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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Brasil Criativo

Publicado em 26/07/2019 às 08h40


Em sua terceira edição, seu propósito é incentivar e valorizar empreendedores criativos.

Consolidado como a Premiação Oficial da Economia Criativa no país, o Prêmio Brasil Criativo está em sua terceira edição! A iniciativa visa destacar e valorizar as grandes ações inovadoras de empreendedores e projetos brasileiros. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até o dia 25 de agosto pelo site.

Podem ser inscrever pessoas físicas e jurídicas de todo o país que promovam soluções inovadoras nas indústrias relacionadas à economia criativa.

O Prêmio Brasil Criativo é a premiação oficial da economia criativa no país, tendo recebido a chancela do Ministério da Cultura (2014) e o apoio institucional da Unesco (2016).

“Garantir o reconhecimento e a visibilidade para quem trabalha pelo desenvolvimento econômico sustentável e inovador do Brasil é o mínimo que devemos fazer para mostrar que o futuro do Brasil está sendo garantido por uma nova geração de empreendedores”, afirmou Lucas Foster, empresário e idealizador do prêmio.

ucas é considerado um dos principais nomes da economia criativa do país e criador do Dia Mundial da Criatividade. A realização é do LabCriativo, empresa brasileira que conecta educadores e projetos com foco em criatividade e inovação.

Fruto de uma iniciativa do LabCriativo, apresentado pela 3M, com patrocínio do Mercado Livre, o evento de premiação acontecerá em novembro deste ano, na Pixel Show. Ao todo serão premiados projetos de 12 categorias que tragam a economia criativa em seu DNA. Na sequência, será feita uma produção audiovisual sobre a história dos 12 vencedores. Para saber mais, acesse o site.

Fonte: Jéssica Souza (Razões para Acreditar)

 

Categoria: Brasil, Geral
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Zé Neto e Cristiano doam cachê de show para Hospital de Base

Publicado em 23/07/2019 às 09h41

A gratidão e a generosidade da dupla Zé Neto e Cristiano emocionaram a multidão que acompanhou a  23ª edição do Rio Preto Country Bulls, que terminou neste domingo, 21.

Os cantores sertanejos doaram todo o cachê do show para o Hospital de Base de Rio Preto, no interior de São Paulo. Cristiano contou que o pai dele teve um ataque cardíaco e foi tratado no HB. 

“Eu era criança quando meu pai sofreu um infarto e foi atendido no Hospital de Base, pelo SUS. Hoje, mesmo com plano de saúde, ele continua o tratamento no HB. Se hoje somos referência na área da
saúde, isso é fruto do trabalho e da dedicação de todos os colaboradores do hospital. Por isso, decidimos doar o cachê do nosso show para que o hospital continue fazendo esse trabalho tão bonito e
fundamental pelas pessoas”, disse o cantor durante a apresentação.

Doações

O Rio Preto Country Bulls foi sucesso de público. Alcançou a marca de R$ 500 mil em doações para o Hospital de Base (HB) de Rio Preto. O valor do cachê doado pela dupla não foi divulgado.

Além da ampliação da ala de emergência, a instituição usará o dinheiro para adquirir uma incubadora de última geração, a Giraffe Incubator Carestation, que possui inúmeras funcionalidades, entre elas,
a de proporcionar ambiente neonatal para o bebê.

O aparelho será instalado no Hospital da Criança e Maternidade (HCM).

“Com essas doações, vamos conseguir dar mais qualidade ao atendimento no HCM e ainda retirar as pessoas dos corredores da emergência do HB. A ampliação vai beneficiar de 80 a 100 pacientes por dia, que, atualmente, acabam ficando no corredor por falta de leitos”, diz Amália Sabbag, diretora administrativa do Hospital de Base.

“Faço questão de todos os anos promover a solidariedade. É gratificante pode ajudar às pessoas. Esse ano o
público e os patrocinadores superaram nossas expectativa”, disse Paulo Emílio Marques, organizador do Rio Preto Country Bulls.

A página RioPretoDepressão registrou o momento do agradecimento de Cristiano e postou no Instagram.:

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

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Muriaeenses apresentam cantigas de capoeira em festival em BH

Publicado em 16/05/2019 às 09h02

Crianças e adolescentes do Serviço de Convivência tiveram contato com mestres capoeiristas renomados no país

Crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), oferecido pela Prefeitura nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade, apresentaram músicas no Festival Zumbido – Cantigas de Capoeira. O evento foi realizado nos dias 10 e 11 deste mês, respectivamente na Fundação Internacional Capoeira Artes das Gerais (FICAG) e Centro de Referência da Juventude (CRJ), em Belo Horizonte.

Nesses dois dias, eles tiveram contato e aprenderam mais sobre a capoeira com professores e mestres renomados no cenário nacional. No dia 10, a programação incluiu lançamento de livro e de dois CDs de cantigas de capoeira, além de roda de conversa com os mestres Boa Voz e Museu, conhecidos no segmento. Boa Voz e Museu relataram sobre a importância da musicalidade, ritmo, harmonia e o resgate cultural através da música na capoeira.

Já no dia seguinte, as crianças e os adolescentes apresentaram oito cantigas. As músicas são resultado do trabalho realizado desde fevereiro nas oficinas do SCFV nos CRAS, cujo objetivo foi desenvolver a leitura, redação e composição de canções, ensinar o contexto desta arte marcial na inclusão social, além de reforçar a importância dos grandes mestres capoeiristas. Além disso, participaram também de uma roda de rua na Praça da Estação, ao lado do Centro de Referência da Juventude.

O facilitador de oficinas de capoeira dos CRAS, formando Paulo Sérgio Guimarães, o Babinha, ressalta a importância desta experiência para seus alunos. “A participação nestes eventos permitiu a troca de experiências e conhecimento aprofundado dos fundamentos da capoeira. Eles também puderam jogar capoeira com grandes professores e mestres do cenário nacional”, conta.

 

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Circo alemão substitui animais por hologramas: sem crueldade

Publicado em 09/04/2019 às 09h09

O Circo alemão ‘Roncalli’ decidiu trocar animais de verdade por hologramas, imagens digitais que parecem reais e são exibidas durante os shows. O espetáculo combina o show de trapézio dos palhaços com um arsenal de animais holográficos de todo o mundo. Eles investiram 500 mil euros, cerca de 2 milhões de reais, na técnica holográfica.

O Roncalli optou por 11 projetores a laser Optoma ZU850, lentes BX-CTA03 estrategicamente localizadas em uma tenda de 32 metros, o resultado é fantástico.

Os animais que são recriados podem ser vistos a 360 graus, então ninguém fica sem vê-los. Peixe voador, cavalos galopantes, elefantes podem ser vistos nesta proposta inovadora que promete revolucionar a indústria do circo como a conhecemos.

Como

Os elefantes são projetados na direção da multidão e, em seguida, um peixe laranja brilhante nada na areia. Graças à nova tecnologia, os circos podem deixar de mostrar animais vivos que tinha uma vida de estresse e abandono. “A maioria dos números já seria tocada por artistas e palhaços de qualquer maneira. O foco do Circo Roncalli está nos números poéticos e acrobáticos, disse o diretor do circo, Peter Hajek.

Com o maior conhecimento público sobre as crueldades que os animais sofrem por trás da vida do circo, muitos governos estão proibindo o uso de animais, o que poderia significar que esses espetáculos holográficos seriam o circo do futuro.

Pioneiro

E o Circus Roncalli é pioneiro neste quesito. “Felizmente, o público está visitando mais e mais shows onde os artistas podem escolher se apresentar, em vez de serem forçados a agir”, disse Jan Creamer, presidente da Animal Defenders International, ao The Dodo.

“Este é o futuro do circo: uma performance que todos podem desfrutar e para a qual seres inteligentes e sensíveis podem se fazer representados.”

Com informações do Nation

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Fonte: Só Notícia Boa

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Canadá quer receber mais de 1 milhão de novos imigrantes nos próximos três anos

Publicado em 16/01/2019 às 10h11

Lembra quando você disse a si mesmo/a que queria se mudar para o Canadá? Bom, agora é um bom momento para começar a arrumar suas malas!

O Parlamento Canadense anunciou um plano para receber mais de um milhão de novos residentes permanentes nos próximos três anos. Isso é quase um por cento da população do país a cada ano. O Canadá recebeu mais de 286.000 residentes permanentes em 2018 e esse número pode chegar a 350.000 neste ano. E 360.000 em 2020. E 370.000 em 2021.

Muitos, muitos imigrantes, né?!

“Graças aos recém-chegados que recebemos ao longo de nossa história, o Canadá se tornou um país forte e vibrante de que todos gostamos”, disse Ahmed Hussen, ministro da Imigração, Refugiados e Cidadania do Canadá (IRCC).

Hussen, ele próprio um imigrante da Somália, disse que o afluxo ajudará a compensar o envelhecimento da população do Canadá e a taxa de natalidade em declínio, enquanto cresce sua força de trabalho. A postura amigável do Canadá em relação aos seus novos moradores contrasta com outras nações ocidentais, como os Estados Unidos, que estão adotando políticas de imigração mais restritivas.

O Canadá é especialmente dedicado a oferecer proteção a refugiados, desde imigrantes advindos de países em zonas de guerra (como a Síria) a perseguidos políticos. A Agência de Refugiados das Nações Unidas relatou níveis sem precedentes de refugiados em 2017, com o número de deslocados forçados chegando a 68,5 milhões de pessoas.

O IRCC, Departamento de Imigração, Refugiados e Cidadania prometeu US$ 5,6 milhões para apoiar iniciativas globais de reassentamento.

Fonte: CNN
Foto de capa: Reprodução / CTV News

Fonte: Razões para Acreditar

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Pesquisadores da UFMG preparam-se para escavar tumbas no Egito

Publicado em 31/10/2018 às 16h16

Missão na Necrópole de Luxor inclui iniciativas de caráter antropológico e cultural

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.

(Texto de Itamar Rigueira Jr.)

 

 

Durante 50 dias, a partir de 10 de janeiro de 2019, equipe de projeto coordenado na UFMG trabalhará na primeira fase das escavações da Tumba Tebana 123 (TT 123), na Necrópole de Luxor, no Egito. Os arqueólogos vão explorar a sala anexa à câmara funerária, que tem cerca de 12 metros quadrados e pé direito de 5 metros. A sala será usada para acondicionamento e análise de material, que não pode deixar a Necrópole.

A expectativa dos pesquisadores é muito positiva: um primeiro esforço de limpeza da tumba revelou pedaços de sarcófagos e múmias e uma estátua que indica grande probabilidade de que a TT 123 esteja bem preservada. 

O projeto de escavação, restauração e conservação das Tumbas Tebanas 123 e 368, na margem oeste do Nilo – chamado de Projeto Amenenhet, em referência ao proprietário da TT 123 –, integra o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape, na sigla em inglês), criado em 2015 na Universidade Federal de Sergipe. No ano seguinte, o projeto foi aprovado pelo Ministério das Antiguidades egípcio e, no ano passado, foi trazido para a UFMG pelo professor José Roberto Pellini, que passou a integrar o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Fafich.

“Trata-se de tumbas ainda inéditas e de grande potencial arqueológico. Já encontramos relevos e inscrições de boa qualidade e cenas raras ou mesmo inéditas”, explica o coordenador, que trabalha com arqueólogos egípcios e pesquisadores da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina. As múmias serão estudadas por antropólogas forenses da Corte de Haia.

Tumba clássica
A Tumba Tebana 123 é de Amenenhet, sacerdote que ocupava diversos cargos, entre os quais o de contador de pães, que eram distribuídos como parte dos salários no Egito Antigo. O nobre serviu ao faraó Thutmosis III, da 18ª Dinastia, por volta de 1800 antes de Cristo. Em formato de T, a tumba tem 25 x 3 metros de frente e um corredor principal de 50 x 3 metros. Segundo José Roberto Pellini, trata-se de uma tumba clássica da 18ª Dinastia, que tem a estátua do morto no final do corredor e salas que reúnem seus bens.

Na segunda etapa de escavações, em 2020, os arqueólogos vão explorar a câmara funerária. “Não temos ideia do que vamos encontrar, não há como saber ainda se ela está intacta ou foi usurpada”, diz o coordenador. A tumba conta com dois poços funerários, um no interior e o outro na parte externa. “Ainda não mexemos nesse segundo poço, que pode ser um ambiente de consagração”, supõe o arqueólogo.

Quanto à TT 368 – que abriga Amenhotep, chamado Huy, superintendente do ateliê de escultura do faraó –, seu estilo e decoração sugerem que tenha sido construída na época de Ramsés II, na 19ª Dinastia. Ela parece ter um quarto da área de TT 123, com a qual se conecta, e corre risco de ruir, razão pela qual só poderá ser escavada depois de passar por serviços de estabilização da estrutura. “O retorno esperado da 368 é diferente, porque há indícios de que ela foi habitada no século 16”, salienta Pellini. 

Narrativas alternativas
José Roberto Pellini é, segundo ele próprio, um dos poucos egiptólogos a denunciar e questionar a retirada da população local em nome do turismo e da valorização exclusiva do Egito faraônico. Essa preocupação é uma das inspirações para a vertente antropológica do Projeto Amenenhet, que conta com a participação dos pesquisadores de Córdoba e do antropólogo Rogério do Pateo, da UFMG. Essa parte do projeto, que já gerou artigos e apresentações em congressos internacionais, aborda o misticismo islâmico moderno e o uso dos sítios arqueológicos em práticas consideradas não ortodoxas da religião muçulmana, como a visita às tumbas e outros locais em busca de bênçãos. As pesquisas também tratam de crenças relacionadas à presença de espíritos e entidades nos sítios e do uso de alucinógenos, no passado e no presente.

Ainda como forma de interação com as comunidades de Luxor, o Projeto Amenenhet trabalha no desenvolvimento de narrativas alternativas ao discurso acadêmico. “Queremos explorar novos modos de formar e disseminar o conhecimento. Artistas de diversas partes do Egito têm sido convidados a interpretar as tumbas e a paisagem do entorno, por meio de música, pintura e performances”, explica José Roberto Pellini. Também estão sendo produzidos vídeos em 360 graus que servirão não apenas aos pesquisadores impedidos, por ora, de compor a equipe de campo, mas também à divulgação para o público em geral. Segundo o coordenador, a utilização de realidade virtual é inédita em projetos do gênero.

O projeto arqueológico coordenado pela UFMG – que já conta com apoio logístico e institucional da Administração Central e pleiteia recursos da Fapemig e do CNPq – constitui a primeira missão brasileira no Egito. “O Bape e o Projeto Amenenhet demonstram a maturidade e a qualidade teórica e metodológica da arqueologia brasileira, que começa a se destacar em ambiente dominado há séculos por nações hegemônicas”, afirma José Roberto Pellini. Outras informações estão na página do Bape no Facebook.
(Texto de Itamar Rigueira Jr.)


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Categoria: Geral, Minas Gerais
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Luzia resistiu! Crânio foi resgatado do incêndio no Museu Nacional

Publicado em 20/10/2018 às 09h02

O crânio de Luzia, a mulher mais antiga do Brasil e das Américas, resistiu ao incêndio ao Museu Nacional no Rio de janeiro, no último dia 2 de setembro. Depois de atravessar 12 mil anos de história, o fóssil foi resgatado, mas em pedaços, pela equipe de especialistas da instituição.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela arqueóloga Claudia Rodrigues-Carvalho, funcionária do museu e supervisora dos trabalhos de buscas no antigo palácio imperial, localizado no parque municipal Quinta da Boa Vista. Os restos foram encontrados nos últimos dias e 80% deles já foram identificados.

“Nós retiramos 100% do material, mas sempre existe alguma transformação. Hoje conseguimos dizer 80% desse material foi possível identificar de imediato”, disse Rodrigues-Carvalho ao ElPaís.

O restante ainda está passando por um processo de limpeza e estabilização. Devido ao intenso calor, a cola que mantinha o crânio unido derreteu, deixando-o despedaçado e danificado. “Sempre tem algum tipo de perda, mas acredito que chegaremos a recuperar quase 100%”, acrescenta.

Os pedaços foram apresentados nesta sexta durante uma coletiva de imprensa no Rio.

Como

Rodrigues-Carvalho conta que o crânio se encontrava em uma caixa de metal dentro de um armário “em uma posição que era já planejada para qualquer situação de sinistro”. Foi o que acabou salvado Luzia, uma das peças mais importantes de um acervo de 20 milhões de itens. “Mas o material ósseo tem um limite de resistência e Luzia é mais frágil que o normal, mas todas as medidas acabaram garantindo uma possibilidade de restauração. A proteção não foi 100% eficaz, mas de certa forma ajudou”, afirma a antropóloga.

Os restos de Luzia ficarão guardados em um local seguro até que um laboratório seja disponibilizado, uma condição imprescindível para que os pesquisadores do Museu Nacional possam finalmente começar a restaurá-los. “Os fragmentos tiveram uma transformação, é impossível não ter. Mas estamos muito otimistas, porque a expectativa era de nem conseguiríamos recuperá-la”, explica Rodrigues-Carvalho. “Temos muito trabalho pela frente, mas que será recompensador”.

Com informações do ElPaís e G1

Fonte: Só Notícia Boa

Categoria: Brasil, Geral
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Artistas grafitam casas de madeira em favela de São Luís (MA)

Publicado em 16/10/2018 às 15h52

“É muito importante vocês estarem aqui, faz a gente lembrar que é gente também.”

As casas de madeira de moradores da favela da Alemanha, em São Luís, no Maranhão, erguidas sobre palafitas, ganharam cor e vida na última sexta-feira (12).

O projeto ‘Favelart’ reuniu dez grafiteiros e muralistas da capital maranhense para elevar a autoestima de moradores que vivem com tão pouco e rodeados por problemas, como a falta de saneamento básico, lazer, atividades culturais e a violência.

A iniciativa partiu de um morador da comunidade, o produtor cultural, MC e grafiteiro Carlos Over. Ele bateu de porta em porta pedindo autorização aos vizinhos para transformar suas casas em incríveis painéis artísticos ao ar livre.

Com a autorização cedida, era hora de reunir outros artistas que topassem participar da ação. Bastaram alguns posts nas redes sociais para que eles aparecessem e também pessoas dispostas a ajudar com a doação de tintas, mão de obra e alimentos para serem distribuídos aos moradores da comunidade durante o evento.

“Boa parte dos moradores reside em palafitas estabelecidas na maré, onde há pouco acesso à cultura, arte e lazer. Então, propus levar um pouco disso tudo para a comunidade”, conta Carlos em entrevista ao Razões para Acreditar.

Os moradores da Alemanha receberam muito bem os artistas e visitantes, esbanjando hospitalidade e gratidão. Em meio a tantos problemas, Carlos conta que era comum ouvir dos vizinhos frases como “Vocês precisam de alguma coisa?” e “Eu moro ali, ó, pode me procurar, tenho pouco, mas tudo o que eu tenho posso dividir com vocês”.

“Toda a ação foi baseada em uma construção mútua entre moradores e colaboradores. A ação teve um valor de mudança simbólica inestimável para a comunidade, trazendo aos moradores um ambiente mais agradável e uma autoestima maior em relação a sua comunidade e as suas moradias, como disse uma moradora: ‘É muito importante vocês estarem aqui, faz a gente lembrar que é gente também’”, afirma Carlos.

Fonte: razões para acreditar

Categoria: Brasil, Geral
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Museu do Amanhã realiza seminário para falar sobre passado, presente e futuro da Baía de Guanabara

Publicado em 18/09/2018 às 16h40

Evento que será realizado na próxima quarta (19) terá a participação dos especialistas David Zee, Fabio Scarano e Rodrigo Medeiros

Rio de Janeiro, setembro de 2018 – O Museu do Amanhã, gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), convida os especialistas David Zee, Fabio Scarano e Rodrigo Medeiros para falar sobre os processos históricos e prognósticos futuros para a Baía de Guanabara. O evento será realizado na próxima quarta (19/9), às 15h, no Observatório do Amanhã, dando sequência à série de debates do projeto Baías de Todos Nós.

Em formato de talk-show, o debate é inspirado em livro homônimo, lançado no fim de 2017. A publicação traça o cenário histórico de ocupação urbana do entorno da Baía de Guanabara, mapeia a situação atual e traça previsões para o futuro.

Desde 2016, o Museu do Amanhã vem debatendo os destinos da Baía de Guanabara, umas das principais baías do país, em cuja bacia hidrográfica vivem 8,6 milhões de pessoas. A deficiência no saneamento básico – apenas 30% dos esgotos domésticos são tratados hoje – é um dos principais flagelos ambientais desse importante ecossistema local, que abriga enorme biodiversidade marinha, como tubarões e raias.

Jornalistas interessados devem se credenciar pelo e-mail imprensa@museudoamanha.org.br.

Serviço:

 

"Baía da Guanabara: passado, presente e futuro"

Data: 19 de junho (quarta-feira)

Horário: a partir das 15h

Local: Museu do Amanhã (Auditório)

Endereço: Praça Mauá, nº 1, Centro – Rio de Janeiro

Categoria: Brasil, Geral
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Evento no Sul de Minas Gerais aborda inovação tecnológica e cultural em diversos segmentos

Publicado em 29/08/2018 às 16h31

Dentre os mais de 300 showcases, workshops e palestras, HackTown 2018 contará com debate sobre inovação que terá participação de empresas como a ValeCard

Entre os dias 6 e 9 de setembro acontece o HackTown 2018, inspirado no festival norte-americano South by Southwest (SXSW), com o objetivo de promover a inovação tecnológica e cultural por meio da reunião de pessoas com atuação em diferentes segmentos. Realizado em Santa Rita do Sapucaí, cidade do sul de Minas Gerais, o evento contará com mais de 300 palestras, workshops e showcases.

Dentre os temas que serão discutidos na ocasião está um debate sobre inovação e empreendedorismo no interior de Minas Gerais, que contará com a presença de porta-vozes de empresas de Uberlândia, Diamantina e Itabira, compartilhando o processo de construção de seus ecossistemas. A ValeCard, especializada em soluções para Recursos Humanos e Gestão de Frotas, é uma das organizações que falará sobre o assunto com sua Especialista em Inovação, Jeniffer Medeiros.

"O Brasil possui mais de 130 comunidades de startups formadas por meio de iniciativas de empreendedores em regiões que contam com universidades que oferecem cursos na área de tecnologia. Este cenário de inovação é muito favorável não só para a geração de empregos quanto para o desenvolvimento de empresas já estabelecidas no mercado", afirma Jeniffer, que também é CPO da Colmeia, comunidade de startups que fomenta educação empreendedora e inovação.

Com atividades espalhadas por diferentes partes da cidade – desde auditórios e teatros até bares e restaurantes –, o HackTown também contará com palestras de personalidades como a campeã de salto com vara, Fabiana Murer, e do VP de Operações do Nubank, Dennis Wang.

Para mais informações sobre o evento, acesse: http://hacktown.com.br/

Sobre a ValeCard
A ValeCard é uma instituição 100% nacional que está entre as maiores empresas de meios de pagamento eletrônicos do Brasil, a ValeCard oferece soluções completas e integradas para Gestão de Frotas, Benefícios e Financeira. Desde 1995 no mercado e atuando em todo o território nacional, a empresa está entre as três maiores empresas de gerenciamento de frotas do país e entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI. Com mais de 3 milhões de cartões emitidos pelo Brasil, a ValeCard conta com mais de 115 mil estabelecimentos credenciados. Para atender a demanda, possui 5 regionais e 12 filiais e mais de 1 mil funcionários entre diretos e indiretos.
http://www.valecard.com.br

Categoria: Geral, Minas Gerais
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