Dicas

Queniano é eleito melhor professor do mundo: doa 80% do salário para pobres

Publicado em 25/03/2019 às 10h05

E o melhor professor do mundo é um queniano que doa 80% de seu salário para os pobres na remota aldeia de Pwani, no Quênia.

O frade francisco e professor Peter Tabichi ganhou um milhão de dólares neste domingo, 24, e na escola em que ele dá aulas, existe apenas um computador e acesso à internet de má qualidade.

Tabichi ensina ciência para estudantes do ensino médio na aldeia semi-árida de Pwani, onde quase um terço das crianças são órfãs ou têm apenas um dos pais.

A entrega do anual Global Teacher Prize foi no Atlantis Hotel, em Dubai, em uma cerimônia apresentada pelo ator Hugh Jackman.

Tabichi que recebeu o prêmio com a túnica franciscana, disse que o mais distante que ele viajou antes disso foi para Uganda.  A  ida para Dubai marcou sua primeira vez em um avião.

“Eu me sinto ótimo. Eu não posso acreditar. Eu me sinto muito feliz por estar entre os melhores professores do mundo, sendo o melhor do mundo”, disse ele à Associated Press após sua vitória.

O queniano superou outros nove candidatos, dentre eles a professora brasileira Débora Garofalo, que ensina robótica na Escola Ary Parreiras, na periferia de São Paulo.

Outro brasileiro, o pernambucano Jayse Ferreira, também figurou na lista dos 50 melhores professores do mundo.

 

Prêmio para escola

Ele disse que a escola não tem biblioteca nem laboratório. Ele planeja usar o milhão de dólares de sua vitória para melhorar a escola e alimentar os pobres.

Apesar dos obstáculos que os alunos de Tabichi enfrentam, ele é creditado por ajudar muitos a permanecer na escola, qualificar para competições internacionais em ciência e engenharia e ir para a faculdade.

“Sempre que eu reflito sobre os desafios que eles enfrentam, eu derramo lágrimas”, disse ele sobre seus alunos, acrescentando que sua vitória vai ajudar a dar-lhes confiança.

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, disse em um comunicado que a história de Tabichi “é a história da África e esperança para as gerações futuras”.

Como membro da irmandade católica romana, Tabichi usava uma túnica marrom até o chão para receber o prêmio apresentado pelo príncipe herdeiro de Dubai Sheikh Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum.

O prémio é distribuído pela Fundação Varkey, cujo fundador, Sunny Varkey, criou a empresa GEMS Education, com fins lucrativos, que administra 55 escolas no Emirados Árabes Unidos, Egito e Catar.

Em seu discurso, Tabichi disse que sua mãe morreu quando ele tinha apenas 11 anos de idade, deixando seu pai, um professor de escola primária, com o trabalho de criar ele e seus irmãos sozinhos.

Tabichi agradeceu a seu pai por ensinar valores cristãos para ele e então apontou para o pai na plateia, convidou-o para subir ao palco e entregou-lhe o prêmio para segurar, o local se encheu de aplausos da plateia.

“Esta noite foi incrivelmente emocionante, muito comovente”, disse Hugh Jackman à AP depois de apresentar a cerimônia e tocar números musicais de seu filme The Greatest Showman.

“Foi uma grande honra, uma emoção estar aqui e a noite foi cheia de um espírito realmente puro ”, acrescentou.

Tabichi foi selecionado entre dez mil candidatos.

O vencedor é selecionado por comitês compostos por professores, jornalistas, funcionários, empresários, líderes empresariais e cientistas.

No ano passado, um professor de arte britânico foi premiado por seu trabalho em um dos lugares mais etnicamente diversos no país. Seu trabalho foi apontado pelos alunos por ser responsável por se sentiremm bem-vindos e seguros em um bairro com altas taxas de homicídios.

Outros vencedores incluem um professor canadense por seu trabalho com alunos indígenas em uma aldeia isolada do Ártico, onde as taxas de suicídio são altas, e uma professora palestina por seu trabalho em ajudar crianças refugiadas na Cisjordânia traumatizadas por violência.

O primeiro vencedor em 2015 foi um professor do Maine que fundou uma organização sem fins lucrativos para desenvolver e disseminar novos métodos de ensino.

Com informações Estadão
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Fonte: Só Notícia Boa

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Saúde faz levantamento inédito para acompanhar gravidez em escolares

Publicado em 27/02/2019 às 15h51

Gestores educacionais têm até 15 de abril para informarem casos de gravidez na adolescência identificados no ano letivo de 2018. O questionário está disponível junto com o EducaCENSO 2019

O Ministério da Saúde contará com mais uma ferramenta para direcionar e acompanhar ações de saúde para o cuidado e a prevenção da gravidez em adolescentes. A pasta realiza até o dia 15 de abril, um questionário sobre a quantidade de casos de gravidez nas jovens, com idades entre 10 e 19 anos, que estudam em escolas públicas e privadas de todo o país. O levantamento está disponível juntamente com o EducaCenso 2019, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

“Nosso objetivo é identificar esses casos, para que ambos os sistemas, saúde e educação, possam realizar ações de prevenção da gravidez na adolescência e qualificar o cuidado a essas gestantes, tanto no que se refere à oferta da educação durante toda a gestação e pós-parto, quanto no que tange às equipes de saúde, para que eles possam atender com pré-natal, possam orientá-las e apoiá-las em todas as etapas”, destacou a coordenadora do programa Saúde na Escola, no Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O questionário pode ser respondido por gestores escolares, como diretor (a), vice-diretor (a), coordenador (a) ou pessoa designada para tal fim. As perguntas giram em torno do número de gestantes que engravidaram em 2018, das que já estavam com o diagnóstico gestacional e se houve interrupção da gravidez durante todo o ano passado. Com isso, será possível identificar quais escolas possuem maior prevalência e onde demanda maior atuação dos Ministérios da Saúde e Educação. Além disso, a expectativa é de que essa ação possa reduzir as vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes na trajetória escolar.

A proposta do levantamento ocorre no âmbito do Programa Saúde na Escola (PSE), que já possui ações que visam contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de medidas de promoção, prevenção e atenção à saúde. Atualmente, o programa atende um universo de 20 milhões de estudantes de 85.706 escolas com apoio de mais de 36 mil equipes da Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento anual do Governo Federal no último ciclo do PSE foi de R$ 89 milhões.

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

No Brasil, embora dados apontem tendência de queda, a taxa de gravidez na adolescência (58,7/1000) está acima da média das Américas (48,6/1000). Dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) apontam que entre os anos de 2000 a 2016, o número de casos de gravidez na adolescência (10 a 19 anos) teve queda de 33% no Brasil, saindo de 750.537 nascimentos e indo para 501.385 nascimentos. Em 2017 e 2018, dados preliminares do Sinasc, informaram que nasceram, 480.211 crianças filhas de mães entre 10 e 19 anos em 2017 e 394.717 em 2018.  

A queda no número de adolescentes grávidas está relacionada a vários fatores, como a expansão do programa Saúde da Família, que aproxima os adolescentes dos profissionais de saúde, mais acesso a métodos contraceptivos e ao programa Saúde na Escola que oferece informação de educação em saúde.

Por Victor Maciel, da Agência Saúde

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Pai, mãe e filha realizam juntos o sonho de cursar o ensino superior

Publicado em 26/02/2019 às 09h53

Exemplo de superação em família!

Família que estuda unida, permanece unida. Esse é o lema de vida da família Prates. No último dia 18 de fevereiro, Reginara, Luis Carlos e a filha Victorya começaram juntos a realizar o sonho da formação superior.

Os três optaram por cursos na área da saúde da FADERGS, em Porto Alegre, e dizem que o apoio mútuo foi decisivo na hora de retomar os estudos. A maior incentivadora da família sempre foi a mãe, Reginara. Aos 54 anos, ela já tinha abandonado os próprios sonhos para dar voz e vez aos da filha.

Ao lado dela, o marido Luis Carlos, de 57, também já estava acomodado na aposentadoria quando resolveu trocar o descanso pelas aulas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). Tudo para incentivar a filha Victorya, 22 anos, caçula de três irmãos, a continuar os estudos.

“Eu tinha parado a escola e ele resolveu fazer o Encceja junto comigo para me incentivar”, explica Victorya. Mas o incentivo não parou por aí. Depois veio o Enem, que pai e filha também fizeram juntos. Luis Carlos tomou gosto pelos estudos e resolveu que também iria cursar o ensino superior. “Tudo nasceu da iniciativa de ajudar a Victorya. Aos poucos, a gente foi se fortalecendo e agora vamos juntos para a universidade”, diz Luis Carlos, que vai cursar fisioterapia.

Já a filha optou pela enfermagem. E a esposa, psicologia. Os três vão assistir às aulas na sede João Pessoa da FADERGS. “Com eles indo comigo pra faculdade, o mais difícil vai ser faltar aula”, brinca Victorya.

Uma vida de superação

Desde pequena Reginara tinha o sonho de ser psicóloga, mas nunca pensou que seria possível. “Quando eu era nova achava que jamais ia passar no vestibular. Eu não sabia como era, mas sempre coloquei na minha cabeça que nunca ia conseguir”, conta.

Atualmente trabalha como corretora de imóveis, mas essa nunca foi a profissão que trouxe realização de verdade. Agora “tá sendo um sonho”, como ela mesma define, e ainda ressalta: “Vou poder trabalhar até velhinha. Quando a gente fica mais velha, fica mais experiente”.

crédito das fotos: Cassius Souza/FADERGS

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Reino Unido oferece bolsas de R$ 49 mil para graduação

Publicado em 09/10/2018 às 08h24

Oportunidade para estudar na Europa, sem gastar e ainda recebendo dinheiro. O Reino Unido está oferecendo bolsas de estudo no valor de 10 mil libras – quase 50 mil reais – para graduação.

O British Council, instituição pública do Reino Unido procura estudantes a partir dos 18 anos interessados em um curso integral de graduação ou pós-graduação no exterior, em qualquer país do mundo.

Em 2017, a brasileira Clara Kamphorst Leal da Silva foi selecionada com outros três bolsistas e conseguiu fazer o seu Mestrado de Direito na Leiden University, na Holanda.

O instituto tem como missão difundir o conhecimento da língua inglesa e sua cultura.

Nos seus três anos de vida, o The Global Study Awards (TGSA) já ajudou 13 estudantes internacionais a realizar o sonho de estudar no exterior, entre eles, alemães, indianos, malaios, quenianos e até mesmo uma brasileira.

A seleção

A seleção é feita com base em mérito escolar/acadêmico e a bolsa de 10.000 libras deve ser usada para pagar diretamente as taxas de ensino na instituição estrangeira.

Se o valor do curso for menor do que o prêmio, as libras esterlinas restantes podem ser direcionadas ao custo de vida do estudante por no máximo 52 semanas a partir da data de matrícula.

Um painel de representantes do British Council e seus parceiros avaliará todos os inscritos e selecionará alguns candidatos em potencial para uma entrevista presencial antes da decisão final.

O resultado é divulgado com três meses de antecedência do prazo final das inscrições para os cursos com início na metade do ano – comum nos países do Hemisfério Norte.

Os estudos começarão entre 1º de agosto e 31 de outubro.

Requisitos

O Global Stury Awards procura por estudantes talentosos e altamente motivados de todas as partes do mundo.

O principal requisito é ter prestado o IELTS, exame reconhecido de proficiência na língua inglesa, e alcançado um resultado satisfatório.

Além de ter mais de 18 anos e planejar cursar um programa acadêmico no exterior, os candidatos precisam comprovar:

  • Potencial para contribuir à sociedade por meio dos estudos;
  • Forte comprometimento com o desenvolvimento profissional;
  • Interesse sincero em aumentar a coerência intercultural.

Os interessados também precisam ter um International Student Identidy Card (ISIC), carteirinha de identidade do estudante internacional, e/ou um International Youth Travel Card (IYTC).

Antes de se inscrever na bolsa de estudo, o estudante precisa passar pelo processo seletivo no exterior para o curso de interesse e ser admitido.

A carta de oferta de vaga deverá ser um dos documentos apresentados na inscrição do Global Study Awards.

Saiba mais na página oficial do The Global Study Awards.

Com informações do VestibularBrasilEscola

Fonte: Só Boa Noticia

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Saiba a importância de readaptar a rotina do sono das crianças na volta às aulas

Publicado em 20/07/2018 às 07h51

É importante manter a rotina dos pequenos mesmo durante as férias e ajustar os pequenos períodos de flexibilidade

Ter uma rotina do sono é um dos principais fatores que colaboram com a saúde, o crescimento e desenvolvimento das crianças. Com o período de férias nem sempre é possível manter os horários regrados, especialmente com viagens em família e mudanças de fuso horário. Nessas ocasiões, é importante ter paciência com o período de adaptação dos pequenos, que podem apresentar irritabilidade e sonolência. Além disso, quanto mais estável a rotina de sono for mantida, mais fácil será a readaptação no período de volta às aulas.

Carolina Gambetta Paim, médica do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (Iborl), lembra que variações constantes de horário são muito prejudiciais e pouco toleradas pelas crianças. O ideal é que o horário de sono seja igual todos os dias, com variação máxima de uma hora. "Isso vale também para os finais de semana, feriados e período de férias. Dessa forma, a criança terá muito mais disposição e bom humor para aproveitar esses momentos", afirma Carolina.

A rotina dos pequenos

Laiuse Aguiar Teles é mãe de Miguel Soares, que frequenta as aulas na educação infantil do Colégio Objetivo, de Águas Claras, Com 2 anos e 3 meses, Miguel estuda no turno vespertino e a mãe conta que não foi fácil readaptar a rotina de sono. "Ainda estamos trabalhando nisso. O Miguel volta dormindo da escola e quer continuar dormindo quando chega em casa. Assim, ele acaba jantando tarde, o que atrapalha toda a nossa rotina em casa", destaca.

O menino entrou para a escola em fevereiro e costuma dormir 13 horas de sono por dia, sendo dez durante a noite e três no soninho da tarde. Quando dorme mal, Lauise conta que o filho se mostra mais irritado e não come direito.

Priscilla Martins Mazzeti é coordenadora de educação infantil no Colégio Objetivo e lembra que o sono é fundamental para que a criança tenha uma aprendizagem de qualidade. "O tempo todo essas crianças serão submetidas a algo que nunca vivenciaram, além de novos estímulos. O sono é fundamental para que todas essas experiências sejam transformadas em aprendizado", afirma Priscilla.

A coordenadora lembra que é durante o sono que as crianças solidificam o aprendizado e crianças que não têm noites bem dormidas apresentam dificuldades de aprendizado além de ficarem irritadas, chorosas e com baixo rendimento nas atividades. "Nas salas de educação infantil (1 a 5 anos) temos camas onde as crianças que sentem sono podem cochilar. Crianças com sono não absorvem o conteúdo de maneira eficaz", destaca.

Noites bem dormidas

O ritmo para recuperar a rotina de sono pode variar para cada criança mas, geralmente, é necessário pelo menos uma semana para que tudo volte ao normal. A falta de sono pode acarretar irritabilidade e agitação, além de redução das funções cognitivas, piora da inteligência, memória e atenção.

Carolina Gambetta lembra ainda que o acúmulo de noites mal dormidas pode retardar o crescimento pôndero-estatural nas crianças. "Há redução da liberação do hormônio GH (responsável pelo crescimento), pois o mesmo é secretado durante estágios profundos do sono de ondas lentas", lembra.

As medidas de higiene do sono são sempre importantes e podem ajudar bastante nesses momentos. Para isso, é importante lembrar de alguns cuidados: Ter horário para dormir e para acordar; manter o quarto como um local tranquilo e utilizado apenas para dormir; evitar celulares, televisões, refeições pesadas e brincadeiras agitadas pelo menos duas horas antes da hora de dormir.

É importante criar um ritual de atividades tranquilas que devem ser feitas antes de dormir como: escovar os dentes, massagem, ouvir uma história ou uma música relaxante.

 

Qual a quantidade de sono recomendada para cada período da infância?

Recém-nascido: ±15-19 horas distribuídas de dia e de noite igualmente.

12 meses: ±12-13 horas, com predomínio noturno (±9-10h)

3 anos: ± 11-13horas, geralmente noturno com uma soneca à tarde.

5 anos: ± 9-10 horas, geralmente noturno sem soneca à tarde.

12 anos: ± 9-11 horas

Adolescente: 9-10 horas.

 

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