Cultura

Artista com vivências internacionais realiza exposição de pintura no Grande Hotel Muriahé

Publicado em 21/09/2018 às 17h16

Mostra organizada pela Prefeitura irá oferecer entretenimento e cultura para muriaeenses

O artista de vivências internacionais Anderson Augusto estará apresentando a obra “O Sagrado Cotidiano”, na galeria do Centro Cultural Grande Hotel Muriahé, a partir da próxima terça-feira (25), às 19h30. A mostra ficará exposta até 08 de novembro. A exposição faz parte do projeto “Circuito Cultural Grande Hotel Muriahé” desenvolvida pela Prefeitura, por meio da Fundarte e Energisa, e tem o objetivo de oferecer entretenimento e cultura para muriaeenses.

Anderson Augusto nasceu em Miradouro e logo veio morar em Muriaé. Os seus primeiros trabalhos foram realizados com tinta a óleo. Aos 15 anos, teve desenhos publicados na coleção "Revista da Historiografia Muriaeense". Em 1983, participou do curso de desenho e pintura na Escola Panamericana de Artes de São Paulo. Sua formação filosófica e teológica veio a refletir em sua obra e o artista realizou sua primeira exposição no Espaço Gregório de Matos Guerra. Período em que participou da execução da escultura “O trabalhador” de autoria de Sérgio Campos.

“Em 1990, passei a participar de intercâmbios de arte e conheci a organização de solidariedade italiana, Ca'Forneletti. Então, fui passar um período em Roma onde fiz painel comemorativo e peças publicitárias. Na Itália, fiz curso no Instituto Italiano de Arte Artigianato e também de Restauro. Conheci de perto a Academia de Verona e participei de várias exposições. Em 2016, criei o símbolo para o III Encontro Mundial do Papa Francisco com os Movimentos Sociais. Depois, voltei ao Brasil e desenvolvi cenários, painéis e artes sacras em capelas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná”, contou o artista.

O grande pintor internacional que estará fazendo exposição na galeria do Grande Hotel Muriahé, em setembro, também passou pela Venezuela (Caracas) onde fez parte do acervo do Salão dos Heróis do Povo, com a obra "Zumbi dos Palmares". Nos últimos anos, ele se dedica a ilustrações, pinturas e colabora com movimentos sociais e educativos. Dentro do período da mostra, Anderson Augusto oferecerá oficinas gratuitas de Mandalas da História, que serão realizadas nos dias 28 de setembro e 26 de outubro, a partir de 8h30. As inscrições serão feitas na Fundarte, durante os dias da exposição.

Serviço: Exposição “O Sagrado Cotidiano”

Inicio e abertura: 25 de setembro às 19h30

Término: 08 de novembro

Visitação: 8h às 16h30

Local: Centro Cultural Doutor Pio Canêdo, localizado no Grande Hotel Muriahé

 

Oficina de Mandalas da História

Dias: 28 de setembro e 26 de outubro

Horário: A partir das 8h30

Local: Grande Hotel Muriahé

Inscrição: Fundarte – Rua Avenida Constantino Pinto, 400 (ao lado do Terminal Rodoviário) – telefone: 3696 – 3395 (Wesley)

Categoria: Muriaé
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Próxima edição do “Circuito Meu Brasil Brasileiro” apresentará músicas dos Engenheiros do Hawaii sob interpretação da banda Seis Segundos

Publicado em 21/09/2018 às 15h58

Evento realizado pela Cristal Produções tem apoio da Prefeitura e almeja levar música de qualidade para muriaeenses

A segunda edição do evento “Circuito Meu Brasil Brasileiro” acontecerá no sábado (22), a partir das 19h, no Teatro Belmira Vilas Boas. Desta vez, a homenagem será a tradicional banda de rock, Engenheiros do Hawaii. A releitura será apresentada pelo grupo de Muriaé “Seis Segundos”, com participações especiais. A apresentação é realizada pela Cristal Produções e tem o apoio da Prefeitura e Fundarte. O evento almeja levar música de qualidade para os muriaeenses, aproveitando a oportunidade para homenagear os renomados artistas do cenário nacional.

A primeira edição foi em homenagem ao grande astro da música pop, Cazuza, e teve como intérprete o artista local, Guilherme Souza. O projeto cultural em sua totalidade possui como objetivo tornar acessível e preencher com novos significados o espaço do teatro, homenageando a uma série artistas nacionais de grande importância para a cultura do país, mas também para dar oportunidades e impulsionar o trabalho de músicos locais.

“Os Engenheiros foram a nossa iniciação musical. Foi ouvindo e tocando engenheiros que nos tornamos músicos. Quando éramos adolescentes, à noite, depois da escola, nos reuníamos para ouvir os discos deles. Nós nos comunicávamos usando trechos das músicas. Mais do que uma reverência como artistas, nós tínhamos uma relação sentimental com eles. Na hora de escolher um nome para a nossa banda não houve dúvida ou saída, escolhemos os “Seis Segundos”, dando atenção a canção “Para Entender””, disse o vocalista da banda intérprete, Felipe Chaves.

Os anos 80 foram considerados um dos períodos mais importantes para a formação do cenário musical do rock no Brasil. Os Engenheiros do Hawaii representaram uma das experiências inovadoras e criativas desta época. “As canções desta banda ocupam um lugar especial em nossas vidas. Foi um período muito rico do Brasil em termos musicais. As composições tinham letras lindíssimas. Precisamos relembrar isto sempre”, ressaltou a diretora da Fundarte, Flávia Neves. Nesta edição do “Circuito Meu Brasil Brasileiro” haverá participação especial dos músicos Guilherme Souza e Bruna Mazorque.

 

Categoria: Muriaé
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Museu do Amanhã realiza seminário para falar sobre passado, presente e futuro da Baía de Guanabara

Publicado em 18/09/2018 às 16h40

Evento que será realizado na próxima quarta (19) terá a participação dos especialistas David Zee, Fabio Scarano e Rodrigo Medeiros

Rio de Janeiro, setembro de 2018 – O Museu do Amanhã, gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), convida os especialistas David Zee, Fabio Scarano e Rodrigo Medeiros para falar sobre os processos históricos e prognósticos futuros para a Baía de Guanabara. O evento será realizado na próxima quarta (19/9), às 15h, no Observatório do Amanhã, dando sequência à série de debates do projeto Baías de Todos Nós.

Em formato de talk-show, o debate é inspirado em livro homônimo, lançado no fim de 2017. A publicação traça o cenário histórico de ocupação urbana do entorno da Baía de Guanabara, mapeia a situação atual e traça previsões para o futuro.

Desde 2016, o Museu do Amanhã vem debatendo os destinos da Baía de Guanabara, umas das principais baías do país, em cuja bacia hidrográfica vivem 8,6 milhões de pessoas. A deficiência no saneamento básico – apenas 30% dos esgotos domésticos são tratados hoje – é um dos principais flagelos ambientais desse importante ecossistema local, que abriga enorme biodiversidade marinha, como tubarões e raias.

Jornalistas interessados devem se credenciar pelo e-mail imprensa@museudoamanha.org.br.

Serviço:

 

"Baía da Guanabara: passado, presente e futuro"

Data: 19 de junho (quarta-feira)

Horário: a partir das 15h

Local: Museu do Amanhã (Auditório)

Endereço: Praça Mauá, nº 1, Centro – Rio de Janeiro

Categoria: Brasil, Geral
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Associação de Moradores do Planalto lança projeto “Biblioteca Itinerante"

Publicado em 18/09/2018 às 09h38

A Associação de Moradores do Planalto lançou uma campanha de arrecadação de livros como forma de incentivar a leitura para crianças e adultos do  bairro.

Segundo a Presidente da Associação, Viviane Almeida, o projeto, denominado de Biblioteca Itinerante, objetiva ampliar o acesso das crianças a livros e conteúdos diversos, além de desenvolver habilidades linguísticas  e auxiliar em seu processo de aprendizagem. O projeto tem apoio da prefeitura de Muriaé, através do Núcleo de Atendimento da Assistência Social.

Os pontos de arrecadação de doações são:

Mercearia do Gilson, no bairro Planalto;

NAAS (ao lado da Fundarte) – setor de Bolsa família;

Viviane (Presidente da Associação de Moradores do bairro Planalto).

Informações pelo telefone; (32) 98848 2921    

  

Categoria: Muriaé
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Corrida da Fogueira de Muriaé segue com inscrições abertas

Publicado em 14/09/2018 às 15h39
 
 
Competidores devem se inscrever até dia 19 de setembro; prova realizada pela Prefeitura vai reunir participantes de Muriaé e região
 
Continuam abertas as inscrições para a 62ª Corrida da Fogueira de Muriaé. Com premiação total de R$4.200, a tradicional prova acontece no dia 23 de setembro, com largada na Praça João Pinheiro para um percurso de 8km. O evento deve reunir competidores muriaeenses e também de toda a região.
 
As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 19, exclusivamente pela internet, no site "Corridão" (www.corridao.com.br). O participante deve se registrar no portal (ou acessar sua conta, caso já possua), buscar pelo evento e se cadastrar. Após o fim do processo, será necessário ainda efetuar o pagamento (por meio de boleto bancário ou cartão de crédito) para que a inscrição seja confirmada. Os 150 primeiros a confirmarem vão ganhar uma camiseta exclusiva da prova.
 
Premiação inclui dinheiro, troféus e medalhas
Tanto no masculino quanto no feminino, os vencedores das modalidades principais receberão troféu e premiação em dinheiro. Na categoria "Elite", os prêmios serão de R$450, R$400 e R$350 para os ocupantes do pódio; já na categoria "Atleta de Muriaé", primeiro, segundo e terceiro colocados vão faturar R$350, R$300 e R$250, respectivamente. Além disso, também serão conferidas medalhas para os vencedores das categorias divididas por faixa etária.
Categoria: Muriaé
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Igreja católica do bairro da Barra realiza IV encontro Fortes na Tribulação

Publicado em 13/09/2018 às 10h17

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no bairro da Barra, realiza nos dias 29 e 30 de setembro o IV encontro Fortes na Tribulação. O evento, é aberto e as inscrições podem ser feitas até dia 20 de setembro pelo site : http://bit.ly/FortesnaTribulacao

De acordo com os organizadores é o momento do cristão viver uma grande experiência com Deus.

Veja a programação abaixo:

Categoria: Muriaé
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Teatro Belmira Vilas Boas terá mostra de cinema nesta quinta-feira

Publicado em 12/09/2018 às 16h12

A Prefeitura de Muriaé e a Fundação de Cultura e Artes – Fundarte, realizarão nesta quinta-feira (13) uma mostra de cinema no Teatro  Belmira Vilas  Boas. Às 16 horas serão exibidos filmes de cineastas muriaenses contemporâneos e, às 19 horas, exibição de três filmes, Sapato Vermelho, a Tua presença e a estréia de Aviso Prévio, do ator e cineasta Euler Luz.

Categoria: Muriaé
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Milhares de pessoas assistem aos desfiles cívicos do Dia do Muriaeense e Independência do Brasil

Publicado em 10/09/2018 às 15h14

Eventos promovidos pela Prefeitura na Rua Coronel Domiciano celebraram datas e valorizaram tradições

Milhares de pessoas compareceram à Rua Coronel Domiciano, Centro, para assistir aos tradicionais desfiles cívicos em comemoração ao Dia do Muriaeense e à Independência do Brasil, que aconteceram, respectivamente, na última quinta e sexta-feira (6 e 7). Promovidos pela Prefeitura, os eventos tiveram o objetivo de celebrar as datas e valorizar as tradições.

No dia 6 (Dia do Muriaeense), a programação teve início com homenagens ao ex-prefeito Antônio Canêdo, que instituiu em 1958 o feriado que se tornou uma das principais datas comemorativas da cidade. A homenagem aconteceu no busto do ex-prefeito, localizado na Avenida Constantino Pinto, Centro. Em seguida, alunos e professores das escolas da rede pública municipal desfilaram sobre o tema “Formas de mudar o mundo - Juntos podemos mais”.

O Dia da Independência (7 de setembro) foi marcado pelo hasteamento das bandeiras do Brasil, Estado e de Muriaé no Paço Municipal e desfile, na Coronel Domiciano, de órgãos da segurança pública. Com o tema "Cidadania - Autores da própria história", neste dia também foram apresentados ao público os serviços oferecidos pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Fundarte.

 

Salto de paraquedistas proporciona espetáculo no céu de Muriaé

Ainda no dia 6, paraquedistas da equipe Os Cometas, pertencente ao Comando da Brigada de Infantaria Paraquedista do Rio de Janeiro, deram um show no céu de Muriaé. Centenas de pessoas assistiram ao salto dos militares no Ginásio Poliesportivo Rodrigo Flores de Abreu “Rodrigão”, na tarde de quinta-feira.

Promovida pela Prefeitura, em parceria com o Exército Brasileiro, a iniciativa inédita parabenizou os muriaeenses pela data. Houve ainda atrações para as crianças, como pula-pula e distribuição de pipoca, algodão-doce e picolé.

O prefeito parabeniza dos muriaeenses pelo seu dia, afirmando que “os dias 6 e 7 de setembro são expressivos e momentos especiais para nossa cidade e nosso povo”. 

Categoria: Muriaé
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Tragédia repetida: há 50 anos, fogo consumiu livros raros no Caraça

Publicado em 10/09/2018 às 08h13

O ano de 2018 será lembrado, no futuro, como aquele em que o país perdeu parte da sua memória em meio aos escombros do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Mas os brasileiros de agora têm como registro e lição para não esquecer os 50 anos de outro incêndio devastador para a educação e a cultura, que pôs fim a um dos primeiros colégios de Minas: o Caraça, cujas terras ficam entre Catas Altas e Santa Bárbara, na Região Central. Numa madrugada fria de 1968, o fogo destruiu quase por completo a escola e o seminário. Cerca de 15 mil livros, alguns deles raros, se transformaram em cinzas. Não houve vítimas.

As investigações mostraram que a origem das labaredas estava num fogareiro elétrico com 500ml de cola de couro de boi usada na recuperação dos livros. A substância transbordou e o fogo se propagou no primeiro andar, num ambiente propício, já que o interior era todo de madeira. No escuro, um ex-aluno que estava na enfermaria, dormindo – a porta desse serviço era em frente à encadernação – acordou assustado sentindo o forte cheiro de queimado e deu o alerta. A partir daí, os seminaristas, nos dormitórios do terceiro andar, foram retirados. Não houve feridos e se encerrou ali um capítulo na história da instituição.

O tempo passou e o Santuário do Caraça, chamado de “Porta do Céu” se tornou, junto da religiosidade que o marca, um grande centro turístico, ambiental e cultural de Minas – administrado pela Província Brasileira da Congregação da Missão, recebe milhares de visitantes do mundo inteiro. E quem estudou lá tem vivas as memórias de uma época. Nos próximos dias 28 e 29, como ocorre anualmente, um grupo de ex-alunos vai se reencontrar no local, viajando de trem, para falar dos tempos de estudante e da tragédia que atingiu o antigo colégio em 28 de maio de 1968. “Não podemos nos esquecer, até para que não ocorra mais em lugar nenhum. Ficou um sentimento de tristeza e preocupação com o patrimônio”, diz o presidente da Associação dos Ex-alunos dos Lazaristas e Amigos do Caraça (Aealac), Mariano Pereira Lopes, de 74 anos, que estudou no Caraça entre 1957 e 1962.

PERDAS Na edição de 29/5/1968, o assunto foi destaque no Estado de Minas: “O Colégio Caraça foi quase completamente destruído, ontem, por um incêndio que durou oito horas e deu prejuízos de quase dois bilhões de cruzeiros antigos. O fogo começou às 3 horas da madrugada e foi debelado com o concurso de 100 homens do Corpo de Bombeiros. Somente a coleção de livros da biblioteca do educandário, destruída pelas chamas, estava avaliada em mais de um bilhão de cruzeiros antigos. Outros danos foram provocados pela destruição dos laboratórios, dormitórios e salas de aula. Apenas a ala de residência dos padres, o refeitório e a igreja não foram atingidos”.

E mais: “O Corpo de Bombeiros utilizou seis viaturas de pequeno e grande portes para conter o incêndio. Não houve feridos, apesar de alunos e padres se encontrarem dormindo à hora em que se iniciou o sinistro. O grito de um aluno foi o sinal de alarme. No mesmo instante, padres e estudantes começaram a abandonar o interior do colégio, atirando roupas, livros, sapatos e dinheiro pelas janelas dos dormitórios, no terceiro andar. Era a corrida contra a morte. As escadas que conduzem ao térreo foram envolvidas pelas chamas e muitos alunos encontraram dificuldades para transpô-las. O fogo consumiu quase tudo, desde obras dos grandes escritores modernos até preciosidades literárias das línguas francesa, italiana e latina. Somente uma coleção em latim, uma das únicas ainda existentes no mundo, tinha seu valor calculado em mais de vinte milhões de cruzeiros antigos”.

O diretor do Caraça, padre Lauro Palú, que estudou lá entre 1953 e 1956, acredita que o bem mais precioso que se perdeu com o incêndio foi “o ambiente que havia, a meninada estar no meio do mato, vivendo intensamente feliz uma vida de estudos, oração, amadurecimento, descobrimento do mundo. Hoje não conseguiríamos de novo aquela riqueza de afetos, aquele conjunto de coisas cerimoniosas que nos levavam da infância, pela adolescência, a uma juventude aberta, a uma vida adulta cheia de saúde, de cultura, de desafios que vencíamos com naturalidade, com a simplicidade de quem sentia que estava preparado para a vida e suas tarefas”.

HISTÓRIA Chamado de Colégio Imperial, o Caraça, por onde passaram mais de 10 mil alunos, abriu como escola em 1820 e só fechou as portas para os alunos seminaristas em 1968. Quatro anos depois, embora sem deixar de ser uma casa religiosa, se transformou em pousada. 

Além do conjunto histórico, onde sobressai a igreja em estilo neogótico, há a parte ambiental. Integrante da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, o Caraça está na categoria de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), com 19 mil hectares. Na região, há muitas variedades de orquídeas e vivem centenas de espécies de pássaros e de dezenas de mamíferos, universo reconhecido pelos naturalistas que visitaram a região, no século 19, entre eles o francês Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853).

Conhecer o Caraça é também entrar num livro de história do Brasil. As páginas dos primórdios citam a carta-patente, datada de 24 de abril de 1766, na qual o fundador do local, o português Carlos Mendonça Távora, conhecido como Irmão Lourenço de Nossa Senhora – não há registro da data de nascimento, apenas de sua morte, em 1819 – recebe autorização do comissário geral da Terra Santa nos reinos de Portugal e suas conquistas, Frei Manoel de São Carlos, para pedir esmolas e arrecadar dinheiro para a Ordem de São Francisco. 

De acordo com as pesquisas, o Irmão Lourenço, tido e havido como um homem misterioso, pois sua identidade nunca foi esclarecida, chegou à região em 1763. Pertencente à família dos Távoras, nobre, ele teria escapado ao extermínio comandado pelo Marquês de Pombal, em Portugal, depois de um atentado ao rei dom José I. O certo é que, 11 anos depois, ele inaugurou uma pequena capela em estilo barroco, da qual restam dois altares, restaurados, nas laterais da igreja que se vê hoje – datada de 1883, a substituta é considerada a primeira neogótica do Brasil.

As terras do Caraça chegaram às mãos de dom João VI, que ficou no Brasil de 1808 a 1821, mediante testamento. Ao morrer, em 1819, Irmão Lourenço, que está enterrado dentro da igreja, sob o altar de Santo Antônio, legou a igreja e toda a área ao rei, desejando que ali fosse construída uma escola e que mantivesse o cunho religioso. Um ano depois, o monarca doou o conjunto à Congregação da Missão dos Padres Lazaristas, dando início à fase denominada Caraça português.

Eternização on-line

Um site criado na internet busca unir a população numa corrente para que o Museu Nacional do Brasil continue vivo, pelo menos em uma versão on-line. A página EternoMuseuNacional.com convida todos que algum dia visitaram o local a postar as próprias fotos e vídeos do acervo em seus perfis no Instagram, usando a hashtag #EternoMuseuNacional. O conteúdo será direcionado automaticamente para o site, onde os usuários poderão visualizar todo o material. Aos poucos, o site pretende acrescentar informações descritivas para cada peça postada.

Tesouro da natureza

Tombado desde 1955 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Caraça fabrica vinhos, tem biblioteca com25mil livros, entre eles o
Incunábulo, de 1489, e outro com anotações feitas a bico de pena por dom Pedro II, mantém as velhas catacumbas e se orgulha da tradicional visita noturna ao adrodo lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), sempre prontopara devorar pedaços de frango postos numa bandeja pelos padres vicentinos. A presença do lobo, sem dúvida, é atrativo para gente de todas as idades, principalmente para as crianças.

Fonte: www.em.com.br

Abaixo fotos de minha visita recente ao Santuário de Caraça:

Categoria: Muriaé
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Corrida da Fogueira de Muriaé está com inscrições abertas

Publicado em 05/09/2018 às 17h00
Marcado para 23 de setembro, evento promovido pela Prefeitura vai reunir competidores da região, incentivando esporte na cidade
 
Já estão abertas as inscrições para a 62ª Corrida da Fogueira de Muriaé. Com premiação total de R$4.200, a tradicional prova realizada pela Prefeitura acontece no dia 23 de setembro, com largada na Praça João Pinheiro para um percurso de 8km. A ideia é reunir competidores muriaeenses e também de toda a região, incentivando o esporte na cidade.
 
As inscrições devem ser feitas até dia 19, exclusivamente pela internet, no site “Corridão” (www.corridao.com.br). O participante deve se registrar no portal (ou acessar sua conta, caso já possua), buscar pelo evento e se cadastrar. Após o fim do processo, será necessário ainda efetuar o pagamento (por meio de boleto bancário ou cartão de crédito) para que a inscrição seja confirmada. Os 150 primeiros a confirmarem vão ganhar uma camiseta exclusiva da prova.
 
Premiação inclui dinheiro, troféus e medalhas
Tanto no masculino quanto no feminino, os vencedores das modalidades principais receberão troféu e premiação em dinheiro. Na categoria “Elite”, os prêmios serão de R$450, R$400 e R$350 para os ocupantes do pódio; já na categoria “Atleta de Muriaé”, primeiro, segundo e terceiro colocados vão faturar R$350, R$300 e R$250, respectivamente. Além disso, também serão conferidas medalhas para os vencedores das categorias divididas por faixa etária.
Categoria: Muriaé
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