Brasil, essa é a primeira vez que a Família Müller se dedica à Mantiqueira e as descobertas foram detalhadas na obra. "Em tempo conseguimos preservar ainda uma parte deste precioso patrimônio natural. Ao visitarmos as várias cidades encravadas entre as montanhas da Mantiqueira para compor esse livro, descobrimos além das belezas naturais, um povo comprometido com a preservação ambiental, cultural e artística da região", revelam os autores.

Para o lançamento de "Arte, histórias e natureza: um olhar sob a cultura da Mantiqueira", a Müller Cultural realizará o lançamento do livro em Campos do Jordão. O evento acontecerá no dia 24 de novembro a partir das 10h, no Centro de Lazer Tarundu.

O projeto foi possível graças ao patrocínio da Spartan do Brasil e amparado pela lei federal de incentivo à cultura.

"Procuramos retratar a formosa Mantiqueira de maneira simples e singela. Convidamos nossos leitores a conhecerem um pouco deste tesouro ambiental e cultural, um dos mais valiosos que temos no país", finaliza Ronaldo Andre Muller, CEO da Müller Cultural.

Arte, histórias e natureza: um olhar sobre a cultura da Mantiqueira 
Lançamento - 24/11 às 10h
Local: Centro de Lazer Tarundu - Av. José A. Manso, 1515
Livro: 64 páginas
Tiragem: 2 mil exemplares

Sobre a Müller Cultural
Há mais de 15 anos a paixão por viagens e pela natureza moveu a Família Müller a viajar pelo Brasil e o mundo iniciando um trabalho que tem como principais objetivos fomentar o turismo, a cultura, fortalecer laços familiares, comprometer as pessoas com a sustentabilidade e com o respeito pela diversidade. O hobby tornou-se o negócio da família e desta experiência nasceu o Grupo Família Muller. A Müller Cultural, uma das principais empresas do grupo, atua na criação, desenvolvimento e produção de projetos amparados pelas leis de incentivo à cultura ProAc ICMS, Lei Rouanet e ProMAC municipal SP, como proponente cultural.

Categoria: Brasil, Minas Gerais
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Virada Cultural promove dois dias de atividades em Muriaé

Publicado em 19/11/2018 às 15h55

Evento cotou com apresentações artísticas e musicais, exposições, oficinas de arte, peças teatrais e shows; Banda 14 Bis foi a atração principal

A segunda edição da Virada Cultural movimentou a cidade no sábado e domingo (17 e 18). Foram dois dias de atividades culturais variadas, que levaram lazer e entretenimento para o público muriaeense. Parte do projeto Circuito Cultural Grande Hotel Muriahe, o evento foi criado pela Prefeitura ano passado em comemoração ao aniversário da Fundarte, que em 2018 completa 21 anos.

A abertura da Virada aconteceu na manhã de sábado, no Teatro Zaccaria Marques, com exposição de telas produzidas pelas idosas do Centro de Convivência para Idosos (CCI), além de apresentações do bailarino muriaeense e ex-aluno da Escola Municipal de Dança Jorge Barroca, Walleyson Malaquias, que integra o Grupo Corpo Cidadão, de Belo Horizonte, e do Coral Cantare.

“A Fundarte chega a seus 21 anos mantendo a cultura como cerne de suas ações. Acreditamos no papel primordial da cultura no desenvolvimento humano. É ela que nos identifica, nos dá significado”, afirma a diretora geral da autarquia, Flávia Neves, fazendo um balanço das iniciativas realizadas em 2018 e antecipando alguns projetos futuros.

Após as apresentações no Zaccaria Marques, houve cortejo artístico com a Banda Marcial Muriaé, saindo da Praça Coronel Pacheco de Medeiros em direção à Praça João Pinheiro.

Paralelamente, o grupo “Libras na Praça” se apresentou na praça, enquanto, do outro lado da cidade, no Aeroporto, foi realizada a Manhã Cultural do Movimento Pró-Cultura na Biblioteca Comunitária do bairro. No Coreto Municipal aconteceram ainda oficina de arte, apresentações de dança do Sesc, do CCI e da Corporação Musical União Sete de Setembro, de Ponte Nova. Neste dia, a João Pinheiro recebeu ainda a “Praça das Artes”, com mostra de artesanato, design e a Feira Agroecológica.

A programação continuou durante a tarde, com oficinas de grafite no Residencial Nova Muriaé (distrito de Vermelho), as exposições “Projeto Moradores” e “Pertenser” no Memorial Municipal, a exposição “Profissões”, de Yure Mendes, na Biblioteca Municipal, entre outros. Já a Cinemateca do Grande Hotel Muriahé recebeu o Encontro de Cineclubes.

As atrações da tarde de sábado incluíram também oficinas de dança, visita guiada à Exposição “Imaginário Mundo dos Bonecos”, no Memorial Fundação Cristiano Varella, Encontro da Cultura Oriental, Folia de Reis Anjo Gabriel, relançamento do livro “Ex-farrapos”, de Natalino Silva, apresentação da Associação de Violeiros, entre outros.

Já a programação da noite teve início com a peça “Saudade”, apresentada no Teatro Municipal Belmira Villas Boas pelos alunos da Escola Municipal de Teatro Gregório de Mattos Guerra, como a culminância dos trabalhos realizados pelas turmas do Curso Básico de Tetro. Ao final das duas apresentações (às 19h e às 21h), o público aplaudiu de pé os atores.

 

Show da Banda 14 Bis - As atividades continuaram no Parque de Exposições, com o Festival de Food Trucks e shows. Principal atração da Virada Cultural 2018, a banda 14 Bis retornou a Muriaé para apresentar sucessos como “Todo azul do mar”, “Espanhola”, “Linda Juventude” e “Mais uma vez”, que ainda hoje continuam encantando os fãs. Milhares de pessoas cantaram (e se encantaram) com a banda. Em seguida, foi a vez da Banda Caravelas agitar o público.

A Virada Cultural terminou no domingo, com a Feijoada “Amigos do Bem”, realizada na AABB em prol da Casa Lar. O evento contou com show das bandas Marofagy, Aí Vem Eles e Uai Soul Roots.

 

Exposições no Grande Hotel – Também parte da programação da Virada Cultural, o Grande Hotel Muriahe recebeu exposições, as quais ainda continuam em cartaz. O fotógrafo Shakal Carlos apresenta a “Fotografias 360°”. A mostra reúne dezenas de fotos de paisagens, da fauna e flora nativas da região.

Também continuam abertas para visitação do público as exposições da Escola Municipal de Audiovisual Carlos Scalla e a da Escola Municipal de Artes Visuais Moacyr Fenelon “Pequenos Artistas, Grandes Expressões”.

 

Exposição de telas na Galeria da Fundarte – Em cartaz desde sábado, a exposição de mais de 50 quadros produzidos pelas integrantes do Centro de Convivência para Idosos (CCI) continua em cartaz na Galeria da Fundarte. A mostra fica aberta ao público até o dia 7 de dezembro. A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h.  

 

Categoria: Muriaé
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II Virada Cultural promoverá dois dias de atividades artísticas em Muriaé

Publicado em 09/11/2018 às 14h44

Evento levará atividades variadas de cultura, lazer e entretenimento para público muriaeense

A II Virada Cultural de Muriaé vai movimentar a cidade nos dias 17 e 18 de novembro. Os eventos, realizados pela Prefeitura por meio da Fundarte, fazem parte do projeto Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé. A programação se inicia às 9h da primeira data (sábado) e vai até o fim da tarde do dia seguinte, incluindo atividades artísticas e opções variadas de lazer e entretenimento.

A abertura será no Teatro Zaccaria Marques, com exposição de artes do Cras Cultura, além de apresentações do bailarino muriaeense Walleyson Malaquias, que integra o grupo Corpo Cidadão, de Belo Horizonte, e do Coral Cantare. Paralelamente, o grupo “Libras na Praça” se apresenta na Praça João Pinheiro, enquanto, do outro lado da cidade, no Aeroporto, entre 9h30 e 11h30, será realizada a Manhã Cultural do Movimento Pró-Cultura na Biblioteca Comunitária do bairro.

A principal atração da Virada Cultural 2018 acontece também no sábado, às 22h, no Parque de Exposições. A banda 14 Bis retorna a Muriaé para apresentar sucessos como “Todo Azul do Mar” e “Caçador de Mim”, que ainda hoje continuam encantando os fãs do grupo formado por Cláudio Venturini, Sérgio Magrão, Vermelho e Hely Rodrigues.

A Virada Cultural de Muriaé foi criada em 2017, em comemoração aos 20 anos da Fundarte. Confira a programação da segunda edição:

SÁBADO, 17 DE NOVEMBRO

  •          9h - Café da manhã / Abertura Oficial / Walleyson / Coral Cantare / Exposição de Arte Cras Cultura - Fundarte e Teatro Zaccaria Marques
  •          9h - Libras na Praça – Praça João Pinheiro
  •          De 9h30 as 11h30 - Manhã Cultural com Movimento Pró-Cultura –– Biblioteca Comunitária do Aeroporto
  •          10h - Cortejo Artístico com fanfarra da Banda Marcial Muriaé – saída da Praça Cel. Pacheco de Medeiros e chegada a Praça João Pinheiro
  •          10h às 17h - Praça das Artes (Artesanato, Design e Feira Agroecológica, SESC) – Praça João Pinheiro
  •          10h às 16h - Oficina de Grafitti com Jhony Misterbod  no Residencial Nova Muriaé (distrito de Vermelho)
  •          10h às 12h - Oficina de arte do SESC – Praça João Pinheiro
  •          11h – Apresentação de dança do Clube de Convivência dos Idosos - Praça João Pinheiro
  •          11h30 – Apresentação da Banda Sete de Setembro de Ponte Nova – Praça Cel. Pacheco de Medeiros
  •          De 11 às 17h - Exposição "Projeto Moradores" e "Pertenser" - Memorial Municipal
  •          11h às 17 h - Exposição "Profissões" de Yure Mendes – Biblioteca Municipal
  •          11h - Cinemateca Viva (Encontro de Cineclubes) – Cinemateca do Grande Hotel Muriahé
  •          De 11 às 17h - Exposição de Fotografias "360°" Shakal Carlos –- Cinemateca do Grande Hotel Muriahé
  •          De 11 às 17h - Exposição de Fotografias da Escola Municipal de Audiovisual Carlos Scalla – 2º andar do Grande Hotel Muriahé 
  •          De 11 às 17h - Exposição da Escola Municipal de Artes Visuais Moacyr Fenelon "Pequenos Artistas Grandes Expressões" - Galeria Mônica Botelho do Grande Hotel Muriahé
  •          A partir de 12h - Festival de Food Trucks – Parque de Exposições
  •          12h – Oficina de dança do SESC – coreto da Praça João Pinheiro
  •          De 12h às 17h - Visita guiada a Exposição "Imaginário Mundo dos Bonecos". Transporte gratuito saindo do Grande Hotel Muriahé para o Memorial Cristiano Ferreira Varella
  •          13h às 17h - Encontro da Cultura Oriental (Cosplay, Animes e muito mais) – Cinemateca do Grande Hotel Muriahé 
  •          14h - Folia de Reis (Preta e Bebeto) Anjo Gabriel – Praça João Pinheiro
  •          14h às 16h – Oficina de arte com SESC
  •          14h - Apepu (Grupo Experimental de Música Instrumental) – Memorial Municipal
  •          14h às 17h – Relançamento do livro "Ex-farrapos", de Natalino Silva -  Biblioteca Municipal
  •          15h - Oficina de Dança Alfa – Biblioteca Municipal
  •          15h - Festival Estudantil - apresentação dos vencedores da edição 2018 - Praça João Pinheiro
  •          16h - Associação de violeiros – Praça João Pinheiro
  •          19h - Espetáculo de teatro "Saudade" da Escola Municipal de Teatro Gregório de Mattos Guerra - Teatro Municipal Belmira Villas Boas
  •          19h – Cinema na Praça com Pólo Audiovisual da Zona da Mata – coreto da Praça João Pinheiro
  •          21h - Espetáculo de teatro "Saudade" da Escola Municipal de Teatro Gregório de Mattos Guerra – Teatro Municipal Belmira Villas Boas
  •          22h - Show com a banda 14 bis - Parque de Exposições

DOMINGO, 18 DE NOVEMBRO

  •          12h - Feijoada “Amigos do Bem” em prol da Casa Lar com show das bandas Marofagy, Aí Vem Eles e Uai Soul Roots - AABB
Categoria: Muriaé
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Banda “Lúdica Música” apresenta show gratuito em Muriaé nesta sexta-feira

Publicado em 06/11/2018 às 15h43

Evento oferecido pela Prefeitura tem objetivo de trazer cultura, música de qualidade e entretenimento para muriaeenses

A banda “Lúdica Música” irá se apresentar no Teatro Belmira Villas Boas, nesta sexta-feira (9), às 20 horas. O evento, gratuito, será oferecido pela Prefeitura de Muriaé, por meio da Fundarte, com o objetivo de trazer cultura, música de qualidade e entretenimento para os jovens e adultos muriaeenses.

A “Lúdica Música” de Juiz de Fora já dividiu os palcos com Ivan Lins, Milton Nascimento, Alcione, Carlinhos Vergueiro, Mart’nália, Rita Ribeiro, Emmerson Nogueira e outros. A banda é formada por Rosana Brito (voz, violão, direção musical), Isabella Ladeira (voz, percussão) e Gutti Mendes (voz, guitarra, percussão). Traz no currículo mais de 3000 shows realizados e seis temporadas de sucesso na Europa, entre Itália, Espanha e Portugal.

O grupo já esteve em Muriaé outras vezes. Fez shows no Teatro Zaccaria Marques (Fundarte), na Serra de Pirapanema e, nesta semana, se apresentará no Teatro Belmira Villas Boas. Segundo a coordenadora da Fundarte, Flávia Neves, o show faz parte do ciclo de espetáculos desenvolvido em parceria com o Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé.

“Trouxemos muitas peças de teatro no primeiro semestre deste ano e inicio deste segundo. Agora, apresentaremos alguns shows musicais. Neste mês de novembro teremos também o músico, Dudu Lima, se apresentando no Teatro Belmira. Ele fará uma oficina de capacitação para músicos. Até o final do ano, teremos o show da banda “14 Bis” no Parque de Exposições e o evento “Boa Família na Rota do Samba””, informou a coordenadora da Fundarte, Flávia Neves.

O show é gratuito, porém, para assistir, é preciso retirar os ingressos uma hora antes do horário da apresentação. A partir de 19h, a bilheteria estará aberta para que as pessoas possam solicitar o seu ingresso. O Belmira Villas Boas tem número limitado de cadeiras.

Serviço:

Banda Lúdica Música

Dia: 9 de novembro (sexta-feira)

Hora: 20h

Local: Teatro Belmira Villas Boas

Categoria: Muriaé
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Pesquisadores da UFMG preparam-se para escavar tumbas no Egito

Publicado em 31/10/2018 às 16h16

Missão na Necrópole de Luxor inclui iniciativas de caráter antropológico e cultural

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.

(Texto de Itamar Rigueira Jr.)

 

 

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.
(Texto de Itamar Rigueira Jr.)


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Categoria: Geral, Minas Gerais
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Uma história preservada e reconhecida

Publicado em 30/10/2018 às 17h12

Museu Energisa em Cataguases recebe prêmio pela preservação da memória da empresa e da eletricidade no país.

O Grupo Energisa tem mais de 100 anos e muita história para contar. A Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB) mantém viva e atuante esta trajetória de sucesso há mais de 30 anos de atividades. Um dos reconhecimentos está no Prêmio Mario Bhering de Preservação de Memória, recebido pela FOJB, na última quinta-feira, 25 de outubro, na categoria Institucional, que reconhece as boas práticas de preservação de memória no setor de energia elétrica.

 

Entre essas boas práticas, destaca-se o Museu Energisa, que para o Centro da Memória da Eletricidade no Brasil, responsável pela premiação, conserva a memória da empresa e da eletricidade no país, desde o tempo em que se chama Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina. “O Museu é um exemplo a ser seguido por todas as empresas do setor elétrico brasileiro e, por este motivo, entendemos merecer o reconhecimento”, disse o presidente do Centro da Memória Augusto Luis Rodrigues.

 

Para Monica Botelho, presidente da FOJB, “a noite foi de muita emoção. Uma honra receber o Prêmio e uma alegria enorme pelo reconhecimento de estarmos cumprindo o nosso papel”. 

A premiação foi recebida durante o Encontro Internacional sobre Preservação de Memória no Setor de Energia Elétrica – Preserva.ME 2018, realizado anualmente pelo Centro da Memória da Eletricidade no Brasil no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. O Preserva.ME é o principal evento de preservação de memória do setor, reunindo profissionais e estudantes das áreas de história, museologia, arquivologia e biblioteconomia de todo o país. 

 

Este ano, na quarta edição do Encontro Internacional, o Preserva.ME trouxe 11 palestras, abordando diferentes questões da área de preservação histórica em instituições de ciência e tecnologia, desenvolvidas sob o tema ‘Museus: novas experiências e reflexões.

 

Uma das apresentações foi do Marco Andrade, coordenador cultural da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e do Museu Energisa em Cataguases. Com o tema ‘A energia que nos move’, ele abordou as experiências no desenvolvimento de projetos educativos e culturais que buscam a interatividade entre Museu e comunidade, identidade e pertencimento e memória e conhecimento nas cidades da região da Zona da Mata Mineira.

 

 

Categoria: Região
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Roda de memórias homenageia Professor Luiz Gonzaga nesta quinta-feira

Publicado em 25/10/2018 às 15h38

Evento realizado em parceria com Prefeitura faz parte da I Feira Literária de Muriaé

A “Roda de Memórias”, uma homenagem ao Professor Luiz Gonzaga, acontecerá hoje, quinta-feira (25), no Paço Municipal, a partir das 19h30. Amigos e companheiros de trabalho, assim como membros da Academia Muriaeense de Letras (AML) participam das leituras sobre o mestre e escritor. O evento faz parte do projeto I Feira Literária de Muriaé (FELIMUR), desenvolvido em parceria com a Prefeitura e tornará o momento oportuno para a montagem de um documentário sobre o homenageado.

A equipe do Programa de Audiovisual da Fundarte estará realizando a filmagem dos depoimentos e leituras sobre o professor, para que em 2019, seja realizado um documentário sobre a sua vida. O projeto faz parte do Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé. “Nós pretendemos realizar a FELIMUR na cidade todos os anos para incentivar o desenvolvimento da arte literária a cada dia mais. Será uma semana inteira de eventos, ações e atividades. Passará a ser uma tradição em nosso município para sempre,” disse o presidente da Academia Muriaeense de Letras, Cristian Lima.

A Feira Literária realizará também uma palestra com o jornalista Leandro Mazzini, na sexta-feira, às 19h30, no Teatro Belmira Vilas Boas, assim como o “I Encontro de Escritores”, “Feira de livros”, “Geladeira Literária” e a “I Mostra de Ações de Incentivo à Leitura”, no próximo sábado (27), a partir das 9h na Vila Eudóxia Canêdo.

Categoria: Muriaé
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“Encontro de Gerações” trará para Muriaé os jornalistas Zuenir Ventura e Mauro Ventura para bate-papo

Publicado em 23/10/2018 às 16h14

Parceria Prefeitura e Academia Muriaeense de Letras realiza encontro de jornalistas famosos com muriaeenses para debate de ideias e conteúdos

O “Programa Grandes Escritores 2018” será realizado em Muriaé, por meio de parceria entre Prefeitura, Fundarte e Academia Muriaeense de Letras para relançamento da obra clássica – “1968, o ano que não terminou”, livro que reconstrói a história da ditadura no Brasil. No evento “Encontro de Gerações” que acontecerá nesta quarta-feira (24), a partir das 19h, no Teatro Zaccaria Marques, o jornalista, escritor e professor Zuenir Ventura e seu filho, também jornalista, Mauro Ventura, estarão conversando com o público sobre diversos temas que envolvem as suas vidas. O evento é gratuito e a classificação é livre.

Zuenir Ventura - um dos mais respeitados nomes da literatura brasileira e ocupante da 32ª cadeira da Academia Brasileira de Letras -, é colunista do jornal “O Globo” e já trabalhou em veículos de imprensa como “Jornal do Brasil”, “O Cruzeiro” e na revista “Veja”. Entre os seus livros mais lidos estão “1968: o ano que não terminou”, “Cidade Partida”, “Inveja: Mal Secreto” e “1968: o que fizemos de nós” (2009).

Ao lado de Zuenir estará o filho Mauro Ventura. Jornalista e escritor que começou a carreira em 1985 e trabalhou como repórter, repórter especial, editor e colunista em veículos como “Isto É”, “Jornal do Brasil” e “O Globo”. Desde 2007, assina a coluna “Dois Cafés” e a “Conta” no “O Globo”. É autor do livro “O espetáculo mais triste da terra – O incêndio do Gran Circo Norte-Americano”, e escreveu os contos “A dor oficial”, publicado no livro “Brasil-Haiti ―101 histórias”, além de “AVC”.

O Programa Grandes Escritores é um dos projetos culturais mais bem-sucedidos do país. Ao todo, ele já envolveu 25 escritores dos mais importantes nomes da literatura brasileira, 14 atores e atrizes e cerca de 110 mil pessoas em mais de 400 palestras realizadas nas principais capitais e cidades brasileiras e no interior dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Entre suas ações também estão às oficinas literárias, doação de 19 mil livros, participação de atores e atrizes, além de novos talentos da escrita apadrinhados por grandes nomes.

Serviço:

Encontro de Gerações com Zuenir Ventura e Mauro Ventura - Evento gratuito

Dia: Quarta-feira, 24 de outubro

Local: Teatro Zaccaria Marques (Terminal Rodoviário)

Hora: 19h

 

Categoria: Muriaé
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