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Canadá quer receber mais de 1 milhão de novos imigrantes nos próximos três anos

Publicado em 16/01/2019 às 10h11

Lembra quando você disse a si mesmo/a que queria se mudar para o Canadá? Bom, agora é um bom momento para começar a arrumar suas malas!

O Parlamento Canadense anunciou um plano para receber mais de um milhão de novos residentes permanentes nos próximos três anos. Isso é quase um por cento da população do país a cada ano. O Canadá recebeu mais de 286.000 residentes permanentes em 2018 e esse número pode chegar a 350.000 neste ano. E 360.000 em 2020. E 370.000 em 2021.

Muitos, muitos imigrantes, né?!

“Graças aos recém-chegados que recebemos ao longo de nossa história, o Canadá se tornou um país forte e vibrante de que todos gostamos”, disse Ahmed Hussen, ministro da Imigração, Refugiados e Cidadania do Canadá (IRCC).

Hussen, ele próprio um imigrante da Somália, disse que o afluxo ajudará a compensar o envelhecimento da população do Canadá e a taxa de natalidade em declínio, enquanto cresce sua força de trabalho. A postura amigável do Canadá em relação aos seus novos moradores contrasta com outras nações ocidentais, como os Estados Unidos, que estão adotando políticas de imigração mais restritivas.

O Canadá é especialmente dedicado a oferecer proteção a refugiados, desde imigrantes advindos de países em zonas de guerra (como a Síria) a perseguidos políticos. A Agência de Refugiados das Nações Unidas relatou níveis sem precedentes de refugiados em 2017, com o número de deslocados forçados chegando a 68,5 milhões de pessoas.

O IRCC, Departamento de Imigração, Refugiados e Cidadania prometeu US$ 5,6 milhões para apoiar iniciativas globais de reassentamento.

Fonte: CNN
Foto de capa: Reprodução / CTV News

Fonte: Razões para Acreditar

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Pesquisadores da UFMG preparam-se para escavar tumbas no Egito

Publicado em 31/10/2018 às 16h16

Missão na Necrópole de Luxor inclui iniciativas de caráter antropológico e cultural

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.

(Texto de Itamar Rigueira Jr.)

 

 

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.
(Texto de Itamar Rigueira Jr.)


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Luzia resistiu! Crânio foi resgatado do incêndio no Museu Nacional

Publicado em 20/10/2018 às 09h02

O crânio de Luzia, a mulher mais antiga do Brasil e das Américas, resistiu ao incêndio ao Museu Nacional no Rio de janeiro, no último dia 2 de setembro. Depois de atravessar 12 mil anos de história, o fóssil foi resgatado, mas em pedaços, pela equipe de especialistas da instituição.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela arqueóloga Claudia Rodrigues-Carvalho, funcionária do museu e supervisora dos trabalhos de buscas no antigo palácio imperial, localizado no parque municipal Quinta da Boa Vista. Os restos foram encontrados nos últimos dias e 80% deles já foram identificados.

“Nós retiramos 100% do material, mas sempre existe alguma transformação. Hoje conseguimos dizer 80% desse material foi possível identificar de imediato”, disse Rodrigues-Carvalho ao ElPaís.

O restante ainda está passando por um processo de limpeza e estabilização. Devido ao intenso calor, a cola que mantinha o crânio unido derreteu, deixando-o despedaçado e danificado. “Sempre tem algum tipo de perda, mas acredito que chegaremos a recuperar quase 100%”, acrescenta.

Os pedaços foram apresentados nesta sexta durante uma coletiva de imprensa no Rio.

Como

Rodrigues-Carvalho conta que o crânio se encontrava em uma caixa de metal dentro de um armário “em uma posição que era já planejada para qualquer situação de sinistro”. Foi o que acabou salvado Luzia, uma das peças mais importantes de um acervo de 20 milhões de itens. “Mas o material ósseo tem um limite de resistência e Luzia é mais frágil que o normal, mas todas as medidas acabaram garantindo uma possibilidade de restauração. A proteção não foi 100% eficaz, mas de certa forma ajudou”, afirma a antropóloga.

Os restos de Luzia ficarão guardados em um local seguro até que um laboratório seja disponibilizado, uma condição imprescindível para que os pesquisadores do Museu Nacional possam finalmente começar a restaurá-los. “Os fragmentos tiveram uma transformação, é impossível não ter. Mas estamos muito otimistas, porque a expectativa era de nem conseguiríamos recuperá-la”, explica Rodrigues-Carvalho. “Temos muito trabalho pela frente, mas que será recompensador”.

Com informações do ElPaís e G1

Fonte: Só Notícia Boa

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Artistas grafitam casas de madeira em favela de São Luís (MA)

Publicado em 16/10/2018 às 15h52

“É muito importante vocês estarem aqui, faz a gente lembrar que é gente também.”

As casas de madeira de moradores da favela da Alemanha, em São Luís, no Maranhão, erguidas sobre palafitas, ganharam cor e vida na última sexta-feira (12).

O projeto ‘Favelart’ reuniu dez grafiteiros e muralistas da capital maranhense para elevar a autoestima de moradores que vivem com tão pouco e rodeados por problemas, como a falta de saneamento básico, lazer, atividades culturais e a violência.

A iniciativa partiu de um morador da comunidade, o produtor cultural, MC e grafiteiro Carlos Over. Ele bateu de porta em porta pedindo autorização aos vizinhos para transformar suas casas em incríveis painéis artísticos ao ar livre.

Com a autorização cedida, era hora de reunir outros artistas que topassem participar da ação. Bastaram alguns posts nas redes sociais para que eles aparecessem e também pessoas dispostas a ajudar com a doação de tintas, mão de obra e alimentos para serem distribuídos aos moradores da comunidade durante o evento.

“Boa parte dos moradores reside em palafitas estabelecidas na maré, onde há pouco acesso à cultura, arte e lazer. Então, propus levar um pouco disso tudo para a comunidade”, conta Carlos em entrevista ao Razões para Acreditar.

Os moradores da Alemanha receberam muito bem os artistas e visitantes, esbanjando hospitalidade e gratidão. Em meio a tantos problemas, Carlos conta que era comum ouvir dos vizinhos frases como “Vocês precisam de alguma coisa?” e “Eu moro ali, ó, pode me procurar, tenho pouco, mas tudo o que eu tenho posso dividir com vocês”.

“Toda a ação foi baseada em uma construção mútua entre moradores e colaboradores. A ação teve um valor de mudança simbólica inestimável para a comunidade, trazendo aos moradores um ambiente mais agradável e uma autoestima maior em relação a sua comunidade e as suas moradias, como disse uma moradora: ‘É muito importante vocês estarem aqui, faz a gente lembrar que é gente também’”, afirma Carlos.

Fonte: razões para acreditar

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Museu do Amanhã realiza seminário para falar sobre passado, presente e futuro da Baía de Guanabara

Publicado em 18/09/2018 às 16h40

Evento que será realizado na próxima quarta (19) terá a participação dos especialistas David Zee, Fabio Scarano e Rodrigo Medeiros

Rio de Janeiro, setembro de 2018 – O Museu do Amanhã, gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), convida os especialistas David Zee, Fabio Scarano e Rodrigo Medeiros para falar sobre os processos históricos e prognósticos futuros para a Baía de Guanabara. O evento será realizado na próxima quarta (19/9), às 15h, no Observatório do Amanhã, dando sequência à série de debates do projeto Baías de Todos Nós.

Em formato de talk-show, o debate é inspirado em livro homônimo, lançado no fim de 2017. A publicação traça o cenário histórico de ocupação urbana do entorno da Baía de Guanabara, mapeia a situação atual e traça previsões para o futuro.

Desde 2016, o Museu do Amanhã vem debatendo os destinos da Baía de Guanabara, umas das principais baías do país, em cuja bacia hidrográfica vivem 8,6 milhões de pessoas. A deficiência no saneamento básico – apenas 30% dos esgotos domésticos são tratados hoje – é um dos principais flagelos ambientais desse importante ecossistema local, que abriga enorme biodiversidade marinha, como tubarões e raias.

Jornalistas interessados devem se credenciar pelo e-mail imprensa@museudoamanha.org.br.

Serviço:

 

"Baía da Guanabara: passado, presente e futuro"

Data: 19 de junho (quarta-feira)

Horário: a partir das 15h

Local: Museu do Amanhã (Auditório)

Endereço: Praça Mauá, nº 1, Centro – Rio de Janeiro

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Evento no Sul de Minas Gerais aborda inovação tecnológica e cultural em diversos segmentos

Publicado em 29/08/2018 às 16h31

Dentre os mais de 300 showcases, workshops e palestras, HackTown 2018 contará com debate sobre inovação que terá participação de empresas como a ValeCard

Entre os dias 6 e 9 de setembro acontece o HackTown 2018, inspirado no festival norte-americano South by Southwest (SXSW), com o objetivo de promover a inovação tecnológica e cultural por meio da reunião de pessoas com atuação em diferentes segmentos. Realizado em Santa Rita do Sapucaí, cidade do sul de Minas Gerais, o evento contará com mais de 300 palestras, workshops e showcases.

Dentre os temas que serão discutidos na ocasião está um debate sobre inovação e empreendedorismo no interior de Minas Gerais, que contará com a presença de porta-vozes de empresas de Uberlândia, Diamantina e Itabira, compartilhando o processo de construção de seus ecossistemas. A ValeCard, especializada em soluções para Recursos Humanos e Gestão de Frotas, é uma das organizações que falará sobre o assunto com sua Especialista em Inovação, Jeniffer Medeiros.

"O Brasil possui mais de 130 comunidades de startups formadas por meio de iniciativas de empreendedores em regiões que contam com universidades que oferecem cursos na área de tecnologia. Este cenário de inovação é muito favorável não só para a geração de empregos quanto para o desenvolvimento de empresas já estabelecidas no mercado", afirma Jeniffer, que também é CPO da Colmeia, comunidade de startups que fomenta educação empreendedora e inovação.

Com atividades espalhadas por diferentes partes da cidade – desde auditórios e teatros até bares e restaurantes –, o HackTown também contará com palestras de personalidades como a campeã de salto com vara, Fabiana Murer, e do VP de Operações do Nubank, Dennis Wang.

Para mais informações sobre o evento, acesse: http://hacktown.com.br/

Sobre a ValeCard
A ValeCard é uma instituição 100% nacional que está entre as maiores empresas de meios de pagamento eletrônicos do Brasil, a ValeCard oferece soluções completas e integradas para Gestão de Frotas, Benefícios e Financeira. Desde 1995 no mercado e atuando em todo o território nacional, a empresa está entre as três maiores empresas de gerenciamento de frotas do país e entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI. Com mais de 3 milhões de cartões emitidos pelo Brasil, a ValeCard conta com mais de 115 mil estabelecimentos credenciados. Para atender a demanda, possui 5 regionais e 12 filiais e mais de 1 mil funcionários entre diretos e indiretos.
http://www.valecard.com.br

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Sabia que hoje é comemorado o Dia do Canhoto?

Publicado em 13/08/2018 às 14h41

O Dia Mundial do Canhoto é comemorado anualmente em 13 de agosto.

A data surgiu no Reino Unido e foi criada com o intuito de conscientizar as pessoas sobre os desafios que um canhoto enfrenta em uma sociedade onde 90% da população é destra. Canhoto é a pessoa que escreve ou utiliza predominantemente a mão esquerda, enquanto que uma pessoa destra utiliza a mão direita para realizar a maioria das atividades corriqueiras, como escrever, por exemplo.

Pode não parecer, mas os canhotos já sofreram muito preconceito no passado e, ainda hoje, muitas culturas ainda discriminam as pessoas que utilizam a mão esquerda. Apenas 10% da população é canhota, ou seja, os utensílios e objetos construídos para facilitar o dia a dia das pessoas foram feitos predominantemente para pessoas que utilizam a mão direita, que são a maioria no mundo.

Nos últimos anos, os canhotos puderam comemorar muitas conquistas, com o surgimento de objetos, instrumentos e demais utensílios desenvolvidos exclusivamente para pessoas que utilizam a mão esquerda.

O Dia do Canhoto também serve para comemorar essas conquistas em um mundo quase que totalmente "direito".

Famosos que são canhotos

  • Albert Einstein: físico alemão que elaborou a famosa Teoria da Relatividade.
  • Ayrton Senna: tricampeão mundial brasileiro de Fórmula 1.
  • Bill Gates: dono da maior empresa de informática do planeta, a Microsoft, e um dos homens mais ricos do mundo.
  • Fidel Castro: líder revolucionário e estadista cubano.
  • Kurt Cobain: ídolo de toda uma geração, comandou a banda americana Nirvana nos anos 90.
  • Leonardo DaVinci: um dos mais completos e importantes artistas da história.
  • Ludwig Van Beethoven: compositor de obras famosas como a Nona Sinfonia.
  • Machado de Assis: escritor brasileiro e autor de obras icônicas como “Dom Casmurro”, fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras.
  • Mahatma Gandhi: líder nacionalista indiano.
  • Napoleão Bonaparte: imperador francês.
  • Paul McCartney: baixista dos Beatles.
  • Pelé: o atleta do século XX chutava com a direita, mas escreve com a esquerda.

Origem do Dia Mundial do Canhoto

O Dia do Canhoto foi celebrado pela primeira vez em 13 de agosto de 1976. Porém, esta data só foi oficializada na década de 1990, por iniciativa do clube britânico Left-Handers Day Club, que lutavam contra o preconceito que sofriam por serem canhotos.

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Tubarões: Os gigantes das telonas que nunca saem de moda

Publicado em 10/08/2018 às 16h20

 

 

Para quem está ansioso para assistir à "Megatubarão", que chegou aos cinemas nesta quinta-feira (09), relembrar alguns dos filmes de tubarão mais famosos de Hollywood é uma boa forma de preparar o emocional para os sustos que vêm pela frente.

Considerado o predador mais feroz dos oceanos, o Tubarão ocupa um lugar de destaque no imaginário das pessoas, que temem o encontro com ele e se divertem assistindo às representações desse gigante dos mares no cinema.

Se na vida real esse animal carnívoro que pode atingir até 6,5 metros de comprimento e pesar 3,4 toneladas já assusta muito, nos cinemas o pânico que ele causa vai para um outro patamar. Isso porque o fato desse animal com dentes de serra já ter o tamanho de um ônibus não é o bastante para os diretores. Os tubarões dos filmes ainda são extremamente agressivos, adoram morder pessoas e – pasmem – atacam até pelos ares.

Claro que não poderíamos deixar de começar essa lista com o clássico "Tubarão", de Steven Spielberg. Lançado em 1975, o longa mostra o desespero dos turistas quando um tubarão branco começa a atacar um resort na beira da praia. A responsabilidade de salvar a vida dos banhistas fica por conta de um xerife, um biólogo marinho e um marinheiro. Com efeitos especiais que o fizeram ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, "Tubarão" até hoje é lembrado pelo público de todas as idades (ou vai dizer que você nunca cantou a música do tubarão se aproximando?).

Outro grande filme é "Mar Aberto". O angustiante longa, em que um casal de mergulhadores fica perdido em alto mar completamente sozinho, tem menos de 80 minutos de duração, mas parece se arrastar por três horas. Se você já assistiu a esse filme, com certeza teve essa sensação. Se pretende assistir, se prepare para mais de uma hora de angústia e falta de ar. Ah, um bônus sobre esse filme: Com orçamento muito baixo, não seria possível fazer animatrons de tubarões realistas, ou investir em efeitos especiais de ponta. Então, por incrível que pareça, os tubarões eram todos de verdade e estavam de fato cercando os atores durante as cenas (eles foram separados obviamente por uma barreira submersa).

Agora vamos falar de um filme que de tão trash virou um sucesso mundial? O que você diria se fosse convidado para assistir no cinema uma história em que um furacão atinge os Estados Unidos e leva milhares de tubarões para o meio de Los Angeles, que está completamente alagada? E se o trailer desse filme tivesse imagens de tubarões literalmente voando em furacões e atacando as pessoas pelos ares? Você iria ao cinema?

Pois se a sua resposta for não, saiba que muita gente disse sim e transformou a saga "Sharknado" em uma gigante de bilheteria. E você não leu errado, não: é a SAGA "Sharknado". Hoje com 4 longas de sucesso lançados a distribuidora se prepara para apresentar ao mundo "Sharknado 5", que além de tubarões tem dinossauros prontos para apavorar todos os mocinhos, bandidos e figurantes em cena.

Se Sharknado levou os tubarões para dentro da cidade, "Águas Rasas" mostra o drama de uma surfista que precisa enfrentar um tubarão a meros 180m da praia. Nancy é uma jovem médica que decide surfar em uma praia isolada para lidar melhor com seus sentimentos e poder lidar com a perda recente da mãe. O que ela não imaginava é que essa busca por conforto se tornaria uma batalha pela vida. Atacada por um enorme tubarão, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água.

Para fechar essa lista, separamos "Homens de Coragem", de 2016. Semi baseado em uma história real da segunda guerra, o longa mostra o desespero da tripulação do navio USS Indianapolis, que é afundado por um submarino japonês em águas infestadas de tubarões. Com Nicolas Cages, que interpreta o capitão que coordena os 300 tripulantes em apuros, o longa promete grandes emoções.

Gostou de relembrar alguns dos filmes de tubarão mais famosos e interessantes da história? Então aproveite para revê-los (ou ver pela primeira vez algum que ainda não tenha visto)! Mas antes, dá uma passada na Rede Cinesystem e confere nas telonas as emoções de "Megatubarão"!

O longa conta a história da tripulação de um submarino que fica presa dentro da fossa mais profunda do Oceano Pacífico após ser atacada por uma criatura pré-histórica que se achava estar extinta: um tubarão de mais de 20 metros de comprimento, o Megalodon. Para salvá-los, é chamado um mergulhador especializado em resgates em água profundas que já encontrou com a criatura anteriormente.

Categoria: Brasil, Geral
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Jurassic World: Reino Ameaçado - Tecnologia a favor da pré-história

Publicado em 25/06/2018 às 12h11

25 anos depois do lançamento de Jurassic Park, veja o que mudou nas tecnologias de exibição e produção de um dos longas mais inovadores das últimas décadas

Vamos começar com uma verdade: dificilmente você encontrará uma pessoa que já passou dos 30 anos e que nunca tenha visto (e amado) Jurassic Park. O filme, que se tornou uma referência em efeitos especiais e arrastou multidões para os cinemas em 1993 faz parte do imaginário das pessoas e transcende gerações, sendo exibido de pais para filhos – e reprisado nas sessões da Tarde.

Não é de se espantar que "Jurassic World", quarto longa da saga - que foi lançado em 2015 com ares de remake - se tornou uma das estreias de maior bilheteria da história do cinema, arrecadando US$ 524 milhões no primeiro final de semana de exibição. Mesmo que as duas sequências anteriores, lançadas em 2000 e 2001, não tenham sido tão bem recebidas pelo público, a nova gama de tecnologias à mão e as salas de cinema completamente diferentes das disponíveis nos anos 90 e 2000 fez com que, novamente, milhões de pessoas saíssem de casa para ver, com muita expectativa, os dinos nas telonas.

Agora, com o lançamento de "Jurassic World: Reino Ameaçado" no último dia 21, 25 anos após o primeiro T-Rex ser visto nas telonas e público já mais acostumado com efeitos especiais de "encher os olhos", fica a pergunta dúvida: afinal, o que há de novo na nova versão?

Para começar, não tem como não falarmos dos dinossauros, não é? Em 1993, Spielberg revolucionou o cinema ao apresentar animais super-realistas. Eles eram, na verdade, bonecos mecânicos (técnica conhecida como animatrônica), daquele tamanho que vemos nas telas mesmo. Diz a lenda, inclusive, que durante a icônica cena em que o T-Rex quebra o vidro do teto do carro para tentar pegar as crianças, a ideia original era que ele apenas se aproximasse do veículo. Mas, o boneco gigante (e pesado) acabou batendo no tampo e derrubando o vidro em cima das crianças, que gritaram a plenos pulmões de medo - acredite! - real.

Agora uma curiosidade: por mais que pareça que eles estão o tempo todo nas cenas, em 127 minutos do primeiro filme, apenas em 15 aparecem os dinossauros. Desses 15, nove são imagens dos bonecos e seis são animações feitas por computação gráfica. Além disso, os velociraptors que aparecem em cenas chave do longa, são animadores vestindo trajes de borracha.

Já para "Jurassic World: Reino Ameaçado", os bonecos também foram produzidos, mas com uma quantidade de realismo impressionante! Mandíbulas e olhos se movem e o corpo deles imita até o movimento da respiração. Tanto realismo fez com que alguns atores comentassem, inclusive, que dava um certo nervosismo estar próximo dos dinos. Além disso, os animatrônicos são usados como base para que a computação gráfica possa ser muito mais real do era há duas décadas. Em diversas cenas de ação os atores fazem os movimentos que seriam dos dinossauros e são substituídos pelos animais digitalmente.

Boa parte do realismo do primeiro filme é atribuído também à profundidade sonora. Você sabia que os barulhos produzidos pelos dinossauros são sons de cães, vacas e até tartarugas copulando? Com técnica de desaceleração, os produtores conseguiram transformar esses sons da natureza em rugidos grandiosos. Mas não foi só isso que fez com que o som fosse tão especial. O que acontece é que Jurassic Park foi o primeiro filme a utilizar o sistema DTS (Digital Theater Systems), baseado em vários canais de áudio. O próprio Spielberg era um dos investidores do formato nos anos 90.

Atualmente, quem for assistir "Jurassic World" nos cinemas com Dolby Atmos®, o mais potente sistema de som do mercado, independentemente da poltrona em que estiver sentado, terá a mesma sensação de envolvimento com o filme – que já é muito maior do que a convencional. Isso acontece graças ao posicionamento mais apurado das caixas acústicas, de forma que elementos sonoros independentes possam se sobrepor aos canais de áudio tradicionais. Na Rede Cinesystem Cinemas, por exemplo, as salas Cinépic, mais tecnológicas da exibidora, possuem até 128 canais de áudio que são distribuídos por toda a sala, inclusive em meio à plateia. As caixas tornam mais fácil a simulação dos efeitos sonoros e ampliam as possibilidades dos produtores do filme. O som surge de todas as direções e parece preencher a sala de cinema por completo, com uma surpreendente clareza, riqueza, detalhe, profundidade e sensação de inserção.

Por fim, precisamos citar a clareza das imagens. Mesmo com todos os efeitos visuais de Jurassic Park, em 1993, a tecnologia de exibição disponível no mercado não era nem de perto parecida com a de hoje. Para se ter uma ideia, o primeiro complexo cinematográfico 100% digital do Brasil foi lançado apenas em 2011, pela Rede Cinesystem. Hoje em dia, todos os cinemas brasileiros já contam com 100% de digitalização e já existe o primeiro com 100% de projeção a laser, também lançado pela exibidora no Morumbi Town Shopping.

Se pensarmos que o público só teve a oportunidade de assistir a Jurassic Park em 3D no ano de 2013, quando uma versão comemorativa remasterizada foi lançada pela Universal, o salto tecnológico do mercado fica ainda mais evidente.

Quem quiser conferir de perto a nitidez, o grau de realidade e o "barulho" dos novos dinossauros, precisa correr para os cinemas e já garantir ingressos para "Jurassic World: Reino Ameaçado". O longa estreou no dia 21 de junho nas salas de todo o Brasil.

Confira a programação completa da Rede Cinesystem Cinemas: http://www.conteudoempresarial.com/release/jurassic-world-reino-ameacado-chega-a-rede-cinesystem/

 

SOBRE a Rede Cinesystem Cinemas

Quinta maior exibidora do País em número de salas, a Rede Cinesystem Cinemas foi criada em 2003 e opera atualmente 156 salas, distribuídas por 26 complexos em 10 estados: Pará, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Jovem, ousada e inovadora, entrega em cada um dos multiplex o que há de melhor em tecnologia e conforto, oferecendo assim uma experiência única para os clientes.

Levam a assinatura da Cinesystem o precursor e exclusivo projeto de autoatendimento e o primeiro complexo totalmente digital do País. É também da Rede o único cinema com 100% de projeção a laser da América Latina. O complexo, que fica no Morumbi Town Shopping, conta também com a "Melhor Sala da Cidade" e as "Melhores Poltronas da Cidade", de acordo com o ranking do jornal O Estado de São Paulo de 2018. A Cinesystem é ainda vencedora do Prêmio ED (Exibidoras/ Distribuidoras), iniciativa do Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo, nos anos de 2010, 2011, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017, em diversas categorias.

Mais de 8 milhões de espectadores escolhem todos os anos a Cinesystem e podem optar por ver seus filmes favoritos em um dos variados estilos de salas que a exibidora oferece, entre elas as salas convencionais, com tecnologia 3D, as VIPS, Premiuns ou na "CINÉPIC", modelo mais tecnológico da Rede, que conta com o sistema de som Dolby Atmos®, projeção digital com tecnologias 4K e HFR e telas gigantes até 150% maiores que as tradicionais, fazendo com que os clientes tenham a sensação de estarem "dentro" do filme. Graças ao som Dolby Atmos®presente na sala CINÉPIC do Morumbi Town Shopping, o cinema foi premiado por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, como "Melhor Sistema de Som de Cinema" pelo jornal Folha de São Paulo.

Na Cinesystem todos os públicos têm benefícios garantidos. Com pipoca ou milkshake, nas salas da exibidora paranaense fazer aniversário é sinônimo de "Festa no Cinema". O público conta também com descontos e vantagens especiais do "Clube da Pipoca", programa de relacionamento da Rede. Já os projetos "CinEmpresarial" e "CinEscola" proporcionam a estrutura ideal para eventos sociais, corporativos e pedagógicos. Outras informações, acesse: www.cinesystem.com.br

Categoria: Brasil, Geral
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Dançar faz bem para a saúde mental e física

Publicado em 20/06/2018 às 08h46

Kurotel – Centro Médico de Longevidade & Spa promove "Semana de Ritmos" para estimular a prática de atividade física com alegria

Dançar é uma ótima opção de atividade física. Além de divertida e socializadora, a prática é capaz de ajudar na perda calórica, diminuição dos níveis de estresse, aumento da sensação de bem-estar, além de contribuir para o condicionamento muscular, melhorar alongamento, flexibilidade, concentração e coordenação motora, entre outros benefícios ligados diretamente à atividade cerebral.

Aprender uma coreografia, decorar passos e sequências e se equilibrar entre um bailado e outro ao ritmo da música é extremamente benéfico para a memória. "É um exercício para o cérebro. Promove a melhora cardiorrespiratória, o aumento da circulação sanguínea, auxilia a manter a pressão arterial controlada e, o principal, libera endorfina. Por isso, é uma grande terapia", afirma Fernando Saraiva, professor de dinâmica corporal do Kurotel – Centro Médico de Longevidade 
& Spa de Gramado, no Rio Grande Sul, local que promoverá uma semana toda dedicada aos mais diversos ritmos. Entre os estilos a serem trabalhados estão samba, sertanejos, pop, bem como músicas regionais e hits do momento.

De 24 de junho a 01 de julho, os hóspedes do Kurotel poderão contar com uma programação diferenciada focada em dinâmicas corporais com base nas benesses que a consciência corporal rítmica traz para a saúde como um todo: física e mentalmente. "Quem dança trabalha sua socialização, combate a timidez, aumenta sua autoestima e a disposição para enfrentar as dificuldades do dia a dia. É um exercício que interliga mente e corpo", conta o professor que, há 20 anos, realiza este trabalho no Kurotel e destaca o papel fundamental da dança na melhora da postura (por conta do trabalho que faz nos membros inferiores) e na luta contra a depressão.

SOBRE O KUROTEL - Com 36 anos, o Kurotel - Centro Médico de Longevidade e Spa de Gramado (RS) engloba um variado portfólio de serviços focados na promoção da saúde e do bem-estar, estimulando as pessoas a se comprometerem com um estilo de vida mais saudável, longevo e sustentável. Membro do Healing Hotels of the World, eleito como "Melhor Centro Médico das Américas" por três anos consecutivos pelo World Luxury Spa Award e acreditado pela Wellness for Cancer como um dos mais completos centros de tratamento pós-câncer na área de spas. Possui 10 programas com atividades focadas na promoção do emagrecimento, melhora do condicionamento físico, da memória, do controle de estresse & ansiedade, entre outros, com duração que varia de 4 a 7 dias. Também oferece a possibilidade de hospedagem personalizada e Day Spa.

Categoria: Geral
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